Se você está interessado em baixar algum álbum postado a partir de 2015, entre em contato por e-mail: prolasdorock@yahoo.com ou deixe seu contato nos comentários (este não será visível publicamente), e o link será enviado o mais breve possível!


Mais informações aqui: http://goo.gl/ra9cdp


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If you are interested in downloading any posted album from 2015, contact by email: prolasdorock@yahoo.com or let your email in comments (this will not be visible publicly) and the link will be sent as soon as possible!


More info here: http://goo.gl/ra9cdp

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

SOUTHERN ROCK - TREE FOX - Rough Road - 1978


Mais uma pérola vinda dos Estados Unidos, o grupo Tree Fox foi um dos mais populares na sua região de origem, em Albany, Nova Iorque na segunda metade dos anos 70. Lançaram um compacto em 1977 e seu único álbum no ano seguinte; após uma breve turnê na região noroeste com os sucessos "15/20" e "Waderin' Man" a banda se desfez. Recentemente o vocalista e líder Larry Quinn voltou para a música como solo.
O disco Rough Road, de 1978, é composto por 10 curtas faixas que misturam southern e country rock, com doses acentuadas de blues e hard rock - próximo de outros grupos do fim da década e em momentos Allman Brothers. Instrumental é marcado por excelentes riffs e solos das guitarras e órgão Hammond, contando com alguns momentos mais acústicos de violão/ piano e vocal interessante de Quinn. Destaque para as músicas "3 Day Weekend", "Where Does That Leave Me", "Some Woman's Man" e "Rough Road".
Ótima pérola para fãs de southern e country rock, recomendado!

The group Tree Fox was one of the most popular in his home region, in Albany, New York in the second half of the 70. They released a single in 1977 and their only album in the following year; after a brief tour in the northwest with the hits "15/20" and "Waderin 'Man" the band broke up. 
The album Rough Road, 1978, consists of 10 short tracks that mix southern and country rock, with strong doses of blues and hard rock - near of other late 70s bands and Allman Brothers at moments. Instrumental is marked by excellent riffs and solos of guitars and Hammond organ, with some more acoustic moments of acoustic guitar / piano and interesting vocal Quinn. Key songs: "3 Day Weekend", "Where Does That Leave Me", "Some Woman's Man" and "Rough Road". Great pearl for southern and country rock fans, recommended!

Larry Quinn (vocal, violão)
Rich Ertelt (guitarra)
Leo Muzzy (guitarra rítmica, órgão)
Eliot Collins (baixo)
Bruce O´Keefe (bateria)

01 15/20 4:03
02 3 Day Weekend 2:34
03 Oh Linda! 2:47
04 Some Woman's Man 7:13
05 Nothing Ever Stays The Same 3:51
06 Where Does That Leave Me 3:31
07 Doin' What I Wanna Do 2:57
08 Wanderin' Man 3:48
09 Leavin' In The Mornin 4:46
10 Rough Road 3:06



quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

PROGRESSIVE ROCK - SAILOR - Same - 1974


Pérola vinda da cidade de St. Cloud, Minnesota, Estados Unidos. O grupo Sailor (não confundam com a banda britânica de pop e nem outra country estadunidense da época), também conhecido como The Sailor Band foi ativa no começo dos anos 70 e lançou um único e raro LP em 1974 de forma independente e ainda não relançado. Contavam com o guitarrista Reynold Philipsek.
O álbum homônimo é composto por 5 faixas instrumentais, com exceção da última e totalizando pouco mais de meia hora. Seu som é rock progressivo e diferenciava da maioria do grupos locais por fortes influências fortes de jazz (estilo principal de Reynold), e não hard rock. O instrumental é sólido, com músicos de qualidade e dominado por passagens de guitarra e órgão Hammond e ainda raros, mas bons momentos de sintetizadores e piano.
Uma bela surpresa para fãs de prog/ fusion. Pérola recomendada!

The grou Sailor was formed in early 70s in St. Cloud, Minnesota. Do not confuse with the British pop band nor the other American country of the time, they released only a rare LP in 1974 private and not yet reissued. The guitar player was Reynold Philipsek.
The self-titled album consists of five instrumental tracks, except for the last, totaling just over half an hour. Their sound is progressive rock and differed from the majority local groups by strong jazz influences (Reynold's main style), not hard rock. The instrumental is solid, with quality musicians, dominated by guitar and Hammond organ passages and rare, but good moments of synthesizers and piano. A nice surprise for fans of prog / fusion. Recommended pearl!

