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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

PROG/ PSYCH ROCK - IT FLEW AWAY - Pull Out All The Stops - 2007 (1972)



Pérola vinda da Austrália, formada em meados de 1971 na cidade de Melbourne. O grupo It Flew Away teve curto período de duração, tocando em universidades e pequenos festivais (comuns na época), chegando a gravar músicas para um álbum em 72, que por dificuldades financeiras não foi lançado na época. Com estes problemas e brigas internas a banda se desfez no ano seguinte; apenas em 1987 as gravações foram recuperadas e lançadas em LP duplo, mas limitado a 250 cópias! Em 2007 o disco ganhou uma remasterização em CD.
Pull Out All The Stops (também chamado de "Lounge Room Tapes" na versão mais recente), conta com 11 faixas. A primeira canção "On My Way Home", de 6 minutos, dá uma prévia clara do que ouvimos em seguida: mistura típica na época de rock progressivo e psicodélico, em uma linha longe da comercial, com longos jams instrumentais dominados por solos viajantes de órgão e guitarra estontante, acompanhado por competente bateria e baixo. O vocal de Barend não fica atrás, rasgado e marcante. Quanto as faixas, o destaque vai para as mais longas "Good Times", "Aimless Pasture", "Open Spaces" e "Pull Out All the Stops Mother", chegando quase aos 16 minutos, apesar de ser um trabalho sólido.
Ótima descoberta para fãs de prog e psych rock dos anos 70, recomendado!

The group "It Flew Away" is from Australia, formed in mid 1971 in the city of Melbourne. During their short period of activities was short-lived, playing at universities and small festivals, even recording songs for an album in 72, which due to financial difficulty was not released at the time. With these problems the band broke up in the following year; Only in 1987 these old recordings were recovered and released into 2xLP, but limited to 250 copies! In 2007 the album won a remastering CD.
Pull Out All The Stops (also called "Lounge Room Tapes" in the first version), features 11 tracks. The first song "On My Way Home", 6 minutes, gives a clear preview of what we heard next: typical mix of progressive and psychedelic rock in a  non-commercial line, with long instrumental jams dominated by trip organ and amazing guitar, accompanied by competent drums and bass. As for the tracks, the highlight are the longest "Good Times", "Aimless Pasture", "Pull Out All the Stops Mother" and "Open Spaces", despite being a solid work.
Great discovery for fans of prog and psych rock of the 70s, recommended!

Ian Clarke (órgão)
Barend du Preez (baixo, vocal, harmônica)
John Reid (guitarra)
Shane Cleary (bateria)

01 On My Way Home 5:54
02 Good Times 9:16
03 Raggin'MyBin 2:44
04 Aimless Pasture 7:09
05 Candy Meets The Vibrator 2:52
06 Mighty Harvest (Take 1) 5:05
07 Beach 6:03
08 Crab Apple Jelly Jam 3:15
09 Watch Out 4:37
10 Open Spaces 6:21
11 Pull Out All The Stops Mother 15:23



terça-feira, 29 de setembro de 2015

RECOMENDAÇÕES NACIONAIS - PARTE II


Continuando as recomendações de bandas nacionais atuais, uma banda formada em Itajubá-MG por quatro nativos americanos e um brasileiro. Os Grigos tem uma proposta voltado ao rock clássico e autoral, com forte pegada raízes no country e blues americano, tocado de forma competente, com boas guitarras, vocais em inglês e harmônica, ainda ouvimos alguns toques de música brasileira em momentos. Lançam neste sementes seu primeiro álbum (em formato digital e físico). Aqui vai uma breve introdução ao som da banda:

Bootleggin’ foi a composição inicial da banda em 2013, mesclando uma melodia e batida forte do estilo estadunidense conhecido como rock-a-billy (country, blues e rock n roll) com letras que homenageiam a correnteza do rio, uma garrafa de cachaça, o brilho da lua, uma estrada de terra, e dançando em volta de uma fogueira com uma mulher. A melodia, originalmente composta por Jimmy Huntington num violão, pediu as letras que João compôs, enquanto os três tomavam cachaça no quintal da casa do Daniel.

Polyglot possui uma batida swingada de funk americano e hip-hop, com participação do tecladista de jazz Omar Fontes e saxofonista/flautista Buga Junior. Com letras em nove idiomas, foi uma das últimas composições a se concretizar no primeiro álbum e fala a respeito do mundo globalizado, interações multi-culturais e vários trocadilhos linguísticas para os ouvintes se divertirem.

Daniel Friend (guitarra)
Guilherme Paiva (bateria)
Jimmy Huntington (guitarra)
João Castilhos (vocal)
Justin Hansen (baixo)

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Finalizo com o primeiro álbum do músico paranaense Antônio (ou Antônio Rock), que lança este ano seu primeiro CD intitulado Profecias e Delírios. Seu som é baseado em um blues "moderno" e inovador, bastante pesado e com alguns toques de música regional, as letras são em português, segundo o próprio artista influenciado por nomes como Raul Seixas e The Doors. Algumas de suas músicas e contato em redes sociais:

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Estes álbuns foram postados apenas na intenção de divulgação, sendo assim não disponibilizarei links de downloads próprios do blog. Caso esteja interessado, entre em contato pelos endereços fornecidos na postagem para comprar ou baixar o disco.
Caso esteja interessado em divulgar seu trabalho no blog, entre em contato por e-mail (prolasdorock@yahoo.com), saiba mais aqui.  

