Se você está interessado em baixar algum álbum postado a partir de 2015, entre em contato por e-mail: prolasdorock@yahoo.com ou deixe seu contato nos comentários (este não será visível publicamente), e o link será enviado o mais breve possível!


Mais informações aqui: http://goo.gl/ra9cdp


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quinta-feira, 30 de abril de 2015

JAZZ ROCK - ARTE & OFÍCIO - Faces - 1979


Pérola vinda de Portugal, ativa na segunda metade dos anos 70 e começo dos 80. Posto aqui o primeiro e melhor álbum da banda Arte & Ofício, de 1979, com momentos distintos de jazz rock/ fusion e outros de hard, típicos à época. Revisão do blog Under Review:

A banda Arte & Ofício surgiu em 1976, quando o baixista Sérgio Castro e o vocalista António Garcez, dois antigos elementos dos Psico, decidem formar um grupo de rock. A este núcleo inicial juntam-se Álvaro Azevedo (ex-Pop Five Music Inc), na bateria e os guitarristas Fernando Nascimento e Serginho. Este grupo de veteranos, todos com larga experiência na música pop portuguesa, pretende fazer dos Arte & Ofício um grupo profissional. O seu som caracteriza-se por uma mistura de hard rock com jazz rock, na linha de uns Gentle Giant, mas com estéticas originais. O seu primeiro trabalho é um single com "Festival" e "Let Yourself Be", a que se seguirá outro single com "The Little Story Of Little Jimmy" e "Quibble". Nestes dois trabalhos é notório o profissionalismo da banda e, sobretudo, descobre-se um verdadeiro performer em Garcez. No ano do lançamento dos singles fazem a primeira parte dos alemães Can, no Pavilhão dos Desportos de Lisboa. Neste ano sai o Maxi Single (o primeiro da história da música nacional) "Come Hear The Band" e "O Cacarejo da Galinha", onde a banda revela todas as suas potencialidades. O tema com o título em português é totalmente experimental e o tema-título é um vigoroso rock, ao qual os portugueses não estavam habituados, vindo de bandas portuguesas. Em 1979 é editado "Faces", o seu trabalho de longa duração, com duas faces bem distintas: uma face rock e uma face jazz rock . Este disco conta com a participação de António Pinho Vargas que fará parte do line up da banda durante algum tempo. Quando se pensava que a banda estava para durar sofre um rude golpe com as saídas de Serginho e Garcez (este último para formar os Roxigénio). Nada, porém, estava perdido. A banda recruta André Sarbib e grava "Marijuana", um mega-sucesso nos seus espectáculos ao vivo e que lhe permite fazer as primeiras partes de Joe Jackson em vários países do Sul da Europa. O público não aderiu ao seu rock anacrónico cantado em inglês e o seu último LP "Danza" não se conseguiu impor. Pouco tempo depois do lançamento do disco, e perante as poucas solicitações para concertos, o grupo dá por terminada a sua carreira. Ao mesmo tempo que mantinha os Arte & Ofício, Sérgio Castro forma os Trabalhadores do Comércio, que lhe permitem continuar na crista da onda durante o tempo que durou o fenômeno do rock português. Foi, aliás, com esta banda brincalhona que António Garcez voltou a gravar e a cantar em português

Sérgio Castro (baixo)
António Garcêz (vocal)
Álvaro Azevedo (bateria)
Fernando Nascimento (guitarra)
Sergio Cordeiro (guitarra)
Antonio Pinho (teclados)
Rui Cardoso (sax soprano)

01 Young Chicks
02 Contradiction
03 Follow Me Over Via Dover
04 Lobster Society
05 All We Have To Do
06 Trip
07 Turn The Light
08 Endless Way
09 Sea Of Monsters
10 Finally

quarta-feira, 29 de abril de 2015

HARD ROCK - URGE - What´s Wrong? What´s Right? / Feelin´ Free - 1971


Pérola formada em Dublin, capital da Irlanda em 1970. A banda Urge (ou The Urge) começou como um quarteto, mas pouco tempo depois, com a saída do guitarrista John Leahy, se tornaram um power trio, gravando na época seu único e raro compacto. Após várias mudanças de formação, chegando a contar com o guitarrista Bernie Tormé, a banda se desfez em 1973.
O single de 1971 traz as músicas "What's Wrong? What's Right" e "Feelin' Free", ambas curtas e trazendo o típico hardão setentista, direto e barulhento, com excelentes solos de guitarra, vocal rasgado e belo entrosamento baixo/ bateria. Com certeza a banda tinha grande potencial para um long-play, que infelizmente nunca veio. 

Pearl formed in Dublin, capital of Ireland in 1970. The band Urge (or The Urge) began as a quartet, but shortly after, with the departure of guitarist John Leahy, became a power trio, recording at time its only and rare single. After several lineup changes, playing with Bernie Tormé, the band disbanded in 1973.
The single brings the songs "What's Wrong? What's Right" and "Feelin 'Free", both short and bringing the typical 70s hard rock, with excellent and noisy guitar solos, powerful vocals and great bass / drums. Surely the band had great potential for a long-play, which unfortunately never came.

