Se você está interessado em baixar algum álbum postado a partir de 2015, entre em contato por e-mail: prolasdorock@yahoo.com ou deixe seu contato nos comentários (este não será visível publicamente), e o link será enviado o mais breve possível!


Mais informações aqui: http://goo.gl/ra9cdp


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If you are interested in downloading any posted album from 2015, contact by email: prolasdorock@yahoo.com or let your email in comments (this will not be visible publicly) and the link will be sent as soon as possible!


More info here: http://goo.gl/ra9cdp

sábado, 28 de fevereiro de 2015

AFROBEAT - CHARLES A. CHEPKWONY KOLU BAND - Magtalena - 197?


Pérola obscura vinda do Quênia, o Charles A. Chepkwony Kolu Band (também chamado de Oriango & Kipchamba) foi um grupo liderado pelo guitarrista Charles A. Chepkwony na região de Kericho, em meados dos anos 70. Gravaram um único e raríssimo cassete, ainda em ano e outros músicos desconhecidos.
Magtalena é composto por 10 faixas curtas (na casa de 4 ou 5 minutos) que misturam ritmos locais típicos com funk e psych rock (afrobeat). É na maioria do tempo instrumental, com predomínio da guitarra, que mesmo simples, faz um trabalho interessante acompanhado de percussão e vocais em língua local. A qualidade da gravação é um ponto baixo, bastante precária.
Apesar disso, temos aqui um ótimo e raro registro para fãs de afrobeat e fusão de ritmos africanos.

Obscure Pearl coming from Kenya, the Charles A. Chepkwony Kolu Band (also called Oriango & Kipchamba) was a group led by guitarist Charles A. Chepkwony in Kericho region in the mid-70s. They recorded a single and rare cassette, yet with unknown year and other musicians.
Magtalena consists of 10 short tracks (around 4 or 5 minutes) mixing typical local rhythms with funk and psych rock (Afrobeat). It is most of the time instrumental, predominantly the guitar, that even simple, makes an interesting work accompanied by percussion and vocals in local language. The recording quality is a low point, really weak. Nevertheless, here is a great and rare record for afrobeat and fusion of African rhythms fans.

01 Kilyano Ratanga
02 Yach Busurek
03 Magtalena
04 Bakach Chebaigeiyat Sikilai
05 Kas Imam O Pilista
06 Pelina
07 Chemosi
08 Bane Matanda
09 Sukuli Ab Musoknotet
10 Wuiyee My Lover



quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

PSYCHEDELIC/ AFRO ROCK - TIROGO - Float - 1977


Pérola formada na região de Lagos, na Nigéria por jovens em meados dos anos 70. O grupo Tirogo lançou um único disco em 1977, relançado algumas vezes recentemente em pequena tiragem. Na verdade pouco mais há mais disponível sobre o quinteto.
O álbum Float é composto por 6 faixas curtas inspiradas em bandas locais como Ofege, Blo, Question Mark e Zam rock, misturando rock psicodélico e pegadas de funk com ritmos africanos. Músicas simples, dominadas por guitarra fuzz nervosa, com bons momentos de órgão, percussão e vocais típicos do continente, com letra em inglês falando sobre temas como garotas, músicas e religião marcam o som.
Nada de essencial, mas boa pérola para fãs de rock psicodélico e africano.

Tirogo is one of these Nigerian psych-rock bands from a same level as the other bands which had been reissued before. The songs and song tunes sung in English are somewhat simple, a foundation, one of them is sung in not such a perfect way, the whole musical element completely compensates for this and completes this to an attractive psychedelic rock format. There's use of a little bit of keyboards to fill up the arrangements with another layer, it is the groovy electric guitar solos which are given a time and which are given a trippy freedom which gives this something special in combination with the attractive Afro-inspired rock song rhythms. Just here and there is a funky touch, without ever being dominant. A decent African rock record within the psychedelic territory.
Text: Psychedelic Music

Wilfred Ekanem (vocal, baixo)
Elvy Akhionbare (guitarra, percussão)
Wilfred Iwang (bateria, vocal, percussão)
Fumi Onabolu (órgão, percussão)
Godwin Debogie (conga, percussão, vocal)

01 Float 5:23
02 Devil’s Gonna Get You 4:55
03 Ajufo 3:47
04 Tirogo 4:06
05 Gypsy Girl 05:18
06 Let’s Feed the Nation 4:25



segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

AFROBEAT/ FUNK - 22 BAND - Dans le vent - 1976


Pérola vinda da Guiné, oeste da África. O 22 Band (também conhecido como 22 Novembre Band e 22 Band-Kankan) foi formado na cidade de Kankan em 1971 e tiverem grande popularidade local, chegando a ser uma das "Orquestras oficiais" do país na época. Lançaram 3 álbuns e outros compactos até 1980, mesmo assim o grupo continuou se apresentando na região até os anos 90. Contavam com o conhecido guitarrista Kante Manfila, outros integrantes são desconhecidos.
Posto aqui o debut Dans le vent, de 1976. O disco é composto de 6 faixas, maioria longas, que trazem típico som africano (Mande Music), com influências da música ocidental, principalmente funk, jazz e psicodelia. É predominantemente instrumental, com trabalho de percussão invejável acompanhado por solos de guitarra, metais e vocais cativantes em língua local. Talvez "Deny" seja o ponto melhor momento, mas o álbum é todo bom.
Ótima pérola para fãs de afrobeat e funk/ jazz, recomendado!