These albums were posted only in the intention of divulgation, so I will not make blog's own downloads links. If you are interested, please contact the band's site provided in the post to purchase or download the album.
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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

RECOMENDAÇÕES NACIONAIS - PARTE I



Antes de fechar mais uma sequência de postagens de bandas americanas, apresento aos seguidores deste espaço alguns ótimos e novos trabalhos nacionais, que entraram em contato com o blog. Começo com um das meus grupos nacionais atuais favoritos, o Kaoll, que lança seu terceiro álbum, Odd, trazendo um brilhante e dinâmico jazz fusion e seguindo o objetivo inicial da banda, de valorização da música instrumental ao grande público. Além disso, conta com uma bela lista de músicos convidados, aqui vai uma breve introdução:

Com o lançamento do álbum “Odd”, o trio guitarra, flauta e bateria afirma uma postura mais direta, setentista e experimenta formações com convidados. A faixa “Aquiles Barbecue” contou com a colaboração do lendário contrabaixista Billy Cox, das bandas de Jimi Hendrix, e o disco também traz participações do percussionista João Parahyba (Trio Mocotó), Paulo Garfunkel no clarone e clarinete, Ricardo Vignini nas violas (Moda de Rock), Gabriel Costa (Violeta de Outono) e Ney Haddad (Mobilis Stabilis) nos contrabaixos, Fábio Ribeiro (Angra) nos teclados e pianos, entre outros colaboradores. Com pegada estradeira, o disco revela as influências de Jimi Hendrix, Marco Antônio Araújo, Led Zeppelin, King Crimson, Jethro Tull e Black Sabbath.

Bruno Moscatiello (guitarra)
Yuri Garfunkel (flauta transversal)
Dokter Leo (bateria)

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Agora um trabalho solo do guitarrista Carlos Quefrem, aqui vai uma rápida biografia e apresentação do seu mais novo projeto intitulado Guitar Vox, novamente na linha competente de jazz fusion, mas com toques de estilos variados como hard rock e soft.

"Instrumentista, Compositor, Arranjador com 4 álbuns no mercado fonográfico, Carlos Quefrem destaca-se como um dos mais virtuosos guitarristas de “fusion”. Em sua carreira como músico solista, criou e desenvolveu técnicas explorando a guitarra de maneira ímpar, contribuindo em gravações musicais e apresentações ao lado de importantes nomes da música brasileira.

“Guitar Vox” transborda tendências e fusões do Rock com o Jazz, através de seus temas e improvisos."

Cdbaby
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Fecho esta primeira parte com uma banda de São Paulo, Shirley, formada em 2013, e que lançou no ano passado seu primeiro EP. São 5 faixas com som viajante e experimental, além de letras em português e com toque crítico. Uma rápida introdução e link para bandcamp:

"São três guitarras, duas vozes, bateria eletrônica e um raro toque de trompete rodeando as silhuetas...
Shirley surgiu com propostas licenciosas e caráter provocativo. São letras que cobram o resgate da velha liberdade e acordes que soam como no trato. Dispenso as maiúsculas.

São músicas dançantes com pitadas de sujeiras: Shirley só sabe trabalhar composições próprias, mesclando rock selvagem com a sedução vulgar dos tempos idos. Embora conserve o hábito de se vestir com roupas íntimas dos anos 50, Shirley tem um timbre carregado de eco e maquiagem e sua harmonia se oferece de modo bastante atual."




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domingo, 27 de setembro de 2015

PROGRESSIVE ROCK - JUNE WALLACK - Same - 1976


Mais uma pérola vinda do Canadá, este de Montreal. June Wallack teve uma rápida carreira musical nos anos 70, lançando um único e raro álbum em 1976, com participação de músicos da Ville Emard Blues Band e Guillotine. Atualmente trabalha como narradora e atriz no país.
O disco que leva o nome da cantora conta com 8 faixas, maioria curtas, começando em um estilo folk-romântico com "On est rien qu'des amis ici", mas que muda de clima nas próximas músicas, que "bebem da fonte" progressiva e fusion de Quebéc, apesar do clima acústico e calmo persistir. Instrumental elaborado com destaque ao piano, flauta, guitarra e sintetizadores se encaixam bem ao delicado vocal de June, sendo quase todas as letras em francês.
Mais um belo e esquecido trabalho do Prog Quebec, aqui também recomendado para fãs de prog-folk.

June Wallack was a female vocalist who also played the piano and flute. She released only one LP, a stunningly beautiful self-titled album in 1976, accompagnied by bassist Bill Gagnon (who co-produced it with Yves Vincent), keyboardist Pierre Nadeau, and guitarists Michel Robidoux and Moose Tellier, all former members of Ville Emard Blues Band. The LP was released on the RCA label and contains a combination of relaxing jazz and some fine progressive moments. The album's cover art by Robert Morin was nominated at Canada's 1977 Juno Awards. Another rare and overlooked gem from Quebec's progressive music scene.
Text: ProgQuebec

June Wallack (vocal, flauta, piano)
Bill Gagnon (baixo)
Pierre Nadeau (teclado)
Michel Robidoux (guitarra)
Moose Tellier (guitarra)
Dennis Farmer (bateria)

01 On est rien qu'des amis ici (4:35)
02 Pour qui tu m'prends (3:39)
03 Mirage (8:07)
04 Don't Explain (5:37)
05 Amalgame (5:03)
06 Je suis venue un soir (6:49)
07 Sur la colline (3:54)
08 Déjà c'est l'automne (7:47)

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

FOLK/ COUNTRY ROCK - WINDJAM - Same - 1974


Pérola muito obscura vinda de Calgary, cidade do Canadá. Praticamente nada se sabe sobre a banda Windjam, inclusive seus membros. Lançaram um único e raríssimo álbum em 1974 pela pequena Westmount e sumiram do mapa.
O disco homônimo é composto por 10 curtas faixas que misturam folk rock acústico e tranquilo na maioria do tempo, com doses acentuadas de country e até blues, soando um pouco comercial em momentos. As músicas são marcadas por bonito vocal, vários coros e instrumental simples, com violão, guitarra, gaita de boca e piano.
Talvez seja mais interessante pela raridade do que pela qualidade apresentada, mas ainda recomendado para fãs de folk e country rock.

