Se você está interessado em baixar algum álbum postado a partir de 2015, entre em contato por e-mail: prolasdorock@yahoo.com ou deixe seu contato nos comentários (este não será visível publicamente), e o link será enviado o mais breve possível!


Mais informações aqui: http://goo.gl/ra9cdp


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If you are interested in downloading any posted album from 2015, contact by email: prolasdorock@yahoo.com or let your email in comments (this will not be visible publicly) and the link will be sent as soon as possible!


More info here: http://goo.gl/ra9cdp

terça-feira, 30 de junho de 2015

AFROBEAT - COMPAORE YOUSOUF ET L'ORCHESTRE AFRO SOUL SYSTEM - "Adb san mi yele" / "Liguidi" - 1978


Pérola obscura vinda de Burkina Faso, país do oeste africano (na época chamado Alto Volta). O grupo L'Orchestre Afro Soul System foi formado na capital Uagadugu em meados dos anos 70, por músicos locais, de Camarões e Costa do Marfim. Lançaram 2 compactos até se desfazer no começo da década seguinte, sendo algumas dessas músicas presentes em recentes compilações sobre a música da região. 
Posto aqui o primeiro single da banda, com presença do cantor Compaore Yousouf. É dividida entre as faixas curtas "Adb san mi yele" e "Liguidi", sendo a primeira mais direcionado ao rock de garagem/ psicodélico, com pegada e refrão cativante (na língua local), além de bom solo de guitarra, acompanhado de órgão. Em Liguidi ouvimos mais influências de ritmos locais como Waraba e trabalho de percussão.

Obscure pearl coming from Burkina Faso, West African country (Upper Volta at time). L'Orchestre Afro Soul System group was formed in the capital Ouagadougou in the mid-70s by local musicians and also from Cameroon, Ivory Coast. They released two single until break up at the beginning of the next decade, and some of those present songs in recent compilations.
Post here the first single, with the presence of the singer Compaore Yousouf. It is divided between short tracks "Adb san mi yele" and "Liguidi", the former being more directed to garage/ psychedelic rock, with catchy rhythms and chorus (local language) and good guitar solo, accompanied by organ. In Liguidi we hear more influences of local rhythms, as waraba, and percussion work. 


Compaore Yousouf (vocal)
Jean-Claude Bamogo (vocal, guitarra rítmica)
Roger Mballa (guitarra)
?

01 Adb san mi yele
02 Liguidi

segunda-feira, 29 de junho de 2015

AFRO JAZZ/ ROCK - KAPINGBDI - African Rhythm Rock Jazz From Liberia - West Africa - 1978


Mergulhando nos ritmos africanos, uma pérola vinda de Monróvia, capital da Libéria, pequeno país ao oeste do continente. O grupo Kapingbdi foi formado em 1976 pelo músico Kojo Samuels, lançando 3 discos entre 1978-81, todos na Alemanha, até se desfazer em 1985.
Posto aqui o debut de 1978, intitulado "African Rhythm Rock Jazz From Liberia - West Africa", sintetizando o som do grupo, que mistura ritmos locais com jazz rock e pitadas de funk, em um clima bastante dinâmico e viajante. Essa mescla fica clara no instrumental, predominante na maioria das 7 faixas, contando com vários tipos de percussão, sangba, balafon e xequerê e guitarra, saxofone, flauta e bateria. As letras aparecem esporadicamente, em inglês ou dialetos da região.
Sem destaque principal, pois ouvimos uma boa amostra de afro rock/ jazz  do começo ao fim. Altamente recomendado para fãs do estilo!

The group Kapingbdi was formed in 1976 by musician Kojo Samuels in Monrovia, capital of Liberia, a small country in west of the continent. They released 3 albums between 1978-81, all in Germany, until break up in 1985.
Post here the 1978 debut, titled "African Rhythm Rock Jazz From Liberia - West Africa", summarizing the group's sound, which combines local rhythms with jazz rock and funk touches, in a very dynamic and trip atmosphere. This "mix" is clear in instrumental, prevalent in most of the 7 tracks, with various types of percussion, sangba, balafon and shekere and eletric guitar, saxophone, flute and drums. The lyrics appear sporadically in English or local dialects.
No main highlight because we hear a good sample of afro rock / jazz from beginning to end. Highly recommended for fans of the style!