Pearl coming from Guinea, West Africa. The 22 Band (also known as 22 Novembre Band and 22 Band-Kankan) was formed in the city of Kankan in 1971 and had great local popularity, becoming one of the "official Orchestras" of the country at the time. They released 3 albums and other singles until 1980, yet the group continued performing in the region until the 90s. The guitar player was Kante Manfila, but other members are unknown.
Post here the debut "Dans le vent", 1976. The album consists of 6 tracks, most long that bring typical African sound (Mande Music), with influences of Western, especially funk, jazz and psychedelia. It is predominantly instrumental, with enviable percussion work accompanied by guitar, metals solos and captivating vocals in local language. Maybe "Deny" is the best moment, but the album is all good. Great record for afrobeat and funk / jazz fans, recommended!

Kante Manfila (guitarra)
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01 Baya 6:38
02 Mama 8:07
03 Sou 6:25
04 Wousse 7:26
05 Kouroussy 5:16
06 Deny 9:10



sábado, 21 de fevereiro de 2015

AFRO FUNK/ PSYCH - IFANG BONDI & THE AFRO MANDINGUE SOUNDS - Saraba - 1976


A Gâmbia vem se mostrando um dos mais países mais interessantes e surpreendentes quando o assunto é música e rock africano dos anos 70 e 80, a postagem de hoje é um desses exemplos. A banda Ifang Bondi ("Seja você mesmo") surgiu em 1973 na capital Banjul, das cinzas do Super Eagles, conhecido grupo local que se desfez alguns anos antes. Lançaram 6 discos e ainda fazem reuniões esporádicas com novos membros.
Posto aqui o debut de 1976, Saraba (ainda com o título The Afro Mandingue Sounds) composto de 7 faixas. O som mistura diversas influências, passando por ritmos africanos, rock psicodélico, funk e jams viajantes (space). Essa fusão fica clara no rico instrumental predominante, com guitarra psicodélica, bateria, órgão, saxofone, flauta e teclados revezando solos com instrumentos locais como sabar, sekereba e percussão em geral. As letras são todas na língua local, tornando a música ainda mais singular. Quanto as faixas, há raros momentos fracos, mas o destaque principal fica para as duas mais longas.
Excelente pérola para fãs de rock psicodélico africano e afrobeat.

The Gambia has proven to be one of the most interesting and surprising countries when it comes to African music and rock of the 70s and 80s, today's post is one such example. The band Ifang Bondi ("Be yourself") appeared in 1973 in the capital Banjul, with former members of Super Eagles, known local group that disbanded a few years before. Released 6 albums and still make sporadic meetings with new members.
Post here the 1976 debut, Saraba (still entitled The African Mandingue Sounds) consists of 7 tracks. The sound mix different influences, through African rhythms, psychedelic rock, funk and space jams. This mix is clear in the rich instrumental with psychedelic guitar, drums, organ, saxophone, flute and keyboards solos alternating with local instruments as sabar, sekereba and percussion in general. The lyrics are all in the local language, making even more unique music. As the tracks, there are rare weak moments, but the main highlight is the two longer. Excellent pearl for African psychedelic rock and afrobeat fans.

Badou Jobe (guitarra, percussão)
Bye Janha (guitarra, vocal)
Pa Musa Njie (baixo, vocal)
Karamo Sabaly (sabar, conga, percussão, bateria)
Ali Harb (saxofone, flauta, vocal, sekereba)
Pa Alien Njie (bateria, sabar)
Kunon Jarjutay (teclados, sinos, percussão, vocal)
Pap Touray (vocal, percussão)
Samson Gassama (conga, sabar)

01 Atis-a-tis 4:35
02 Xaleli africa 3:52
03 Saraba 9:31
04 Yolele 4:59
05 Xalel dey magg 4:52
06 Sutukun 8:28
07 Xam xam 5:20



sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

GNAWA/ FOLK - MAHMOUD GUINIA - Jilali Bouâlem - 19??


Mergulhando nos ritmos africanos, uma pérola obscura vinda do Marrocos. Mahmoud Guinia (também conhecido como Gania, Guinea ou Kania), nasceu em 1951 na cidade de Essaouira, membro de uma família de músicos locais. Mahmoud é hoje um dos maiores nomes do Gnaoua, fazendo parceira com músicos ocidentais e possui longa discografia, apesar de pouco ser oficial. A grande maioria foram gravações amadoras e lançadas localmente ou na França.
Este é o caso desse registro, intitulado Jilali Bouâlem e gravado em cassete em ano desconhecido e recentemente recuperado por sites de música e considerado a "fita Gnaoua mais psicodélica de todos os tempos". É dividido em 10 faixas que não trazem nada de rock, apenas uma longa e espiritual viagem pela música Gnawa, primariamente rítmica, com instrumentos típicos como guembri, tambores, tablas, didjeridu, entre outros e vocal principal de Guinia, frequentemente intercalado com coro em árabe, poucas músicas tem frases em inglês e línguas antigas.
Pérola recomendada para apreciadores de ritmos africanos, em especial o Gnaoua.

