Se você está interessado em baixar algum álbum postado a partir de 2015, entre em contato por e-mail: prolasdorock@yahoo.com ou deixe seu contato nos comentários (este não será visível publicamente), e o link será enviado o mais breve possível!


Mais informações aqui: http://goo.gl/ra9cdp


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If you are interested in downloading any posted album from 2015, contact by email: prolasdorock@yahoo.com or let your email in comments (this will not be visible publicly) and the link will be sent as soon as possible!


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terça-feira, 31 de março de 2015

PROG FOLK - DOGOVOR IZ 1804 - Krug 1968-69


Pérola obscura vinda de Belgrado, atual capital da Sérvia e antiga Iugoslávia. A banda Dogovor Iz 1804 foi ativa no final dos anos 60, lançando uma única música na época, presente em compacto com outro grupo local, o VIS Exodusi. Sem sucesso, se desfizeram em 1970 e apenas recentemente algumas antigas gravações foram recuperadas e lançadas de forma não oficial pelo internet.
Krug 1968-69 traz apenas quatro músicas curtas, mas de certa forma inovadoras, considerando a época e localização da banda. O som é basicamente folk acústico, mas com doses experimentais interessantes, até psicodélicas e um pouco progressivas. O instrumental é variado e bonito, onde ouvimos flauta, sitar, tablas, percussão, violão e bateria, as letras são todas na língua local, com vários coros.
Interessante registro para fãs de prog/ psych folk.

Obscure Pearl coming from Belgrade, current capital of Serbia and former Yugoslavia. The band Dogovor Iz 1804 was active in the late 60s, releasing only one song at the time, in a single with another local group, VIS Exodusi. Without success, disbanded in 1970 and only recently some old recordings were recovered and released unofficially by internet.
Krug 1968-69 brings only four short songs, but in a innovative way, considering the time and location of the band. The sound is basically acoustic folk, but with interesting experimental doses, somewhat psychedelic and progressive. The instrumental is varied and beautiful, where we hear flute, sitar, tablas, percussion, acoustic guitar and drums, the lyrics are all in the local language, with several choirs. Interesting record for prog / psych folk fans.

Nebojša Ignjatović (vocal, violão)
Robert Nemeček (baixo, flauta, vocal)
Saša Forenbaher (tabla)
Predrag Simić (sitar)
Dejan Vasiljević (vocal, flauta)
Aleksandar Stojić (vocal)
Stevan Milutinović (bateria)

01 Krug
02 Vetar
03 S one strane oblika
04 Sećanje na san



sábado, 28 de março de 2015

HARD PROG - NEPOČIN - Svijet po kojem gazim - 1977


Pérola vinda da antiga Iugoslávia, atual região da Croácia. A banda Nepočin foi formada em 1977 pelos ex-membros do Drugi Način, Ismet Kurtović e Halil Mekić, após o fim da mesma. O projeto infelizmente durou pouco tempo e logo no ano seguinte se desfez, deixando um único álbum, até hoje não reeditado.
Svijet po kojem gazim, de 1977, é composto por 8 faixas, maioria curtas e que seguem a linha do Drugi. Hard prog competente, revezando momentos pesados e intensos com outras baladas, marcados por excelente trabalho das guitarras, órgão e passagens ocasionais de flauta a la Jethro Tull, combinado com potente vocal e letras na língua local. Sem destaque principal, pois se trata de um disco sólido.
Mais um ótimo registro da Croácia, recomendado para fãs de hard prog.

Nepocin was a Croatian band, formed out of the ashes of the Hard Rock act Drugi Nacin, when the later disbanded briefly, when Branko Pozgajec left for the army.Guitarists of Drugi Nacin Ismet Kurtovic and Halil Mekic teamed up with bassist Bozo Ilic-Dugi, drummer Branko Knezevic-Kneza and keyboardist Damir Sebetic and formed a five-piece line-up, which recorded one album for the RTB label in 1977, ''Svijet po kojem gazim'', captured at Studio Akademik in Ljubljana.

The style is very close to the Hard Rock style of Drugi Nacin, featuring exactly the same instrumentation, it sounds just a bit more progressive at moments due to the more active role of keyboardist Damir Sebetic.Of course the album was entirely composed by Kurtovic and Mekic, so the music is fairly guitar-driven with many twin guitar leads and extended angular riffs with background keyboards and occasional flute drives in the vein of JETHRO TULL.Very energetic stuff with plenty of energy and accesible tunes in a Classic Rock vein with a hard edge. Twin-guitar Hard Rock/Prog with touches of symphonic, psychedelic and Jazz Music.Dynamic and competent material, which comes warmly recommended.
Text: ProgArchives

Ismet Kurtović (vocal, flauta, guitarra)
Halil Mekić (guitarra, vocal)
Božo Ilić-Dugi (baixo)
Branko Knezević-Kneža (bateria)
Damir Sebetić (teclado)