Joe "Jodi" O'Keefe (vocal, baixo)
Andy Dillon (guitarra)
Larry Jordan (bateria)

01 What's Wrong? What's Right? 3:33
02 Feelin' Free 2:32

sábado, 25 de abril de 2015

COUNTRY ROCK - HOLY MACKEREL - Same - 1972


Pérola formada em Lancashire, norte da Inglaterra, no começo dos anos 70. A banda Holy Mackerel (não confundam com a americana de mesmo nome) contava com ex-membros de Jason Crest, Orang-Utan e Samuel Prody. Lançaram um único álbum em 1972, se desfazendo precocemente no ano seguinte, quando gravaram outro disco, mas que por problemas com a gravadora só veio à público vinte anos depois.
Posto aqui o debut homônimo de 1972, relançado este ano em CD. O álbum traz 8 faixas curtas, abrindo com o cover de "Going to the Country", da Steve Miller Band, mostrando a influência pesada de country rock dos caras, com doses acentuadas de hard, blues e algumas baladas. O som é típico da época, dominado por excelentes passagens das guitarras e poderoso vocal de Terry Clark, com alguns bons momentos de gaita e bateria. Destaque para "Going to the Country", "Spanish Attraction", "Oh!" e "The Boy And The Mekon".
Pérola altamente recomendada para fãs de country rock dos anos 70.

British band Holy Mackerel evolved out of the spotty 1960s psychedelic outfit Jason Crest.
Lead vocalist Terry Clarke, lead guitarist Derek Smallcombe and drummer Roger Siggery from the original Jason Crest put Holy Mackerel together in 1971 and they added second lead guitarist Chris Ware and bass player Tony Wood to fill out the lineup. After spending quite a bit of time in the Lancashire countryside honing their rural/melodic/hard rock sound they started to play live getting a reputation as an excellent live act. CBS signed the group and in 1972 they released their brilliant self titled album. This would be followed by a test press/acetate only second album Closer To Heaven which although the liner notes tell you otherwise is nowhere near as good.
Holy Mackerel play with passion on their 1972 only official release. The harmonies are top class and Terry Clarke sounds like he's finally mastered his "heavy" vocals, sounding powerful and confident. The interplay between Ware and Smallcombe is amazing especially on the 3 long tracks "Spanish Attraction," "Oh!" and "The Boy And The Mekon." Two cover versions are included in the rocking harmonica and harmony lead opening track "Going To The Country" by Steve Miller/Ben Sidran and Cowboy's "Rock A Bye" both are excellent. Country rock is not a term that suits Holy Mackerel and the liner notes express this. Rural heavy hard rock with power, melody, and a clear sound are what they are. Like the Welsh Band Quicksand, Dog That Bit People, Northwind, Renia, Fable there are obvious leanings towards the laidback pastoral early 70s magic vibe, but Holy Mackerel are more of a hard rock band. A perfect example of this is the brilliant "Spanish Attraction" with very interesting well-written lyrics and strong vocals from its writer Terry Clarke. The guitars smoke, the Spanish vibe is great, and a crystal clear production job just makes it perfect. This track is amazing.
Text: Vinyl Antiquity

Derek Smallcombe (guitarra, violão, harmônica, vocal)
Terry Clark (vocal)
Roger Siggery (bateria)
Chris Ware (guitarra)
Tony Wood (baixo)

01 Going To The Country 3:02
02 Virginia Water 3:45
03 Spanish Attraction 7:34
04 Rock-A-Bye 2:34
05 Oh! 5:15
06 Were You At All 2:55
07 New Black Shoes 3:48
08 The Boy And The Mekon 5:46



quinta-feira, 23 de abril de 2015

AL BERKOWITZ - A Long Hereafter / Nothing Beyond - 2015


Postagem especial no blog, atendendo ao contato do selo Tempel Arts. Este é o mais novo trabalho da banda espanhola Al Berkowitz, com grande variedade de influências, como folk, prog, psicodelia, música ambiente e outros. Revisão:

A Long Hereafter / Nothing Beyond, segundo LP em estúdio de Al Berkowitz, faz sua aparição por fim em todo o mundo com o selo independente Tempel Arts. O álbum está disponível no dia 15 de abril de 2015 no site da Tempel, onde você já pode ouvir e baixar de forma livre, e nas plataformas digitais Spotify, iTunes, Google Play y Amazon.

A última gravação de longa duração dessa banda que está quase no do meio caminho entre o folk, a psicodelia e a música experimental sai por fim no mercado internacional, após pouco mais de um ano de ter sido publicado na Espanha e com muito sucesso da crítica. Temple Arts, selo especiazado em música de vanguarda, acolheu esse lançamento e é responsável de levar a música de Al Berkowitz a todos os rincões do planeta.

Escutar A Long Hereafter / Nothing Beyond é mergulhar-se em um universo musical único e inclassificável, onde cada tonalidade e cada som tem sua razão de ser. Com uma riqueza harmônica avassaladora e uns arranjos expressivos e preciosistas, os oitos cortes do CD conseguem manter uma essência sincera e honesta, atingindo um surpreendente equilíbrio entre espíritos e estilos contraditórios.

Gravado na maioria em um canto paradisíaco ao longo das costas de Cádiz (Espanha) e com o vocalista e multi-instrumentista Ignacio Simón no cargo da produção, os discípulos de Aldous B. Berkowitz tinham passado um longo tempo cinzelando e moldando cuidadosamente seu projeto mais ambicioso e pessoal até agora. Com este LP Al Berkowitz termina uma série de lançamentos que surgem a partir das mesmas sessões, e que tem multiplicado os seguidores da banda nos últimos tempos: os singles The Frenchman and The Rabbitman e Magical Cynical e o EP "A Better Way".

