Se você está interessado em baixar algum álbum postado a partir de 2015, entre em contato por e-mail: prolasdorock@yahoo.com ou deixe seu contato nos comentários (este não será visível publicamente), e o link será enviado o mais breve possível!


Mais informações aqui: http://goo.gl/ra9cdp


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sábado, 28 de maio de 2016

ACID FOLK - GLÄNS ÖVER SJÖ & STRAND - Här Schaktas Utan Pardon - 1971


Artista / Banda: Gläns Över Sjö & Strand
Álbum: Här Schaktas Utan Pardon
Ano: 1971
Gênero: Prog / Psychedelic Folk 
 País: Suécia

Comentário: Segundo e último álbum deste grupo sueco originário de Gagnef. Aqui a banda segue a linha folk rock do primeiro disco, influenciado por rock psicodélico e progressivo, com belas passagens de teclado, flauta e violino, mescladas ao acordeão, harmônica e violões, criando uma atmosfera acústica e viajante. Os vocais são masculinos e femininos, cantados todas em língua local, tratando de temas socais e políticos. Para apreciadores de folk nórdico, esta pérola não pode passar despercebida.

Second and last album of this Swedish group formed in Gagnef. Here the band follows the folk rock line of first album, influenced by psychedelic and progressive rock with beautiful passages of keyboard, flute and violin, merged with the accordion, harmonica and guitar, creating an acoustic and trippy atmosphere. The vocals are male and female, all sung in the local language, talking about social and political issues. For Nordic folk lovers, this gem can't pass unnoticed.

Músicos:
Peter Mosskin (violão, harmônica)
Louise Mosskin (flauta, vocal)
Börje Olevald (baixo, harpa de boca)
Thord Bengtsson (teclado, violino, violão, acordeão, vocal)
Hans Wiktorsson (bateria, percussão)


Faixas:
01 Fädernas Missgärningar
02 Johan Sven Persson
03 Vad Ska Vi Göra
04  Väntan På Vinden
05 Stigarna Leder Hemåt
06 John Babcock
07 Tango Med Besked
08 Olja

quinta-feira, 26 de maio de 2016

AFROBEAT / FUNK ROCK - MUYEI POWER - Sierra Leone In 1970s USA - 2014 (1975-76)


Artista / Banda: Muyei Power
Álbum: Sierra Leone In 1970s USA
Ano: 2014 (1975-76)
Gênero: Afrobeat / Funk Rock
 País: Serra Leoa

Comentário: Uma das bandas mais populares do pequeno país do oeste africano, teve esta compilação lançada em 2014, contando com gravações em 1975 e 76, durante tour pela Califórnia. Totalizando cerca de 30 minutos, o som é típico da região na época, mesclando ritmos locais com rock, funk e soul, através de belos e animados arranjos no sax, percussão e guitarra, além dos vocais cantados em língua local e inglês. Ótima pedida para fãs de afrobeat e funk rock africano.

The music on Sierra Leone in 1970s USA is an about as excellent an example of hard-driving, straight-ahead Afro-funk as you could wish to hear. Every track bubbles with energetic percussion, conversing bass and guitars, richly harmonized vocals, soaring sax, fuzzy guitar solos, and a momentum that just won’t quit. Like so much African popular music from the period, the sound is strongly influenced by African-American funk, especially the syncopated grooves of James Brown, but also clearly draws on local musical and cultural traditions for the vocal melodies and rhythms. 
Text: AfroPop

Músicos:
G. B. Mustapha (baixo)
Larry Sandy (bateria)
Sammy Dumbeh (metais)
Taymu Sesay (guitarra)
Abou Whyte (vocal, congas)
Ed Boy (guitarra ritmica)
David Mado (vocal)

Faixas:
01 Wali Bena 6:39
02 Be Patient 6:14
03 Ben Ben Bee 3:40
04 Bi Loko 6:58
05 Yamba Sowe 7:15


sábado, 21 de maio de 2016

HEAVY PSYCH - THE FREMONT'S GROUP - The Best of Jimi Hendrix - 1971


Artista / Banda: The Fremont's Group
Álbum: The Best of Jimi Hendrix

Ano: 1971
Gênero: Heavy Psych
 País: França


Comentário: Fremont's Group foi na verdade um pseudônimo utilizado pela banda de Lyon Chico Magnetic Band, uma das mais piradas já vindas da França. Neste álbum ouvimos 12 competentes covers de Jimi Hendrix, tocados com muita personalidade e sem momentos fracos. Destaque ao trabalho incendiário da guitarra wah-wah, acompanhada por bateria e vocal furioso.