01 Rock pajaci 3:15
02 Svijet po kojem gazim 4:58
03 Stopa za stopom 6:28
04 Novi dan 5:17
05 Čekati moj hit 7:03
06 Beskrajna tama noći 4:59
07 Žena neumorna hoda 2:59
08 O tome ću ti pjevati u nekoj novoj pjesmi 3:38



quinta-feira, 26 de março de 2015

PROGRESSIVE ROCK - LAZA I IPE - Stižemo - 1978


Pérola vinda da antiga Iugoslávia, atual região do Bósnia. O projeto Laza i Ipe surgiu em 1977, pelo tecladista Lazar Ristovski e baterista Ipe Ivandić, ambos ex-membros do Bijelo Dugme, contando ainda com o guitarrista Vlatko Stefanovski (Leb i sol) e o vocalista Goran Kovacevic (Teška Industrija). Esse quase "super-grupo" do rock local gravou um único disco em 1978 em Londres, se desfazendo prematuramente após Ivandić ser preso com drogas.
Stižemo, lançado em 1978, é dividido em apenas 6 faixas, maioria curtas. As principais influências são de rock progressivo, especialmente sinfônico, de bandas inglesas, na maioria do tempo melódico e calmo. O disco tem seus melhores momentos nos teclados de Ristovski, acompanhado por algumas boas passagens de guitarra, bateria e bonito vocal feminino, com todas as letras na língua local. Destaque para as primeiras músicas.
Apesar de um pouco comercial e irregular, ainda recomendado para fãs de rock progressivo sinfônico.

Pearl coming from the former Yugoslavia, current Bosnia. The project Laza i Ipe was formed in 1977 by keyboardist Lazar Ristovski and drummer Ipe Ivandić, both former members of Bijelo Dugme, still counting with guitarist Vlatko Stefanovski (Leb i sol) and vocalist Goran Kovacevic (Teska Industrija). This almost "super-group" of local rock recorded a single album in 1978 in London, disbanding prematurely after Ivandić be stuck with drugs.
Stižemo, launched in 1978, is divided into only 6 tracks, most short. The main influences is symphonic progressive rock, especially of English bands, most melodic and calm atmosphere. The album has its best moments in Ristovski's keyboards, accompanied by some good guitar, drums and beautiful female vocals  passages , with all lyrics in the local language. First tracks are highlighted.
Although a bit commercial and irregular, recommended for symphonic progressive rock fans.

Lazar Ristovski (teclados)
Ipe Ivandić (bateria, vocal)
Zlatko Hold (baixo)
Vlatko Stefanovski (guitarra)
Gordana Ivandic (vocal)
Goran Kovacevic (vocal)

01 Noć u paklu 5:52
02 'Ko sam ja? 7:38
03 Intro-mental 6:11
04 Poslije svega 5:55
05 Top hit lista 2:57
06 Ljubav 5:59



terça-feira, 24 de março de 2015

JAZZ FUSION/ JAM - VARIOUS - Jazzrocková Dílna (Jazzrock Workshop) - 1975


Pérola vinda da antiga Tchecoslováquia, atual República Tcheca. A compilação Jazzrockvá Dílna (Jazzrock Workshop) foi lançada em 1975 pela Panton trazendo algumas bandas da cena jazzística local, em uma gravação ao vivo na capital Praga em março do mesmo ano. Com exceção do conhecido Jazz Q, nenhum dos grupos presentes tinha lançado algo oficial até o momento, sendo que o Impuls teve seu único LP em 1977, enquanto aqui ouvimos a única gravação "sobrevivente" do CH.A.S.A. e Jazzrocková dílna, um projeto pontual, com vários músicos da região.
O disco é divido em 6 faixas, maioria longas, de jazz fusion dinâmico, com muitas improvisações, beirando em momentos o free jazz e pitadas de prog e funk. A música é majoritariamente instrumental, com prolongados solos de guitarra, teclados, bateria, saxofone e flauta, alternando em momentos com vocal feminino. Sem destaque principal, pois se trata de um trabalho consistente. Recomendado para fãs de jazz fusion e música da antiga "cortina de ferro".

Pearl coming from the former Czechoslovakia, current Czech Republic. The compilation Jazzrockvá Dílna (Jazzrock Workshop) was launched in 1975 by Panton bringing some bands of the local jazz scene, in a live recording in the capital Prague in March of that year. Aside from the known Jazz Q, none of the groups had launched something official at the time, Impuls had its only LP in 1977, as we heard the only recording of CH.A.S.A and Jazzrocková dílna, a one-off project, with several local musicians.
The album is divided into 6 tracks, most long, dynamic jazz fusion, with many improvisations, bordering at times free jazz and bits of prog and funk. The music is mostly instrumental, with extended guitar, keyboards, drums, saxophone and flute solos, alternating at times with female vocals. No main highlight, because it is a consistent work. Recommended for jazz fusion and old "iron curtain" music fans.

