Se você está interessado em baixar algum álbum postado a partir de 2015, entre em contato por e-mail: prolasdorock@yahoo.com ou deixe seu contato nos comentários (este não será visível publicamente), e o link será enviado o mais breve possível!


Mais informações aqui: http://goo.gl/ra9cdp


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If you are interested in downloading any posted album from 2015, contact by email: prolasdorock@yahoo.com or let your email in comments (this will not be visible publicly) and the link will be sent as soon as possible!


More info here: http://goo.gl/ra9cdp

quarta-feira, 30 de março de 2016

HARD PROG/ PSYCH - NURT - The Complete Radio Sessions 1972/74 - 2013


Nurt foi uma banda polonesa formada em 1971 na cidade de Breslávia. Apesar de lançar apenas um álbum oficial em 1973, o quarteto teve grande impacto na cena local por seu pioneirismo na adição de elementos psicodélicos e progressivos ao rock. O grupo deixou várias gravações em rádios locais e da capital Varsóvia (comum na época), antes de seu fim prematuro por volta de 75, que hoje ganham nova vida, lançadas em CD e LP pela Kameleon.
The Complete Radio Sessions, lançado em 2013, é dividido em 12 faixas gravadas em 1972 e 74. O som do grupo é difícil de descrever, onde dominam os estilos já citados acima (prog e psych), porém com acentuadas doses de hard e também jazz, blues rock e improvisações. O instrumental é variado e marcante, onde ouvimos domínio da guitarra pesada, acompanhada por baixo e bateria galopantes, além de boas participações de percussão, flauta e saxofone. As letras são todas em polonês.
Uma versão mais arrojada, porém sem perder o peso, dessa preciosa pérola do leste europeu.

This album collects all the material recorded for the Polish Radio by the legendary Polish Rock group Nurt. Founded in Wroclaw in 1970 by guitarist / vocalist / composer Aleksander Mrozek. The group performed extensively in the early 1970s but managed to record only one eponymous studio album in 1972 for the State owned Muza label, and two Polish Radio recording sessions: one before the recording of the album (February 1972) and the other over two years later (May 1974), both present herein.
The album is full of great instrumental passages by the lead guitar, accompanied by the unique sound of the fuzz bass guitar, which gave the group a sound unlike any of their contemporaries, and superb dynamic drumming. The circumstances surrounding these Radio sessions were much more relaxed than the studio album recording sessions, and therefore the music presented here is much more similar to how the band sounded on stage at the time. The first session includes six tracks, which were later included on the studio album, and one mostly improvised piece that was not included on the album. The second session includes material composed later, after the album was recorded. Remastered and with informational liner noted based on the memories of the band members, this is a proper tribute to a legend, which should not be forgotten.
Text: Adam Baruch

Kazimierz Cwynar (baixo, vocal)
Ryszard Sroka (bateria)
Aleksander Mrożek (guitarra, sintetizador, violão, percussão)
Roman Runowicz (vocal, guitarra)
+
Krzysztof Orłowski (flauta)
Włodzimierz Plaskota (baixo)
Jacek Baran (percussão)
Ryszard Gwalbert Misiek (saxofone)

01 Kto ma dziś czas 3:15
02 Piszę kredą na asfalcie 5:29
03 Parter na klaustrofobię 3:17
04 Syn strachu 7:34
05 Morze ognia 3:07
06 Holograficzne widmo 4:12
07 Gato 2:58
08 Różaniec czasu 2:18
09 Akrobata 4:26
10 Na odległość rąk 2:44
11 Rock bez tytułu 2:32
12 Impresja w E 5:51

segunda-feira, 28 de março de 2016

HARD/ BLUES ROCK - SAKK-MATT - Koncert: 1968, Danubia Műv. Ház - 2003


Pérola vinda de Budapeste, capital da Hungria, mais uma formada por um dos mais importantes guitarristas locais dos anos 60 e 70, Béla Radics. O grupo Sakk-Matt (em português, Cheque-Mate) foi formado em 1968 e teve curto período de durante, se desfazendo no começo de 1970 após saída e brigas entre membros, no mesmo ano Radics formou o Tűzkerék. Não lançaram nada na época, apenas em 2003 antigas gravações ao vivo saíram em CD.
No álbum Koncert: 1968, Danubia Műv. Ház ouvimos 12 curtas faixas onde Béla já mostra suas influências no blues, hard e rock psicodélico ocidental da época, com covers de Hendrix e Cream, além de composições próprias. Apesar da guitarra não ser tão impactante quanto em registros futuros, domina barulhenta em praticamente todas as canções, acompanhada por bateria, baixo e vocal (em inglês e húngaro). A qualidade da gravação não é das melhores.
Um bom registro de hard e blues rock da "Cortina de Ferro", interessante para fãs do estilo.

