Se você está interessado em baixar algum álbum postado a partir de 2015, entre em contato por e-mail: prolasdorock@yahoo.com ou deixe seu contato nos comentários (este não será visível publicamente), e o link será enviado o mais breve possível!


Mais informações aqui: http://goo.gl/ra9cdp


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If you are interested in downloading any posted album from 2015, contact by email: prolasdorock@yahoo.com or let your email in comments (this will not be visible publicly) and the link will be sent as soon as possible!


More info here: http://goo.gl/ra9cdp

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

PROGRESSIVE ROCK - MINI - Fruit Pebbles - 2008 (1972)


Mini é uma das bandas de maior duração da Hungria, sendo formada na capital Budapeste no final dos anos 60, pelo vocalista e flautista Ádám Török. Lançaram seu primeiro disco oficial apenas em 1978, pela gravadora estatal Pepita, sendo hoje dona de uma grande discografia. Mesmo após muitas mudanças de formação e período inativo nos anos 90, o grupo continua suas atividades guiados por Ádám e lança novos trabalhos esporadicamente.
Posto aqui o disco Fruit Pebbles, gravado entre 1972 e 73, mas que só foi redescoberto 35 anos mais tarde e lançado em CD e LP, o último com apenas 330 cópias. É composto por 9 faixas, maioria curtas, que trazem um prazeroso e até inovador (considerando o "atraso" de bandas do leste europeu) rock progressivo com toques de jazz-rock, marcado pelo primoroso trabalho na flauta, órgão e bateria (não há presença de guitarra), as letras são todas em húngaro.
Um álbum consistente e muito bem executado, podendo ser uma referência quando falamos de rock progressivo no antigo bloco socialista, recomendado!

Mini, perhaps the longest standing Hungarian progressive rock band, was founded in 1968 and, excluding a period of inactivity in the 1980s through the 1990s, still exists. Their leader, Ádám Török on his own ensures Mini’s high standards, despite the variations in the sound caused by the numerous changes in the line-up.
After the first few years of covering international rhythm and blues and progressive rock hits, Mini gradually developed their own repertoire. By 1972 they were already one of the finest local progressive acts, using the striking combination of the flute, Hammond and bass. It may sound strange, but compared to other artists, they were quite fortunate to have an opportunity to record in a professional environment. Fruit Pebbles compiles all the fine tracks from this early classic period.
Text: Moiras Records

Ádám Török (vocal, flauta)
Tamás Németh (bateria)
István Nagy (baixo)
Gyula Papp (órgão)

01 Gőzhajó (Steamboat) 2:54
02 Sirályok (Seagulls) 5:12
03 Éjféli Nap 9:27
04 Ne Félj! (Don’t Be Afraid) 3:45
05 Ködben 7:29
06 Kereszteslovag (Crusader) 4:10
07 Délelőtt (In The Morning) 4:00
08 Halványkék Gondolat (Pale Blue Thought) 4:48

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

PROG ROCK/ FUSION - KASEKE - Põletus - 1983


Pérola rara vinda da Estônia, antiga parte da URSS, formada na sua capital Tallinn, por volta de 1980. O grupo Kaseke foi liderado pelos guitarristas Ain Varts (ex-Ruja) e Riho Sibul (ex-In Spe) e lançou um EP e outro álbum oficialmente no começo da década, se desfazendo logo em seguida. Em 2000 os dois trabalhos da banda foram relançados juntos em CD.
Posto aqui seu único LP, Põletus, de 1983. Consiste em 9 curtas faixas e é considerado como um dos melhores trabalhos locais, combinando rock progressivo sinfônico e jazz fusion dos anos 70, sendo todo instrumental e marcado pela técnica e dinâmica dos músicos, destacando-se ótimos solos de guitarras e sintetizador, além de raros momentos na flauta. Quanto as faixas, destaque para "Elevantsi hirmulaul", "Näotused" e "Põlenud maa", apesar de consistente.
Recomendado para fãs de prog sinfônico e fusion.

KASEKE is considered Estonia's finest progressive-fusion band. They started playing around 1980, and released their only full-length album in 1983 (which quickly became a collector's item). Their style of fusion is clean, and influenced mostly by the late-seventies American-fusion scene. In fact, many tracks here have a radio-friendly sound. Yet the music has a subtle complexity to it that will appeal to prog fans more so than the casual jazz listener. The thing that struck me, while listening to Kaseke, was that the band sounded incredibly modern. I would have never guessed that most of the music came out in 1983. Even the keyboards sound like that came out of the factory around 1998. And the keyboardists (there are several that play on the album) remind me a bit of Jordan Rudess's work on the Liquid Tension Experience albums. The keyboard playing is not as complex, of course, but the choice of notes are similar to Jordan's. The listener will also notice the nice dual-guitar work by Ain Varts, and Riho Sibul who are known in Europe for their skills. Overall, this will please most progressive-fusion/jazz fans. Don't expect Iceberg #2, but the music here is of high quality.
Texto: ProgArchives