Mamadee Kamera (baixo, vocal, percussão de bambu)
Ciaffa Barclay (conga, vocal, percussão)
Thomas Mensah (bateria, sangba)
Jean-Claude Nanga (guitarra, sinos)
Kojo Samuels (saxofone, flauta, balafon, xequerê, vocal)

01 Dadadada 6:08
02 Mali Feeling 6:56
03 Now Is The Time To Cry For Love 6:59
04 Soko Jazz 3:33
05 Montserrado 11:47
06 Deadea 4:41
07 Don't Mess With My Music 5:34

sexta-feira, 26 de junho de 2015

PROG/ FUSION - FOURTEEN OCTAVES - Same - 1975


Pérola vinda de Israel, Fourteen Octaves foi um projeto de vida curta, que surgiu em 1974 a partir dos pianistas Yoni Rech (ex-Kaveret) e Avner Kenner, o trio era integrado também pelo baterista Zohar Levi. Após algumas apresentações ao vivo, gravaram este único e raro álbum, com presença de músicos locais de grupos como Apocalypse e Ktzat Acheret. O disco foi relançado em 1994 (CD) e em 2008 houve uma breve reunião dos grupo.
O homônimo de 1975 traz 12 faixas curtas que combinam influências fusion e cool jazz, rock progressivo (Gentle Giant é um influência notável) e até música clássica. O som é muito bem trabalhado em torno dos pianos e teclados, além de passagens de violino e bateria, com grande qualidade individual e clima tranquilo e pacífico na maioria do tempo. As letras são em hebraico e inglês, tratando sobre temas variados, como românticos, filosóficos e tristeza.
Um disco sólido, "relax" e interessante para fãs de jazz fusion com pegada progressiva

Fourteen Octaves' is a project that was born from the collaboration between two young musicians - Avner Kenner and Yoni Rechter, who were in the midst of a search for their true musical identity. Kenner describes the project as a raw and unripe search for complexity, the attempt to escape from the daily musical routine while actually having something interesting to say. The warm and minimalist production does justice for the precise and emotional compositions. The lyrics deal with some diverse and contradictive aspects of life. Occasionally they are childish and silly, and on other occasions philosophical, romantic, and descriptive of sadness and depression. The musical influences include the unusual style of Gentle Giant, cool jazz, classical chamber music and popular music, a combination which creates a homogeneous and unique fusion that is unheard of. During the same period of this album's release, there were quite a few artists that engaged in musical experimentations while trying to achieve a unique sound. This album manages to stand out, though it hasn't had any commercial success. It is a direct product of a genuine agenda to alter reality with focused work and self-sacrifice, and despite many changes throughout the years, it still manages to sound interesting and fresh, thanks to those efforts.
Text: Rate Your Music

Yoni Rechter (piano, teclado)
Avner Kenner (piano, teclado)
Zohar Levy (bateria)

01 Umka Gumka 2:44
02 Piece With Me 2:56
03 No Prize 2:14
04 Piece in F Minor 2:30
05 The Soap In The Shower 2:05
06 To Be Alone 2:57
07 Angels' Tears 3:22
08 When There's a Light In Your Window 3:35
09 On His Own 3:59
10 Evenin In Tel-Aviv 2:30
11 Seven Times Three 2:11
12 Quiet From The Road 5:05

Ouça / Listen: Spotify

quarta-feira, 24 de junho de 2015

BEAT/ GARAGE ROCK - THE MODS - Folk Instrumentals of Pakistan - 1968


Pérola vinda do Paquistão, o grupo The Mods foi formado por jovens locais (liderados por Mohammed Yousuf) em meados dos anos 60 e lançou um único EP em 1968! Algumas dessas músicas estão presentes em várias compilações recentes sobre rock na região, como Pakistan Folk and Pop Instrumentals 1966 – 1976.
O EP "Folk Instrumentals of Pakistan" traz 4 curtas músicas instrumentais, versões mais "modernas" a canções tradicionais do país. O estilo do quinteto passa pelo surf e beat rock, com típica pegada garagem da época, com bons e simples solos de órgão e guitarra, se revezando com a percussão. Apesar de limitado e atrasado em relação ao resto do mundo, essa é uma obra muito interessante para fãs de rock "fora do eixo".

Pearl coming from Pakistan, "The Mods" consisted of 5 local young people (led by Mohammed Yousuf) in the mid-60s and released a single EP in 1968! Some of these songs are present in several recent compilations of rock in the region, as Pakistan Folk and Pop Instrumentals 1966-1976.
The EP "Folk Instrumentals of Pakistan" brings 4 short instrumentals tracks, "modern" versions of traditional local songs. The quintet style through the surf and beat rock with typical garage footprint and good/ simple organ and guitar solos, taking turns with the percussion. Although limited and dated the rest of the world, this is a very interesting work for fans of "uunusual" rock places.