Sakk-Matt (Checkmate) was a band from Budapest, capital of Hungary, formed by one of the most important local guitarists of the 60s and 70s, Béla Radics. The group was formed in 1968 and had short time of activities, disbanding in early 1970 after fights between members; in the same year Radics formed Tűzkerék. They didn't release anything at the time, only in 2003 old live recordings came out on CD.
In the album "Koncert: 1968 Danubia Mov. Haz", we hear 12 short tracks where Béla already shows its influences in Western blues, hard and psychedelic rock of the time, with covers of Hendrix and Cream, as well as his own compositions. Despite the guitar not as impressive as in future records, dominates noisy in almost all the songs accompanied by drums, bass and vocals (in English and Hungarian). The recording quality is not so good. Another good hard / blues rock record from the "Iron Curtain", interesting for fans of the style.

Béla Radics (guitarra)
Lajos Csuha (guitarra rítmica)
Lajos Miklóska (baixo)
Albert Harmath (vocal)
Rezső Hőnigh (bateria)

01 Cat's Squirrel
02 Manic Depression
03 Két barna szem
04 Red House
05 Purple Haze
06 Swlabr
07 Hosszúhajú lány
08 Fire
09 Foxy Lady
10 Shake Rattle & Roll
11 Van aki fél, van aki nem
12 Visszajár néha a múlt
13 Hosszúhajú lány (Demo)
14 Ars Poetica



sexta-feira, 25 de março de 2016

PROG FOLK - SEDMINA - II. Dejanje - 1982


Pérola formada em 1977 na cidade de Liubliana, antiga Iugoslávia e atual capital da Eslovênia pelo casal de músicos Veno e Melita Dolenc. Junto com outros artistas locais a banda Sedmina lançou dois álbuns no começo da década de 80 e, após a separação do casal, se desfez. Nos anos 90 o grupo voltou, agora com a vocalista Klarisa Jovanovic e lançou 3 CDs na época.
Posto aqui o segundo disco do quinteto, composto por 7 faixas, sendo algumas longas e que trazem uma bela mescla de prog, psicodelia e folk, contando com versões contemporâneas para canções tradicionais da região. O instrumental é rico e bem elaborado, onde ouvimos ótimas passagens de clarinete, violino e saxofone se destacando, acompanhado por violões e percussão, criando um clima acústico e viajante na maioria do tempo. O vocal é outro ponto forte, intercalados em voz feminina e masculina e todas as letras em língua local.
Mais uma grande descoberta do leste europeu, altamente recomendado para fãs de folk prog dos anos 70.

The second album of SEDMINA was released in 1982. The band featured the same line-up like on the debut. However, the arrangements are somewhat different, offering longer tracks and more psychedelic, acid-folk sound. Unlike the debut, this one does not attract a listener on the first attempt, but several listens are needed to grasp the feeling. The performance is done with mastery and confidence. The leading instruments are clarinet, violin (and viola, probably because I cannot quite tell the difference) and saxophone, with backing acoustic guitars. Melody lines invoke the medieval or baroque ballads of typical European and Mediterranean musical legacy, but occasional hints of even American folk tunes are also present. "Ciganka" ("Gypsy Woman") is very dylanesque lively folky tune with violin... Closing "Kolo" brings a drunken, quite morbid and strange tonality, sounding like they had been tuning their instruments along the way - very trippy and mind-bending. The second half of the song is more optimistic because the rhythm is stronger and violin is accompanied very nice solo on acoustic guitar. "II dejanje" is a very dark album. It is also not very accessible and requires attention and patience. At times, it contains rather noisy and cacophonic moments which may force you to stop playing. It is demanding. This album deserves a lot of guts from listeners. And from reviewers it also deserves something - a recommendation.
Text: ProgArchives

Veno Dolenc (violão 6 e 12 cordas, vocal)
Melita Dolenc (vocal)
Lado Jaksa (clarinete, saxofone)
Edi Stefancic (vocal, harmônica, tamburica)
Bozidar Ogorevc (violino, violão)