Obscure pearl coming from Morocco. Mahmoud Guinia (also know as Guinea or Kania), was born in 1951 in the city of Essaouira, a member of a local musicians family. Mahmoud is now one of the biggest names in Gnawa, playing with Western musicians and has a long discography, although little is official.
This is the case of this record, entitled Jilali Boualem and recorded on cassete tape in an unknown year and recently recovered by music sites and considered the "Gnawa most psychedelic tape of all time". It is divided into 10 tracks that bring nothing of rock, just a long spiritual journey by Gnawa music, primarily rhythmic, with typical instruments as guembri, drums, tablas, didgeridoo, among others, and lead vocal of Guinia, often interspersed with choir, Arabic lyrics with few English or ancient languages phrases. Recommended to African rhythms lovers, especially the Gnaoua.

Mahmoud Guinia (guembri, percussão, vocal)
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01 Jilali Bouâlem
02 Lâayoune Dahika
03 Jwedi ya Jwedi
04 Allah Yuhibb Alkurama
05 Fofo Denba
06 Berrma Nana Soutanbi
07 Alhubb Wahid Wa Eddunya Wahida
08 Africa Muwahhada
09 Alhaqiqa
10 Al Umm

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

PROG ROCK - SYPHAX - Same - 1978


Pérola formada na Argélia, na região da Cabília em 1975, pelo baterista Samir Chabane e guitarrista Madi Mahdi, após a saída de ambos do grupo Les Abranis. A banda Syphax (nome de um rei líbio na época do Império Romano) lançou um único e raro LP na França em 1978 e sumiu do mapa, sem deixar mais informações.
O álbum homônimo é dividido em 9 faixas, maioria curtas e que misturam jazz funk, rock progressivo e leves doses de pop/ folk, lembrando o próprio som do Abranis e Les Frères Megri. Momentos melódicos e outros mais intensos se revezam com bons solos de guitarra, teclados, saxofone e bateria. O vocal é todo em árabe e com vários coros. Destaque principal para o "lado B", com "Antasene", "Kahina" e claro "Ghourak In'Aanna", de quase 10 minutos.
Nada de essencial, mas uma boa pérola para fãs de prog e fusion do final dos anos 70.

Pearl formed in Algeria, in the Kabylia region in 1975, after drummer Samir Chabane and guitar player Madi Mahdi left the group Les Abranis. The band Syphax has launched an only and rare LP in France in 1978 and disappeared from the map, with not much information.
The self-titled album is divided into 9 tracks, most short and mixing jazz funk, progressive rock and light pop/ folk doses, remembering Abranis and Les Frères Megri. Melodic and more intense moments take turns with good guitar, keyboards, saxophone and drums solos. The vocals are all in Arabic and several choirs. Main emphasis on the "B-side" with "Antasene", "Kahina" and of course "Ghourak In'Aanna," nearly 10 minutes.
Nothing essential, but a good pearl for prog fans and late fusion of the 70s.

Madi Mahdi (baixo, vocal)
Samir Chabanne (bateria, vocal)
Makhlouf (guitarra, vocal)
Samy "Syphax" (guitarra, vocal)

01 Thamghra 3:05
02 Anta - Laidh? 5:05
03 Dhi'Sine Yidhesane 3:50
04 Naima 4:20
05 1957.. 3:30
06 Ghourak In'Aanna 9:50
07 Yidhem -Yidhem 3:50
08 Anfasene 4:05
09 Kahina 4:25

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

PSYCHEDELIC ROCK - SHMULIK KRAUS - A Criminal Record - 1977


Pérola vinda de Israel, o músico, compositor e cantor Shmulik Kraus (שמוליק קראוס‎) nasceu em 1935 em Jerusalém. Começou sua carreira na música no fim dos anos 50, participando de importantes grupos locais como The High Windows, além de várias parcerias. Em 1971 foi preso por porte ilegal de arma, lá ele compôs todas as músicas do seu único álbum solo, gravado em um curto período de saída temporária, mas lançado apenas 6 anos mais tarde. Kraus faleceu em 2013, com 77 anos.
O disco A Criminal Record, de 1977, traz apenas 6 faixas que combinam rock clássico, psicodélico, blues e folk, considerado um dos melhores trabalhos do rock "underground" local, contando ainda com o guitarrista Haim Romano (ex-Churchills). O som é simples, mas interessante, com bons arranjos que combinam guitarra (fuzz) e violão, bateria e baixo acompanhando o vocal rasgado de Kraus, em hebraico, e passando um pouco da atmosfera que o músico vivia na época. Os destaque ficam para "Hot Friday", "Who Are We?" e uma versão de Beatles com "Mother Nature", de 11 minutos.
Talvez um pouco estranho para primeira audição, mas recomendo essa pérola para fãs de rock clássico.