Em A Long Hereafter / Nothing Beyond convergem infinidades de estilos e influências: desde o pop barroco do The Beach Boys até o cinismo melancólico do Robert Wyatt; do folk psicodélico de Robyn Hitchcock até aos Grizzly Bear mais escuros; do paisagismo experimental do Charles Ives e Iannis Xenakis até a intensidade do The Pop Group; do intimismo do Nick Drake até o histrionismo dos primeiros Pink Floyd

Abril próximo e depois de já ter exibido as músicas desse último trabalho na Itália, Espanha e Reino Unido, Al Berkowitz irá fazer um tour para levar a sua música até Dinamarca, Alemanha, França e Canadá, entre outros países.

Para mais informações sobre a banda, seu último CD e download gratuito basta entrar no site oficial: http://alberkowitz.com/ ou Bandcamp 

This sophomore effort, halfway between psychedelia, folk and experimental music, comes out worldwide in a revised version on Tempel Arts, roughly two years after being released in Spain to critical acclaim.
This new album was recorded mostly in a heavenly spot off the coast of Cádiz (Spain) and self-produced by vocalist and multi-instrumentalist Ignacio Simón. “A long hereafter. Nothing beyond” culminates a series of releases arising from those sessions which have multiplied their followers lately: the singles “The Frenchman and The Rabbitman” and “Magical cynical” and the EP “A better way”.


Ignacio Simón (vocal, piano, guitarra, teclado, percussão)
Santiago Estrada (background vocal, baixo, percussão)
Lorenzo Palomares (bateria, percussão)

01 You and I 04:43
02 The Frenchman and The Rabbitman 08:16
03 How could we get ourselves lost? 04:51
04 Magical cynical 03:57
05 Farewell, my lady! 05:27
06 A long hereafter 04:55
07 Nothing beyond 03:34
08 Sensitive, not dramatic 07:50

quarta-feira, 22 de abril de 2015

PROG FOLK - CARPINETA - Same - 1978


Pérola extremamente obscura vinda de Cosença, sul da Itália, formada em meados dos anos 70. O grupo Carpineta lançou um único álbum em 1978, de forma independente, até hoje não relançado e que ainda passa despercebido entre admiradores do progressivo italiano. Se desfizeram logo em seguindo e quase nada mais se sabe sobre a banda.
O homônimo é composto por 9 faixas que trazem um verdadeiro caldeirão de estilos, passando pelo rock progressivo, jazz fusion, com elementos avant-garde e música folclórica da região, tendo como refência o Canzoniere del Lazio. O disco é majoritariamente instrumental, combinando instrumentos típicos, como sopros, percussão, bandolim e até zampogna, com passagens de guitarra fuzz, bateria e sax. Os vocais aparecem bem, com letras em italiano e dialetos locais, falando sobre trabalho e imigração.
Ouçam e tirem suas conclusões, recomendado especialmente para fãs de prog folk italiano.

Obscure band coming from Cosenza, southern Italy, formed in the mid-70s. The group Carpineta released one album in 1978, privately, not re-released and still unnoticed among Italian prog admirers. They soon disbanded and almost nothing is known about the band.
The namesake consists of 9 tracks that bring a true melting pot of styles, through progressive rock, jazz fusion, with avant-garde elements and folk music of the region, remembering Canzoniere del Lazio at times. The album is mostly instrumental, combining typical instruments such as woodwinds, percussion, mandolin and even Zampogna with fuzz guitar, drums and sax passages. The vocals appear well, with lyrics in Italian and local dialects, talking about work and immigration.
Listen and draw your conclusions, recommended especially for Italian folk prog fans.
More info: CD Reissue WishList

Francesco Fortunato (guitarra, bandolim, vocal)
Roberto Leonetti (teclado, violão)
Mario Lauria (saxofone, flauta, clarinete, zampogna)
Francesco Tarantino (baixo, vocal)
Franco Bozzi (bateria, percussão)

01 Zanghiata a denti stritti
02 Alternative
03 Espresso 696
04 Galleria
05 Sabato straniero
06 Lettera
07 Storie di cose nostre
08 Malcontento
09 Carpineta



segunda-feira, 20 de abril de 2015

BLUES/ PSYCH FOLK - JOËL DAYDÉ - J'Aime - 1971



Pérola vinda da França, o cantor Joël Daydé nasceu em 1947 na capital Paris. Foi membro fundador da banda Zoo em 1968, gravando o primeiro LP do grupo no ano seguinte. Após sua saída, partiu para carreira solo, lançando quarto álbuns até 1977, infelizmente voltou seu som para pop comercial nos últimos, sem conseguir sucesso.
Posto aqui seu primeiro trabalho solo, lançado na França e Alemanha em 1971 e contando com participação de Jean-Pierre Lembert e Claude Engel, ambos ex-Magma. J'Aime é composto por 10 faixas, maioria curtas, que misturam de forma muito interessante blues, rock psicodélico e doses de folk, contando com cover de Rory Gallagher em "See Here". Ouvimos várias mudanças de clima, com bem trabalhadas passagens acústicas no violão, percussão e flauta e outros pesados. As letras são todas em inglês, com vocal rasgado de Daydé e algumas participações femininas.
Grata surpresa para fãs de blues rock e psych folk, recomendado.

Pearl coming from France, the singer Joël Daydé was born in 1947 in the capital Paris. He was a founding member of the band Zoo in 1968, recording the first album the group the following year. After he left, released four albums until 1977, unfortunately turned his sound to mainstream pop in the past, unable to succeed.
Post here his first solo album, released in France and Germany in 1971 and counting with the participation of Jean-Pierre Lembert and Claude Engel, both former Magma. J'Aime consists of 10 tracks, most short, that mix of very interesting blues form, psychedelic rock and folk doses, with cover of Rory Gallagher's See Here. We heard several atmosphere changes, with well-crafted acoustic passages on the acoustic guitar, percussion and flute and other heavier. The lyrics are all in English, with Daydé's aggressive vocals and some female participants.
Pleasant surprise for blues rock and psych folk fans, recommended.