Mohammed Yousuf (órgão)
Karim (guitarra)
Feroz (guitarra rítmica)
Rehman (baixo)
Aziz (bateria)

01 Pushto (Spring Dance)
02 Gujrati (Garba Dance)
03 Punjabi (Mahia)
04 Bengali (Bondure)



segunda-feira, 22 de junho de 2015

HARD ROCK - MIKE HANOPOL - Buhay Musikero - 1977


Mike Hanopol é um músico, cantor e produtor nascido em Leyte, nas Filipinas. Começou sua carreira na música no final dos anos 60 em pequenas bandas locais até integrar o conhecido Juan de la Cruz Band, já na sua segunda formação e chegando a participar do segundo trabalho do Speed, Glue & Shinki. Já em carreira solo, lançou cinco álbuns, sendo considerado uma das maiores figuras do rock local.
Posto aqui seu segundo trabalho solo, de 1977, com presença do ex-companheiro de banda Wally Gonzales e baterista Edmund Fortuno. Buhay Musikero é composto por 8 faixas curtas, trazendo uma das mais interessantes obras do Pinoy Rock na época, combinando hard rock, pitadas de blues e psicodélico. O som é simples e direto, com excelente e barulhento trabalho nas guitarras, acompanhadas por baixo/ bateria e vocal rasgado de Hanopol (com letras em filipino e inglês), ouvimos também algumas baladas. Destaque para "Buhay Musikero", "Iron Gate",  "Circuit Rider" e "Blind Dog".
Pérola recomendada para fãs de pinoy e hard rock setentista.

Mike Hanopol is a musician, singer and producer born in Leyte, Philippines. He began his career in music in the late '60s in small local bands until integrate known Juan de la Cruz Band (trio format) and participate in the second work of Speed, Glue & Shinki. Already in solo career, he released five albums and is considered one of the greatest figures of the local rock.
Post here his second solo effort, 1977, with presence of Wally Gonzales and drummer Edmund Fortuno. "Buhay Musikero" consists of 8 short tracks, bringing one of the most interesting works of Pinoy Rock at the time, combining hard rock, blues and psychedelic touches. The sound is simple and straightforward, with excellent and noisy guitars, accompanied by bass / drums and heavy Hanopol's vocals (with lyrics in Filipino and English), we also heard some ballads. Emphasis on "Buhay Musikero", "Iron Gate", "Circuit Rider" and "Blind Dog". Recommended for pinoy fans and hard rock seventies.

Mike Hanopol (baixo, guitarra, vocal)
+
Wally Gonzales (guitarra)
Edmund Fortuno (bateria)

01 Buhay Musikero 4:02
02 Iron Gate 4:28
03 I'm Satisfied 5:27
04 Ganyan Ang Pag-Ibig 3:36
05 Circuit Rider 4:58
06 Araw 3:52
07 Blind Dog 3:51
08 Rock Your Bones 3:02



sábado, 20 de junho de 2015

PSYCHEDELIC ROCK - SHIN JUNG HYUN & GOLDEN GRAPES - Sound Vol. 3 - 1972


Pérola vinda da Coreia do Sul, a história do grupo Golden Grapes ainda é um pouco conhecida. Aparentemente foi formada no começo dos anos 70, como banda de apoio ao renomado guitarrista local Shin Jung Hyun e contando com jovens norte-americanos ou descendentes, que havia conhecido em uma base militar americana na capital Seul alguns anos antes. Lançaram dois raros discos, em 1971 e 72, que passaram despercebidos na longa carreira de Hyun e hoje valem um bom dinheiro entre colecionadores.  
Posto aqui o segundo e último álbum de 1972, Sound Vol. 3 (ou 즐거운 Go Go 파티 신중현). É dividido em 6 faixas de rock psicodélico, próximo de bandas do fim da década de 60, como Iron Butterfly.  As cinco primeiras presentes no lado A são curtas, com vocais em coreano e pegada instrumental mais leve, guiadas pelo órgão e percussão, com ênfase para faixas 3 e 4 ("하필 그 사람" e "나를 더이상 괴롭히지 말라"). O ápice do disco fica mesmo no lado B, com a música instrumental "즐거운 Go Go", beirando os 15 minutos, que mesclam blues e psicodelia numa longa e poderosa viagem revezando passagens de guitarra, órgão e bateria.
Uma excelente chance para conhecer o rock sul-coreano, pérola recomendada para fãs de jam rock psicodélico.

Golden grapes album: enjoy the psychedelic party or trip. Prince record Normal Mint price over 1000$ Ultra Mega rare! This album is a great and masterpiece of Korean dark psychedelic rock music!!!!