01 Impuls - Čtverácký (Sly)
02 Impuls - Křišťálové ticho (Crystal Silence)
03 CH.A.S.A. - Chasablanca
04 Jazz Q - Živí se diví (Wondering Of A Living)
05 Jazz Q - Tůň (Water Pool)
06 Jazzrocková dílna & C&K Vocal - Svědek světa (Witness To The World)



sábado, 21 de março de 2015

PROG/ FOLK ROCK - PAVOL HAMMEL & MARIÁN VARGA & RADIM HLÁDIK - Na II. Programe sna - 1976


Segundo disco que posto deste projeto formado no começo dos anos 70 em Bratislava, atual capital da Eslováquia e na época Tchecoslováquia. O "supergrupo" do rock da região, contava com Pavol Hammel, Marián Varga e Radim Hládik, além de Dušan Hájek Tomáš Rédey, todos ex-membros de bandas como Prúdy, Collegium Musicum, Gattch, FermátaBlue Effect e Matadors. Resultou em dois álbuns, o já postado Zelená Pošta, de 1972 e outro quatro anos mais tarde.
Na II. programe sna, lançado pela Opus em 1976. O trabalho traz 13 faixas, maioria curtas na casa dos 2 minutos, que ainda trazem influências de rock progressivo tradicional e sinfônico, mas já misturado com soft/ pop e folk, dando certa irregularidade ao trabalho. O destaque fica para a parte instrumental, dominada pelo órgão e teclados de Marián, contando com alguns bons solos de guitarra. Vários coros estão presentes, sendo todas as letras são na língua local. Quanto as faixas, os destaque ficam com "Na Druhom Programe Sna", "Letia Husi", "S Chodníkom Na Chrbte" e "Lodička Z Papiera".
Pérola com bons momentos para fãs de rock progressivo.

Second album of this Slovak project, formed in the early 70 in Bratislava, former Czechoslovakia. The "supergroup" of the rock in the region, had Pavol Hammel, Marián Varga, Radim Hladik, Dušan Hájek, Tomáš Rédey and others, all former members of bands like Prudy, Collegium Musicum, Gattch, Fermata, Blue Effect and Matadors.
Na II. Programe sna, launched by Opus in 1976, features 13 tracks, mostly short with 2-3 minutes, still bringing influences of traditional and symphonic progressive rock, but mixed with soft / pop and folk, giving certain irregularity to record. The highlight is the instrumental part, dominated by Marián's organ and keyboards, also with some good guitar solos. Several choirs are present and all lyrics are in the local language. Key tracks are "Sna In druhom Schedule", "Letia Husi" "In Chrbte Chodníkom S" and "Z Lodička Papiera". Pearl with its good times, nice to progressive and eastern Europe rock fans.

Pavol Hammel (violão, vocal)
Marián Varga (órgão, piano, sintetizador)
Radim Hládik (guitarra)
Ivan Belák (baixo)
Dusan Hajek (bateria)
Pavol Kozma (bateria)
Fedor Letnan (piano, vocal)
Tomáš Rédey (guitarra)
Juraj Lehofsky (trompete)

01 Na Druhom Programe Sna 3:28
02 Náhle 1:40
03 Letia Husi 3:51
04 Voda 1:03
05 S Chodníkom Na Chrbte 7:09
06 Ľalia Poľná 4:09
07 Papageno Z Novej Vsi 2:13
08 V Zelenej Pamäti 2:56
09 Na Schodoch Gymnázia 2:44
10 Správne Žiť 2:24
11 Z Ofsajdu 2:44
12 Lodička Z Papiera 4:12
13 Až Túto Moju Pieseň Dohrajú 3:42





quinta-feira, 19 de março de 2015

PROG ROCK/ FUSION - KWADRAT - Polowanie na leśniczego - 2006 (1979-82)


Pérola formada em Katowice, na Polônia, em meados dos anos 70. O grupo Kwadrat (Quadrado) lançou apenas um compacto durante seu tempo de atividades, em 1979, se acabando na década seguinte após mudanças de membros e estilo de som. Felizmente muitas gravações da época progressiva foram salvas e lançadas apenas em 2006, já em CD, pelo selo local Metal Mind.
O álbum Polowanie na leśniczego é composto por 18 curtas faixas que misturam influências de jazz fusion, rock progressivo, em alguns momentos sinfônico e outros tradicionais, e blues. O som é primariamente instrumental, com belas harmonias dominadas por abundantes e dinâmicas passagens de sintetizadores e guitarra, acompanhadas por baixo, bateria e raros, mas interessantes momentos de violino e saxofone. As poucas letras presentes são todas em polonês.
Mais uma joia do leste europeu, que vai agradar fãs de jazz fusion e rock progressivo.

Pearl formed in Katowice, Poland, in the mid 70's. The group Kwadrat (Square) has just launched a single during their activity time, in 1979, coming to an end in the next decade after member and sound style changes. Fortunately many recordings of the progressive era were saved and launched only in 2006, already in CD, by the local label Metal Mind.
The album Polowanie na leśniczego consists of 18 short tracks that mix influences of jazz fusion, progressive rock, symphonic and other traditional moments, and blues. It is primarily instrumental, with beautiful harmonies dominated by abundant and dynamic passages of synths and guitar, accompanied by bass, drums and rare but interesting moments of violin and saxophone. The few lyrics are all in Polish. Recommended for jazz fusion and progressive rock fans.