Obscure gem coming from Calgary, city of Canada. Virtually nothing is known about the band Windjam, including its members. They launched an only and rare album in 1974 by small Westmount and disappeared from the map.
The eponymous album consists of 10 short tracks that mix acoustic folk rock, with strong doses of country and even blues, sounding a little comercial at times. The songs are marked by beautiful vocals, various choirs and simple instrumental, with acoustic guitar, guitar, harmonica and piano.
Perhaps more interesting by its rarity than the presented quality, but still recommended to folk and country rock fans.

Músicos: ?

01 Still Remember You 3:13
02 Cheatin' Woman Blues 2:06
03 Round & Round 4:49
04 Rollin' Down The Highway 2:58
05 Searchin' For A Way 5:17
06 Magic Music 3:01
07 Do You Still Love Me? 4:30
08 Ones I Used To Know 2:45
09 Guitar Pickin' Man 2:15
10 Walkin' Along A Country Road 2:07



quarta-feira, 23 de setembro de 2015

HARD/ PROG ROCK - LUNA SEA - Same - 1976


Pérola formada em Nebraska, EUA, em meados dos anos 70. O grupo Luna Sea (não confundam com a conhecida banda japonesa de mesmo nome) lançou apenas um raro álbum em 1976, gravado no estado vizinho de Iowa e sem grande repercussão na época. A capa do disco foi baseada em uma imagem do século XVIII, do cartunista francês JJ Gérard, assim como anos mais tarde fez o Queen.
O homônimo é composto por 9 faixas muito distintas entre o lado A e B. Nas primeiras 5 músicas o rock é comercial, com leves doses de hard e country, instrumental simples, bom trabalho na guitarra, piano e até banjo. A partir de "Everybody You Ever Met" ouvimos um som mais maduro e voltado ao rock progressivo e fusion, sendo o sintetizador protagonista e com raros momentos na flauta, culminando na excelente "Rousing The Ghost", única totalmente instrumental, onde a banda mostra talvez sua verdadeira e rica sonoridade.
Boa pedida tanto para fãs de hard/ country como prog rock.

"It's the lone private press LP by an almost totally unknown US band named Luna Sea. They were from Blair, Nebraska of all places, but the album was recorded in Iowa. The first side is going to really test your willpower, as it's just straight radio-rock a la the Eagles, so you'll just have to "man-up" and slog through it. There is a pot of gold at the end of the rainbow, though, because side 2 is totally different. Suddenly the synths appear, and things start getting a lot more interesting. It starts out in a still fairly accessible style, but things get proggier literally by the minute, until the last track "Rousing The Ghost", which is a fantastic piece of instrumental symphonic prog with great guitar, keys, and even a little flute. Oh, and be sure to stay tuned for the unlisted (and totally stupid) outro! A completely schizophrenic album, but even the band seemed to know this as they named the first side the "Light Side" and the second side the "Dark Side"! Hard to tell what they were really trying to accomplish here. But, such is the nature of the US underground. One part confusion and one part inspiration. I guess that's kind of the charm! In any case, this thing is seriously rare. It only first emerged onto the collector scene within the last year or two, and since it was first discovered only like two or three copies have popped up."
Text: Rate Your Music

Craig Nance (guitarra, banjo, flauta, vocal)
Barry Anderson (sintetizador, vocal)
Carl Willadsen (baixo, vocal)
Collin Thompson (bateria, vocal)

01 Please Be Good To Me 3:10
02 Rollin’ Out Of Thunder Bay 3:46
03 Cold Nights And The Lonely 2:41
04 Almost Profound Melancholia 2:50
05 Wait, Norma Wait 3:14
06 Everybody You Ever Met 3:55
07 Flash In The Pan 5:43
08 Rousing The Ghost 6:37
09 Luna Tunes 0:48

terça-feira, 22 de setembro de 2015

COUNTRY ROCK - RURAL - One By One - 1974


Pérola obscura vinda de Ames, localizada em Iowa, nos Estados Unidos. A banda Rural lançou um único e raro álbum em 1974, pela pequena Mole Records, e sumiu do mapa. Nenhuma outra informação sobre o grupo está disponível na internet.
One by One traz 11 faixas, quase todas na casa dos 2 ou 3 minutos, que misturam country rock com blues, leves doses de psicodelia. O som é simples e animado, próximo de outros no gênero country, belas melodias marcadas por boas passagens de steel guitar, piano, violino e bandolim acompanhadas por vocal masculino e feminino. Destaque para "Clear Blue Western Sky", "Roodle Deedle Dum", "Ripe Tomato Blues" e "Ships In Bottles".
Trabalho interessante para fãs de country e blues rock americano, vale conferir!