Jean-Pierre Lembert (baixo)
Joël Daydé (vocal)
Claude Engel (guitarra, violão)
Serge Doudou (?)
Paco Charlery (percussão)

01 I'm Very Well (Part One) 2:16
02 Can I Live My Life 2:32
03 Confusion 3:12
04 See Here 3:32
05 Cocaine 8:31
06 Mine Line 3:20
07 The Great Love 3:55
08 You Got Freedom 3:56
09 You Honey 6:30
10 I'm Very Well (Part Two) 1:47



sábado, 18 de abril de 2015

HARD ROCK - MUSTANG - Born and Still Alive -1976


Pérola formada em Rijkevorsel, na Bélgica, em meados dos anos 60. A banda Mustang passou por várias formações, sempre liderada pelo vocalista e baixista Guy Mertens (sendo até conhecida como Guy Mertens & The Mustangs no início), com repertório composto por covers de bandas como Thin Lizzy, Allman Brothers, Free, Deep Purple, Sweet e outros. Lançaram um único e raro LP em 1976, continuando com novos músicos até 1985, quando o grupo se desfez, sem conseguir sucesso fora da região.
O álbum Born and Still Alive traz 8 faixas curtas, com exceção da última, do típico "hardão setentista", claramente influenciado pelas bandas citadas acima. O som é direto, dominado por incessantes e ferozes passagens das guitarras, bateria e órgão, combinadas com o potente vocald e Mertens (todas as letras são em inglês). Difícil citar algum momento especial, pois se trata de um trabalho sólido, mas "The Man Who Lives Next Door", de 11 minutos, fecha com maestria o disco.
Uma excelente pérola para fãs de hard rock setentista, altamente recomendada.

Pearl formed in Rijkevorsel, Belgium, in the mid-60s. The band Mustang went through several formations, always led by vocalist and bassist Guy Mertens, with repertoire composed by covers of bands like Thin Lizzy, Allman Brothers, Free, Deep Purple, Sweet and others. Launched an only and rare LP in 1976, continuing with new musicians until 1985, when the group disbanded, unable success outside the region.
The album "Born and Still Alive" features 8 short tracks, except the last, of typical 70s hard rock with clear influences of the bands mentioned above. The sound is straight, with incessant and ferocious passages of guitars, drums and organ, from first to last minute. Difficult to name any particular moment, because it is a solid work, but "The Man Who Lives Next Door", 11 minutes, masterfully closes the disc. Highly recommended to hard rock fans.
More info: Belgian Metal History

Staf de Peuter (guitarra, violão)
Gust Meerts (bateria)
Jef Sas (órgão, guitarra, backing vocal)
Guy Mertens (baixo, flauta, vocal)

01 Exit Please
02 Kickin' In Blind Doors
03 Fly - O High - O
04 Pocket Lover
05 Born And Still Alive
06 Wicked Old Ricky
07 Are We Getting Old
08 The Man Who Lives Next Door



sexta-feira, 17 de abril de 2015

HARD PROG - TATARAR - Gljúfurbarn / Fimmta boðorðið - 1970


Pérola vinda da Islândia, formada em 1968 por jovens da capital Reykjavík. A banda Tatarar lançou apenas dois compactos em 1969 e 70, se acabando precocemente pouco tempo depois. Anos mais tarde o guitarrista Gestur Guðnason integrou o grupo Eik e o baterista Magnús Magnússon se juntou ao Þokkabót.
Posto aqui o segundo e derradeiro single do quarteto, trazendo as curtas músicas "Gljúfurbarn" e "Fimmta boðorðið", tanto quanto inovadoras para a cena local na época. O som é hard prog variando momentos calmos e outros pesados com ótimo órgão e guitarra. As letras são todas na língua local. Interessante para fãs de hard prog setentista.

Pearl coming from Iceland, formed in 1968 by young people from the capital Reykjavík. The band Tatarar released only two singles in 1969 and 70, coming to an end early short time later. Years later guitarist Gestur Guðnason integrated Eik and the drummer Magnús Magnússon joined Þokkabót.
Post here the second and final single from the quartet, bringing short songs "Gljúfurbarn" and "Fimmta boðorðið" as well as innovative for the local scene at the time. The sound is hard prog varying quiet and other heavy moments with great organ and guitar. The lyrics are all in the local language. Interesting to 70s hard prog fans.

Jón Ólafsson (baixo, vocal)
Magnús Magnússon (bateria)
Thorsteinn Hauksson (órgão, piano)
Gestur Guðnason (guitarra)

01 Gljúfurbarn
02 Fimmta boðorðið



quinta-feira, 16 de abril de 2015

SOFT PROG - KRISTIAN - Same - 1972


Pérola vinda da Finlândia, o cantor Kristian (nome artístico de Bengt Vilhelm Huhta) nasceu em Kokkola em 1949. Começou sua carreira na música no final dos anos 60, chegando a dividir palco com o Wigwam em 1968 e gravando dois LPs, relançados recentemente em CD e vários compactos até 1977, quando se tornou professor.
Posto aqui seu debut homônimo de 1972, contando com participação de vários músicos locais. Traz 10 faixas curtas, compostas por Kristian, que misturam folk/soft rock com leves doses de progressivo e psicodélico, na maioria do tempo calmo e suave, ênfase para algumas boas passagens de órgão, guitarra e flauta, quebrando a monotonia em certos momentos. As letras são todas em inglês, com vocais masculinos e femininos.
Boa pedida para fãs de prog folk e soft rock dos anos 70.