01 Gledališče 4:07
02 V Polju Gre Pšenica V Klas 4:21
03 Ciganka 6:02
04 Cirkus 9:28
05 Pav 5:50
06 Fotograf (Iz Milanove Mape "Sivi Zvoki") 6:01
07 Kolo Za Duško 9:27



quinta-feira, 24 de março de 2016

HARD/ BLUES ROCK - VEDRAN BOŽIĆ - Shuffle - 1973-75


Vedran Božić é um músico croata, nascido em 1946 na cidade de Zadar (antiga Iugoslávia). Ganhou reconhecimento local durante as décadas de 70 e 80, participando de vários grupos como B.P. Convention, Grešnici, Time, Boomerang e ainda continua em atividade com seu Telefon Blues Band.
Posto aqui uma pequena coletânea não oficial de canções tocadas em fase solo do músico entre 1973 e 75 (saindo na compilação Kongres Rock Majstora no mesmo ano). São 4 boas e curtas faixas que mesclam hard e blues rock, lembrando em momentos os nomes citados acima, onde ouvimos som direto e pesado, guiado pelo ótimo trabalho na guitarra de Božić, acompanhada de forma competente por órgão e bateria. As letras são todas em croata.

Vedran Božić is a Croatian musician, born in 1946 in the city of Zadar (former Yugoslavia). Won local recognition during the decades of 70 and 80 participating in various groups as B.P. Convention, Grešnici, Time, Boomerang and is still active with his Telefon Blues Band.
Post here a small and unofficial collection of his solo songs from 1973 to 75 (released in the compilation Kongres Rock Majstora). There are 4 good and short tracks that mix hard and blues rock, recalling at times the names mentioned above, where we hear the a straight sound, guided by great job of Božić's guitar, accompanied competently by organ and drums. The lyrics are all in Croatian.

Vedran Božić (guitarra, vocal)
Petar Petej (bateria)
Ivan Stancić (bateria)
Dado Topić (baixo)
Nenad Zubak (órgão, baixo)

01 Najbolji drug 5:50
02 Čovjek i žena 3:43
03 Shuffle 2:30
04 Da li čuješ 5:44



domingo, 20 de março de 2016

HARD/ GARAGE ROCK - BOL'SHOY ZHELEZNYY KOLOKOL (Большой железный колокол) - Концерт в ДК им. С. Орджоникидзе - 1974



Pérola super obscura vinda de Leningrado,  na antiga URSS e hoje São Petersburgo. O grupo Bol'shoy Zheleznyy Kolokol (em russo Большой железный колокол) foi formado em 1973 por ex-membros do Sankt Peterburg e foi mais uma banda a atuar na ilegalidade, por proibições do governo. Não chegaram a lançar nada em seus breves anos de atividade, apenas antigas gravações ao vivo circulam pela internet, mantendo viva a memória do rock soviético.
Posto aqui o bootleg Концерт в ДК им. С. Орджоникидзе (que seria um ao vivo em Leningrado no ano de 1974). Dividido em 7 curtas faixas de autoria própria, infelizmente é marcado por uma péssima qualidade de gravação, mas ainda assim podemos ouvir um som com forte pegada de hard e garage rock, solos de guitarra e órgão se revezando no instrumental e o violino bastante discreto. As letras são todas em russo.
Para fãs de rock'n'roll cru e pesado, vale a audição.

Obscure gem from Leningrad, in the former Soviet Union and now St. Petersburg. The group
Bol'shoy Zheleznyy Kolokol (Большой железный колокол) was formed in 1973 by former members of Sankt Peterburg and was another band to play in illegality by government restrictions. They didn't release anything in the few years of activity, just old live recordings circulates on the internet, keeping alive the memory of the Soviet rock.
Post here the bootleg Концерт в ДК им. С. Орджоникидзе (which would be a live in Leningrad in 1974). Divided into 7 short tracks, unfortunately marked by a poor quality recording, but we can still hear a sound with a strong influence of hard and garage rock, guitar and organ solos taking turns in the instrumental and very discreet violin. The lyrics are all in Russian. For fans of raw and heavy rock'n'roll, it's recommended.

Николай Корзинин [Nikolay Korzinin] (guitarra, vocal)
Виктоp Ковалёв [Viktor Kovalyov] (baixo, backing vocal)
Никита Зайцев [Nikita Zaitsev] (violino)
Михаил Кордюков [Mikhail Kordyukov] (bateria)
Сергей Курёхин [Sergey Kuryokhin] (teclados)

01 Позволь
02 Крыло-прах...
03 Ария Авеля
04 Спеши к восходу
05 Хвала воде
06 Я тебя давно не знал такой
07 Спички - не игра

sábado, 19 de março de 2016

JAZZ ROCK - BLAY TRITONO - Clot 20 - 1976


Pérola vinda de Barcelona, na Espanha, formada em meados dos anos 70 por ex-membros de grupos locais como La Rondalla de la Costa, Orquestra Mirasol e Plateria. A banda Blay Tritono lançou um único álbum pela Zeleste em 1976, sem grande sucesso comercial e dois anos participou de uma compilação com outras bandas andaluzes.
Clot 20 é um disco de jazz rock, contendo algumas leves doses de progressivo e música tradicional da região. Dividido em 8 faixas totalmente instrumentais e muito bem desenvolvidas e dinâmicas, apesar de alguns momentos mais profundos e lentos (como em "Clot 20" e "Nocturn"), onde ouvimos um trabalho admirável dos metais (trompete, trombone e saxofone), acompanhado por teclados e bateria, principalmente.
Mais uma interessante obra para fãs de jazz rock, recomendado!