Group coming from Ames, Iowa. The band "Rural" released a single and rare album in 1974 privately and disappeared. No other information about the group is available on the Internet.
"One by One" brings 11 tracks, almost all with 2 or 3 minutes, mixing country rock with blues and light doses of psychedelia. The sound is simple and exciting, close to the other country album, beautiful melodies marked by good steel guitar, piano, violin and mandolin passages accompanied by male and female vocals. Emphasis on "Clear Blue Western Sky", "Roodle Deedle Dum", "Ripe Tomato Blues" and "Ships In Bottles".
Interesting work for country and blues rock fans, it is worth checking out!

Jay Saul (violão, steel guitar, bandolim, vocal)
Doug Campbell (baixo, vocal)
Ralph Stephens (bateria, percussão, vocal)
Charlie Grau (guitarra, violino, vocal)
Tom B Till (piano, vocal)
Sue Osborn (vocal)

01 Drunk No. 1 3:55
02 Clear Blue Western Sky 3:08
03 Hell And High Water 3:35
04 Roodle Deedle Dum 4:52
05 Franklin Township Breakdown 2:31
06 Ripe Tomato Blues 2:45
07 One By One 2:43
08 Now I Know It's You 2:33
09 Into One 3:02
10 Ships In Bottles 6:37
11 Outcasts 1:35

domingo, 20 de setembro de 2015

JAZZ FUSION/ LATIN - ROLAND PRINCE - Color Visions - 1976


Roland Prince é um guitarrista nascido em 1946, em Saint John's, capital do pequeno país Antigua e Barbuda, localizado no Caribe. Nos anos 60 se mudou para os Estados Unidos, onde desenvolveu sua carreira musical, participando de discos de nomes como Roy Haynes, James Moody e Elvin Jones. Como líder, lançou apenas dois álbuns em 1976 e 77, de pouca repercussão. Infelizmente veio a falecer em Julho de 2016.
Color Visions, seu debut de 76, conta com um grande time de músicos, incluindo Al Foster, Bob Cranshaw e Frank Foster. É dividido em 7 faixas totalmente instrumentais de jazz, algumas longas outras nem tanto, na linha fusion, com leves influências latinas (inclusive brasileira na primeira música "Samba de Unity") e de funk. Som rico e muito bem trabalhado marcam o disco, com criativas passagens de guitarra de Roland, percussão, metais, teclado e bateria. Quanto as faixas, as melhores são "Iron Band Dance", "Red Pearl" e "Genevieve", apesar de raros momentos fracos.
Pérola altamente recomendada para fãs de jazz latino e fusion.

Prince Roland is a guitarist born in 1946 in Saint John's, capital of small country Antigua and Barbuda, located in the Caribbean. In the 60s he moved to the United States, where he developed his musical career by recording with Roy Haynes, Elvin Jones, James Moody and others. As a leader, he released only two albums in 1976 and 77, without much repercussion.
"Color Visions", his debut, count with a great team of musicians including Al Foster, Bob Cranshaw and Frank Foster. It is divided into 7 fully instrumental tracks of jazz, some long, in the fusion line, with slight Latin influences (including Brazilian music in the opening song "Samba de Unity") and funk. Rich and very well made sound mark the disc, creative Roland's guitar, percussion, brass, keyboard and drums passages. As for the tracks, the best are "Iron Band Dance", "Red Pearl" and "Genevieve", although rare weak moments. Highly recommended for fans of Latin jazz and fusion.

Roland Prince (guitarra)
Bob Cranshaw (baixo)
Al Foster (bateria)
Eddie Moore (bateria)
Kenny Barron (teclados)
Al Chalk (percussão)
Frank Foster (saxofone)
Virgil Jones (trompete)

01 Samba De Unity 5:08
02 Iron Band Dance 7:17
03 Red Pearl 8:15
04 Giant Steps 4:16
05 Aldon B. 5:59
06 Eddie A. 6:47
07 Genevieve 11:24

sábado, 19 de setembro de 2015

HEAVY PSYCH/ BLUES - BANDOLERO - Same - 1970


Um dos grupos mais importantes e populares vindos de Porto Rico nas décadas de 60 e 70, formado por jovens da capital San Juan, após fim de pequenas bandas locais. O Bandolero lançou um único álbum em 1970, antes de se fazerem precocemente, reeditado algumas vezes posteriormente.
O homônimo de 1970 é composto por 11 faixas competentes que seguem muito a psicodelia norte-americana da época, com algumas doses de blues, ritmos latinos e baladas. O instrumental é marcado pelo entrosamento órgão e guitarra fuzz ácida, se revezando em grandes solos, acompanhando ainda por bom trabalho de baixo, bateria e percussão. As letras são a maioria em inglês, apesar de alguns temas serem cantados em espanhol. Destaque para "I Got It", "My Life Is Always Going Through", "Together" e "Truth And Understanding".
Um LP que coloca Porto Rico no mapa do "planeta rock" dos anos 60 e 70, pérola recomendada para fãs de rock psicodélico latino e blueseiro.