Pearl coming from Finland, the singer Kristian (born Bengt Vilhelm Huhta) was born in Kokkola in 1949. He began his career in music in the late 60s, sharing the stage with Wigwam in 1968 and recording two LPs, recently reissued on CD and several singles until 1977, when he became a professor.
Post here his namesake debut, released in 1972, with participation of several local musicians. Brings 10 short tracks, all composed by Kristian, mixing folk / soft with light doses of progressive and psychedelic rock, most of the calm and mellow, emphasis on some good organ, guitar and flute passages, breaking the monotony at times. The lyrics are all in English, with male and female vocals.
Good choice for folk prog and 70s  pop rock fans.

Timo Lindström (baixo, vocal)
Aimo Hakala (bateria)
Pekka Pöyry (flauta)
Antero Jakoila (guitarra)
Jan Ödner (guitarra)
Esa Kotilainen (órgão, piano)
Kaj Westerlund (órgão, piano)
Irina Milan (vocal)

01 King Of The World 2:37
02 Hit Him Hard 4:47
03 Sid Down And Laugh 4:43
04 Sleepful Night 4:47
05 You Fly Sky-High 4:43
06 My Love Song 4:47
07 Big City Girl 2:57
08 Afterwards 4:01
09 Old Fashioned Lady 4:32
10 Mother's Last Song 3:04

terça-feira, 14 de abril de 2015

HARD ROCK - NATURE - Earthmover - 1974


Pérola vinda de Estocolmo, capital da Suécia. A banda Nature foi formada em 1970 por ex-membros da Blues Quality, lançando 2 discos no começo dos anos 70. Após algumas mudanças na formação, passaram a acompanhar o cantor local Ulf Lundell, fazendo parcerias ainda com nomes como Pugh Rogefeldt e Dave Greenslade, até se desfazer em 1977.
Posto aqui o último álbum do grupo, Earthmover, de 1974. É  composto por 10 faixas curtas que combinam hard rock com doses de blues, psicodelia e progressivo, contando com os covers "Summer in the City", "One Room Country Shack" e "This Wheel's on Fire". O som é direto, com poderosas passagens de guitarra, harmônica e bateria, outros instrumentos aparecem bem, mas esporadicamente, como sax, flauta e teclados nas baladas "20th Century Kid", "Mystery Brew" e "Follow My Heart". Sem destaque principal, pois se trata de um trabalho sólido.
Ótima pérola para fãs de hard blues/ prog rock, recomendado.

Pearl coming of Stockholm, capital of Sweden. The band Nature was formed in 1970 by former members of Blues Quality, releasing two albums in the early 70. After a few lineup changes, began to support of the local singer Ulf Lundell, making further partnerships with names like Pugh Rogefeldt and Dave Greenslade.
Post here their last album, Earthmover, 1974. It consists of 10 short tracks that combine hard rock with blues, psychedelia and progressive doses, with the covers "Summer in the City", "One Room Country Shack" and "This Wheel's on Fire". The sound is direct, with powerful guitar, harmonica and drums passages, other instruments appear well, but sporadically, as sax, flute and keyboards in the ballads "20th Century Kid", "Mystery Brew" and "Follow My Heart". No main highlight, because it is a solid job.
Great pearl to hard blues / prog rock fans, recommended.

Mats Ronander (guitarra, harmônica, vocal)
Lasse Wellander (guitarra)
Pär David Johnsson (baixo)
Thomas Rydberg (bateria)

01 Lookin' for Rock n'Roll 2:03
02 Going Home 2:48
03 Summer in the City 3:09
04 20th Century Kid 3:34
05 Mystery Brew 6:56
06 Midnight Dreamer 3:28
07 Meating 3:10
08 One Room Country Shack 3:47
09 Follow My Heart 4:11
10 This Wheel's on Fire 3:27



sábado, 11 de abril de 2015

PSYCHEDELIC ROCK - FINJARN & JENSEN - Same - 1970


Pérola vinda de Oslo, capital da Noruega. A dupla Finjarn & Jensen se formou em 1970 pelo guitarrista Svein Finjarn e o baterista Leif Jensen, logo após o fim da banda Jumbo. O projeto durou pouco tempo, deixando um único e raro álbum no mesmo ano, com participação de Freddy Lindquist e os baixistas Arild Krosby e Arne Kvikstad, sendo relançado apenas em 2009 pela Shadocks.
O homônimo de 1970 é composto por 7 faixas, maioria curtas, que combinam influências de variados estilos, principalmente rock psicodélico do final dos anos 60, doses de proto-prog, folk e hard rock de bandas inglesas e americanas. Letras em inglês e instrumental competente, com vários solos de guitarra, bateria e percussão aparecendo bem são as principais características do som. Destaque para "One More Day", "New Day", "Grey Skies" e "Sorry Girl, But Now I Know Things Will Be Much Better Now You've Gone".
Uma das grandes pérolas do rock psicodélico escandinavo, recomendado para fãs do estilo.