Blay Tritono was formed in Barcelona, Spain, during the mid-70s by former members of local groups like La Rondalla de la Costa, Orquestra Mirasol and Plateria. The band released only a rare album by Zeleste in 1976, without much commercial success and two years participated in a compilation with other Andalusian bands.
"Clot 20" is a jazz rock album, containing some light doses of progressive and traditional music of the region. Divided into 8 fully instrumental tracks and very well developed and dynamic, although some deeper and slow moments (as in "Clot 20" and "Nocturn"), where we heard an admirable brass passages (trumpet, trombone and saxophone) accompanied by keyboards and drums, mainly. Another interesting piece to jazz rock fans, recommended!

Eduard Altaba (baixo, violão, percussão)
Néstor Munt (trompete, fliscorne, baixo, vocal)
Quino Béjar (bateria, sinos)
Vicenç Calvo (trombone)
Joan Josep Blay (saxofone)
Víctor Ammann (teclados, xilofone)

01 Danza de procesión 1:53
02 Saura I 9:36
03 La ceba 1:37
04 Clot 20 5:38
05 Saura II 5:15
06 Montblanquet 2:40
07 Nocturn 6:32
08 Marroquí 3:11



quinta-feira, 17 de março de 2016

PROG ROCK - TEMPO E MODO - Um Mundo A Construir - 1980


Uma das pérolas mais raras já vindas de Portugal, o grupo Tempo e Modo foi formado nos anos 70 em Torres Novas. Lançaram um único álbum em 1980, que teve cerca de 300 cópias (apesar de alguns falarem em 1000), e se desfizeram logo depois. Recentemente a banda voltou para alguns shows pelo país.
Um Mundo A Construir é composto por 8 faixas curtas de rock progressivo e com mescla interessante entre referências locais no estilo durante a década anterior (Tantra, José Cid e outros) e leves doses de neo-prog típico dos anos 80. O instrumental é destaque, bastante melódico e guiado pelo consistente trabalho da guitarra, sintetizadores e piano. As letras são todas em português e seguem tom de crítica em alguns momentos.

Given that they are of Portuguese origin and supposedly from 1980, I had presumed the album would be a symphonic fusion along the lines of Tantra and Ananga Ranga (which would have been great as well). But that's not really the case at all. Primarily it's a mixture of instrumental symphonic progressive rock combined with a distinct new wave element, that tilts the album towards the neo-prog camp. This latter style, as I've noted in prior posts, was quite a good genre in its early stages, and Tempo e Modo are an excellent example of it. Think early 80s IQ / Pendragon / Twelfth Night. The instrumental tracks are the highlight here, with a strong melodic content coupled with excellent guitar and keyboard runs. A very nice surprise. This is the kind of album Musea used to release in their prime. I keep hoping, perhaps naively so, that they will dip back into the reissue market.
Text: RateYourMusic

Pedro Ferreira (bateria, vocal)
Pedro Clara (guitarra, violão 12 cordas, vocal)
João Lopes (guitarra, baixo)
Júlio Silva (sintetizadores, piano elétrico, piano acústico)
+
Pedro Rocha (piano acústico, sintetizadores)

01 Um Mundo A Construir 4:15
02 Águas Sem Margens 3:49
03 Instrumental I 3:59
04 À Procura 5:00
05 Castelos No Ar 4:50
06 Putos Vadios 3:10
07 Voando No Tempo 3:50
08 Imaginação ( Instrumental II ) 5:21



quarta-feira, 16 de março de 2016

JAZZ FUSION - JIŘÍ JELÍNEK - Jiří Jelínek In Memoriam (Etc… 1976 - 1977) - 1987


Pérola vinda da antiga Tchecoslováquia, Jiří Jelínek era um músico nascida em Praga (atual capital da República Tcheca) em 1954. Em 1976, junto de Vladimír Mišík, formou o grupo Etc..., e apesar de uma promissora carreira local, sua frágil saúde mental o levou ao suicídio em outubro de 1977, aos 23 anos de idade. Sem lançar nada na época, apenas uma década depois antigas gravações suas com a banda saíram em 2 EPs.
Jiří Jelínek In Memoriam é composto por apenas 5 curtas faixas gravadas entre 1976 e 77. A música é principalmente jazz fusion, com leves pitadas de prog rock, seguindo a tendência da região na época, sendo na maioria do tempo instrumental e suave, onde destaca-se bons momentos na guitarra, acompanhados de forma competente pela bateria e também violino, além do vocal em tcheco.
Mais uma pérola perdida na Cortina de Ferro, recomendado para fãs de jazz fusion e prog.