"Completely devoid of any digital trickery, A Criminal Record is very much a product of its time, with a laid-back vibe and ramshackle sound created by a makeshift band. It is also one of the most unique and fantastic undiscovered albums from the most fertile era of rock ‘n’ roll. According to the liner notes to the 1977 full-length EP released by Hataklit (prior to that, the songs had been released as individual singles), the bulk of the album was created while Kraus sat alone in his cell, humming melodies to himself.
A few days later Kraus was granted a 48-hour leave from his jail cell, and he went straight to a recording studio, where he had gathered some of Israel’s best rock and jazz musicians, including Haim Romano, the guitarist from the country’s first psychedelic band, The Churchills. The recording was completed in two hours. Kraus was released from prison on bail a week later, and the album, containing six freewheeling psych-folk tunes seemingly influenced by Bob Dylan and American garage rock, was released in May of 1971 to very little public notice."
Text: Tablet (Jason Diamond)


Shmulik Kraus (vocal, violão)
Haim Romano (guitarra)
Shmulik Aruch (baixo)
Aharom Kaminsky (bateria)

01 Hot Friday 4:17
02 Who Are We? 5:06
03 One Day 4:16
04 Kraus’s Dungeon 6:24
05 Don't Mind Me 7:02
06 Mother Nature 11:37

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

FUNK ROCK - BLACK CATS - A Chili Pum / Marcella - 1974


Pérola formada em Teerã, capital do Irã no fim dos anos 60. O grupo Black Cats lançou um único compacto na Turquia em 1974, há também um edição local, sem mais informações. Seus membros são desconhecidos e provavelmente a banda se desfez após a Revolução de 1979. O single traz as faixas "A Chili Pum", versão de uma conhecida versão tradicional e "Marcella", ótimo cover (instrumental) do funk "The Chicken", de James Brown, com boa passagem de metais, baixo e bateria.

Pearl formed in Tehran, capital of Iran, in the late 60. The Black Cats released only one single in Turkey in 1974, there is also a local issue without more information. Its members are unknown and probably the band disbanded after Revolution in 1979. The single brings the tracks "The Chili Pum" version of a well-known traditional song and "Marcella", great cover of James Brown's "The Chicken", all instrumental with good passage of metals, bass and drums.


Músicos: ?

01 A Chili Pum 3:02
02 Marcella 3:23

domingo, 15 de fevereiro de 2015

INDIAN/ RAGA ROCK - DEBABRATA CHAUDHURI & FAIYAZ KHAN - Meditations in Indian Sitar Music - 1968


Post "alternativo" para este Carnaval, a dupla formada pelo conhecido músico, professor e escritor de origem bangladeshiana Debabrata Chaudhuri e o indiano Faiyaz Khan. O projeto originou um único e raro disco em 1968, gravado em lançado em Londres, no auge da popularidade da música indiana no ocidente.
O álbum Meditations in Indian Sitar Music é dividido em 2 longas canções totalmente instrumentais ("ragas") na faixa de 20 minutos cada, que não tem nada de rock, apenas música indiana clássica, como o próprio título diz, tocadas de forma hipnótica e viajante, apenas com sitar e tabla. Pouco mais posso falar sobre essa pérola, altamente recomendo para fãs de música indiana e raga rock.

The duo formed by the well known musician, teacher and writer of Bangladeshi origin Debabrata Chaudhuri and Indian Faiyaz Khan. The project releaed an only and rare disc in 1968, recorded in London at the height of popularity of Indian music in the West.
The album "Meditations in Indian Sitar Music" is divided into 2 long instrumental songs ("ragas") with more than 20 minutes each, bringing classical Indian music only, as the title says, played hypnotic and trippy way, with sitar and tabla only. Little more I can say about this gem, highly recommend to Indian music and raga rock fans.

Debabrata Chaudhuri (sitar)
Faiyaz Khan (tabla)

01 Raga Maru-Behag 22:49
02 Raga Aheer Bhairab 25:27

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

GARAGE/ PSYCH ROCK - THE AAY JAYS - Same (EP) - 1973


Pérola vinda do Paquistão, a banda The Aay Jays foi ativa no começo dos anos 70 e lançou um único EP em 1973. Algumas dessas músicas estão presentes em várias compilações recentes sobre rock na região, como Pakistan Folk and Pop Instrumentals 1966 – 1976. Infelizmente ainda hoje informações sobre o grupo são limitadas e seus membros são desconhecidos.
O EP homônimo traz 4 curtas músicas instrumentais que combinam influências do rock ocidental, passando pelos estilos psicodélico, garagem e beat, com ritmos locais. O som é básico e até primitivo, dominado por solos de órgão e guitarra, típicos dos anos 60, se revezando com a percussão. Apesar de limitado e "atrasado" em relação ao resto do mundo, essa é uma obra muito interessante para fãs de rock "fora do eixo".

Pearl coming from Pakistan, The Aay Jays was active in the early 70s and released a single EP in 1973. Some of these songs are present in several recent compilations of rock in the region, as Pakistan Folk and Pop Instrumentals 1966 - 1976. Unfortunately information about the group is limited and its members are unknown.
The eponymous EP brings 4 short instrumental songs that combine influences of western rock, through psychedelic, garage and beat styles with local rhythms. The sound is basic and even primitive, dominated by organ and guitar solos, typical of the 60s, taking turns with the percussion. Although limited, this is a very interesting gem for fans of obscure/ uncommon places.