Sidney Gasner (baixo)
Capa original
Reynold D. Philipsek (guitarra)
Mark Wenner (bateria, percussão)
Michael McGlynn (teclados, vocal)

01 Waterfall
02 Great Stream
03 Evergreen
04 12 Months to 1 Year
05 Wait

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

AVANT-PROG - DECIBEL - El Poeta Del Ruido - 1978


Pérola formada em 1974 na cidade Cidade do México, o grupo Decibel começou como um trio, mas logo depois se tornou um sexteto. A banda conseguiu destaque local no final da década, quando lançou o primeiro disco e liderou o movimento progressivo mexicano, tocando no Festival RIO de 1979. Infelizmente se desfizeram precocemente, quando vários membros começaram novos projetos. O grupo ainda teve uma breve volta no fim dos anos 90, resultando em um novo CD.
Posto aqui o álbum El Poeta del Ruido, original de 1978 (também datado como 1980), mas em sua nova edição de 2003 contando com 8 músicas originais mais 8 bônus tocadas ao vivo entre 1978 e 79. Trazem um som bastante inovador para a época, com claras influências experimentais europeias, como avant-prog, RIO e free jazz. O disco é todo instrumental, onde se revezam piano, sintetizadores, violino, sax e percussão, criando uma atmosfera "sombria", densa e viajante em vários momentos. O destaque fica para as faixas mais longas, apesar de ser interessante ouvir toda a obra e tirarem suas conclusões.
Com certeza, um álbum que não é para todos os ouvidos, mas altamente recomendado para fãs de avant-prog e RIO.

Arguably the king band of Mexico's avant-rock, Decibel stated their radically challenging musical vision from the very first seconds of their very first release "El Poeta del Ruido". All members of the basic quartet formed by drummer Castañeda, violinist Sánchez, bassist Schmidt and keyboardist Robledo double and alternate in several other instruments (reeds, woodwind, synths, percussion, etc.), and are not precisely shy on the use of console and magnetic tape effects in order to enhance and/or focus the massive weirdness encapsulated in their collective ideas. The presence of guests on string and woodwind instruments also helps to make this inscrutable repertoire a bit more colorful than your usual RIO album. Solid and bold, Decibel's RIO offering is evidently open to influences from Henry Cow, Faust (their concrete-friendly side), Univers Zero (their "1313" debut album had already been released), plus the mandatory references to Cage, Stockhausen and the Fluxus movement's Dadaist approach. The namesake opener begins with mocking sounds of birds before the instrumental tour-de- force brings a delicious set of mischievous dissonances and playful tensions based on piano, clarinet and violin over a superhumanly busy rhythm section. This is UZ on speed mixed with Magma on crack! And that climax,... just unbelieveable! While this delirious sonic travel was heavily rooted on instrumental interaction, the next few pieces are decidedly focused on digital manipulation (...) Attention all members of the RIO federation: Decibel's "El Poeta del Ruido" is a must.
Text: Cesar Inca (ProgArchives)

Carlos Robledo (piano, teclados)
Walter Schmidt (baixo)
Jaime Casteñeda (bateria, percussão)
Carlos Alvarado (teclados)
Alejandro Sanchez (violino)
Javier Baviera (saxofone, clarinete)

01 El Poeta Del Ruido 7:38
02 Orgón Patafísico - Part I 1:29
03 Orgón Patafísico - Part II 6:40
04 Fakma 3:34
05 El Fin De Los Dodos 3:53
06 Terapia De Fakirato 6:43
07 Manatí 5:27
08 El Titosco 1:55

Bônus:
09 Notas Sin Dueño [Sencillos 1979] 4:42
10 Mucilago Binomial [Sencillos 1979] 2:35
11 Mensaje Desde Fomalhault [En Vivo 1978] 2:45
12 Fragmento Del Poeta Del Ruido [En Vivo 1978] 8:01
13 Algol [En Vivo 1978] 6:27
14 ¿Acaso Estoy En Un Lecho De Rosas? [En Vivo 1978] 3:54
15 Improvisación En Blanco Y Negro [En Vivo 1978] 3:50
16 Falso Jericho [En Vivo 1978] 8:21

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

PSYCH/ LATIN ROCK - CREMA PURPURA - Pa' Vacila - 1973


Pérola obscura formada no começo dos anos 70 em El Salvador. O grupo Creme Purpura lançou apenas um disco em 1973 na vizinha Guatemala, por isso geralmente sua origem é erroneamente considerada guatemalteca. Informações sobre seus membros e papel na cena local são quase inexistentes. Disponibilizarei apenas o "lado B" do LP, pois a música "Pa'Vacila" (dividida em 16 partes) não está disponível na internet e mesmo assim gostaria de divulgar as outras disponíveis aos que seguem o blog, algo atípico, mas espero que entendam.
O álbum Pa'Vacila é composto por faixas curtas que misturam de forma muito interessante rock psicodélico, latino e leves pegadas de funk, com claras influências de Santana e bandas dos anos 60. No instrumental, marcantes passagens de órgão elétrico, guitarra fuzz, percussão e metais, as letras são todas em espanhol. Apesar de curto e infelizmente "cortado" recomendo esse trabalho para fãs de rock psicodélico e latino.