Riho Sibul (guitarra)
Ain Varts (guitarra)
Peeter Malkov (flauta)
Mart Metsala (teclado)
Priit Kuulberg (baixo)
Andrus Vaht (bateria)

01 Elevant (4:17)
02 Valhalla (4:14)
03 Elevantsi hirmulaul {Little Elephant's Song of Fear} (3:43)
04 Salajane rõõm {Secret Joy} (3:46)
05 Põletaja {Con Fuoco} (3:36)
06 Tantsija {Dancer} (5:48)
07 Näotused {Unsightliness} (4:47)
08 Pikk päevatee {Long Way to Go} (4:45)
09 Põlenud maa {Burnt Land} (3:42)



segunda-feira, 26 de outubro de 2015

HARD/ CLASSIC ROCK - Rossiyane (Россияне) - Россияне на плясах - 1977


Pérola vinda da cena underground de Leningrado (atual São Petersburgo), na Rússia (na época URSS). O grupo Rossiyane (em russo Россияне, traduzido simplesmente como "Russo") foi formado por jovens locais entre 1968 e 69 e nunca chegaram a lançar um disco oficial pela Melodiya, gravadora estatal. Apesar disso, algumas gravações da banda até os anos 80, quando se separaram, foram recuperadas por sites e cópias não oficias.
Posto aqui um desses registros, por volta de 1977 ou 78, intitulado "Россияне на плясах". É composto por 15 faixas, maioria curtas e aparentemente ao vivo, onde a banda toca um rock'n'roll clássico e similar a bandas ocidentais do início da década, passeando por influências de hard, blues e algumas baladas. O instrumental é simples e composto por riffs marcantes de guitarra, além de piano, violão e até violino, as letras são todas em russo. O principal ponto ruim é a péssima qualidade da gravação.
Talvez esse registro valha mais por sua raridade do que qualidade, mas ainda recomendo para fãs de rock soviético.

Rare gem coming from the underground scene of Leningrad (currently St. Petersburg), Russia (USSR). The group Rossiyane (Россияне, translated simply as "Russian") was formed by local young people between 1968 or 69 and never released an official album for Melodiya, state label. Nevertheless, some band's recordings until the 80s, when they disbanded, were recovered by sites and unofficial copies.
Post here one of these records, around 1977 or 78, entitled "Россияне на плясах". It consists of 15 tracks, most short and seemingly live, where the band plays a classic rock'n'roll similar to western bands of the early 70s, walking through hard, blues and some ballads. The instrumental is simple and consists of great guitar riffs, as well as piano, acoustic guitar and violin, being all the lyrics in Russian. The low point is the poor quality of the recording. Perhaps this record is worth more for its rarity than quality, but still recommend to Soviet rock fans.

Александр Кроль (baixo)
Георгий "Жора" Ордановский (vocal)
Олег "Алик" Азаров (piano, teclados)
Георгий "Жора" Блинов (bateria)
Юрий Мержевский (guitarra, violino, violão)
"Вася" Васильев (baixo, violino)

01 Инопланетянка
02 Джон Петров
03 Трио комариное
04 Жизнь-радость
05 Боги
06 В моей душе
07 Лопух
08 Осень
09 Автобус
10 На Садовой
11 Окна открой
12 Дай мне, мама, на дорогу слово
13 Канарейки
14 Космос
15 Крокодил

domingo, 25 de outubro de 2015

PSYCH/ AFRO ROCK - GUELEWAR - Sama Yaye Demna N'Darr - 1979


Fechando mais um ciclo de postagens africanas, um som da Gâmbia. Clicando aqui você pode conferir o primeiro disco que eu postei do grupo Guelewar e sua curta biografia.
Hoje trago seu debut, lançado em 1979 e intitulado Sama Yaye Demna N'Darr. Dividido em 6 longas e viajantes faixas, a obra traz som típico de época entre bandas locais, baseada em ritmos tradicionais numa nova "roupagem", com influência de estilos ocidentais, principalmente psicodelia e funk, em animadas passagens de guitarra fuzz, sintetizador, saxofone e show de percussão. As letras são todas em língua local.
Pérola altamente recomendada para apreciadores de rock psicodélico, afrobeat e funk rock.

By clicking here you can check out the first album I posted the group Guelewar, from Gambia and its short biography.
Today I bring the debut, released in 1979 and titled Sama Yaye Demna N'Darr. Divided into 6 long and trip tracks, it brings typical sound of time between local bands, based on traditional rhythms in a new way, heavily influenced by Western styles, especially psychedelia and funk, in cheerful passsags of fuzz guitar passages, synthesizer, saxophone and killer percussion. The lyrics are all in the local language. Pearl highly recommended for lovers of psychedelic rock, afrobeat and funk rock.