You can listen to very rhythmical and powerful psychedelic sounds at this album more than any Korean sychedelic records. The color of psychedelic sounds are very deep and dark also the feeling are damply and heavy. In shortly this is a bad trip! ? I think that this is a Korean representative psychedelic record and his forgotten masterpiece!! So you have a big headache when the trip ended as smoke marijuana!!! This is a really dark and powerful also hallucinating psychedelia !
Text: Psychedelic Music


Shin Jung Hyun (guitarra)
Richard Ben (percussão, vocal)
Bill Jackson (bateria)
Bob Engel (órgão)
Harry Dickson
(guitarra, baixo, vocal)
Vichard Harrison
(baixo, bongos, vocal)

01 그리워라 (Miss You)
02 생각하는 사람 (Thinkin Heart)
03 하필 그 사람 (Why She)
04 나를 더이상 괴롭히지 말라 (Don't Bother Me Any More)
05 그 사람아 (She)
06 즐거운 Go Go (Happy Go Go)



quinta-feira, 18 de junho de 2015

PROGRESSIVE ROCK - HARRY SABAR FRIENDS - Lentera - 1979


Pérola obscura vinda Indonésia, o multi-instrumentista Harry Sabar nasceu na capital Jacarta e lançou alguns trabalhos no fim da década de 70 e começo de 80, além de outras participações. Apesar de certo reconhecimento local, hoje sua obra é bastante rara (lançada majoritariamente em cassete) e desconhecida fora do país. Outras informações sobre seu paradeiro ou carreira após 1985 são pouco divulgadas.
Posto aqui seu primeiro álbum, de 1979, intitulado Lentera (em português Lanterna ou Farol), com extensa lista de músicos convidados. É dividido em 10 faixas, maioria curtas, que não foge muito de outros discos indonésios da época, baseada no som soft/ pop, mas com fortes doses de rock progressivo, especialmente sinfônico, no instrumental dominado pelos sintetizadores, mellotrons, órgãos e piano, contando ainda com boas passagens de guitarra e percussão. Os vocais também são típicos, muito bem trabalhados, masculinos e femininos e com todas as letras na língua local. Destaque para as faixas "Kitaran Warsa", "Kemarin Dan Hari Ini", "Sekiranya" e "Resah".
Progressivo bastante peculiar, altamente recomendado para ouvidos já acostumados com o estilo no sudeste asiático.

Obscure pearl coming from Indonesia, the multi-instrumentalist Harry Sabar was born in the capital Jakarta and released some cassettes in the late 70 and early 80, in addition to other equity. Despite some local recognition, today his work is quite rare and unknown outside the country. 
Post here his first album of 1979, entitled Lentera (Flashlight), with extensive list of guest musicians. It is divided into 10 tracks, most short, remembering a lot of other Indonesian discs of the time, based on a soft/ pop sound, but with strong doses of progressive rock, symphonic especially, in the instrumental dominated by synthesizers, mellotrons, organ and piano, still relying on good guitar and percussion passages. The vocals are also typical, very well-crafted, male and female, and with all the lyrics in the local language. Best tracks are "Kitaran Warsa", "Hari Ini Dan Kemarin", "Sekiranya" and "Resah". Peculiar prog, recommended for ears accustomed to the style in Southeast Asia.

Harry Sabar (vocal, bateria, percussão, címbalo, tamborim)
Marusya Nainggolan (piano, mellotron, cravo)
Debby Nasution (mellotron, harpa, baixo, sintetizador, órgão, piano)
Keenan Nasution (bateria, címbalo, piano, mellotron)
Adhie (piano, mellotron, sintetizador, vibrafone)
Odink Nasution (guitarra, baixo)
Gauri Nasution (guitarra)
Eddy Danferr (bateria)
Usya (cravo)
Jati (violão)
Chandra Darusman (piano, sintetizador, clavinete)
Matise (guitarra, violão)
Nana, Vanthy, Rini Noor (backing vocal)

01 Lentera (5:32)
02 Kala Daun Berguguran (3:56)
03 Kitaran Warsa (4:48)
04 Lazuardy (6:10)
05 Kemarin Dan Hari Ini (6:26)
06 Terbenci Tapi... (6:55)
07 Khalwat Jiwa (4:02)
08 Sekiranya'... (4:36)
09 Disejuk Malam (5:24)
10 Resah (4:36)