Teodor Danysz (teclados)
Jacek Gazda (baixo)
Michał Giercuszkiewicz (bateria)
Wojciech Gorczyca (vocal)
Piotr Jemielniak (bateria)
Adam Otręba (guitarra)
Ryszard Węgrzyn "Górka" (guitarra)
Andrzej Zaucha (vocal)

Músicos convidados:
Apostolis Anthimos (bateria)
Ireneusz Dudek (harmônica)
Marian Koziak (saxofone)
Wiesław Susfał (violino)

01 Taxi nr 19 3:04
02 Kaczor 3:27
03 Adaś 4:14
04 Bieg 5:08
05 Quasimodo 7:18
06 Krzaczek 2:46
07 Obojętnie kim jesteś 3:05
08 Ktoś raz to szczęście da 4:13
09 Każdy patrzy swego nieba 3:38
10 Nie wierz w bajki 3:10
11 Taki pusty świat 6:02
12 To co, że masz 16 lat 4:24
13 Polowanie na leśniczego 5:10
14 Boy Friend 5:09
15 Jump 5:10
16 Dłuższy moment 3:36
17 Na progu zdarzeń 5:10
18 Ktoś raz to szczęście da 4:12



Ao vivo em 1980:

terça-feira, 17 de março de 2015

HARD BLUES ROCK - ALLIGÁTOR - Demo - 1973



Pérola obscura vinda da Hungria. O grupo Alligátor foi formado na capital Bucapeste em 1973 pelo lendário guitarrista local Béla Radics após sua saída do Taurus, contando com outros importantes nomes do rock local. Infelizmente o projeto durou apenas alguns meses, se findando no mesmo ano e sem deixar nenhum lançamento oficial.
Posto aqui 4 gravações da banda em 1973, que saíram em cassete e estão presentes em algumas recentes compilações. O som é garageiro, cru e "empoeirado", com qualidade de gravação ruim, mas mesmo assim trazendo interessantes jams liderados pela guitarra feroz de Radics, com suas influências de hard e blues rock, acompanhada por órgão, baixo, bateria e raros momentos de sax. As letras são todas em húngaro; apesar de poucos ou quase nenhum momento ruim, o destaque fica para "Napfényes napok", blues matador de quase 9 minutos.
Ótima pedida para fãs de hard blues rock obscuro.

Obscure pearl coming from Hungary. The group Alligátor was formed in the capital Bucharest in 1973 by legendary guitarist Béla Radics after leaving Taurus, with other important names of local rock. Unfortunately the project lasted only a few months, ending in the same year and without leaving any official release.
Post here 4 recordings of the band in 1973, which came out on cassette and are present in some recent complations. The sound is raw, garage and "dusty", with poor recording quality, but still bringing interesting jams led by fierce Radics' guitar, with its influences of hard and blues rock, accompanied by organ, bass, drums and rare moments of sax. The lyrics are all in Hungarian; although few or no bad moments, the highlight is "Napfényes Napok", killer blues rock of almost 9 minutes. 

Béla Radics (guitarra, vocal)
Klein László (baixo)
Palánkay Ferenc (órgão, saxofone)
Kisfaludy András (bateria)

01 Napfényes napok
02 Tovább
03 Gonosz asszony
04 Csodálatos utazás

domingo, 15 de março de 2015

HARD ROCK - METROPOL - Égig Érhetne Az Ének - 1978


Pérola vinda da cidade de Oradea, leste da Romênia, formada no final dos anos 60, mas em uma comunidade local de húngaros. O Metropol (também conhecido Metropol Group) lançou 4 álbuns no total, conseguindo certa popularidade local no fim da década de 70 e começo de 80. A banda se desfez em 1995 após a morte do baterista e líder Ráduly Béla.
Posto aqui seu primeiro LP, Égig Érhetne Az Ének (A música pode alcançar o céu), lançado apenas em 1978. É composto por 10 curtas faixas dominadas pelo típico "hardão setentista", com alguns traços de proto-metal, bastante simples, direto e de raros momentos comercias. A guitarra pesada guia o instrumental, com bateria barulhenta e ainda passagens de gaita, teclado e acústicas com violão e percussão. As letras são em húngaro.
Pérola recomendada para fãs de hard rock obscuro dos anos 70.

Pearl comingo from Oradea, eastern Romania, formed in the late 60's, but in a local community of Hungarians. Metropol (also known Metropol Group) has released 4 albums in total, getting some local popularity in the late 70 and early 80. The band broke up in 1995 after the death of drummer and leader Béla Ráduly.
Post here their first LP, Égig Érhetne Az enek (Music can reach the sky), released only in 1978. It consists of 10 short tracks dominated by the typical 70s hard rock, with some proto-metal traces, quite simple and with rare commercial moments. The heavy guitar marks instrumental, with loud drums and even harmonica and keyboard passages. The lyrics are in Hungarian. Recommended for obscure 70s hard rock fans.