Jiří Jelínek was a musician born in Prague  (current capital of the Czech Republic) in 1954, in the former Czechoslovakia. In 1976, along with Vladimir Misik, he formed the group Etc ..., and despite a promising career, his fragile mental health led him to suicide in October 1977, when he was 23 years old. Without releasing anything at the time, only a decade after his old recordings with the band came out in 2 EPs.
Jiří Jelínek In Memoriam consists of only 5 short tracks recorded between 1976 and 77. The music is mostly jazz fusion with some touches of prog rock, following the trend of local bands at the time. It's instrumental most of the time, guided by the guitar, accompanied by the drums and also violin, in addition to vocals in Czech. Another gem lost behind the Iron Curtain, recommended for jazz fusion and prog fans.

Jiří Jelínek (guitarra)
Vladimír Mišík (vocal)
Jan Hrubý (violino)
František Francl (guitarra)
Vladimír Padrůněk (baixo)
Jaroslav Vondrák (bateria)
Jan Noha (bateria)

01 Mlýn 05:55
02 U kiosku 04:56
03 Než spadla klec 03:16
04 Pomalu v revolver se ztrácí víra 03:34
05 Dubová kulička 04:30



domingo, 13 de março de 2016

PROGRESSIVE ROCK - BOWL - Same - 1975-77


Pérola obscura vinda da Holanda. Muito pouco se sabe sobre o grupo Bowl, eles não chegaram a lançar nenhum álbum nos anos em atividade, apenas antigas gravações ao vivo em 1975 e 77, nas cidades de Kuinre e Emmeloord, saíram em CD, porém não possuo informações sobre esse lançamento e sua data.
O homônimo é composto por 13 faixas de rock progressivo, com influências sinfônicas acentuadas e de rock clássico, lembrando nomes como Kayak, Alquin e Camel. O som é muito competente e até surpreendente em alguns instantes, combinando ótimo trabalho nos teclados de Johan Spiering (órgão e sintetizadores) e guitarra "refinada", proporcionando atmosfera viajante e reluzente. O vocal, todo em inglês, agrada e também não fica atrás.
Com raros momentos fracos, essa é uma ótima descoberta para fãs de rock progressivo e sinfônico.

The group Bowl was formed in the Netherlands. Very little is known about the band, they did not release any album in the years of activity, just old live recordings in 1975 and 77 in the cities of Kuinre and Emmeloord, came out on CD, but I do not have information about this release or the year.
The self-titled brings 13 tracks of progressive rock, with symphonic and classic rock influences, remembering names like Kayak, Alquin and Camel. The sound is very competent and even surprising in a few moments, combining great work on Johan Spiering's keyboards (organ and synthesizers) and "refined" guitar, providing trippy and shiny atmosphere. The vocals, all in English, all also very good. With few weak moments, this is a great discovery for progressive and symphonic rock fans.

Hessel Hoornveld (baixo, violão)
Hans Elmers (vocal)
Johan Spiering (órgão, sintetizador)
Hans Andringa (bateria)
Bas Blom (guitarra - faixas 1 a 4)
Herman Meyer (guitarra - faixas 5 a 11)
Bob Schaafsma (guitarra - faixas 12 e 13)

01 Wander all alone (4:16)
02 Child in the sun (6:14)
03 Dreams of desire (3:04)
04 The plack (8:09)
05 1/3 Crucify (1:58)
06 Standing before the window (5:10)
07 Time will tell (10:37)
08 Girl (3:53)
09 Nameless (4:04)
10 Little smile (5:10)
11 Change for a lifetime (10:11)
12 How can you hang on (6:42)
13 1/2 Crazy mouse (3:25)



PROGRESSIVE/ JAZZ ROCK - RAYMOND VINCENT - Metronomics - 1972


Raymond Vincent é um músico belga, conhecido na cena local durante os anos 70. Ainda na década de 60 se juntou ao grupo Wallace Collection até seu fim em 1971, passando por um breve momento solo no ano seguinte, lançado na época um raro registro na França com outros artistas dos dois países. Na mesma época formou a famosa banda Esperanto junto do tecladista Bruno Libert.
O álbum Metronomics, de 1972, é composto por 11 curtas faixas que mesclam diversos gêneros, tendo como referência a cena de Canterbury, rock progressivo, jazz-fusion e folk, em alguns pontos já lembrando o som do Esperanto. A parte instrumental se destaca, variando em momentos melancólicos e outros agitados, sempre guiado pelo excelente trabalho de Raymond no violino e ainda teclados, flauta e percussão (não há presença de guitarra). As letras são todas em inglês e não me agradam tanto.
Consistente e muito bem trabalhado, essa pérola merece atenção de fãs de prog, fusion e Canterbury.