  Widely-regarded as the best set of Hendrix covers ever recorded, this obscurity was in fact by cult hard rockers theChico Magnetic Band, and originally appeared in France in 1971. Far more adventurous than most tribute albums, it treats the songs as starting points for adventurous jams, making it a must for all fans of wild hard rock.
Text: Forced Exposure / More Info: Head Heritage

Músicos:

Mahmoud Ayari (vocal)
Bernard Lloret (guitarra)
Patrick Garel (
bateria)
Alain Fabrègue (baixo)

Faixas:
01 Hey Joe 3:20
02 Fire 2:25
03 The Wind Cries Mary 3:40
04 Can You See Me 2:40
05 Purple Haze 2:58
06 Red House 3:46
07 Crosstown Traffic 2:18
08 Up From The Skies 2:43
09 Highway Child 3:00
10 Foxy Lady 3:07
11 Voodoo Child 3:40
12 Stone Free 3:28


quinta-feira, 19 de maio de 2016

HARD PROG - THE MANNHEIM ROCK EMSEBLE - Rock Of Joy - 1971


Artista / Banda: The Mannheim Rock Emseble
Álbum: Rock Of Joy
Ano: 1971
Gênero: Hard Prog / Psychedelic / Classical Crossover 
País: Japão

Comentário: Uma das maiores raridades já vindas do Japão, este é o único trabalho do The Mannheim Rock Enseble, que provavelmente foi um projeto de estúdio sem duração posterior. Neste álbum, ouvimos versões instrumentais da Música Clássica, executada com influência da onda psicodélica e progressiva no país oriental. Destaque para as faixas "Hungarian Dance", "Wedding March", "Fur Elise", "Fantaisie-Impromptu" e "Turkish March", onde predominam guitarras fuzz e wah-wah, acompanhadas por órgão e forte trabalho rítmico.

What we have here is obviously rock exploitation covers of classical music. But to leave it at that would never do this album justice. No, you just can't properly understand the true beauty of classical music until you've heard it played as crazed early 70's Japanese psych/prog full of blasting fuzzed-out wah-wah guitar solos, vintage organ assaults, and a fat, thumping rhythm section. Basically the group plays classic tunes by Bach, Mozart, Mendelson and so forth but transforms them into heavy psych out, wah-wah, heavy organ-drenched key-demolition moves-spiked up versions, giving a whole new meaning to classical music. So basically classical tunes transformed into heavy psych versions, loads of guitar, drum riffage, keyboard molten lava action and so forth. Just an amazing album and a deranged transmogrified ball-busting hybrid beast that only could have originated in 1971 Japan.

Músicos:
Masayoshi Kabe (baixo)
Hiro Tsunoda (bateria)
Takeshi Inomata (bateria)
Kimio Mizutani (guitarra)
Shinki Chen (guitarra)
Hiro Yanagida (órgão)
Masahiko Satoh (órgão)
Hiroki Tamaki (violino)

Faixas:
01 Hungarian Dances
02 A Song Of Joy
03 Nocturne Op.9-2
04 Wedding March
05 Ave Maria
06 Fur Elise
07 Invitation To The Dance
08 Going Home
09 Fantaisie-Impromptu
10 Turkish March


segunda-feira, 16 de maio de 2016

JAZZ FUSION - STEPPS - Waltz for Tiger Joe - 1976


Artista / Banda: Stepps
Álbum: Waltz for Tiger Joe
Ano: 1976
Gênero: Jazz-Rock / Fusion 
País: Austrália

Comentário: Grupo de Sydney, formado em meados dos anos 70 a partir de ex-membros de pequenas bandas locais, lançaram um único e extremamente raro registro de forma independente, com míseras 50 cópias. A qualidade dos integrantes é outro ponto interessante, dividido em 8 faixas (longas em sua maioria) e combinando um instrumental complexo, dinâmico e cheio de variações, onde destaca-se a guitarra, piano e sintetizadores, acompanhando o belíssimo vocal feminino de Bernie Morgan. Longe de ser um som mediano dentro da estilo, altamente recomendado!

A great Aussie Fusion act from Sydney, which never made it to the recordings of a proper album, Stepps performed regularly from mid- to late-70's at local clubs and hotels and even got some rare airplay on TV and radio at the end of their brief road.They recorded the album ''Waltz for Tiger Joe'' (1976, private) on their own forces, but only 50 copies were pressed and handed to friends, so there are no signs it was ever commercially available. Shame, because they played dreamy yet intense Jazz Fusion with some Canterbury edges, similar to National Health and Belgians Cos, fronted by Morgan's wordless voice experiments and the stunning performance of the musicians, leading to great grooves and unexpected breaks. This was far from average Fusion, the album has a constant tendency towards jazzy Prog Rock through all those tempo changes and complex instrumental patterns, which combine Female vocal Pop and Fusion and electric piano-driven Jazz Rock. Great guitar work and some furious piano paces, who also delivers a few impressive synth flights throughout. Pretty long tracks with lots of instrumental room and lovely interplays.
Text: Pieces of Sophisti-Rock