Virányi Attila (baixo, sintetizador, vocal)
Trifán Lázsló (violão, harmônica, vocal)
Orbán András (guitarra)
Ráduly Béla (bateria, percussão, vocal)

01 Hajnali da 3:52
02 Kedves mosoly 2:40
03 Szükségem lenne 3:10
04 Nektek 4:20
05 Otthon 4:12
06 Hideg hajnal 3:25
07 Virágének 4:40
08 Árnyékok ágya 2:25
09 Játszottunk 3:32
10 Égig érhetne az ének 4:28

sexta-feira, 13 de março de 2015

PROGRESSIVE ROCK - FSB - FSB II - 1979


Compensando o fato de nunca ter postado uma banda da Bulgária no blog, aqui vai uma das melhores pérolas já produzidas no país durante os anos 1970. O texto é original do blog "A Máquina de Fazer Sonhos":

Uma das bandas mais obscuras dos anos 70 apesar de ter um renome local de grande vulto e possuir trabalhos em parcerias que lhe deram grande notoriedade, ao mesmo tempo que ainda é desconhecida para muitos fãs de musica progressiva e Jazz-Rock-Fusion.

Esse álbum, especialmente, é uma mistura de vários estilos que "passeia" pela musica eletrônica, Jazz-Rock, Fusion, Rock Progressivo e música instrumental contemporânea. O destaque vai para os teclados viajantes e para a ótima "cozinha" - bateria e baixo, que se destacam em algumas faixas.

Uma jóia rara para colecionadores e uma ótima oportunidade de conhecer o trabalho de uma banda búlgara, algo raro no mundo do rock.

Neste segundo disco, a banda resolveu dispensar os músicos extras e fazer tudo sozinhos, como todos eles adicionaram um pouco na maneira de bateria e percussão. Isto começa muito "sonhador" com gaivotas contribuindo para a atmosfera.

A primeira faixa, "Wake Up" é cheia de acordes longos tendo uma atmosfera carregada, um instrumental muito delicado e agradável que percorre todo o álbum. É um disco muito interessante com ótimos lúdicos de teclados e sintetizadores, vocais calmos e algumas intervenções jazzística em algum casos um pouco "balançantes". Destaque apara a última faixa, "For Good-Bye" onde o tecladista cria acordes melódicos no início da música, descaradamente inspirados em Keith Emerson e no final muito semelhantes ao multi-tecladista VANGELIS.

Vale a pena conhecer esse álbum curto, porém muito bem executado e produzido.

More Info & Reviews: ProgArchives

Rumen Boyadzhiev (sintetizador, violão, vocal, percussão)
Konstantin Tzekov (piano, órgão, clavinet, vocal)
Aleksandar Baharov (baixo, vocal, percussão)

01 Пробуждане / Dawn (5:18)
02 Утро / Morning (3:30)
03 Три / Three (4:55)
04 Унисони / Harmonies (2:26)
05 Да свириш гамата / Playing The Gamut (2:32)
06 Злато / Gold (3:04)
07 Песен / Song (4:46)
08 Вместо сбогом / For Good-Bye (6:47)

quarta-feira, 11 de março de 2015

BLUES/ FUNK ROCK - ВИА 75 (VIA 75) - Ритм радости - 1981 (1979)


Pérola formada em Tbilisi, capital da Geórgia e antiga URSS. O grupo ВИА 75  (ou VIA 75, como eram conhecidas as bandas "autorizadas" pelo governo) surgiu em 1975 e lançou quatro álbuns, sendo considerado um dos mais importantes representantes musicais da RSS da Geórgia. Com o fim das atividades em 1986, vários integrantes seguiram carreira solo e recentemente aconteceram algumas voltas.
Posto aqui o segundo disco dos caras, Ритм радости (O Ritmo da Alegria), gravado em 1979, mas lançado apenas em 1981 pela gravadora estatal. É composto por apenas 6 faixas, que misturam funk rock, destaque para "Veter" e "Orovela", com bons e empolgantes arranjos de vários instrumentos, como piano, metais, flauta, percussão e guitarra, acompanhadas por vocais em russo. Influências "blueseiras" também aparecem nos ótimos covers "Krasnyi dom" ("Red House", de Jimi Hendrix) e "Ritm radosti" ("Bullfrog Blues", de Rory Gallagher), ambas cantadas em inglês e com trabalho poderoso na guitarra (só não sei como essas versões foram lançadas oficialmente na época).
Interessante pérola para fãs de blues e funk rock, recomendado.