Laaye N'Gom (vocal, teclados, piano)
Moussa N'Gom (vocal, shakere)
Moussa Njobdi Njie (guitarra)
Njok Malick Mike Njie (baixo)
Bas Lo Fara Biram (saxofone)
Laaye Sallah Ombor (saxofone)
Oussou Ndiaye (bateria)
Koto Sunu Icoto N'Gom (percussão, sabar)
Alive Badara Cham N'Gom (percussão, congas, sabar)
Adu Salla [Adama Sall Adu] (percussão, bateria)

01 Yaye Boul Ma Bayi 9:26
02 Sama Yaye Demna N'Darr 7:45
03 Sanu Maakaan 7:02
04 Président Diawara 9:00
05 Bamba Bô Jang 11:26
06 Njarama 6:58



sexta-feira, 23 de outubro de 2015

AFROBEAT - YAMOAH'S BAND - Onantefo - 197?


Pérola vinda de Gana, formada na cidade de Kumasi pelo guitarrista Peter Kwabena Yamoah, músico que iniciou sua carreira nos anos 50 e é considerado um dos grandes nomes do "Highlife", estilo de maior destaque local. Junto de sua banda, Yamoah's Band, lançou alguns discos nos anos 70 e se retirou da música na década seguinte. PK, como ficou conhecido, veio a falecer em 2014 aos 86 anos.
Posto aqui o trabalho Onantefo, cujo ano não tenho certeza (alguns sites dizem 1975), composto por apenas 6 faixas na casa dos 5 ou 6 minutos. Como disse acima, segue a linha do highlife, ramo do afrobeat que traz a típica mistura de ritmos locais e ocidentais, principalmente rock psicodélico e funk, sempre destacando-se o competente trabalho de percussão, guitarra e órgão elétrico que acompanha ao fundo. As letras são todas em línguas locais, dando tom ainda mais único ao som.
Apesar de não ser nenhuma obra-prima de highlife ou afrobeat, recomendo para fãs do estilo.

Yamoah's Band comes from Ghana, formed in Kumasi by guitarist Peter Kwabena Yamoah during the 50s. It is considered one of the greats and first "Highlife" bands, releasing some albums in the 70s. PK retired from music in the next decade and died in 2014 aged 86.
Post here the album "Onantefo", I'm not sure about the year of release (some sites say 1975), consisting of only 6 tracks around 5 or 6 minutes. As I said above, it follows the line of highlife, afrobeat branch that brings the typical mix of local and western rhythms, mainly psychedelic rock and funk, always highlighting the competent percussion work, guitar and electric organ that accompanies the background. The lyrics are all in local languages, giving even more unique tone to the sound. A great record to highlife and Afrobeat fans, recommended!

P. K. Yamoah (guitarra)
Ankomah Ben (baixo)
Kwabena Baah (congas)
Terko (bateria)
Appiah (maracas)
C. K. Abedi (órgão)
Owusu Agyaaku (vocal)
Richard Prah (vocal)

01 Onantefo 7:00
02 Adufude Ade 5:15
03 Nya Asem Hwe 5:45
04 Meko Odo Fie 6:00
05 Bata Bone 4:36
06 Sika Mpe Rough 6:07



quinta-feira, 22 de outubro de 2015

AFRO-JAZZ - BATSUMI - Same - 1974


Pérola formada na região do Soweto, África do Sul, por volta de 1972, pelos irmãos Maswaswe e Sello Mothopeng. O grupo Batsumi lançou 2 álbuns entre 74 e 76, se desfazendo algum tempo depois e caindo no esquecimento por quase 4 décadas, até ter seus trabalhos recentemente relançados pela Matsuli e seu som descoberto por muitos fãs de música africana.
Posto aqui o primeiro LP homônimo, composto por 5 faixas, onde já na primeira ("Lishonile, de 11 minutos) ouvimos a linha jazz viajante da banda, combinando ainda influências de raízes da música africana (Afro-jazz) e Spiritual Jazz. É extremamente bem executado e conta com rico instrumental, destacando-se passagens de flauta, saxofone, guitarra, piano, percussão, órgão e baixo, acompanhadas em raros momentos por vocais em língua local. Apesar de nenhum momento ruim, as duas longas músicas são destaques. Essencial para fãs de afro-jazz.