Pearl coming of Oslo, capital of Norway. The duo Finjarn & Jensen was formed in 1970 by guitarist Svein Finjarn and drummer Leif Jensen, soon after the end of Jumbo. The project was short-lived, leaving an only and rare album in the same year, featuring Freddy Lindquist and bassists Arild Krosby and Arne Kvikstad, relaunched only in 2009 by Shadocks.
The eponymous of 1970 consists of 7 tracks, most short, combining influences from different styles, mainly psychedelic rock of the late '60s, with proto-prog, folk and hard rock doses, similar to British and American bands. English lyrics and competent instrumental, with many guitar, drums and percussion solos appearing well are the main features of sound. Emphasis on "One More Day", "New Day", "Grey Skies" and "Sorry Girl, But Now I Know Things Will Be Much Better Now You've Gone".
One of the great pearls of Scandinavian psychedelic rock, recommended for fans of the style.
More Info: Music Review

Svein Finjarn (guitarra, vocal)
Leif Jensen (bateria, percussão, vocal)

Participação:
Arild Krosby (baixo)
Arne Kvikstad (baixo)
Freddy Lindquist (guitarra)

01 One More Day 4:25
02 Blue And Peaceful 4:10
03 What Else Can We Do? 3:44
04 Lady Windsor 4:05
05 New Day 3:10
06 Grey Skies 6:10
07 Sorry Girl, But Now I Know Things Will Be Much Better Now You've Gone 7:30

FOLK ROCK - WATERFALL - Same - 1972


Pérola vinda da região de Ticino, parte italiana da Suíça. O duo Waterfall teve vida curta, sendo ativo no começo dos anos 70, composto pelos músicos Corry Knobel e Eliano Galbiati. Resultou em um único e raríssimo álbum, lançado na Itália, com apenas 500 cópias que ainda foram apreendidas e perdidas na Suíça. O disco passou mais de 30 anos em total obscuridade, até que em 2003 foi relançado em CD pela Black Rills.
O homônimo de 1972 é um álbum curto, dividido em apenas 5 faixas curtas, com exceção da última. A música é basicamente folk rock acústico e calmo, dominada por violão, percussão e vocal viajante (todas as letras em inglês), bons, mas raros momentos de piano e guitarra aparecem. O destaque principal vai para "Waterfall - The Unknown Light", de quase 14 minutos, que fecha o disco em um clima mais psicodélico e progressivo.
Nada de essencial, mas uma boa pedida pra fãs de folk rock, com pitadas de prog.

Waterfall was a short-lived duo from Ticino, Italian part of Switzerland. It was composed of musicians Corry Knobel and Eliano Galbiati, they released only one and rare album in Italy with 500 copies, most part were also seized and lost in Switzerland. The album spent over 30 years in total obscurity, until 2003, when it was re-released on CD by Black Rills.
The self-titled of 1972 is a short album, divided into only 5 short tracks, except for the last. The music is basically acoustic and calm folk rock, dominated by acoustic guitar, percussion, vocal (all lyrics in English), some good, but rare moments of piano and guitar appear. The main focus is on "Waterfall - The Unknown Light", with almost 14 minutes, which closes the album in a more psychedelic and progressive atmosphere.
Nothing essential, but a good choice for folk rock fans, with bits of prog.

Corry Knobel (violão, guitarra, baixo, vocal)
Eliano Galbiati (bateria, percussão)

Participação:
Cesco Anselmo (piano)
Oscar Bozzetti (piano)

01 Remember Mitch 5:02
02 Play Hiding 4:03
03 What Will We Become 3:15
04 Mother Nature Says 3:19
05 Waterfall - The Unknown Light 13:40



quarta-feira, 8 de abril de 2015

HARD PROG - CRYING WOOD - Back to the Mountains - 1970


Pérola formada em Apeldoon, na Holanda. Tiveram origem nos anos 60, com os irmãos Ben, Andre e Henk Groote, nomeados Goldstar Brothers e posteriormente Gee Bros, quando lançaram vários compactos. Em 1970 mudaram para Crying Wood, projeto que ainda contava com o baixista Cor Mestenbeld e organista Henny Backers, resultando em um compacto e outro raro LP (aparentemente lançado no Canadá), ambos em 1970. A banda se desfez logo depois, mas os irmãos voltariam a música no Air Bubble, anos mais tarde.
Back to the Mountains conta com 10 faixas, maioria curtas, que misturam rock psicodélico e progressivo, com forte pegada "hardeira", ao estilo de Uriah Heep e os conterrâneos do Focus. O instrumental é simples, mas direto, solos de órgão martelando e guitarra se revezam, no clima típico do rock setentista. As letras são todas em inglês, com potente vocal de Andre Groote.
Um petardo obscuro e empoeirado que vai agradar fãs de hard prog e psych.

Pearl formed in Apeldoorn, the Netherlands. Originated in the 60s, by the brothers Ben, Andre and Henk Groote, Goldstar Brothers and later Gee Bros released several singles. In 1970 changed their name again to Crying Wood, a project that had the bassist Color Mestenbeld and organist Henny Backers, resulting in a single and a rare LP (apparently released in Canada), both in 1970. The band disbanded soon after.
Back to the Mountains has 10 tracks, most short, mixing psychedelic and progressive rock, with strong hard style, like Uriah Heep and Focus. The instrumental is simple, but direct, with heavy organ and guitar solos taking turns and bringing the typical atmosphere of early 70s rock. The lyrics are all in English, with powerful Andre Groote's vocals.
A dark and dusty firecracker that will please hard prog and psych fans.