The group ВИА 75 (or VIA 75) was formed in Tbilisi, capital of Georgia and former USSR. The group appeared in 1975, released four albums and is considered one of the most important musical representatives of the Georgian SSR. With the end of the activities in 1986, several members made solo career and recently happened few returns.
Post here their second album, Ритм радости (The Rhythm of Joy), recorded in 1979 but released only in 1981 by the state label. It consists of only 6 tracks, mixing funk rock, especially "Veter" and "Orovela" with good and exciting arrangements of various instruments such as piano, brass, flute, percussion and guitar, accompanied by vocals in Russian. Blues influencies also appear in great covers "Krasnyi gift" ("Red House" by Jimi Hendrix) and "Ritm radosti" ("Bullfrog Blues" by Rory Gallagher), both sung in English and with powerful guitar work (just do not know how these versions were officially launched at the time). Interesting pearl for blues and funk rock fans, recommended.

Robert Bardzimashvili (vocal)
Koba Beishitashvili (vocal)
Dzulietta Khelashvili (vocal)
Roman Rtskhiladze (vocal, piano, órgão, vibrafone)
Ucha Kordzaia (vocal, flauta, bateria, saxofone)
Sergei Modebadze (trompete)
Valery Kondakhchyan (bateria, percussão, vocal)
Archil Simonishvili (vocal, violão, baixo)
Archil Aslanishvili (guitarra)

01 Veter 7:15
02 Krasnyi dom 6:56
03 Orovela 2:46
04 Vremia 2:55
05 Podsnezhnik 2:27
06 Ritm radosti 6:19



segunda-feira, 9 de março de 2015

ELECTRONIC PROG - ARGO - Discophonia - 1980


Mais uma pérola dos países bálticos. O grupo Argo foi formado no final dos anos 70 na cidade de Kaunas, na Lituânia, pelo conhecido músico, compositor e professor local Giedrius Kuprevičius, em sua fase eletrônica, os outros integrantes eram membros da orquestra local. O projeto rendeu 3 álbuns na primeira metade dos anos 80, mas logo depois se desfizeram, mesmo assim deixaram um importante legado a música regional.
Posto aqui o debut Discophonia, lançado originalmente pela Melodya em 1980 e relançada em CD em 2008, com 3 bônus gravadas ainda nos anos 70. É composto por 10 faixas, maioria curtas e instrumentais, que misturam influências de progressivo eletrônico, experimental e um pouco de synth-pop e disco. Como se pode esperar, é dominado por sintetizadores, que mesmo "atrasados" trazem um som interessante e viajante, contando ainda com passagens de guitarra, órgão e piano e raros momentos de vocal (coro) em língua local. Recomendo que ouçam inteiro e tirem suas conclusões, especialmente fãs de prog eletrônico.

Another pearl from  the Baltic countries. The group Argo was formed in the late 70s in the city of Kaunas, Lithuania, by the well-known musician, composer and local teacher Giedrius Kuprevičius, in its electronic phase, the other members were part of the local orchestra. The project resulted in three albums in the first half of the 80s, but soon disbanded.
Post here their debut "Discophonia", originally released by Melodya in 1980 and relaunched in CD in 2008 with 3 bonus recorded still in the 70s. It is composed of 10 tracks, most short and instrumental, mixing electronic progressive, experimental influences and some synth-pop and disco. As one might expect, is dominated by synthesizers, that even "backward" bring an interesting sound, counting still with guitar, organ and piano passages and rare moments of vocal (chorus) in local language. 
I recommend to listen full album and draw their conclusions, especially for electronic prog fans.

Artūras Kuznecovas (baixo)
Linas Pečiūra (guitarra)
Arūnas Mikuckis (percussão)
Giedrius Kuprevičius (sintetizador)
Gintaras Kizevičius (vocal)
Julius Vilnonis (sintetizador, órgão)

01 A1 7:58
02 A2 4:32
03 A3 3:29
04 A4 3:43
05 B1 7:44
06 B2 5:58
07 B3 4:54

Bônus:
08 Prelude for Carillon 1:21
09 Diana 1:34
10 Prelude in Memory of M.K. Ciurlionis 3:51



sábado, 7 de março de 2015

JAZZ FUSION - EGIL STRAUME JAZZ COMBO - Fiesta - 1977


Egil Straume é um músico nascido em Riga, capital da Letônia (antiga República Socialista). Desde pequeno se dedicou ao saxofone, se tornando um importante nome do jazz local, participando de vários discos de artistas soviéticos e recentemente americanos. Nos anos 70 formou seu grupo Jazz Combo, com o qual lançou esse único disco em 1977 pela Melodya. Straume ainda continua na ativa e com vários projetos.
O álbum traz 7 faixas, somando pouco mais de meia hora de jazz fusion com toques de funk, bem estruturado e extremamente rico em temas, denso e emocional com padrões rítmicos complexos e interação magistral entre metais, sopros, percussão e teclados (não há uso de guitarra), mostrando grande qualidade dos músicos presentes. Sem destaque especial, ouvimos poucos momentos fracos.
Ótima pérola para fãs de jazz fusion, recomendado!