Músicos: ?

01 Mirza Ki Dhun
02 Dachi Waliya Mor Mohar
03 Lal Qalandar Lal
04 The Aay Jays Theme



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

HARD ROCK - GOD SPELL - Jalan Iblis - 1972


Pérola obscura vinda da Indonésia. Quase não existem informações sobre o grupo God Spell e seus membros, gravaram apenas esse disco promocional em 1972 para uma rádio local, até hoje não relançando e absurdamente raro.
O LP Jalan Iblis (algo como O Caminho do Diabo) é dividido em 8 curtas faixas, totalizando menos de meia hora. O som é simples, influenciado por grandes bandas locais como Giant Step, God bless e AKA, com suas passagens de hard, prog rock e várias baladas de intuito comercial, que acabam enfraquecendo o álbum. Letras são todas na língua local, vocais femininos e masculinos e boas passagens de guitarra e teclado marcam o som. Destaque para "Jalan Iblis", "Discothique" e "Cinta Dalam Syair".
Nada de essencial, com alguns bons momentos para fãs de hard e prog rock.

Obscure band coming from Indonesia. There are almost no information about the God Spell and its members, recorded just this promotional disc in 1972 for a local radio station, never re-launched and absurdly rare.
The LP Jalan Iblis (something like The Devil's Path) is divided into eight short tracks, totaling less than half an hour. The sound is simple, influenced by local bands like Giant Step, God bless and AKA, with its hard, prog rock influences and several commercial ballads, which end up weakening the album. Lyrics are all in the local language, female and male vocals and good guitar and keyboard passages mark the sound. Emphasis on "Jalan Iblis", "Discothique" and "Cinta Dalam Syair".
Nothing essential, with some good times to hard rock and prog fans.

Músicos: ?

01 Jalan Iblis
02 Pengharapan
03 Gadis Telaga
04 Cinta Dalam Syair
05 Discothique
06 Kenangan Indah
07 Pusara
08 Cinta Dalam Syair

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

ZAM ROCK - NGOZI FAMILY - Day of Judgement - 1976


Atendendo a mais um pedido, posto aqui o segundo disco do grupo Ngozi Family, um dos pioneiros e mais importantes grupos do movimento Zam Rock. A banda foi ativa na segunda metade dos anos 70, lançando quatro álbuns no total e se desfazando logo após o lançamento de 45000 Volts.  Aos poucos a história desse quarteto, e do gênero, vai sendo recontada através de relançamentos e sites.
O álbum Day of Judgement é prova disso, lançando em pequena quantidade em 1976, finalmente ganhou uma nova versão em CD e LP pela Now Again, em 2014. O relançamento é composto por 13 faixas curtas, sendo 4 bônus, trazendo um som típico do zam rock, em seus melhores momentos, tocado de forma crua, direta e barulhenta, misturando as influências ácidas/ psicodélicas de Hendrix na guitarra fuzz de Ngozi, com funk e ritmos africanos. As letras são na grande maioria em inglês e outras na língua local, falando sobre mulheres, críticas sociais e temas do dia-dia. Sem destaque principal, se trata de um trabalho sólido e com raros momentos fracos.
Pérola essencial para fãs de zam rock, e rock africano em geral.

There have been already a few reissues of Ngozi Family albums. This reissue is to say the least, of the same quality as the other ones, if not, at least in a very direct way, like an acid garage concept with an effective rawness, with simple direct energy songs that mostly are about directions, judgments and experiences of girls. The energy is expressive and emotionally direct. The drumming is a great variation of Afro-rock, while there are several fuzz solos, sometimes combined with bass that are worthy of note, making the group balance between a directing-to-the-public song-driven rock band and a power trio.
Text: Psychedelic Music

The rawest Ngozi album. Really gritty recording, fuzz guitar that is mixed way too loud at times (which is a great thing), crunchy lo-fi drums and no filler. Lo Fi psychedelic garage with a snotty punk-like attitude. The Ngozi Family does one thing on this album, but damn do they do it well. Ngozi’s most consistent effort, and to my ears one of the grails of the Zambian rock era.
Text: Strawberry Rain

Paul Ngozi (guitarra, vocal)
Chrissy Zebby Tembo (bateria)
Billy Sithenge (baixo)
Alex Kunda (percussão, congas)

01 Day of Judgement
02 Hi Babe
03 I Wanna Know
04 Kumanda Kwa Bambo Wanga
05 Tikondane
06 Bwanawe
07 Let Me Know
08 We Wonna Give It to Her
09 I'm on My Way