Henny Backers (órgão, piano)
Ben Groote (bateria, vocal)
Cor Mestenbeld (baixo, guitarra)
Andre Groote (vocal)
Henk Groote (guitarra, vocal)


01 Back to the Mountains 3:05
02 Son of the Meadow 4:04
03 Someone Who Needs You 3:39
04 Stone Desert 4:51
05 Blue Eyed Witch 3:25
06 Trip 2:48
07 Never Is 6:36
08 The Sun Is Filled With Love 5:48
09 Today Away 6:06
10 Back to the Mountains (reprise) 2:15



segunda-feira, 6 de abril de 2015

PSYCH/ PROG ROCK - POLYFEEN - Langt ude i skoven - 2001 (1972)


Pérola vinda da Dinamarca, formada em 1970 na pequena cidade de Næstved. O quinteto Polyfeen foi ativo durante pouco tempo no começo dos anos 70 e se acabou sem deixar um registro oficial, apenas em 2001 uma gravação ao vivo da banda em 1972 foi recuperada e lançada pela Orpheus.
Langt ude i skoven é dividido em 6 faixas, maioria longas que combinam influencias de rock psicodélico e progressivo (proto-prog). Conta com muitas improvisações no instrumental, dominado por passagens de órgão e guitarra ácida, ao estilo de bandas locais, principalmente Alrune Rod, ainda mais por todas as letras serem em dinamarquês. O ponto baixo é a qualidade da gravação, realmente precária. Apesar de sólido, destaque fica para "Polyfeen", "Campingturen", "Leve Livet" e "Habet".
Mais uma ótima e obscura pérola vinda da Dinamarca, recomendado para fãs de prog/psych rock.

Pearl coming from Denmark, formed in 1970 in the small town of Næstved. The quintet Polyfeen was active for a short time in the early 70 and disbanded without release an official record, but in 2001 a live recording of the band in 1972 was recovered and launched by Orpheus.
Langt ude i Skoven is divided into 6 tracks, most long that combine psychedelic and progressive rock (proto-prog) influences. Has a lot of improvisation in instrumental, dominated by organ and acid guitar passages in the style of local bands, mainly Alrune Rod, even through all the lyrics are in Danish. The low point is the recording quality, really poor. Although solid, highlight is "Polyfeen", "Campingturen", "Take Livet" and "Habet".

Erik Hansen (vocal)
Finn Sørensen (guitarra)
Per Hugo Rotbøll Nielsen (órgão)
Anders Olsen (baixo)
Palle Bang Stjernholm Nielsen (bateria)

01 Polyfeen 5:30
02 Pigen I Skoven 6:02
03 Campingturen 6:41
04 Leve Livet 7:11
05 Lossepladsen 2:07
06 Habet 10:08

sábado, 4 de abril de 2015

PSYCHEDELIC ROCK - LAZARUS - Same - 1973


Pérola vinda da Áustria; a banda Lazarus foi formada em 1970 na cidade de Neunkirchen pelo guitarrista Peter Glatzl. O grupo lançou um único álbum em 1973, gravado em Viena, pelo pequeno selo local Rex, com apenas 15 cópias! Sem sucesso, se desfizeram em 76 e caíram no esquecimento por quase 40 anos até o relançamento do disco pela Shadocks, em CD e LP, em 2014.
O homônimo é composto por 10 faixas curtas, com intenção de ser um álbum conceitual sobre a Ressurreição de Lázaro e certos toques de terror. O som traz típico rock psicodélico underground setentista, na maioria do tempo nervoso, com guitarra fuzz e bateria barulhenta, mas também algumas bonitas passagens folk-acústicas aparecem. O potente e viajante vocal de Helmut Sacher é outro ponto alto (todas as letras em inglês). Destaque para as duas partes de "Awakening of Lazarus", "Summer Distress", "The Wind Cries Your Name" e "Sweet Reflection".
Ótima pérola para fãs de rock psicodélico, recomendado!

Lazarus was a band formed in 1970 in Neunkirchen, Austria by guitarist Peter Glatzl. The group released one album in 1973, recorded in Vienna, by the small local label Rex, with only 15 copies! Unsuccessfully, disbanded in 76 and fell into oblivion for nearly 40 years until 2014, when it was re-release by Shadocks, on CD and LP.
The self-tiled consists of 10 short tracks, intended to be a concept album about the Resurrection of Lazarus with some touches of terror. The sound brings typical seventies underground psychedelic rock most of time nervous, with fuzz guitar and loud drums, but also some beautiful folk-acoustic passages appear. The powerful and trip Helmut Sacher's vocals is another highlight (all lyrics in English). Highlighting are the two parts of "Awakening of Lazarus", "Summer Distress", "The Wind Cries Your Name" and "Sweet Reflection". Great pearl to psychedelic rock fans, recommended!


Helmut Sacher (vocal)
Peter Glatzl (guitarra, backing vocal)
"Alvin" Waldner (guitarra, backing vocal)
Peter Fischer (baixo)
Walter Spacil (bateria)







01 Awakening of Lazarus - Part One (3:26)
02 Telchoskop (4:12)
03 Faraway (3:39)
04 Summer Distress (5:37)
05 Dear Willie (0:30)
06 The Wind Cries Your Name (3:57)
07 (The Garden of) Eden (4:00)
08 Sweet Reflection (2:56)
09 Awakening of Lazarus - Part Two (4:05)
10 You (3:53)



sexta-feira, 3 de abril de 2015

REPOST: KRAUTROCK - OS PESCADORES - Sound of Lonelyness - 1972


Atendendo a pedidos, faço repost dessa obscura pérola vinda de Rosenberg, na Alemanha. O grupo Os Pescadores foi formado no começo dos anos 70 e lançou um único e raro álbum em 1972, de forma independente e até hoje não reeditado, sumindo do mapa logo depois.
Sound of Lonelyness é composto por 8 faixas, maioria curtas, que misturam influências das bandas alemãs e inglesas da época, no som "hardeiro", psicodélico e krautrock, mas com uma singularidade: a temática cristã nas canções. O instrumental merece destaque, guiado por primoroso trabalho no órgão de Thomas Hettinger e contando ainda com boas passagens de guitarra e piano. As letras são metade em alemão e outra em inglês, com vocais masculinos e femininos. Apesar de sólido, destaque para "Sound Of Loneliness", "Tausend Jahre", "Kreislauf" e "I'm So Very Suprised".
Recomendado para fãs de hard rock psicodélico, kraut e rock cristão.