Raymond Vincent is a Belgian musician, known in the local scene during the 70s. He joined the group Wallace Collection in the 60s until its end in 1971, having a brief solo moment in the following year, releasing at the time a rare record in France with other artists from both countries. At the same time he formed the famous band Esperanto with the keyboardist Bruno Libert.
The album Metronomics, 1972, consists of 11 short tracks that mix different genres, with reference to the Canterbury scene, progressive rock, jazz-fusion and folk in some points, already remembering the sound of Esperanto. The instrumental part is highlight, with some melancholic and other happy moments, always guided by Raymond's excellent work on the violin and also keyboards, flute and percussion (no guitar presence). The lyrics are all in English and I do not like so much.
Consistent and very well done, this gem deserves attention to prog, fusion and Canterbury fans.

Raymond Vincent (violino)
Paul Beaver (Moog, sintetizadores)
Emil Richards (percussão)
Bud Shank (baixo, flauta)
Hal Blaine (bateria)
Carol Kaye (baixo)
Mike Melvoin (teclado)

01 Blue Prayer For Cello In Love 03:14
02 La Danse Du Canard Sauvage 02:16
03 Mouvement Pour Arcet Suivi De 01:13
04 Mary Jane 02:59
05 Isabelle 04:59
06 La Mouette 03:28
07 Les Plutoniens 03:59
08 Pouring Rain 04:02
09 Adagio Pour Cordes 02:26
10 Do It Now While You Can 03:20
11 I Ain't Got No Time 05:51

sexta-feira, 11 de março de 2016

PSYCH ROCK - GRIFFIN - I Am The Noise In Your Head / Don't You Know - 1969


Pérola formada em Newcastle, cidade da Inglaterra, no final dos anos 60. O grupo Griffin contava com ex-membros do Alan Price Set, The Happy Magazine e Skip Bifferty, porém não conseguiu sucesso e se desfez rapidamente, lançando apenas um compacto em 1969, nos EUA e Inglaterra. Após o final da banda, alguns de seus integrantes formaram o Bell + Arc e Alan White entrou para o Yes anos seguintes.
O single traz as duas curtas canções "I Am The Noise In Your Head" e "Don't You Know". O destaque vai para a primeira música, combinando hard e psicodelia típicos da época, com momentos marcantes da guitarra ácida e teclado, já a segunda é uma bonita e acústica balada com violões e piano.

Griffin was a band formed in Newcastle, England, in the late 60s. The group had former members of Alan Price Set, The Happy Magazine and Bifferty Skip, but didn't achieve success and disbanded quickly, releasing only a single in 1969 in the US and England. After the end of the band, some of its members formed the Bell + Arc and Alan White joined the Yes some years later.
The single brings the two short songs "I Am The Noise In Your Head" and "Don't You Know". The highlight is the first song, combining hard rock and psychedelia typical of the time, with important moments of acid guitar and keys, while the second is a beautiful acoustic ballad with acoustic guitars and piano.

Colin Gibson (baixo)
Kenny Craddock (teclado)
Graham Bell (vocal)
Alan White (bateria)
Pete Kirtley (guitarra)

01 I Am The Noise In Your Head
02 Don't You Know

terça-feira, 8 de março de 2016

PROG/ KRAUTROCK - EXPONENT - Upside Down - 2014 (1974)


Atendendo a pedidos, trago ao blog uma das grandes descobertas do rock alemão nos último anos. Formada em Wuppertal no começo dos anos 70, o grupo Exponent chegou a dividir palco com nomes como Novalis e gravou um álbum em 1974, porém este não foi lançado na época, ao mesmo tempo do final do quarteto. Apenas 40 anos depois a Koru Suro e Garden of Delights recuperaram o material, que teve versões em CD e LP.
Upside Down é dividido em 5 longas faixas (contando com uma suite de quase 20 minutos e outro bônus ao vivo do CD) que trazem uma sonoridade bem próxima de outras bandas conterrâneas da época, variando entre progressivo sinfônico e krautrock. O instrumental é predominante, com destaque para os teclados de Frank (órgão, sintetizadores e piano) proporcionando alguns momentos mais sombrios e outros agitados, acompanhado muito bem pela bateria, guitarra e vocais em inglês.  