Recorded in 1974 in Soweto, this is an intriguing, rousing reminder of the inventive styles that flourished in apartheid-era South Africa, but never came to the notice of the outside world. Batsumi were an Afro-jazz outfit led by a blind guitarist, Johnny Mothopeng, along with his keyboard-playing brother Lancelot and bassist Zulu Bidi. They worked in the sprawling Johannesburg township in the early 70s, and their debut album has been unobtainable for decades. Remastered from the original tapes, and best played very loud, it's a vibrant, energetic workout in which slinky, repeated riffs are matched against wailing, sometimes psychedelic effects, with saxophone and flute solos added. There are five lengthy tracks here, and they range from the opening Lishonile, in which hypnotic, repeated phrases and solos give way after nine minutes to equally furious chanting, and the cool Anishilabi, in which a classy keyboard workout and bass solo ease into a cool, loping riff. An obscure African recording, maybe, but this is still great dance music.
Text: The Guardian

Thabang Masemola (flauta)
Themba Koyana (saxofone)
Buta-Buta Zwane (vocal, bongos)
Maswaswe Mothopeng (vocal, guitarra)
Sello Mothopeng (órgão)
Thabang Masemola (bateria africana)
Lekgabe Maleka (bateria)
Zulu Bidi (baixo)

01 Lishonile 11:20
02 Emampondweni 5:05
03 Mamshanyana 4:40
04 Itumeleng 16:00
05 Anishilabi 3:25

terça-feira, 20 de outubro de 2015

ZAM ROCK - RIKKI ILILONGA - Zambia - 1975


Mais uma pérola vinda da Zâmbia, país responsável por uma das cenas rock'n'roll mais interessantes de toda a África e muito disso graças ao guitarrista Rikki Ililonga. Ele começou a tocar ainda jovem e formou algumas bandas locais, com destaque para Musi-O-Tunya. Logo se tornou uma das figuras mais importantes do "Zam Rock", partindo para carreira solo, quando lançou 3 álbuns nos anos 70. Infelizmente faleceu devido a complicações da AIDS anos mais tarde.
Posto aqui seu debut de 1975, intitulado Zambia, onde o músico é responsável por todos os instrumentos e vocais. Nas 10 faixas presentes ouvimos um som simples e rústico, transitando por blues e folk acústico, ritmos tradicionais e rock psicodélico, com destaque para guitarra fuzz que não é tão presente quanto nos outros registros do país, mas rende bons momentos, além de percussão e harmônica. As letras são em inglês e línguas locais, tratando de problemas sociais e sentimentos. Destaque para "The Hole", "Hot Fingers", "Sansa Kuwa" e "Se Keel Me Kweek".
Não é um dos grandes trabalhos do Zam Rock, mas mesmo assim recomendo para fãs do estilo.

There’s a little more polish to this stuff (and a lot of acoustic guitar-based singer/songwriter stuff), as opposed to the wildass in-studio jams of the Musi-O-Tunya album, but Ililonga doesn’t restrain himself that much — he takes one of his scorching guitar solos through the entirety of “Sansa Kuwa,” and the funk groove of “The Hole” is unstoppable. Ililonga’s English-language lyrics are frequently dark, dealing with depression and social problems in Zambia, as opposed to the party anthems many other African groups were recording at the time, and his voice is weirdly compelling, more reminiscent of Damo Suzuki than peers like Fela or Sir Victor Uwaifo.
Text: AllMusic

Rick Ililonga (vocal, guitarra, violão, bateria, baixo, percussão)

01 The Hole
02 Sheebeen Queen
03 Zambia
04 Hot Fingers
05 Musamuseka
06 The Nature of Man
07 Sansa Kuwa
08 Stop Dreaming Mr. D
09 The Queen Blues
10 Se Keel Me Kweek

domingo, 18 de outubro de 2015

AFRO/PSYCH ROCK - GËSTU DE DAKAR - Diabar - 1981


Pérola obscura vinda de Senegal, quase nada se sabe sobre o grupo Gëstu de Dakar. Foi formado no fim dos anos 70 e ativo até meados da década seguinte, lançando um único e raro álbum pela Syllart.
O álbum Diabar, lançado em 1981 (apesar de não ser uma data tão precisa), é composto por 8 faixas, sendo maioria curtas. A música é difícil de ser classificada, podendo ser chamada de Mbalax, onde se misturam ritmos locais com estilos ocidentais, como psicodelia, jazz e funk, principalmente. O rico instrumental é reflexo disto, com guitarra ácida, saxofone e metais, além de percussão tradicional, como timbales e sabar. As letras são todas em dialetos locais, com vocal que varia momentos "arrastados" e tristes e outros animados em coro.
Interessante para fãs de música africana, ouçam e tirem suas conclusões!