segunda-feira, 15 de junho de 2015

HARD PROG - OLIVE - Same - 1976


Mais uma pérola obscura vinda do Japão, a banda Olive foi ativa em meados dos anos 70, lançando um único e raro álbum em 1976 de forma independente e até hoje não relançado. Segundo informações do próprio LP se tratava de uma dupla entre a vocalista Keiko Ohtsuka e guitarrista Masamitsu Nakanowatari, contando com vários músicos convidados.
O homônimo é composto por 8 faixas, maioria longas, que trazem influências típicas da época, misturando hard rock com progressivo e leves momentos de space. Os jams instrumentais são destaques, com solos viajantes de guitarra e órgão, acompanhados por consistentes bases no baixo e bateria. O grande diferencial do disco é o vocal feminino de Keiko, com letras na língua local e seguindo estilo tradicional de ópera e cantos japoneses, particularmente não encaixa bem ao som, mas vale a audição. Destaque para as faixas "Toki wa kaze no youni", "Masoukyoku" e "Testament".
Nada de essencial, mas recomendado para fãs de hard prog e space rock.

One more rare gem coming from Japan. The band Olive was active in the mid-70s, launching only a rare album in 1976 privately and still not reissued. According to LP own information it was a dual between the vocalist Keiko Ohtsuka and guitarist Masamitsu Nakanowatari, with several guest musicians.
The namesake consists of 8 tracks, most long, bringing influences typical of the time, mixing hard rock with progressive and light moments of space. The instrumental is highlight, with guitar and organ jams accompanied by a consistent bass and drums line. The great differential is Keiko's female vocals, with lyrics in the local language and following traditional opera and Japanese songs, that in my opinion don't fit well to the sound, but you may enjoy. Key tracks: "Time Passes Like The Wind", "Music Played By The Devil" and "Testament". Nothing essential but recommended for hard prog and space rock fans.

Keiko Ohtsuka (vocal)
Masamitsu Nakanowatari (guitarra)
+
Toshikazu Ishijima (guitarra)
Kiyoshi Hagono (baixo)
Kazumori Kawamura (bateria)
Ken Miyazawa (teclados)

01. Pierrot 5:22
02. Densetsu 7:53
03. Kuro no miwaku (Enchanted Black) 4:10
04. Toki wa kaze no youni (Time Passes Like The Wind) 7:30
05. Masoukyoku (Music Played By The Devil) 9:56
06. Olive 4:52
07. Isho (Testament) 8:52
08. Shinkirou (Mirage) 7:11

sábado, 13 de junho de 2015

PROG ROCK/ FUSION - YELLOW - Same - 1975


Pérola bastante obscura vinda do Japão. As informações sobre a banda Yellow são imprecisas, pois aparentemente existiram dois grupos locais com mesmo nome na época, um era power trio formado por Taisuke Morishita, que não deixou nenhum disco. Este o qual posto no blog era um sexteto, com história praticamente desconhecida, lançando dois LPs em 1975 e relançados em 2009. Qualquer novidade sobre estes grupos são bem-vindas!
O homônimo, original de 1975 é composto por 7 faixas, sendo algumas longas. O som é diversificado, com momentos voltados ao rock progressivo, fusion, folk/ soft e até funk rock, próximos a outros jams japoneses. Encontra seus melhores momentos no instrumental, com forte presença de órgão, piano, percussão/ bateria, flauta e guitarra, as letras são em japonês. Destaque para "Yellow", "Oshie Te Kudasai" e "Uchuu (Also Sprach Zarathustra)".
Apesar de um pouco irregular, recomendo essa pérola para fãs de prog/ fusion e rock oriental.

Obscure band coming from Japan Information about "Yellow" are inaccurate because apparently there were two local groups with the same name at the time, one was a power trio formed by Taisuke Morishita, that didn't release no record. In the blog I post another one, which was a sextet, with almost unknown history, releasing two LPs in 1975 and relaunched in 2009. Any news on these groups are welcome!
The self-titled consists of 7 tracks, with some long. The sound is diverse, with moments focused on progressive rock, fusion, folk / soft rock and even funk, next to other Japanese jams. Finds its best moments in the instrumental, with a strong presence of organ, piano, percussion / drums and guitar, the lyrics are all in Japanese. Key tracks are "Yellow", "Oshie Te Kudasai" and "Uchuu (Also Sprach Zarathustra)". Although a little irregular, I recommend this gem for fans of prog / fusion rock.