Welcome this fine album by Latvian jazz septet led by Egil Straume, a prominent saxophone player and a respected figure at the Soviet jazz scene. Besides his collaboration with Gunnar Rozenbergs Band and his work with National TV and Radio Band of Latvia, Straume is known as a pioneer of experimental jazz in Latvia. "Fiesta" is probably the only officially released account of Straume's early efforts with a chamber jazz outfit that he organized in 1977. The album features slightly above half an hour of well structured, extremely rich in themes, dense and emotional quirky fusion with complex rhythmic patterns and masterful interplay between a strong four-piece brass section and swirling keyboards. To me, it is excellent by any standard existing in what we call progressive music.

Text: ProgNotFrog

Haralds Kiops (baixo)
Egils Straume (clarinete, saxofone, piano, percussão)
Māris Briežkalns (bateria)
Ivars Birkāns (flauta, saxofone)
Kārlis Rūtentāls (órgão)
Uldis Stabulnieks (piano)
Pauls Mierlejs (trombone)
Gunārs Rozenbergs (trompete, harmônica, percussão, fliscorne)

01 Extraversion 6:26
02 Koralis 6:35
03 1:07 1:17
04 Introversion 5:06
05 Fiesta 5:13
06 Zoria-Moria 5:14
07 Aditi 5:02



quinta-feira, 5 de março de 2015

HARD/ BLUES/ FUNK ROCK - GUNNAR GRAPS - Roosid papale - 1982


Gunnar Graps foi um músico e vocalista nascido na antiga República Socialista da Estônia (URSS). Participou de vários grupos locais durante os anos 60, 70 e 80, como Mikronid, Ornament e Magnetic band, sendo considerado uma das principais e pioneiras figuras do rock local. Lançou um único disco solo com sua banda Magnetic em 1982, mas logo no ano seguinte foram banidos. Graps faleceu em 2004, com 52 anos.
Roosid papale é dividido em 11 curtas faixas que misturam diversas influencias, de hard até funk rock, passando por blues e até reggae. O som é simples e direto com ótimo trabalho na bateria, guitarras e raros pontos de teclado, sax e flauta, combinado com vocal potente em estoniano. Infelizmente, em alguns momentos comercial e fraco; o destaque está nas primeiras músicas, que faziam parte do repertório do Ornament.
Apesar de um pouco irregular, essa é mais uma agradável surpresa vinda da Estônia.

Gunnar Graps was a musician and vocalist born in the former Socialist Republic of Estonia (USSR). Participated in several local groups during the 60s, 70s and 80s, as Mikronid, Ornament and Magnetic band and is considered one of the leading and pioneering figures of local rock. Launched only one solo album with his band Magnetic in 1982, but the very next year they were banned. Graps died in 2004, with 52 years.
Roosid papale is divided into 11 short tracks that mix various influences, from hard rock to funk, through blues and even reggae. The sound is simple and straightforward with great work on drums, guitars and rare moments of keyboard, sax and flute, combined with powerful vocal in Estonian. Unfortunately, in some commercial and weak points; the highlight is the first songs that were part of the repertoire Ornament.

Gunnar Graps (vocal, bateria, teclado)
Heini Vaikmaa (guitarra)
Marius Sagadi (baixo)
Mati Valdaru (saxofone, flautas)
Sulev Kuusik (guitarra)

01 Rahatuvi 3:22
02 Meie teisikud 4:58
03 Odüsseuse eksirännakud 4:22
04 Lady blues 4:45
05 Leidmine 3:16
06 Varsti 2:50
07 Sügisõhtu blues 3:50
08 Roosid papale 4:05
09 Lillekimp imet teeb 3:28
10 Doktor Noormann 3:25
11 Kohtumine 2:16



quarta-feira, 4 de março de 2015

HARD PROG - VISOKOSNOE LETO (Високосное лето) - The Store of Wonders (Лавка чудес 1972-1979) - 1995


Pérola vinda da antiga URSS, a banda Visokosnoe Leto (Високосное лето) surgiu em 1972 tocando covers, mas logo depois com mudanças na formação passaram a fazer sua própria música. Foram um dos principais grupos da cena underground  local, gravando alguns álbuns, mas nenhum lançado oficialmente (por causa das proibições do governo), se desfazendo em 1979.
Em 1995 algumas dessas gravações foram lançadas em CD na Rússia, com o nome The Store of Wonders 1972-1979 (Лавка чудес). É composto por 10 faixas, maioria curtas, clara e surpreendentemente influenciado pelo rock progressivo, hard e space ocidental, em bandas como Uriah Heep, ELP e Deep Purple. A música é na maioria do tempo instrumental, solos da dupla teclado (órgão) e guitarra se revezam, acompanhados por bateria nervosa e baixo, criando momentos densos e pesados. Os vocais aparecem ocasionalmente e com letras na língua local. O ponto baixo é a qualidade da gravação, algo que se repete com quase todos os registros não-oficiais da antiga União Soviética. Destaque para as faixas mais longas.
Mais um tesouro da antiga "Cortina de Ferro", recomendada para fãs de hard prog rock.