Bônus:
10 She Looks So Crazy
11 Sunka Mulamu
12 We Were Not Told
13 I've Been Looking for You




terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

HARD ROCK - ABRAKADABRA - Same - 1978


Atendendo a velhos pedidos, uma obscura banda vinda das Filipinas. O sexteto Abrakadabra foi formado provavelmente no fim dos anos 70 pelos irmãos Alex e Manuel "Jun" Mallilin, outros membros são desconhecidos (informações sobre o baterista Michael Ambas e guitarrista Vincent Gella não são precisas). Lançaram um único álbum em 1978 e tiverem certo sucesso local até o começo dos anos 80, com músicas como Bote-Dyaryo. Em 2012 foi relançado em CD, mas apenas localmente e com um bônus.
O homônimo é dividido em 11 curtas faixas, trazendo um som bastante influenciado por bandas de Pinoy rock, hard do fim dos anos 70, um pouco de glam (como podemos ver na capa) e comercial em vários momentos. O instrumental é simples e direto, com guitarra nervosa e bom trabalho de bateria e baixo; as letras são todas na língua local (com exceção da balada "Sweet Love") e tratam temas sociais e do dia-dia, segundo alguns sites.
Pérola recomendada para fãs de hard e especialmente pinoy rock.

By request, an obscure band coming from Philippines. The sextet Abrakadabra was probably formed in the late 70 by brothers Alex and Manuel "Jun" Mallilin, other members are unknown (information about the drummer Michael and guitarist Vincent Both Gella are not accurate). They released one album in 1978 and had some local success until the early 80s, with songs like Bote-Dyaryo. In 2012 it was re-released on CD, but only locally and with a bonus.
The self-titled is divided into 11 short tracks, bringing a sound heavily influenced by bands of Pinoy rock, late '70s hard, a little glam (as seen on the cover) and commercial music at various times. The instrument is simple and straightforward, with nervous guitar and good drums/bass work; the lyrics are all in the local language (expecting "Sweet Love") and talks about social and day by day issues, according to some sites.
Pearl recommended for fans of hard and especially pinoy rock.

Alex Mallilin (vocal)
Manuel "Jun" Mallilin (baixo, vocal)
Michael Ambas (bateria)
Vincent Gella (guitarra)

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01 Basta't Rock n' Roll
02 Musikero Sa Bangketa
03 Itaga Mo Sa Bato
04 Batugan
05 Bote-Dyaryo
06 Kulay Kayumanggi
07 Laki Ng Ulo
08 Bagong Salta
09 Pagputi Ng Uwak
10 Habang May Buhay
11 Sweet Love (Bonus)



domingo, 8 de fevereiro de 2015

PROG FOLK - SONS OF SUN - Kaizoku Kid No Boken (The Pirate Kid's Adventure) - 1972


Pérola vinda do Japão, Sons of Sun foi um projeto do conhecido tecladista Hiro Yanagida, que passou por Apryl Fool, Food Brain, Love Live Life, entre outros e carreira solo. Contava também com o baterista Takashi Matsumoto e outros músicos ainda desconhecidos. Resultou em um obscuro álbum em 1972, até hoje não relançado.
O disco Kaizoku Kid No Boken (também intitulado The Pirate Kid's Adventure, em português "A Aventura da Criança Pirata") é dividido em 11 curtas faixas, trazendo um som bem mais tranquilo do que os outros trabalhos de Yanagida até então. É basicamente folk, com leves doses progressivas e psicodélicas, lembrando os conterrâneos do Happy End em vários momentos, com coros em japonês e temática aparentemente alegre e talvez até infantil. No instrumental boas passagens acústicas de piano, percussão, flauta e violão dominam.
Nada de essencial, mas um bonito registro para fãs de folk prog.

Pearl coming from Japan, Sons of Sun was a project of known keyboardist Hiro Yanagida (Apryl Fool, Brain Food, Love Live Life, among others and solo career). Also featured drummer Takashi Matsumoto and other unknown musicians. Resulted in an obscure album in 1972, not reissued yet.
The album Kaizoku Kid In Boken (The Pirate Kid's Adventure) is divided into 11 short tracks, providing a much quieter sound than the other Yanagida's works before. It's basically folk, with light progressive and psychedelic doses, reminding Happy End at various times, with cheerful choirs and Japanese lyrics. In the instrumental good passages of piano, percussion, flute and acoustic guitar dominate. Nothing essential, but a beautiful record for folk fans and also prog.

Hiro Yanagida (piano, teclados)
Takashi Matsumoto (bateria, percussão)
Hiro Yanagida
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01 Snow Light 3:13
02 Suburban Railway 2:39
03 To Hitomi 4:07
04 Dusk 4:32
05 The Pirate Kid's Adventures 3:20
06 Meeting 4:28
07 Vagrant Elegy 3:09
08 Solitary Journey 2:12
09 Bare Backs Of Mystery 3:53
10 The Daughter And Two People 3:02
11 Sleep Doll 3:20

sábado, 7 de fevereiro de 2015

BOOGIE/ COUNTRY ROCK - HIGHWAY - Same - 1971


Pérola formada em Wellington, capital da Nova Zelândia em 1970 pelos amigos Phil Pritchard e George Limbidis, contando com ex-membros de várias bandas dos anos 60. O grupo Highway teve um curto período de atividades, mesmo assim fez grande sucesso local na época, tocando em festivais, faculdades e clubes. Lançaram apenas um álbum em 1971 e se desfizeram logo no ano seguinte, já na Austrália.
O homônimo é composto por 7 faixas de rock'n'roll clássico setentista, com influências de boogie, country e blues rock. No instrumental, nada de novo, apenas o competente trio bateria, baixo e guitarras, contando com várias mudanças de tempo e destaque para a última, com passagens e solos ferozes. O potente vocal de Sontgen também merece atenção. Quanto as faixas, as melhores são as mais longas e "Smashing".
Nada de essencial, mas uma boa pérola para fãs de boogie e country rock.