Takamichi Tarumi (vocal, percussão)
"Johnny" Yoshinaga (bateria)
Junsaku Nakamura (guitarra)
Masabumi Kawasaki (teclado)
Yoshimichi Tarumi (baixo, vocal)
Shinichi Ueda (percussão, flauta)

01 Yellow 9:12
02 Yoake Mae 4:54
03 Oshie Te Kudasai 6:22
04 Economic Animal Ni Sasageru Sanka 2:59
05 Uchuu (Also Sprach Zarathustra) 10:53
06 Otoko To Onna 4:03
07 Kokki Hatameku Moto Ni 3:55

quarta-feira, 10 de junho de 2015

FOLK ROCK - TAMBURLAINE - Say No More - 1972


Pérola vinda da Nova Zelândia, formada no fim dos anos 60 na capital Wellington. O trio Tumburlaine começou tocando covers em pequenos bares e universidades locais e acabaram se destacando, na década seguinte lançaram dois álbuns e outros compactos. Infelizmente a banda se desfez em 1973, após mudanças na formação, mesmo assim vários membros seguiram carreira na música.
Posto aqui o disco Say No More, debut de 1972, contando com vários músicos convidados. É composto por 8 músicas, maioria curtas, com predomínio de folk rock e doses de country e psicodelia, lembrando alguns nomes britânicos da época. A música é bonita, serena e bem arranjada, com violões, piano, percussão, flauta, banjo e vários momentos de coro, com temática hippie e viajante. A memorável "The Flame of Thoriman" é o grande destaque, apesar de ser um trabalho sólido.
Pérola recomendada para fãs de folk rock e acid folk.

Pearl coming from New Zealand, formed in the late 60 in the capital Wellington. The trio Tumburlaine began playing covers in smalls pubs and local universities and ended up highlighting, in the next decade released two albums and others singles. Unfortunately the band disbanded in 1973 after changes in line-up, yet several members followed career in music.
Post here their debut "Say No More", of 1972, with several guest musicians. It consists of 8 songs, majority short, with a predominance of folk rock and doses of country and psychedelia, recalling some British names at the time. The music is beautiful, serene and well arranged, with acoustic guitars, piano, percussion, flute, banjo and various times of choir, with hippie and trip theme. The memorable "The Flame of Thoriman" is the highlight, despite being a solid job. Recommended for folk rock and acid folk fans.

Steve Robinson (violão, guitarra, pecussão)
Simon Morris (baixo, piano, violão, vocal)
Denis Leong (guitarra rítmica, vocal, percussão)


01 Pass A Piece Of Paper 3:45
02 Lady Wakes Up 3:20
03 The Raven And The Nightingale 3:30
04 Do For The Others 3:15
05 Saffron Lady 4:00
06 Some Other Day 4:00
07 Rainy City Memoirs 3:50
08 The Flame Of Thoriman 10:20



segunda-feira, 8 de junho de 2015

COUNTRY/ BOOGIE ROCK - SWAMP SALAD - On the Country Line - 1971


Pérola obscura formada na Austrália em 1971. O projeto (provavelmente apenas de estúdio) Swamp Salad juntou alguns músicos relativamente conhecidos na cena local, como os guitarrista Dave Donovan e Len Hutchinson, de origem australiana e neo-zelandesa. Deixaram como registros um álbum em compacto no mesmo ano, lançados pela Calendar e com presença da cantora Christine Barnett.
On the Country Line é dividido em 12 faixas curtas, sendo vários covers, que como sugerem o título, misturam influências do country, swamp, boogie, blues e até rock psicodélico norte americano. O som é simples e direto, alcançando seus melhores momentos no instrumental, com protagonismo das guitarras, alguns solos interessantes e wah-wah, acompanhados por consistente "cozinha" de bateria/ baixo. O vocal feminino aparece em 4 faixas, dando um toque interessante ao som, mas sem grande expressão. Quanto as faixas, destaque para "Take Me Back to Memphis", "Groovey Man Mangrove", "Country Line" e as viajantes "The Ballad of Creepy Creek" e "Aquarius".
Nada de essencial, mas uma boa pedida para fãs de country e boogie rock.

Obscure gem formed in Australia in 1971. The project (probably just studio) Swamp Salad joined some relatively known musicians in the local scene, as guitarist Dave Donovan and Len Hutchinson, from Australia and New Zealand. They left as records a single and one album in same year, launched by Calendar and with presence of singer Christine Barnett.
"On the Country Line" is divided into 12 short tracks, with various covers, which as the title suggests, mix influences of country, swamp, boogie, blues and even psychedelic rock, close to American bands. The sound is simple and straightforward, reaching its best moments in the instrumental, with protagonism of the guitars, some interesting solos and wah-wah, accompanied by consistent drums/ bass lines. The female vocal appears in 4 trakcs, giving an interesting touch, but without much expression. As for the tracks, notably "Take Me Back to Memphis", "Groovey Mangrove Man," "Country Line", "The Ballad of Creepy Creek" and "Aquarius".
Nothing essential, but a good choice for country and boogie rock fans.