Group coming from Senegal, almost nothing is known about "Gëstu de Dakar". It was formed in the late 70s and active until the middle of next decade, launching an only and rare album by Syllart.
"Diabar", released in 1981 (although not  a very precise date), consists of 8 tracks, being most short. The music is difficult to be classified, may be called Mbalax, where they mix local rhythms with western styles like psychedelia, jazz and funk, mainly. The great instrumental reflects this, with acid guitar, saxophone and metals, as well as traditional percussion like timbales and sabar. The lyrics are all in local dialects, varying some sad and happier moments along. Interesting to African music fans, listen and draw your conclusions!

Souleymane Diop (baixo, guitarra)
Madiama Diop (clarinete, saxofone)
Abdou Kane (bateria, timbales)
El Hadji Malick Diouf (guitarra)
Billy Diop (percussão)
Pape Gora Diouf (trompete)
Alioun Ndiaye "Koury" (vocal)
Abdou Bá (vocal, percussão)

01 Djirime
02 Fonk Ligueye
03 Diabar
04 Anina
05 Ndiourel
06 Ngoulok
07 Aduna
08 Borom Jouba

sábado, 17 de outubro de 2015

AFROBEAT - YOUSSOUF DIARRA DIT EL GRAN BALLAKE - Rock Star - 1978


Pérola vinda de Burkina Faso, na época Alto Volta, ao oeste do continente africano. O músico Youssoug Diarra nasceu em 1949 e começou na música por volta de 1967, tocando em bandas locais como Echo d'El Africa e Jazz de Sissoko, lá ganhou o apelido "El Grand Ballake". No final dos anos 70 lançou seu único trabalho solo com presença de antigos parceiros.
O álbum Rock Star, de 1978, foi lançado de forma privada e até hoje não foi relançado, se tornando um item raríssimo e cobiçado por colecionadores de afrobeat. É dividido em apenas 6 faixas, porém todas longas e mais próximas aos ritmos tradicionais locais, muito presente nas "orquestras". A guitarra de Youssouf predomina, trazendo bastante solos ao estilo "groove", acompanhados de percussão e em raros momentos metais, as letras também são presentes na língua local e francês. A minha música favorita é "Kadidja Dembele", com 10 minutos, apesar de sólido.
Mais um trabalho de afrobeat que não vai decepcionar, recomendado para fãs do estilo.

Pearl coming from Burkina Faso, then Upper Volta, to the west of the African continent. The musician Youssouf Diarra was born in 1949 and started in music around 1967, playing in local bands such as Echo d'El Africa and Jazz Sissoko, there he earned the nickname "El Grand Ballaké". In the late 70 he released his only solo work.
The album "Rock Star", of 1978 was released privately and has not been re-released, becoming a rare and collectors item. It is divided into only 6 tracks, but all long and closer to local traditional rhythms, very present in "orchestras". Youssouf's guitar predominates, bringing many "groove" solos, accompanied by percussion and at rare moments metals, the lyrics are also present in the local language and French. My favorite song is "Kadidja Dembele," with 10 minutes, but there is no weak track. It won't disappoint afrobeat fans, recommended.

Youssouf Diarra (guitarra, vocal)
Diabate Saraty (guitarra)
Kante Kaba (guitarra)
Diwara Mamady (percussão)
Doumbia Mamadou (bateria)
Charle Ousmane (tumba)
Djene Bo (vocal de apoio)
Diakite Tom (vocal de apoio)

01 Sidiki
02 Djanfa Magni
03 Hadja Diero
04 Kadidja Dembele
05 Baba Sy
06 Rock Star

terça-feira, 13 de outubro de 2015

PSYCHEDELIC ROCK - SHIN JUNG HYUN & THE QUESTIONS - In-A-Kadda-Da-Vida - 1970


Mais um projeto do guitarrista coreano Shin Jung Hyun, considerado o avô e mais importante figura do rock local. Este foi um dos primeiros trabalhos do músico na fase independente, aqui acompanhado pela banda The Questions, com a qual lançou dois raros álbuns entre 1968 e 70.
In-A-Kadda-Da-Vida é composto por 5 faixas, sendo as 4 primeiras do lado A curtas e o cover do clássico do Iron Butterfly, com 16 minutos, ocupando inteiramente o lado B. A gravação é toda ao vivo, sendo a qualidade longe das melhores, mas ainda ouvimos bons momentos de rock psicodélico. O instrumental apesar de tradicional é destaque, com viajantes improvisações, destacando-se a guitarra barulhenta de Shin e órgão "martelando".  As letras são em inglês e coreano.
Pérola recomendada para obscuridades do rock psicodélico

Another project of the Korean rock "grandfather", the guitarist Shin Jung Hyun. This was one of his first records after start solo career. Here he is accompanied by the band "The Questions", which launched two rare albums between 1968 and 70.
In-A-Kadda-Da-Vida consists of 5 tracks, four shorter in the A side and cover of the Iron Butterfly's classic, with 16 minutes, fully occupying the Bside. The recording is all live, and quality is far from the best, but we still hear good moments of psychedelic rock. The instrumental although traditional is highlight with long and trip improvisations, especially the noisy guitar and organ. The lyrics are in English and Korean. Recommended for psychedelic jam fans.