Psychedelic-garage-blues-jam from Puerto Rican. The album was released in 1970 and its full of fuzzy treats, all wailing guitar and screaming organ hammond like Moby Grape. Much of this one's claim to fame rests with the fact it was included in Hans Pokora's 1001 Record Collector Dreams. Their sole album "Bandolero" was recorded in San Juan's Ochoa Recording Studios. Musically the performances were professional, but failed to offer up anything special. With Nogueras responsible for writing the majority of material, tracks such as 'Together', ''Truth and Understanding' and 'Awake' showcased a fairly standard mix of conventional hard rock ('Together'), blues ('My Life Is Always Going Through Changes') and Latin moves (imagine Santana with a bit of grunge thrown in for authenticity and you'll be in the right aural neighborhood). As lead singer Nogueras was okay and most of the performances were in English (though his English much leaves the to be desired) but a couple of songs featured Spanish lyrics. Perhaps not a big surprise, but Spanish numbers like 'Salsa Friquea' displayed considerably more energy than the band's Anglo catalog...album in my opinion one of the greatest exponents of psychedelia from Latin America.
Text: Rate Your Music

Félix "Gadget" (bateria, percussão)
Ismaelito (teclados)
George Matos (baixo)
Junior "El Loco" (guitarra)
José Nogueras (vocal)

01 I Got It 3:31
02 Temura 3:28
03 Love Me Tonight 3:36
04 Don't Hang Me 3:49
05 I Can Always Think Of You 3:48
06 Salsa Friquea 5:05
07 Together 2:45
08 My Life Is Always Going Through 6:09
09 I Want To Get There 3:40
10 Awake 3:41
11 Truth And Understanding 7:49



quinta-feira, 17 de setembro de 2015

ELECTRONIC PROG - ANGEL RADA - Upadesa - 1979


Angel Rada é um músico nascido em Havana, capital de Cuba, em 1958, mas que veio com a família para a Venezuela ainda com um ano de idade. Começou sua carreira em 1970 com pequenos grupos locais, anos depois foi estudar música na Alemanha, onde gravou seus primeiros trabalhos solos no fim da mesma década. De volta a América do Sul, lançou outros vários álbuns e fez shows ao redor do globo.
Posto aqui seu debut, intitulado Upadesa, lançado em 1979 (data incerta, pois alguns lugares citam como 1983). É composto por 7 faixas, maioria curta, dedicadas a Klaus Schulze, mostrando as claras influências da escola eletrônica alemã na composição do artista. O álbum é todo instrumental, com predomínio de sintetizadores e bateria eletrônica, ambos tocados por Angel Rada e com breve participação de Carlos Urzua no violão, resultando em um som muito viajante e abstrata. Destaque para "Asesinato Musical", "Panico a las 5 a.m." e "Mar de la Tristeza", apesar de consistente.
Ótima surpresa para fãs de música eletrônica/ ambiente e sul-americana.

Angel Rada is a musician born in Havana, Cuba, in 1958, but came with his family to Venezuela when he was one year old. He began his career in 1970 with small local groups, years later was studying music in Germany, where he recorded his first solo works at the end of the decade. Back in South America, he has released several other albums and toured around the globe.
Post here his debut, titled Upadesa, released in 1979 (uncertain year, as some places says 1983). It consists of seven tracks, most short, dedicated to Klaus Schulze, showing the clear influences of German electronics school in the artist's composition. The album is all instrumental, with a predominance of synthesizers and electronic drums, both played by Angel Rada and brief participation of Carlos Urzua on the guitar, resulting in a very trip and abstract sound. Highlighting "Asesinato Musical", "Panico a las 5 am" and "Mar de la Tristeza" despite consistent.

Angel Rada (sintetizadores, bateria eletrônica)
Carlos Urzua (violão)

01 Carillon
02 Basheeba
03 Asesinato Musical
04 Video Game
05 Pánico A Las 5 a.m.
06 Mar De La Tristeza
07 Upadesa



segunda-feira, 14 de setembro de 2015

REPOST: ACID BLUES ROCK - JAVIER BÁTIZ - Coming Home - 1969


O guitarrista Javier Bátiz nasceu em 1944 em Tijuana e é considerado um dos pioneiros do rock no país e muito influente para a "geração de Avandaro". Ingressou na carreira solo em meados da década de 60, após participar de pequenos grupos beat, lançando vários álbuns e na ativa até hoje.
Faço aqui um repost de seu terceiro registro: Coming Home, de 1969. É considerado uma das melhores obras dentro do rock mexicano da época, onde desfilam 10 faixas curtas e com influências pesadas do blues rock negro norte-americano, rock psicodélico, latino e até hard rock. A guitarra ácida e barulhenta domina, acompanhada por boas passagens percussão e teclado, além da voz rouca e delirante de Bátiz, que se encaixa bem nas canções, as letras são todas em inglês. Quanto as faixas, destaque para o cover de "Down Broken Hearted", "Why Do You Do Me", "Getting Through" e "Coming Home". Pérola recomendado para todos os fãs de blues e psicodelia latino-americana.
* Um obrigado especial ao amigo Christoph Tannert por disponibilizar o link de download!
Site Oficial

Very soulful blues rock from 1969. Think more Albert King/Magic Sam than Led Zeppelin/Allman Brothers Band. From Mexico but the lyrics are in English and a strong Latin influence only comes out on a couple of tracks. (Most notably the stellar "Why Do You Do Me") Javier Batiz is a hell of guitar player and this album is outstanding. A horn section and occasional female background vocals add some depth to the sound. "Let Me Give My Love to You" and "I'm Not the One" are a couple of highlights on here.
Text: Rate Your Music

Javier Bátiz (guitarra, vocal)
Juan Santos (bateria, percussão)
Esteban Garcia (baixo)
Sergio Guerrero (piano, teclado)