Músicos:
Ralph Cooper (bateria, gongo)
Alex "Oleg" Ditrich (piano, sintetizador)
Ian Hildebrand (violão, guitarra)
Bernadine "Bernie" Morgan (congas, percussão, vocal)
Michael Vidale (baixo)


Faixas:
01 Kolour Kode
02 If I Knew
03 Kryptonite
04 Make Me
05 Flowers
06 End of Play
07 Step Up Behind
08 Cumulus (Improvised Solo)


sábado, 14 de maio de 2016

REPOST: KRAUT/ JAZZ ROCK - PYRANHA - Same - 1972


Artista / Banda: Pyranha
Álbum: Pyranha
Ano: 1972
Gênero: Krautrock / Jazz-Rock / Psicodelia
País: Suíça

Comentário: Atendendo à pedidos, faço repost desta raridade suíça, que lançou um único álbum em 1972. Fortemente inspirado pelas primeiras bandas de Krautrock alemãs, o grupo traz um som altamente viajante e experimental, sendo considerado estranho em alguns momentos, onde ouvimos órgão, percussão, saxofone e alguns momentos cantados em francês. 

Pyranha's sole album sounds like a lost recording from the Futura label. There's quite a bit of psychotic ranting in French over studio effects, vibes, guitar and percussion. Also some organ and electric piano driven rock sessions. Album opener is even a bit funky. Only misstep is the second song on side 1 ('Time 13'), a misguided improvisation that seems to serve no purpose whatsover. Unfortunately it's also the longest track at nearly 13 minutes long. Had that track just been merely average, and not so obtrusive, I think I would've considered this as a Priority 3. A fascinating listen though.

Músicos: 
Henry Skippy (saxofone)
Wy Wyss (guitarra)
Armand Bucher (órgão)
Jacques Riccio (bateria)
Beb Anhas (baixo)
Christian Scheder (vocal) 


Faixas:
01 Clepsydre (7:08)
02 Time 13 (12:48)
03 Soleil (2:56)
04 Eglise (4:18)
05 Mouette (11:46)

quarta-feira, 11 de maio de 2016

PROGRESSIVE FOLK - CHARLES KACZYNSKI - Lumière De La Nuit - 1978


Gostaria de avisar que a partir de hoje as postagens não serão mais feitas através de pequenos textos e sim tópicos contendo informações sobre as bandas ou artistas, seus países de origem, gêneros, ano do álbum e breve comentário. Esta nova forma de post será feito para economizar tempo e poder manter uma regularidade no número de discos postados. Outra mudança será o fim da sequência de postagens por continentes e apenas regiões aleatórias. 

Artista: Charles Zaczynski
Álbum: Lumière De La Nuit
Ano: 1978
Gênero: Folk Progressivo / Psicodélico
País: Canadá 


Comentário: Primeiro disco solo deste músico de Quebec, quase todo instrumental e executado de forma primorosa pelo próprio Charles Zaczynski, com destaque ao belo trabalho do violino, flauta e violão, proporcionando um clima melancólico e deslumbrante em vários momentos. 

Charles Kaczynski guested on the first Conventum album, playing violin. He put his only solo album out on his own label a short time later. There are no credits, so it's unclear whether Kaczynski is doing everything himself via multi-tracking or whether he has help. Violin is omnipresent on this album, generally either solo with harmonics or in homophonic lines, supplemented by vocals, piccolo, recorder, acoustic guitar, cello, and so on. The album consists of brief pieces that all run together creating a unified masterwork. The music produces an incredible groundswell of emotion of great intensity, melancholy and powerful bittersweetness. There is an English version of this album with a longer running time. Kaczynski was later a member and composer for Cirque Éloize, a musical and theatre ensemble.
Text: ProgQuebec

Músicos: 
Charles Kaczynsky (violino, violoncelo, violão, baixo, teclados, sopros, percussão)