Shin Jung Hyun (vocal, guitarra)
Lee Tae Hyun (baixo)
Kim Min Rang (órgão)
Kim Dae Hwan (bateria)

01 님은 먼곳에 (You Are In)
02 월남에서 돌아온 김상사 (Gimsangsa Back from Vietnam)
03 떠나야할 그 사람 (To Leave Him)
04 Funky Broadway
05 In-A-Kadda-Da-Vida

sábado, 10 de outubro de 2015

BLUES/ CLASSIC ROCK - GARY ECKSTEIN - Same - 1979


Gary Eckstein (גרי אקשטיין) é um cantor, músico e compositor nascido em 1948 em Israel. Começou sua carreira na música em pequenos grupos locais ainda nos anos 60, mas lançou seu primeiro disco solo apenas em 1977, sendo seguido por breve período de sucesso local no início da década seguinte. Eckstein possui uma longa discografia, onde "passeou" por diversos estilos, ele ainda segue na ativa, mesmo que sem grande intensidade.
Posto este homônimo que parece ser seu segundo álbum, lançado originalmente em 1979. É composto por 13 faixas predominantemente curtas, tendo como estilo primário o blues e rock clássico tradicional, soando como se fosse de alguns anos antes. O instrumental é muito competente, quase levando a esquecer as letras incompreensíveis em hebraico, onde Gary mostra todo seu talento na guitarra, muitas vezes acompanhada pelo violão e gaita, ainda com bons teclados, que ficam no "background" e aparecem em alguns momentos para solo, dando certas doses de prog ao disco.
Uma das melhores pérolas vindas de Israel na época, sólida e muito bem executada. Altamente recomendado!

Gary Eckstein (גרי אקשטיין) is a singer, musician and composer born in 1948 in Israel. He began his career in music in small local groups in the 60s, but released his first solo album only in 1977, followed by some local success period at the beginning of the next decade. Eckstein has a long discography, he is still active, but without the same intensity.
The self-titled seems to be his second album, originally released in 1979. It consists of 13, predominantly short, tracks, with primary blues and classic rock style, sounding like it was recorded a few years before. The instrumental is very competent, almost forgetting me about the lyrics in Hebrew, where Gary shows all his talent on the guitar, often accompanied by acoustic guitar and harmonica, even with good keyboards, which are in the "background" and appear at times to a solo, giving certain doses prog. One of the best Israeli gems at the time, solid and very well executed. Highly recommended!

Gary Eckstein (guitarra, vocal)
Moshe Levy (teclados)
Yossi Menachem (baixo)
Alon Hilel (bateria)

01 היום זה היום = Today Is The Day 3:28
02 לגופו של עניין = To The Heart Of The Matter 5:41
03 היה לי טוב = Been So Good 4:09
04 רוח סתיו = Autumn Wind 3:29
05 שן כוכב = Sleep Star 2:33
06 בוגי אתי הלילה = Boogie With Me Tonight 4:06
07 אני הולך לבית שאן = I'm Going To Beit Sha'an 2:48
08 אני ישן בסלון = Sleeping In The Living Room 7:17
09 רק הקטנים = Only The Little Ones 3:57
10 כמו עץ במים = Like A Tree In The Water 2:41
11 קפטן ג'ק = Captain Jack 3:17
12 Yesh Lanu Zman 6:01
13 לוז בית הקפה Blues Bet Hakafe 6:49



quinta-feira, 8 de outubro de 2015

PSYCH/ FUNK ROCK - BHARAT KARKI & PARTY - International Music - 1978


Pérola vinda da Índia, mais precisamente de Calcutá, não consegui quase nenhuma informação sobre a banda Bharat Karki & Party, inclusive o nome de seus membros, talvez tenha sido apenas um projeto de estúdio. Lançaram aparentemente este único e obscuro álbum em 1978, relançado recentemente no Japão.
International Music traz 8 faixas, totalizando cerca de 25 minutos, onde se ouve fusão de ritmos típicos do país com vários outros estilos, como funk, beat e surf rock, além de doses psicodélicas. O som é tanto quanto primitivo e "atrasado" para o ano de lançamento, sendo basicamente todo instrumental (ouvimos alguns gritos no meio), com melodias alegres e dançantes, dominada por trabalho consistente de percussão, moog, guitarra e flauta.
Nada de essencial, mas recomendado para apreciadores de funk rock e ritmos asiáticos.