01 Try It One Time 2:26
02 Let Me Give My Love To You 5:06
03 Christine 3:14
04 It's Done And Gone 2:57
05 Why Do You Do Me 5:56
06 Getting Through 4:07
07 I Won't Ever 3:06
08 Down Broken Hearted 2:33
09 I'm Not The One 3:57
10 Coming Home 4:58



sábado, 12 de setembro de 2015

LATIN/ PSYCH ROCK - MONTEVIDEO BLUES - Same - 1972


Pérola formada em Montevidéu, capital uruguaia, no começo dos anos 70, o projeto Montevideo Blues nasceu graças ao lendário cantor local Gastón "Dino", contando com outros importantes músicos da cena local. Infelizmente a banda teve período de atividades curto, resultando em apenas um álbum, raro e lançado em 1972 e reeditado neste ano com 500 cópias.
O homônimo é composto por 10 faixas curtas onde predomina-se elementos de ritmos típicos do país, como malambo e camdombe, e ainda leves toques de psicodelia e blues tradicional. A principal característica do álbum são as letras carregadas de crítica a política e problemas sociais enfrentados na época, sempre em espanhol. O instrumental é acústico e simples, em momentos até hipnotizante, com forte trabalho de percussão e guitarra.
Um disco de difícil audição em primeiro momento, mas que se revela interessante na proposta de fusão de ritmos latinos e crítica.

The one and only album by Dino & Montevideo Blues deserves to be a serious contender as one of the most important, and as it happens, most grooving, records ever released in Uruguay. But there is another reason that the album has attained exalted status: the incisive power of the lyrics, which are all the more impressive considering the national turmoil out of which they were created. Montevideo Blues was founded by Uruguayan song-writing legend Gastón 'Dino' Ciarlo as a way to fuse the rawness of rock music with obscure native Uruguayan rhythms like malambo, milonga and chamarrita, a logical direction to pursue after Dino had attempted pop/candombe fusions in his solo recordings. 'At the time, we were revolutionary and looking for change,' said Dino. Montevideo Blues demonstrated an unyielding and combative attitude, during live shows in 1971, Dino often criticized the government—a level of political commitment reflected in the lyrics of the songs, some of the most radical ever set to music. The album opens with one of Dino's most famous songs 'Milonga de Pelo Largo' ('Milonga of the Long Hair'), a sinuous song transformed by the arrival of the dictatorship into a hymn of Uruguayan popular resistance. The rest of the album tracks have an edgy, atonal quality, with terrific unconventional angular guitar and a kind of ragged glory, all driven along by insistent grooving rhythms, whether from native drums or the clicking of drumsticks.
Text: Green Brain

Gastón Ciarlo "Dino" (vocal)
Gastón Ciarlo "Dino"
Julio César "Lelo" Surraco (percussão)
Eduardo "Pocho" Díttamo (guitarra)
José "Pepe" Martínez Díaz (bateria)
Horacio "Niño" Costa (baixo)
Néstor Barnada (violão, vocal)

01 Milonga De Pelo Largo 3:17
02 Para Hacer Musica,Para Hacer 5:00
03 Pongamos Muchas Balas Al Fusil 3:20
04 Si Te Vas 2:26
05 Montevideo Blues 4:00
06 Hermano Americano 3:30
07 Sentimiento 2:26
08 Un Color 3:30
09 Chamarrita El Chiquero 4:45
10 Hay Veces/Canta Canta Canta 4:50



terça-feira, 8 de setembro de 2015

HARD ROCK - CADENAS - Rock para Janis/Niño Solitario - 1973



Pérola formada em 1972 na cidade de Rosário, na Argentina. O grupo Cadenas se mudou no ano seguinte para a capital Buenas Aires, onde fizeram algumas marcantes apresentações e gravaram seu único compacto pela Microfón, de 500 cópias. Infelizmente o quarteto não conseguiu sucesso e se desfez, logo após alguns membros formaram a banda pop Los Moros.
Posto aqui este single com as curtas músicas "Rock para Janis" e "Niño Solitario", consideradas um dos primeiros exemplos de rock pesado no país, junto com El Reloj e Pappo. Hard simples e nervoso define ambas as canções, com guitarras fuzz matadoras acompanhadas por bateria e baixo pulsante. O vocal de Arbizú também é destaque, rasgado e em espanhol. Infelizmente o grupo não teve continuidade, pois aqui ouvimos um petardo do "hardão setentista".

Cadenas was  formed in 1972 in Rosario, Argentina, the group moved in the following year to the capital Buenos Aires, where they made some remarkable performances and recorded their only single by microfon, with 500 copies. Unfortunately the quartet failed to succeed and disbanded soon after, some members formed the pop band Los Moros.
Post here this single with short songs "Rock para Janis" and "Niño Solitario", considered one of the first example of hard rock in the country, along with El Reloj and Pappo. Simple and nervous defines both songs with killer fuzz guitars accompanied by heavy drums and bass. Arbizu's vocals is also a highlight, yelled and sung in Spanish. Unfortunately the group did not continue, because here we hear a nice South American 70s hard rock.