Rarely does a Christian album burn with the musical intensity of Germany’s heavy progressive rockers Os Pescadores. Their molten brew of thunderous surging organ and blistering hard rock guitar often bubbles over with the brute force of bands like Deep Purple. Eight lengthy selections, four of which are in English (‘Thank You Lord’, ‘I’m So Very Surprised’, the searing title track, and the closing hymn ‘Amazing Grace’). The remaining four songs are in German and are equally good: ‘Meinst Du Wirklich’ (‘Do You Really Believe’), ‘Tausend Jahre’ (‘Thousand Years’), ‘Kreislauf’ (‘Circle’) and ‘Gibt’s Denn Niemand’ (‘Is There Nobody’). A rare and obscure big dollar private press thing that occasionally turns up in the international scene. Laminated foldout cover with cool fish design (with no pocket for the record it’s almost more like a deluxe insert). Solid joyous reckless headbangin’ for Jesus that can be filed alongside fellow pulverizers Earthen Vessel and Out Of Darkness. The band name means “the fishermen” in Portuguese.
Text: Christ Wings

Klaus Zuchowski (vocal, piano)
Barbel Hummel (vocal)
Thomas Hettinger (vocal, órgão)
Helmut Hummel (vocal, guitarra)
Thomas Schulz (guitarra)
Michael Schulz (bateria)
Emmanual Hettinger (baixo)

01 Thank You Lord 5:12
02 Meinst Der Wirlich 3:17
03 Sound Of Loneliness 5:59
04 Tausend Jahre 4:00
05 Kreislauf 7:38
06 I'm So Very Suprised 3:55
07 Gibt's Denn Niemand 2:56
08 Amazing Grace 3:51

quinta-feira, 2 de abril de 2015

GARAGE ROCK - REPUBLIKA 903 - Dve pesni/ So maki sum se rodil - 1970


Pérola rara da atual Macedônia. A Republika 903 se formou em 1970 na capital Skopie e teve certo sucesso local, mas se desfez em 1975 sem deixar nada oficial. Recentemente essas duas músicas, gravadas em 70, para uma rádio local, foram liberadas em formato digital, mas ainda pouco se sabe sobre a banda.
"Sve pensi" e "So maki sum se rodil" são faixas curtas e instrumentais, que misturam rock clássico, com leves toques psicodélicos e de garagem. O som é simples e direto, com competentes solos e riffs de guitarra, órgão e bateria. Interessante para fãs do velho e sujo rock de garagem.

Republika 903 was formed in 1970 in Skopje, current Macedonian capital. They had some local success, but disbanded in 1975 without leaving anything official. Recently these two songs recorded in 70, for a local radio station, were released in digital format, but little is known about the band.
"Sve pensi" and "So maki sum if rodil" are short and instrumental tracks, mixing classic rock with psychedelic and garage touches. The sound is simple and straightforward, with competent solos and riffs of organ, guitar and drums. Interesting to fans of old and dirty garage rock.

Denki (baixo)
Garo (bateria)
Miki (teclados)
Tisler (guitarra)

01 So maki sum se rodil 2:39
02 Dve pesni 3:05

quarta-feira, 1 de abril de 2015

PSYCH ROCK - FARAONI - Berač (EP) - 1970


Faraoni é um grupo originário da pequena cidade de Izola, atual Eslovênia e antiga Iugoslávia. A banda foi formada em 1967, por jovens locais e passou por algumas mudanças na formação até 1972, quando encerram as atividades, deixando apenas um EP, lançado em 1970 pela Jugoton. Alguns de seus membros integraram Kameleoni e September durante os anos 70 até a volta do grupo em 80. De lá pra cá, lançaram vários discos pop e possuem grande popularidade local.
Posto este único EP da primeira fase, quando tinham som voltado ao rock clássico e psicodélico, claramente influenciada pelas bandas ocidentais do fim dos anos 60. É composto por apenas 3 curtas canções, mas que mostram a forte pegada dos músicos no instrumental, com guitarra, bateria e órgão; vocal na língua local.
Com certeza, os caras tinham potencial para lançar mais coisas na época, pérola recomendada para fãs de hard rock psicodélico.

Faraoni is a group from Izola, current Slovenia and former Yugoslavia. The band was formed in 1967 by local youth and passed through some lineup changes until 1972, when ended the activities, leaving only an EP, released in 1970 by Jugoton. Some of its members integrated Kameleoni and September during the 70s until the group revival in 1980. Since then, they released several pop albums and have great local popularity.
Post their only EP from the "first era", with classic and psychedelic rock, clearly influenced by Western bands of the late 60. It consists of just three short songs, but that show a strong and heavy instrumental, with guitar, drums and organ; vocal are all in the local language.
Sure, the guys had potential to release more things at the time, recommended pearl for hard and psychedelic rock fans.

Tulio Furlanič (bateria, vocal)
Marijan Maliković (guitarra, vocal)
Črtomir Janowsky (baixo)
Milko Cočev (órgão)
Stojan Família (guitarra rítmica)

01 Berač (Prosjak) 3:59
02 Matra 1:54
03 Figov list 5:03