Pearl formed in Wellington, capital of New Zealand in 1970 by friends Phil Pritchard and George Limbidis. The group Highway had a short period of activities, still had great local success at the time, playing at festivals, universities and clubs. They released only one album in 1971 and fell apart in the next year.
The self-titled consists of 7 tracks of classic 70s rock'n'roll, with influences of boogie, country and blues rock. In the instrumental, nothing new, only the competent trio drums, bass and guitars, with several time changes. The powerful Sontgen's vocals also deserves attention. As the tracks, the best are the longest and "Smashing". Nothing essential, but a good gem to boogie and country rock fans.

Phil Pritchard (guitarra)
George Limbidis (baixo)
Jim Lawrie (bateria)
Bruce Sontgen (vocal)
George Barris (guitarra)

01 Listen to the Band 7:30
02 Daisy 5:18
03 A Whole Lot of Everything... And Nothing 7:04
04 I Only Wanted to Rock and Roll 5:00
05 New Day 5:16
06 The Ride 8:30
07 Smashing 4:10

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

COUNTRY ROCK - BLUESTONE - Same - 1974


Pérola vinda da Austrália, formada em Melbourne pelo vocalista e guitarrista Terry Dean e baterista John Creech, ex-Mixtures. O grupo Bluestone lançou dois álbuns, o primeiro em 1974 e o segundo apenas em 1982, já com nova formação. Como o último não teve o mesmo sucesso de vendas, a banda se desfez logo após, em 84. Vários membros seguiram carreira solo ou em outros grupos locais; tiveram uma rápida reunião em 2011.
Posto aqui o debut homônimo, composto por 10 curtas faixas de country rock e com influências de rock da costa oeste americana, em nomes como The Byrds, Flying Burrito Brothers e The Eagles. Nada de diferente no instrumental, dominado pela guitarra, mas com momentos melódicos e acústicos de violão e percussão e outros "caipiras",  com banjo e violino. Destaque maior para o "Lado A", com "Ride On", "Home Ain't Home", "Country Fair" e "Stage Coach".
Pérola recomendada para fãs de country e west coast rock.

Pearl coming from Australia, formed in Melbourne by vocalist and guitarist Terry Dean and drummer John Creech, former Mixtures. The group Bluestone released two albums, the first in 1974 and second only in 1982, already with new members. As the last one had not the same sales success, the band disbanded soon after, in 84. Several members played solo or with other local groups; had a quick meeting in 2011.
Post here the eponymous debut, composed of 10 short tracks that mix country rock and influences of the West Coast rock bands like The Byrds, Flying Burrito Brothers and The Eagles. Nothing different in instrumental, dominated by guitar, but with melodic moments (acoustic guitar and percussion) and other "rural" with banjo and violin. Emphasis to the "Side A" with "Ride On", "Home Is not Home", "Country Fair" and "Stage Coach". Recommended for country and west coast rock fans.

Terry Dean (vocal, guitarra)
John Creech (vocal, bateria, percussão)
Gavan Anderson (vocal, violão)
Nigel Thompson (vocal, baixo)

01 Ride On 5:36
02 Home Ain't Home 4:21
03 Hear The Bang 3:22
04 Country Fair 2:12
05 Flight 212 1:10
06 Stage Coach 3:19
07 The Only Girl 3:49
08 I Won't Be Here In The Morning 5:15
09 Wind & Rain 2:49
10 Knowing You 3:49

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

PSYCHEDELIC ROCK - VELVET UNDERGROUND - Somebody to Love / She Comes in Colours - 1970


Pérola formada em Newcastle, na Austrália em 1967. A banda Velvet Underground (não confundam com a de mesmo nome dos EUA) foi ativa até 1972 e lançou apenas um compacto em 1970. Após várias mudanças de formação, contando até com a presença do jovem guitarrista Malcolm Young entre 1971-72, o grupo se desfez e vários membros integraram a Ted Mulry Gang.
O single traz dois bons covers de Jefferson Airplane ("Somebody to Love") e Love ("She Comes in Colours"). As influências de bandas psicodélicas/ hippies da costa oeste americana são evidentes, com fortes solos de guitarra e órgão e momentos viajantes. Nada de especial, mas interessante pérola para fãs de rock psicodélico dos anos 60.

The band Velvet Underground (do not confuse with the American one) was formed in Newcastle, Australia in 1967. They were active until 1972 and has only released a single in 1970. After several lineup changes, presence of the young guitarist Malcolm Young between 1971-72, the group disbanded and several members joined the Ted Mulry Gang.
The single brings two good covers of Jefferson Airplane ("Somebody to Love") and Love ("She Comes in Colours"). The influences of psychedelic / hippies of the West Coast bands are evident, with strong guitar and organ solos and trippy moments. Nothing special, but interesting pearl to 60s psychedelic rock fans.