Alberto Arbizú (baixo, vocal)
José Luis Colzani (bateria)
Juan Carlos Tubaro (guitarra)
Marcelo Requena (guitarra)

01 Niño Solitario
02 Rock Para Janis

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

PROG FOLK - GRUPO SOL DE CHILE - Same - 1974


Pérola formada em 1974 na Argentina, mas por músicos chilenos exilados após o golpe no país de origem do ano anterior. Eram liderados por Antonio Smith (do grupo Congregación), contando também com o pianista Matias Pizarro. Infelizmente o projeto durou poucos meses, lançando um único e raríssimo álbum no mesmo ano, pela Tonodisc.
O homônimo é composto por 9 curtas faixas, mesclando composições próprias e covers de Los Jaivas e Illapu, resultando em  um som próximo de outros trabalhos locais na época. Rock psicodélico e progressivo com fortes raízes nos ritmos andinos e "Nueva Canción" são representados por músicos competentes, com inspiradas passagens de guitarra, violão, piano, percussão e instrumentos típicos como quena (flauta) e charango. Os vocais são outro ponto interessante, sendo todas as letras em espanhol e com temas que vão desde críticas sociais até sentimentos.
Uma obra muito consistente e bonita do rock e folk sul-americano, altamente recomendado para fãs do grupos citados acima.

Formed in 1974 in Argentina, but by Chilean musicians exiled after the coup in the country in the previous year. "Grupo Sol de Chile" were led by Antonio Smith (former member of Congregacion), also featuring pianist Matias Pizarro. Unfortunately the project lasted a few months, launching only one rare album in the same year, by Tonodisc.
The self-titled is composed of nine short tracks, mixing original compositions and covers of Los Jaivas and Illapu, resulting in a sound close to other local bands at the time. Psychedelic and progressive rock with strong roots in the Andean rhythms and "Nueva Canción" are represented by competent musicians, with great passages of acoustic guitar, piano, percussion and typical instruments like quena (flute) and charango. The vocals are another interesting point, all lyrics in Spanish talking about politics, social life and feelings.
A very consistent and beautiful South American rock and folk fusion, highly recommended for fans of the groups mentioned above.

Antonio Smith (vocal, violão, guitarra)
Matias Pizarro (piano, percussão)
Enrique Luna (baixo)
Miguel Angel Taborda (bateria, percussão)
Fredy Anrique (flauta, percussão)
Alejandro Rivera (charango, quena)

01 Aiquina
02 Abre la puerta amigo
03 Escucha gringo
04 Himno para un canto amigo
05 Solo por una imagen
06 Me muero por ti paloma
07 Hay cielos para tu libertad
08 Hay un corazon que esta
09 Poderoso
10 Eclipse



domingo, 6 de setembro de 2015

PROG/ JAM ROCK - RED AMBER - Unofficial Compilation - 1974/75



Pérola formada em Lima, capital do Peru, por volta de 1974. O grupo Red Amber teve período de atividade bastante curto, acabando no ano seguinte, mesmo assim esse quarteto de jovens locais deixaram sua marca no rock local por serem considerados pioneiros na mescla de elementos do rock progressivo no seu som.
Oficialmente lançaram apenas um compacto em 75, com as músicas "You'll Come To Me" e "The Coke Jam". As outras 3 faixas que posto aqui hoje foram redescobertas graças a internet, gravadas ao vivo ou em ensaios, sendo a qualidade de gravação infelizmente muito ruim, mas com alguns jams instrumentais interessantes, como em "Frog Leap" e "Poor World", de 11 minutos, onde ouvimos boas passagens de guitarra, teclado. As letras em inglês, mas o vocal não é dos melhores. Recomendado para fãs de prog e jam rock.

Formed in Lima, capital of Peru, around 1974, the Red Amber group had short life, ending in the following year, yet this quartet of local youths left their mark in the local rock because they are considered pioneers in the mix of progressive rock elements in their sound.
Officially launched just a single in 1975, with the songs "You'll Come To Me" and "The Coke Jam". The other three tracks that I post here today were rediscovered thanks to internet, recorded live or in rehearsals, the recording quality is unfortunately too bad, but with some interesting instrumental jams, as in "Frog Leap" and "Poor World" of 11 minutes, where we hear good guitar and keyboard passages. The lyrics are in English, but the vocals are not the best. 

Felipe Castro Mendivil (vocal, guitarra)
Marcelo Mendoza (vocal, guitarra)
Paul Hoyle (baixo)
Martin Souverbielle (bateria)

01 You'll Come To Me 3:59
02 The Coke Jam 3:38
03 Human Ash 4:50
04 Frog Leap 5:12
05 Poor World 11:40

sábado, 5 de setembro de 2015

PSYCH/ FUNK ROCK - ACHADOS E PERDIDOS - Same - 1974


O grupo Achados e Perdidos surgiu no Rio de Janeiro em 1974 a partir de ex-membros do Diagonais, lançando dois compactos e um LP até o ano seguinte. Característicos pelo estilo glam, nos cabelos coloridos e roupas espalhafatosas, a banda infelizmente não conseguiu sucesso e se desfez em pouco tempo, dois integrantes ainda formaram a banda Taxi no final da década.
O homônimo de 74 é composto por 12 faixas que totalizam pouco mais de meia hora e misturam influências como psicodelia, soul/ funk, samba-rock e baião. O vocal é marcante e descontraído, com bem-humoradas letras em português abordando temas como dia-dia, regionalismo e sentimentos. O instrumental é simples, contando com clássico trio bateria/ baixo e guitarra, junto a raros momentos de sintetizador, flauta, sanfona e gaita.
Um bom e típico exemplo do rock nacional dos anos 70, pérola recomendada!