This is more German symphonic than classic Krautrock, imagine Spektakel as played by Eloy. This is definitely a dream for keyboard fans, and there's oodles of organ, Moog, electric piano, and mellotron to absorb and treasure. While there is guitar, it definitely plays second banana to the awesome banks of keyboards. And, as indicated prior, the album is geared more towards the symphonic progressive genre with plenty of meter breaks and compositional acumen. This is not a atmospheric Krautrock zone out. Side 2 is a bit more of a blues based jam, and also possesses a slightly lesser sound quality, but still no less awesome of a listening experience - perhaps calling out a more classic German sound ala Sixty-Nine. On the topic of sound quality, it's very good for an archival recording, so be sure to keep expectations in check. 
Text: Unencumbered Music Reviews

Frank Martin (vocal, teclados, flauta)
Martin Köhmstedt (guitarra)
Dirk Fleck (baixo)
Rudiger Braune (bateria)

01 Duplicate 8:19
02 Last Spring 8:17
03 Thoughts 6:33
04 Dream 19:13
Bônus:
05 Thoughts (Live) 6:10



domingo, 6 de março de 2016

FOLK ROCK - ACADEMY - Same - 1972


Pérola obscura vinda da França, porém apenas Jacques Gassard nasceu no país. Os outros integrantes do quarteto Academy eram de origem americana, italiana e grega. O grupo foi ativo no começo dos anos 70 e lançou apenas um raro álbum em 1972, se desfazendo logo depois. Geny Detto e Ann Calvert participaram de mais alguns projetos locais, porém sem grande sucesso.
O homônimo é dividido em 10 faixas de folk rock, com leves toques de psicodelia e lembrando nomes ingleses da época. O instrumental é basicamente acústico e bem trabalhado, onde predominam os violões e percussão, com alguns bons pontos de guitarra e flauta. O vocal feminino de Ann é outro destaque, primoroso e se encaixando muito bem ao som e sempre em inglês.
Uma obra que merece atenção de todos os fãs de folk rock e vocal feminino.

Academy was a group formed in France, but only Jacques Cassard was born in the country. The other members of the quartet were American, Italian and Greek. The group was active in the early 70s and has just launched a rare album in 1972, disbanding soon after. 
The selt-titled is divided into 10 folk rock songs, with light touches of psychedelia and remembering English bands of the time. The instrument is basically acoustic and dominated by acoustic guitars and percussion, with some good points of guitar and flute. The female vocals of Ann are another highlight, impressive and fitting very well to sound and always in English. A work that deserves attention from all folk rock and female vocals fans.

Jacques Gassard (baixo, flauta)
Geny Detto (violão)
Ann Calvert (vocal)
Marco Mercuri (guitarra, violão)

01 River 3:50
02 Come Along 2:40
03 Violence 2:25
04 Finding Oneself 2:25
05 My Friend 3:50
06 I'm Going Fine 3:20
07 Got To Get Myself Together 4:00
08 Here's To The Children 3:10
09 Don't Take Love For Granted 3:35
10 Lack Of Someone Dear 2:45



sexta-feira, 4 de março de 2016

PSYCH/ PROG ROCK - GREENWICH PARK - Tobacco Road / I Went to My Baby - 1971


Pérola obscura formada na Itália no começo dos anos 70. A banda Greenwich Park lançou um único compacto em 1971 pela Splendid, na vizinha Suíça. Sua história e membros são desconhecidos. O single traz duas curtas canções, abrindo com uma versão de "Tobbaco Road", onde ouvimos boa passagem de órgão e saxofone, acompanhando o vocal rasgado. Porém o destaque fica para a sombria "I Went to My Baby", mesclando rock psicodélico e progressivo com flauta, órgão e percussão, novamente o vocal em inglês se sobressai. Infelizmente muito curto, mas ainda sim um bom registro de prog/ psych.

Obscure gem formed in Italy in the early 70s. The band Greenwich Park released only one single in 1971 by Splendid, recorded in Switzerland. Its history and members are unknown. The single has two short songs, opening with a version of "Tobbaco Road", where we hear good passages of organ and saxophone, following the heavy vocal. But the highlight is the dark "I Went to My Baby", mixing psychedelic and progressive rock with flute, organ and percussion, again with English vocals. Unfortunately too short, but still a good record of prog / psych. rock

Músicos: ?