Dave Donovan (guitarra)
Len Hutchinson (guitarra)
George Thompson (baixo)
George Adamson (baixo)
+
Christine Barnett (vocal)

01 Wichita Lineman 2:45
02 Swamp Girl 3:18
03 Take Me Back to Memphis 5:28
04 Swamp Salad 4:24
05 Groovey Man Mangrove 2:41
06 Country Line 2:30
07 Johnny Guitar 2:55
08 Dirty Old Man 2:03
09 Willie & Laura Mae Jones 3:08
10 The Ballad of Creepy Creek 3:00
11 Ode to Billy Joe 4:03
12 Aquarius 3:12



domingo, 7 de junho de 2015

PROG/ PSYCH ROCK - STAFFORD BRIDGE - Song for a Blind Man / Passing Lines - 1972



O sexteto Stafford Bridge foi formado provavelmente na região de Sidney, Austrália, no começo dos anos 70, lançando dois raros singles em 1972 pela Infinity. Posto aqui o último, com as curtas músicas "Song for a Blind Man" e "Passing Lines", mas ambas muito bem executadas, trazendo a típica mistura de rock progressivo e psicodélico. O instrumental conta com interessantes solos de flauta, órgão, bateria e guitarra distorcida, o vocal aparece bem, com temática pacífica e tranquila.
Pérola recomendada para fãs de rock psicodélico e progressivo. 

The sextet Stafford Bridge was probably formed in the Sydney region, Australia, in the early '70s, releasing two rare singles in 1972 by Infinity. Post here the last one, with short songs "Song for a Blind Man" and "Passing Lines", but both well executed, bringing the typical mix of progressive and psychedelic rock. The instrumental has interesting flute, organ, drums and distorted guitar solos, vocal appears good, with peaceful and calm theme. Recommended for psychedelic and progressive rock fans.

Peter Gordon (saxofone, flauta)
David Kay (guitarra, flauta)
Gary Riley (bateria)
Terry Riley (órgão)
Ross Sanders (baixo)
Jim Willebrandt (vocal)

01 Song for a Blind Man 3:04
02 Passing Lines 3:05

sábado, 6 de junho de 2015

FOLK/ COUNTRY ROCK - MANTRA - Same - 1970


Fechando a sequência de postagens das Américas, uma super raridade vinda de Montreal, no Canadá. O trio Mantra teve breve período de existência, lançando um único álbum e compacto em 1970, com presença de alguns músicos locais, prensagem pequena e até hoje não relançado, tornando este um item de colecionador. Após o fim do grupo Draper e Fauteux formaram a banda D'arcy, lançando outro LP dois anos mais tarde.
O homônimo é dividido em 12 curtas canções, passeando pelos estilos folk/soft e country. Bonitas melodias acústicas, com violões, piano, percussão e outros instrumentos se fazem presentes acompanhando o vocal, que não fica atrás, com vários momentos de coro e letras em inglês, trazendo um clima até nostálgico em momentos. Quanto as faixas, destaque para "Hopscotch", "Simple Joys", "Tomorrow Without You", "Drifter" e "Dick's Song".
Pérola muito bonita e bem tocada, recomendada para fãs de folk rock com toques de country.

Super rarity coming from Montreal, Canada. The trio Mantra had brief period of existence, releasing a single album and single in 1970, with the presence of some local musicians, small press and still not reissued, makes this a collector's item. After the end of the group, Draper and Fauteux formed the band D'arcy, releasing another LP two years later.
The self-titled is divided into 12 short songs, walking through folk / soft rock and country. Beautiful acoustic melodies with acoustic and steel guitars, piano, percussion and other instruments present following the vocals, that keeps the same feel, with several moments of chorus and lyrics in English, bringing even a nostalgic atmosphere at times. As for the tracks, especially "Hopscotch," "Simple Joys", "Tomorrow Without You", "Drifter" and "Dick's Song."
Beautiful and well played gem, recommended for folk rock fans with country touches.