Steve Phillipson (vocal)
Herman Kovacs (bateria)
Les Hall (guitarra)
Steve Crothers (baixo)
Tony Heads (órgão)

01 Somebody to Love 2:40
02 She Comes in Colours 3:10

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

COUNTRY ROCK - ALABAMA - Close to Home - 1973


Pérola formada em Toronto, no Canadá, ativa no começo dos anos 70. O grupo Alabama (não confundam com a conhecida banda americana de mesmo nome) foi formado pelo baterista Len Sembaluk (ex-Brutus) e Rick Knight, lançaram apenas um raro álbum  e um single, ambos em 1973.
O LP Close to Home é dividido em 11 curtas faixas de country rock típicas da época, com leves influências de música psicodélica, folk, southern rock e até bluegrass dos EUA. O som traz um instrumental simples, mas competente, guiado pela guitarra e com bonitos momentos acústicos de violão, piano, gaita e flauta. O vocal de Rick também é destaque, acompanhado de coros em quase todas as músicas. Destaque para "People And Places", "Highway Driving" e "Quicksand". Pérola recomendada para fãs de country rock.

Pearl formed in Toronto, Canada, active in the early 70. The group Alabama (do not confuse with the known American band of the same name) was formed by drummer Len Sembaluk (former Brutus) and Rick Knight, released only a rare album and one single, both in 1973.
The LP "Close to Home" is divided into 11 short tracks typical of country rock bands of the time, with light influences of psychedelic, southern rock, folk and even bluegrass. The sound brings a simple, but competent instrumental, driven by guitar and beautiful moments of acoustic guitar, piano, harmonica and flute. Rick's vocals are also featured, accompanied by choirs in almost every song. Emphasis on "People And Places," "Highway Driving" and "Quicksand". Great record for country rock fans.

Hector McLean (baixo, vocal)
Len Sembaluk (bateria, percussão, vocal)
Rick Knight (teclado, guitarra rítmica, vocal)
Buster Sykes (guitarra, violão, vocal, flauta)

01 Children's Castles 03:40
02 Song Of Love 04:25
03 So I Flew Away 04:00
04 In The Sky 02:51
05 People And Places 03:58
06 Highway Driving 04:20
07 The Ones You Love 03:07
08 Gunslinger's Lament 04:44
09 Quicksand 02:14
10 Understanding 03:26
11 Southwinds 01:46





domingo, 1 de fevereiro de 2015

JAZZ/ BLUES ROCK - GUILLOTINE - Same - 1971


Pérola formada em Quebec, no Canadá, no final dos anos 60. O grupo Guillotine era composto por 9 membros, entre eles o tecladista Pierre Nadeau, que integraria o Ville Emard Blues Band e os irmãos Paul, Jean e André Morin. Infelizmente a banda teve vida curta e se desfez logo no começo dos anos 70, lançando apenas um disco em 1971, gravado em Londres e distribuído nos EUA.
Seu álbum auto-intitulado é dividido em 9 curtas faixas, com exceção da última e trazem uma mistura bastante eclética, que vai do blues até jazz funk, passando por rock progressivo, psicodélico, soul e folk, com clima melódico na maioria do tempo. Interessantes arranjos, com boas passagens de órgão, piano, guitarra e metais, acompanham o poderoso vocal de Carol Breval, frequentemente comparado com Janis Joplin. As letras são todas em inglês, com destaque para "Hands of Children", "Those Years Have Gone By", "Anniversary" e "I Can't Believe It".
Obra interessante para fãs de ProgQuebec e Jazz/ blues rock, ouçam e tirem suas conclusões.

Pearl formed in Quebec, Canada, in the late 60. The group Guillotine consisted of 9 members, including keyboardist Pierre Nadeau and the brothers Paul, Jean and André Morin. Unfortunately the band was short-lived and disbanded at the beginning of the 70s, releasing only one album in 1971, recorded in London and distributed in the US.
The self-titled album is divided into nine short tracks, except the last one and bring a very eclectic mix, ranging from blues to jazz funk, through prog rock, psychedelic, soul and folk, melodic most of the time. Interesting arrangements, with good passages of organ, piano, guitar and metals, accompanying the powerful vocal of Carol Breval, often compared to Janis Joplin. The lyrics are all in English, emphasis on "Hands of Children", "Those Years Have Gone By", "Anniversary" and "I Can not Believe It".
Interesting work to ProgQuebec and jazz / blues rock fans, listen and draw your conclusions.

Pierre Nadeau (órgão, cravo, piano)
Carol Breval (vocal)
Robert Turmel (baixo)
Paul Morin (guitarra)
Jean Morin (saxofone)
André Morin (bateria)
Paul Dalonzo Jr.
François Petrari
Joe Trivisonno

01 Hands of Children 4:31
02 Those Years Have Gone By 5:15
03 Don't Need Your Love 4:52
04 Anniversary 4:13
05 Feel Better 2:51
06 Crow Bait 2:35
07 If You Don't Call That Love 4:29
08 Jonathan 4:27
09 I Can't Believe It 10:39