01 Tobbaco Road
02 I Went to My Baby



quinta-feira, 3 de março de 2016

COUNTRY ROCK - NAILBAND - The Most Remarkable Nailband - 1972


Pérola obscura vinda da Suécia. Muito pouco se sabe sobre o trio Nailband, lançando apenas um álbum em 1972, sem nenhuma nova edição, e com participação de outros dois músicos locais. O vocalista e líder Peter Lundblad seguiu carreira solo nos anos seguintes, indicando um fim prematura da banda.
The Most Remarkable Nailband é composto por 11 faixas curtas, sendo um cover de "Ohio", do Crosby, Stills, Nash & Young, mostrando a influência principal do grupo: o country rock, mesclado ainda com alguns lampejos de folk e prog rock. A música é na maioria do tempo tranquila e acústica, típicas do estilo, guiada por violão, percussão e piano, com algumas passagens mais firmes de guitarra e órgão. As letras são todas em inglês e carregadas de sotaque.
Nenhuma novidade dentro do estilo, porém ainda recomendo para fãs de country rock.

Nailband was an obscure trio from Sweden. Very little is known about the group, they released only one album in 1972, with no new edition and participation of two other local musicians. The lead singer Peter Lundblad had a solo career in the following years, indicating a premature end of the band.
"The Most Remarkable Nailband" consists of 11 short tracks, including a cover of "Ohio", by Crosby, Stills, Nash & Young, showing the main influence of the group: country rock, with light touches of folk and prog rock. Music is most of the time quiet and acoustic, typical of the style, guided by acoustic guitar, percussion and piano, with some good passages of guitar and organ. The lyrics are all in English and  accent loaded. Nothing new in the style, but still recommend to country rock fans.

Peter Lundblad (vocal, violão, piano)
Bosse Ehrenholm (baixo)
Tommy Andersson (bateria, percussão)
+
Kjell Öhman (órgão, piano)
Lasse Tennander (guitarra)

01 Lady Of Lore 2:50
02 How Do You Do 4:09
03 Life On The Road 3:02
04 Come Play With Us 1:54
05 Night Song 3:11
06 Music Will Not Die 3:43
07 Ohio 2:36
08 Dreamer 4:19
09 Let It Shine Down On Me 2:38
10 Summer Sunday Morning Song 3:20
11 Queen Beauty 2:51

terça-feira, 1 de março de 2016

PROG/ PSYCH ROCK - MASALA DOSA - Masala Dosa 77 - 1979


Pérola vinda da Dinamarca, formada na capital Copenhague em 1975. O quarteto Masala Dosa surgiu por ex-membros de grupos locais como Hyldemor e Bifrost e lançou apenas um raro álbum em 1979, sem grande destaque na cena local. Após mudanças na formação a banda encerrou as atividades, no início dos anos 80.
Masala Dosa 77 é dividido em 6 faixas difíceis de classificar, passando principalmente pelo rock progressivo e psicodélico, porém com pitadas de fusion e até space rock, lembrando nomes locais do começo da década, como Culpeper's Orchard. Vocais em dinamarquês aparecem nas músicas do lado A, porém o destaque fica no instrumental, geralmente melódico e onde se destaca o grande trabalho na guitarra de Vagn Carlsen, acompanhado por violão, sintetizadores e até mesmo sitar. Quanto as faixas, as melhores são "Pink Cosmos", "Drøm eller hva" e a viajante "Cykelløbet".
Ótima pedida para fãs de rock progressivo e psicodélico, recomendado!

Masala Dosa was a band from Denmark, formed in the capital Copenhagen in 1975. The quartet came by former members of local groups like Hyldemor and Bifrost and released only a rare album in 1979, without much emphasis on the local scene. After lineup changes the band ended its activities in the early 80s.
"Masala Dosa 77" is divided into 6 tracks difficult to classify, mixing progressive and psychedelic rock, but with touches of fusion and even space rock, reminding local names as Culpeper's Orchard. Vocals in Danish appear in the A side, but the highlight is the instrumental, often melodic and with great guitar work by Vagn Carlsen, accompanied by acoustic guitar, synthesizers and even sitar. As for the tracks, the best are "Pink Cosmos", "Drom eller hva" and the long "Cykelløbet". Great choice for progressive and psychedelic rock fans, recommended!

Thor Wathisen (baixo)
Marian Lichtman (bateria)
Vagn Carlsen (guitarra, vocal)
John Teglgaard (violão, vocal, sitar)

01 Livets karrusel 6:05
02 Tryllemagt 7:16
03 Follow Your Intuition 6:25
04 Cykelløbet 12:20
05 Pink Cosmos 6:35
06 Drøm eller hva' 4:10