Recorded in Calcutta, India in 1978, International Music is essentially a thrilling psychedelic funk-fest with trippy rhythms, acid-jazz horns, and spy-film-themed instrumental tracks. A mixture of instrumental sounds traverses numerous melodies and rhythms, but maintains a strong Indian funk fusion inherent in many of the psychedelic releases of the 1970's throughout South Asia. If anything, International Music is so-called for it's global reach or acceptance throughout the world, instead of signifying a musical work with numerous instruments, mixed genres, and various vocals. In fact, vocals are virtually non-existent and only add to the instrumental beats. Perhaps the only drawback on this release is the length (under 25 minutes). At any rate, International Music is 25 minutes of pure groovy gold and definitely belongs in a collection of Indian psychedelic music.
Text: Inside World Music

Músicos: ?

01 Trip To Kathmandu 2:43
02 International Peace 2:41
03 Calcutta Calcutta 3:11
04 Come On Dance With Me 2:40
05 Forget Me Not 2:36
06 Dancing Rope 2:44
07 Arabika 2:52
08 In Loving You 2:51

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

HARD ROCK - SAS GROUP - Vol. 1 - 1976


Pérola formada em Surabaia, cidada da Indonésia, em meados de 1975, a partir de ex-membros da banda local AKA. O Sas Group (também conhecido como Trio Sas ou simplesmente SAS - nome dado pelas iniciais dos músicos) teve longa duração e vários trabalhos lançados, alcançando grande popularidade local. Se desfizeram apenas em 1994, após os integrantes seguiram carreira solo.
Posto aqui seu debut de 1976, intitulado Vol. 1 e lançado em cassete (algo comum no país). Traz 8 faixas, maioria curtas, que misturam hard rock típico da época, contando com instrumental simples, porém direto, nos bons solos de guitarra e sintetizadores (guiando momentos pop), além de bateria e baixo. O destaque vai para as canções em inglês, apesar da maioria ser cantada em língua local e sendo a maioria baladas.
Nada de extraordinário, mas com pontos interessantes para fãs de hard rock.

Pearl formed in Surabaya, Indonesia, in mid-1975 from former members of local band AKA. The Sas Group (also known as Trio Sas or simply SAS - the name given by the initials of the musicians) launched many  albums, achieving great local popularity. They disbanded only in 1994 after the members start solo career.
Post here the 1976 debut, titled Vol. 1 and released on cassette (something common in the country). Brings 8 tracks, most short, mixing hard rock typical of the time, with simple, but straight instrumental, with good guitar and synthesizers solos (guiding some pop moments), as well as drums and bass. The songs in English are the best, although most are sung in the local language and are majority ballads. Nothing extraordinary, but with interesting points for hard rock fans.

Soenata Tanjung (guitarra, vocal)
Syech Abidin (bateria, vocal)
Arthur Kaunang (baixo, teclados, vocal)


01 Baby Rock
02 Rindu
03 Greensleeves
04 Kenangan Badai Dibulan Desember
05 Mawar Rimba
06 Bila Musim Berganti
07 Space Ride
08 Pusara Tua



terça-feira, 6 de outubro de 2015

PSYCHEDELIC ROCK - THE STROLLERS - Waiting Is... - 1973


Pérola formada em Petaling Jaya, cidade da Malásia, em meados dos anos 60. A história do Strollers não é tão detalhada, apesar de certa popularidade local que ganharam nos quase 10 de estrada, além de dois LPs lançados, além de vários compactos. Após várias mudanças de formação a banda se desfez, caindo na obscuridade.
Posto aqui o segundo e derradeiro álbum de 1973, Waiting Is.., considerado por alguns como um dos melhores álbum produzidos no sudeste asiático no período. É dividido em 11 faixas, majoritariamente curtas, onde o grupo mostra grande capacidade em vários momentos (como em "Fire" e "N.W.K", pontos altos do disco), com influências de heavy psych e prog de nomes como Uriah Heep, misturando marcantes passagens de órgão, guitarra, flauta e bateria. Infelizmente em outros se perde em baladas pop/ beat datadas e sem graça, sendo todas as letras em inglês.
Apesar de não ser tão consistente, ouvimos aqui bons momentos de heavy prog e psicodelia, recomendado!

Group formed in Petaling Jaya, Malaysia, in the mid-60s. The history of Strollers is not very detailed, although they had some local popularity with almost 10 years playing, releasing two LPs and many singles. After several lineup changes the band broke up.
Post here their second and final album of 1973, "Waiting Is..." , regarded by some as one of the best album produced in Southeast Asia in the period. It is divided into 11 tracks, mostly short, where the group shows great ability at several moments (as in "Fire" and "NWK", highlights of the record) with influences from heavy psych and prog names like Uriah Heep, mixing killer organ, guitar, flute and drums passages. Unfortunately other songs are lost in dated pop / ballads; all the lyrics are in English. Although not too consistent, we can hear good heavy prog and psychedelia here, recommended!