The group "Achados e Perdidos" was formed in Rio de Janeiro, Brazil, in 1974 by former members of "Diagonais", releasing two singles and an LP until the following year. Characteristic by glam style, colored hair and flashy clothes, the band unfortunately failed to succeed and fell apart soon after, two members still formed the band Taxi at the end of the decade.
The self-titled consists of 12 tracks totaling just over half an hour and mix influences like psychedelia, soul / funk, samba rock and ballads. The vocal is remarkable and relaxed, with humorous lyrics in Portuguese covering topics such as daily life, regionalism and feelings. The instrumental is simple, with classic trio drums / bass and guitar, along with rare moments of synthesizer, flute, accordion and harmonica. Good example of Brazillian 70s rock, especially recommended for Portuguese speakers.



Max Luíz (voz)
Genival Camarão (voz)
Amaro (voz)

01 Festa Dos Bichos 2:16
02 Pinga Colírio Nessa Paisagem 2:56
03 Nervoso Demais 3:05
04 Cabeça Oca 2:16
05 Respeito Muito O Povo Português 2:59
06 Esperando O Dia Vir 3:26
07 Cauboi Do Ceará 3:00
08 Pés Sujos, Consciência Limpa 2:44
09 Eu E A Carolina 2:39
10 Memórias 2:41
11 No Fundo Do Bau 2:49
12 Último Calango Tango 2:59

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

HARD PROG - TRAPHICO - Same - 1980


Pérola formada no fim dos anos 70 em Bogotá, na Colômbia. O grupo Traphico era formado por jovens e teve certo sucesso na época, se apresentando em festivais locais e programas de TV. Lançaram dois álbuns no começo dos anos 80 até se desfazerem logo em seguida e caírem no esquecimento.
Posto aqui o disco de estréia da banda, homônimo de 1980. É composto por 9 faixas que mesclam rock progressivo (principalmente nos sintetizadores) e hard rock, mas infelizmente em linha muito comercial e com várias baladas. As letras são maioria em inglês e algumas em espanhol, sem grande ênfase para o vocal, o instrumental, apesar de simples, aparece bem em certos momentos com teclados e guitarra. Outro ponto fraco é a baixa qualidade de gravação.
Nenhuma grande surpresa, mas que pode agradar fãs de hard e prog rock dos anos 80.

Group formed in the late '70s in Bogota, Colombia, Traphico consisted of young musicians and had some success at the time, performing at local festivals and TV shows. Released two albums in the early '80s until disband right after.
Post here the band's debut album, self-titled of 1980. It consists of 9 tracks that mix progressive rock (especially the synthesizer) and hard rock, but unfortunately in very mainstream way and several ballads. The lyrics are mostly in English and some in Spanish, with little emphasis on the vocal, instrumental, although simple, appears well at times with keyboards and guitar. Another weak point is the low quality of recording. Not a big surprise, but can please fans of 80s hard and prog rock.

Vitalii Druzhinin (vocal, teclado)
Ernesto Rozo (guitarra)
Miguel Alzate (baixo)
Enrique "Blue" Martínez (bateria)

01 Ilusiones 4:44
02 Amor es tu libertad 2:59
03 Nueva generacion 5:51
04 Hiding from Me 3:11
05 Confusion 5:19
06 Old Rhym 2:04
07 Sweet Home 3:47
08 Funky Night 3:53
09 War 3:30

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

LATIN JAZZ - RONALD SNIJDERS - Natural Sources - 1977


Ronald Snijders é um multi-instrumentista nascido em Paramaribo, capital do Suriname, em 1951. Começou a estudar flauta com 7 anos, influenciado pelo pai e em 1970 partiu para a Holanda, onde se estabeleceu como músico e lançou seus vários discos nas décadas seguintes. Hoje continua em atividade, trabalhando também como professor e produtor na Europa.
Posto aqui seu raro debut intitulado Natural Sources, de 1977, onde Ronald mostra toda sua habilidade compondo e tocando todos os instrumentos nas 10 faixas. Suas influências são variadas, passando sempre pelo jazz, em momentos latino (inclusive ritmos brasileiros), outros funk e fusion/ experimental, trazendo uma experiência musical muito agradável e bem viajante. O álbum é todo instrumental e acústico, com uso de flauta, percussão, violão e teclados, destaque para as músicas "Seven Wings", "Busy Street" e "Brazilian Blue", apesar de consistente.
Deixem-se levar pelo belo som, pérola essencial para fãs de jazz latino e fusion.

Ronald Snijders is a multi-instrumentalist born in Paramaribo, capital of Suriname, in 1951. He began studying flute when he was seven, influenced by his father and in 1970 moved to the Netherlands, where he established himself as a musician and launched his many records in the following decades . Today he's still active, also working as a teacher and producer in Europe.
Post here his rare debut titled Natural Sources, 1977, which shows Ronald's ability, writing and performing all instruments in the 10 tracks. His influences are varied, always related to jazz, in moments Latin (including Brazilian rhythms), some funk and fusion / experimental, bringing a very nice and trip musical experience. The album is all instrumental and acoustic, using flute, percussion, guitar and keyboards, best songs are "Seven Wings", "Busy Street" and "Brazilian Blue", although consistent. Enjoy and relax with this beautiful sound, essential to Latin jazz and fusion fans.

Ronald Snijders (flauta, violão, percussão, bateria, baixo, teclados)


01 Skin Source
02 Seven Wings
03 Galibi
04 Exchanged
05 Dagoe Sji Jorka
06 Busy Street
07 Todo Bere
08 Roseille
09 Temple Of Faith
10 Brazilian Blue