The band Visokosnoe Leto (Високосное лето) was formed in former USSR in 1972 playing covers, but soon after with lineup changes began to make their own music. It was one of the main groups of the local underground scene, recording some albums, but none officially released (because of government bans), disbanded in 1979.
In 1995 some of these recordings were released on CD in Russia, named The Store of Wonders 1972-1979 (Лавка чудес). It consists of 10 tracks, most short, clear and surprisingly influenced by progressive, hard and space rock bands like Uriah Heep, Deep Purple and ELP. The music is mostly instrumental, with great keyboard (organ) and guitar solos taking turns, accompanied by nervous drums and bass, creating dense and heavy moments. The vocals appear occasionally and lyrics are all in the local language. The low point is the quality of the recording, something that is repeated with almost all non-official records of the former Soviet Union. Emphasis on longer tracks.
Another treasure of the former "Iron Curtain", recommended for hard prog rock fans.

Александр Ситковецкий [Alexander Sitkovetsky] (guitarra, vocal)
Крис Кельми [Chris Kelmy] (baixo, teclados, vocal)
Анатолий Абрамов [Anatoly Abramov] (bateria, 1973-76)
Александр Кутиков [Alexander Kutikov] (baixo, vocal, 1973-79)
Валерий Ефремов (bateria, 1976-79)
Владимир Варган (vocal, 1977-79)

01 Увертюра (5:25)
02 Похититель Снов (8:06)
03 Лавка Чудес (5:32)
04 Мона Лиза (3:31)
05 Рондо Вне Тональности (7:23)
06 Зеркала (1:12)
07 Песня О Бунтаре (6:18)
08 Парадокс (4:05)
09 Мир Деревьев (4:25)
10 Сатанинские пляски (5:50)



segunda-feira, 2 de março de 2015

JAZZ FUNK - ROOTS - Same - 1975


Fechando a sequência de postagens africanas, uma bela descoberta da África do Sul. O grupo Roots teve curto período de existência, mas que resultou em um álbum em 1975, raro e ainda não relançado. Contavam com alguns músicos que tiveram importante papel na cena jazzística local, integrando Spirits Rejoice e Sakhile alguns anos depois.
O homônimo traz 6 faixas instrumentais, maioria longas, de jazz rock/ fusion com fortes influências de funk, lembrando bandas norte-americanas. Músicos talentosos trazem um som dinâmico, apurado e primoroso, com ótimas passagens de saxofone, piano, flauta e trompete. Difícil ouvir momentos fracos, mas destaque fica para "Jabu", "Roots", "Emakhaya" e "Barney's Shoes".
Excelente pérola para fãs de jazz fusion/ funk, altamente recomendado!

A beautiful discovery from South Africa. The group Roots had short life, but resulted in an album in 1975, rare and not yet reissued. Relied on some musicians who played an important role in the local jazz scene, integrating Spirits Rejoice and Sakhile few years later.
The namesake brings six instrumental tracks, most long, jazz rock / fusion with strong funk influences, reminding American bands. Talented musicians bring a dynamic, refined and exquisite sound, with great passages of saxophone, piano, flute and trumpet. Difficult to hear weak moments, but highlight is "Jabu", "Roots", "Emakhaya" and "Barney's Shoes".
Excellent pearl for jazz fusion / funk fans, highly recommended!

Barney Rachabane (saxofone)
Dennis Mpale (trompete)
Duke Makhasa (saxofone)
Sipho Gumede (baixo)
Peter Morake (bateria)
Jabu Nkosi (órgão, piano)

01 Jabu 7:28
02 Roots 6:11
03 School Girl 4:15
04 Emakhaya 9:33
05 Poor Mother 5:29
06 Barney's Shoes 6:14

domingo, 1 de março de 2015

PSYCH/ GARAGE ROCK - LES VIKINGS - Tongava Maro Zalahy E! / Lola Lola - 197?


Pérola vinda de Madagascar! O grupo Les Vikings (não confundam com a banda caribenha de mesmo nome) foi ativo provavelmente no começo dos anos 70, lançando um único compacto sem ano preciso pelo selo local Discomad. Seus integrantes e história também são inexistentes na web. O single abre com a música "Tongava Maro Zalahy E", instrumental e dominada pelo órgão e batida típicas dos anos 60; o lado B traz um freakbeat "Lola Lola" com guitarra psicodélica acompanhada por órgão, bateria e vocal em Francês. Som que vai agradar fãs de rock psicodélico/ beat dos anos 60 e de lugares incomuns.

Pearl coming from Madagascar! Les Vikings (do not confuse with the Caribbean band with the same name) was probably active in the early 70s, releasing only one single without precise year by local label Discomad. Its members and history are also non-existent on the web. The single opens with the song "Tongava Maro Zalahy E", instrumental and dominated by the typical organ and rhythm of the 60s; side B brings a freakbeat Lola Lola" with psychedelic guitar accompanied by organ, drums and vocals with French lyrics. 

01 Tongava Maro Zalahy E! 2:30
02 Lola Lola 4:15