Michael Magness (teclados, vocal)
Hassan Idris (guitarra, violão, vocal de apoio)
Nand Kumar (flauta, harmônica, percussão, guitarra, vocal)
Billy Chang (baixo, glockenspiel, vocal de apoio)
Hussein Idris (bateria, percussão, vocal de apoio)

01 You’re Gonna Make It 2:36
02 Silly Jokes 2:22
03 Bus Ride 2:34
04 Children 4:11
05 Fire 7:42
06 Please Don’t Let Me Down 2:23
07 You 2:51
08 N.W.K. 3:27
09 Maybe Tomorrow 2:25
10 My Girl 3:58
11 Medley: Do What You Gotta Do/Just As I Am 2:54



domingo, 4 de outubro de 2015

HARD/ PSYCH ROCK - AZZY FLY - Same - 1976


Raridade máxima vinda do Japão, o grupo Azzy Fly lançou um único álbum em 1976 de forma privada e sumiu do mapa. Nenhuma outra informação é conhecida sobre a banda, inclusive seus membros e nome das músicas.
O homônimo de 1976 conta com 9 faixas, bastante distintas entre o lado A (até a sexta canção) e B (entre sétima e nona). As primeiras seguem a linha hard rock, um pouco mais comerciais e curtas, o instrumental é simples, com destaque para a guitarra e gaita. Já as últimas são mais longas e viajantes, onde afloram influências psicodélicas e progressivas, com improvisações e vocal chapado. Todas as letras são em japonês e a produção não é das melhores.
Longe de ser um dos melhores tesouros do rock japonês, mas que merece atenção de fãs de hard e psych rock.

Top rarity coming from Japan, the group Azzy Fly released one album in 1976 privately and disappeared. No other information is known about the band, including its members and song titles.
The eponymous has 9 tracks, quite distinct from the A side (until the sixth song) and B (between seventh and ninth). The first are shorter and follows a commom hard rock line, more commercial and with some good the guitar and harmonica. The other side count with longer and trip songs, which are psychedelic and progressive influences, with vocal improvisations and stoned. All the lyrics are in Japanese and the production is not the best.
Far from being one of the best treasures of Japanese rock, but it deserves attention and hard psych rock fans.

Músicos: ?

01 Unknown 3:18
02 Unknown 3:05
03 Unknown 5:09
04 Unknown 3:15
05 Unknown 5:06
06 Unknown 4:07
07 Unknown 9:39
08 Unknown 7:22
09 Unknown 5:47



sexta-feira, 2 de outubro de 2015

PROG ROCK / FUSION - FARMYARD - Same - 1970


Pérola formada em Wellington, capital da Nova Zelândia, em 1970 a partir do vocalista e músico Rick White (ex-Tom Thumb). O grupo Farmyard, apesar de sua curta duração, lançou dois álbuns, além de alguns singles. Em 1991 os dois discos foram lançados juntos em edição especial.
Posto aqui o debut do quinteto, homônimo de 70 que conta com apenas 7 faixas,contendo fortes elementos da música progressiva, além de toques interessantes de jazz e folk. O instrumental é bem estruturado, ditado pelo soberbo trabalho da flauta, além de guitarra, percussão e saxofone; o vocal também aparece suave, com vários momentos de coro. Melhores músicas são "Through My Window", as duas partes de "Which Way Confusion" e "I Sit Alone", viagem de 9 minutos que fecha a obra.
Ótima pérola para fãs de prog/ fusion e flauta no universo do rock.

Formed in Wellington, capital of New Zealand in 1970 by vocalist and musician Rick White (former Tom Thumb). The group Farmyard, despite its short duration, released two albums, plus some singles. In 1991 the both records were reissued together.
Post here the quintet's debut, self-titled, which has only 7 tracks, containing strong elements of progressive music, and interesting touches of jazz and folk. The instrumental is well structured, dictated by the superb flute, present all the moments, besides guitar, percussion and saxophone; the vocals are very soft, with a lot of chorus. Best songs are "Through My Window", the two parts of "Which Way Confusion" and "I Sit Alone", 9-minute trip that closes the work. Great pearl for fans of prog / fusion and flute in the rock universe.

Rick White (vocal, guitarra)
Tom Swainson (bateria)
Milton Parker (guitarra principal)
Andy Stevens (saxofone)
Paul Curtis (baixo)

01 Those Days Are Gone (4:23)
02 Through My Window (7:46)
03 Which Way Confusion (Part I) (4:36)
04 Which Way Confusion (Part II) (2:47)
05 Learning Bout Living (3:14)
06 Da Woirks (2:52)
07 I Sit Alone (9:37)