Faixas: 
01 Éclipse 3:34
02 Lumière De La Nuit 5:57
03 Éveil Du Soleil 2:35
04 Chant De Rêve 0:34
05 Liberté 5:38
06 Père De La Terre 2:30
07 Arrivée 2:00
08 Réincarnation 2:56
09 Naissance 3:37
10 Conscience 2:43
11 Indépendance 2:10
12 Évolution 0:52
13 Utopie 1:12
14 Euphorie 2:33
15 Départ 2:25

sábado, 7 de maio de 2016

PSYCHEDELIC/ FOLK ROCK - LA NOUVELLE FRONTIÈRE - Same - 1970


Pérola formada no final dos anos 60 em Montreal, Quebec, no Canadá, pelos irmãos Richard e Marie-Claire Séguin. O La Nouvelle Frontière teve uma carreira muito breve, lançando dois álbuns em 1970 e se desfazendo logo no ano seguinte. Após o fim, os irmãos seguiram como dupla solo em "Les Séguin" e o tecladista Normand Théroux formou a banda Le Match.
Posto aqui seu primeiro álbum, dividido em 10 faixas e totalizando cerca de meia hora. O grupo traz fortes influências dos anos 60, desde o visual hippie até a sonoridade, que mescla a música folk e psicodélica da época, em algumas passagens experimentais e classificado até como proto-prog. O instrumental é consistente, sendo dividido em momentos mais pesados, onde ouvimos guitarra distorcida e órgão e outros acústicos, com violão e percussão. Os vocais em francês das bandas de Quebec geralmente agradam bastante e aqui não há exceção, sendo masculinos e femininos.
Uma bela obra para fãs de acid-folk e também prog-Quebec, recomendado!


La Nouvelle frontière was formed in the late 1960's by the twins, Richard (guitar/vocals) and Marie-Claire (vocals) Séguin, in Montreal's eastern district of Pointe-aux-Trembles. They were joined by André Brault (bass/guitar/vocals), Denis Chenier (drums), Robert Letendre (guitar/vocals), and Normand Théroux (keyboards/vocals). They released two albums in 1970, a self-titled effort followed by "L'Hymne aux quenouilles". The music has a strong 1960's folk-rock feel to it, with only a couple of mildly experimental tracks. Although La Nouvelle frontière performed with some high profile names such as Johnny Halliday and Little Richard, the group was largely ignored by the media due to its hippie image. The Séguins' more acoustic style also clashed with Théroux's preference for rock music, and the group disbanded in 1971.Théroux later joined progressive band Le Match, while the twins formed the folk duo (Les) Séguin, eventually pursuing successful solo careers.

Text: ProgQuebec

Richard Séguin (violão, vocal)
Marie-Claire Séguin (vocal)
André Brault (baixo, guitarra, vocal)
Denis Chenier (bateria)
Robert Letendre (guitarra, vocal)
Normand Théroux (teclado, vocal)

01 Pacification 4:44
02 Pour Un Temps De Marée 2:37
03 Le Héros 3:02
04 Sans Légende 1:56
05 So Long Marianne 3:15
06 Frontière 2:37
07 Le Chemin Du Roi 2:27
08 Que J'aime De T'aimer 2:47
09 Alleluia, Alleluia 3:29
10 Funky Monkey 2:31

terça-feira, 3 de maio de 2016

SOUTHERN ROCK - DIXIE PEACH - Same - 1975


Pérola formada em Ohio, nos EUA, tendo suas origens a partir da banda de garagem Pictorian Skiffuls. O grupo Dixie Peach surge em 1973 e lança dois anos mais tarde seu primeiro álbum, chegando a abrir na época para nomes como Joe Walsh, Blue Oyster Cult e outros. Mais dois CDs vieram em momentos distintos, em 2002 e o mais recente em 2013, mantendo a banda na estrada.
Posto aqui o debut homônimo de 1975, dividido em 7 faixas, sendo a maioria curtas. Apesar da localização, o som é geralmente classificado como southern rock, além de doses acentuadas de blues, tendo como principal referência o Allman Brothers. Instrumental consistente e agitado marca o som, guiado pelo excelente trabalho nas duas guitarras, além de órgão, piano e bateria; o vocal também não fica devendo. Quanto as faixas, destaque para "Going Down", "I'll Be Gone" e "The Good, The Bad & The Ugly", apesar de raros pontos fracos.
Para fãs de southern e blues rock, este certamente é um trabalho que merece atenção.

Heavily Allman Bros. influenced southern rock by this Ohio band, with mostly blues based mat'l, and featuring dual lead and slide guitar, some vocal harmony, and a few Grateful Dead moves as well. A real sleeper, relatively off the radar so far, but gaining in reputation - and well worth seeking out by fans of the genre. Quite consistent too.
Text: Rate Your Music

Ira Stanley (guitarra, vocal)
Tony Paulus (guitarra rítmica, teclado, vocal)
Mike "Roscoe" Rousculp (baixo, vocal)
Steve Williams (teclado)
Jerry Barnhart (bateria)

01 Going Down 06:53
02 Out Of Money...Out Of Gas 03:39
03 I'll Be Gone 05:23
04 (So) Take A Look Around 04:52
05 Paint My Mailbox Blue 04:51
06 Skydog 03:20
07 The Good, The Bad & The Ugly 10:10