D'arcy Draper (violão 12 cordas, vocal)
Pierre Fauteux (baixo, vocal)
Dick Kelder (violão, vocal)
+
Roger Laundreville (harpa de boca)
Graeme Lennox (piano, tamborim, auto-harpa)
David Wallis (percussão)
Larry Douglas (steel guitar)

01 Hopscotch (Part 1) 1:28
02 Simple Joys 3:10
03 Stay 2:58
04 Depend on Somebody 3:35
05 Hopscotch (Part 2) 0:32
06 Tomorrow Without You 5:32
07 Drifter 2:43
08 Beatrices 3:15
09 Hopscotch (Part 3) 1:16
10 Midnigh Train 2:01
11 San Francisco Morning 3:17
12 Dick's Song 3:51



quinta-feira, 4 de junho de 2015

ACID/ PSYCH ROCK - VARIOUS - 100% Unknown Fibers: Odd-Lots - 1970


Este é um daqueles registros com longa história, aqui vai um breve resumo sobre The Laguna Beach Christmas Happening (O Acontecimento ou Festival de Natal em Laguna Beach). Foi um dos vários festivais hippies organizados na costa oeste americana na época, este ocorreu em uma região isolada de Laguna Beach durante 3 dias, começando em 25 de dezembro de 1970 e reunindo cerca de 25000 pessoas. Por conta do pouco tempo de organização o evento não contou com presença de nenhum grande nome do rock, sua história sobrevive até hoje graças a estas gravações amadoras feitas durante os shows, lançadas de forma privada e única entre 1970/71. Várias outras histórias do festival, como a presença da "Brotherhood of Eternal Love" e Buddy Miles, que chegou a fazer alguns "jams" na guitarra você lê no link abaixo.
100% Unknown Fibers: Odd-Lots traz 6 faixas desconhecidas, tocadas aparentemente por 4 pequenos grupos locais (os quais apenas sabe-se o nome de "Sea and East Utopian Mission" e "Live Wire"), sempre iniciadas por uma mensagem hippie anunciada entre as apresentações. O som é na maioria do tempo ocupado por jams e improvisações, na linha acid/ psicodélica, influenciada pelas grandes bandas da época (com cover de Hendrix), em momentos viajantes e outros agressiva. Guitarra fuzz, bateria e raras passagens de órgão e flauta se destacam, em longos solos. A qualidade, claro, não é das melhores, pois se trata de um bootleg.
Rock ácido, psicodélico e nervoso do começo ao fim em um registro muito interessante da era hippie norte-americana. Pérola altamente recomendada!
Mais informações (Inglês): Lysergia


This is one of those records with long history, here's a brief summary of The Laguna Beach Christmas Happening. It was one of several festivals organized by hippies in the West Coast at the time, this occurred in an isolated region of Laguna Beach for 3 days, beginning on December 25, 1970 and bringing together about 25,000 people. Because of the short time organizing the event, it did not count with the presence of any big rock name, its history survives today thanks to these amateur recordings made during the shows, released privately and only way between 1970/71. Several other stories of the festival, such as the presence of "Brotherhood of Eternal Love" and Buddy Miles, who even made some "jams" on guitar you read in the link below.
"100% Unknown Fibers: Odd-Lots" brings 6 unknown tracks, apparently played by four small local groups (which we only know the name of "East Sea and Utopian Mission" and "Live Wire"), always initiated by a hippie message announced between presentations. The sound is most of the time occupied by jams and improvisations, in the acid / psychedelic line, influenced by great bands of the time (with a Hendrix's cover) in trip or aggressive moments. Fuzz guitar, drums and rare organ and flute passages stand out in long solos. The quality of course is not the best, because it is a bootleg.
Acid, psychedelic and nervous rock from start to finish in a very interesting record of American hippie era. Highly recommended pearl!
More Info: Lysergia




01 Live Wire - Black Hearted Woman 5:25
02 Unknown Track 6:35
03 Sea and East Utopian Mission - Can You Feel It 6:20
04 UnknownTrack 4:15
05 Purple Haze + Unknown Track 6:55
06 Unknown Track 8:05



segunda-feira, 1 de junho de 2015

AVISO: DIVULGAÇÃO DE BANDAS ATUAIS


Devido ao recente aumento no número de artistas, bandas e produtores que entram em contato pedindo divulgação de seus novos trabalhos aqui no blog, faço este rápido post para esclarecer que o blog, apesar de voltado para rock raro e obscuro dos anos 60 e 70, está aberto para divulgação de projetos atuais que sigam a linha das postagens regulares (rock progressivo, psicodélico, folk, jazz, etc.). 
Estilos fora do padrão do blog não serão postados. 
Todos os e-mails são lidos e bem-vindos, mas peço e agradeço a paciência, já que postagens nessa linha são feitas esporadicamente. 

Due to the recent increase in the number of artists, bands and producers who come in contact asking for divulgation of their new projects here in the blog, I make this quick post to clarify that the blog, despite being about rare and obsucre bands from the '60s and '70s rock, it is open to post new CDs that follow the line of regular posts (progressive, psychedelic, folk, jazz rock, etc.).
All e-mails are read and welcomed, but I ask and thank for the patience, since this kind of posts are made sporadically.