Obscure pearl formed in the early 70 in El Salvador. The grupo Crema Purpura released only one album in 1973 in Guatemala, so usually its origin is erroneously considered Guatemalan. Information about its members and role in the local scene are almost nonexistent. I will only send the "B side" of LP, because the song "Pa'Vacila" (divided into 16 parts) is not available on the internet, but I still wanted to share the other available tracks, something atypical, but I hope you understand.
The album Pa'Vacila consists of short tracks that mix in a very interesting way psychedelic rock form, Latin and light funk tracks, with clear influences from Santana and bands of the 60. instrumental, striking passages of electric organ, fuzz guitar, percussion and metals, the lyrics are all in Spanish. Although short and unfortunately "cut" recommend this work to psychedelic and Latin rock fans.

Músicos: ?

01 Candanga
02 Amor Latino
03 Ñanguanco
04 Otilo Mongoro
05 Sonríe



domingo, 25 de janeiro de 2015

PSYCH/ GARAGE ROCK - LOS ROCKETS - Sola/ El Monje Loco - 1968


Pérola vinda da Nicarágua, o grupo Los Rockets foi formado em 1964 por jovens na capital Manágua e liderados pelo guitarrista Ricardo Palma. Apesar de ter sucesso local na segunda metade dos anos 60, hoje as informações são limitadas, lançaram apenas alguns compactos e um disco homônimo, mas não sei se este saiu na época ou é uma compilação recente. Após várias mudanças de formação se desfizeram no começo dos anos 70.
Posto aqui o single com as músicas "Sola", mais curta e balada, com letras românticas em espanhol e guitarra fuzz. O destaque fica para o lado B, "El Monje Loco", próxima dos 4 minutos, mas fortemente psicodélica, instrumental e influenciada por bandas norte-americanas da época, com órgão e novamente ótimo trabalho de guitarra. Recomendado para fãs de rock psicodélico e "garageiro" do final dos anos 60.

Pearl from Nicaragua, the group Los Rockets was formed in 1964 by young people in Managua and led by guitarist Ricardo Palma. Despite local success in the second half of the 60s, today the information is limited, just released some singles and an self-titled album (or recent complation?). After several lineup changes disbanded in the early 70s.
Post here the single with the songs "Sola", shorter and ballad, with romantic lyrics in Spanish and fuzz guitar. The highlight will be the B-side, "El Monje Loco", around 4 minutes, but strongly psychedelic, instrumental and influenced by American bands of the era, with organ and again great guitar work. Recommended for psychedelic and garage fans of the late 60s.

Adan Torres (guitarra)
Rene Lopez (bateria)
Ricardo Palma (guitarra, vocal)
Wilson Pickett (baixo)

01 Sola
02 El Monje Loco

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

PSYCHEDELIC FOLK - SACROS - Same - 1973


Fechando a série de bandas sul-americanas, uma pérola vinda de Santiago, capital do Chile. O trio Sacros foi ativo no fim dos anos 60 e começo dos 70, lançando um único disco no fatídico Setembro de 1973. Infelizmente a grande maioria das cópias foram destruídas pelo governo e a banda logo se desfez, sendo que apenas Patricio Panussis continuou no país e formou o grupo Miel. A obra permaneceu em quase total esquecimento até 2008, quando foi relançada pela Shadocks, novamente em edição limitada.
O álbum homônimo é composto por 10 faixas curtas de folk (música andina e "nueva canción") com altas doses de rock psicodélico e progressivo, lembrando em momentos outros importantes grupos locais como Jaivas, Blops e El Congreso. Apesar de ser na maioria acústico, ouvimos interessantes e até experimentais harmonias, com violão 12 cordas, percussão e quena (flauta), o vocal também aparece de forma sentimental, alegre e alucinada em certas partes. Com certeza uma obra muito interessante da música latino-americana e talvez até a frente de seu tempo. Pérolas recomendada!

Band coming from Santiago, capital of Chile. The trio Sacros was active in the late 60s and early 70s, releasing only one album in 1973. Unfortunately the vast majority of copies were destroyed by the new government and the band soon broke up, and only Patricio Panussis continued in the country and formed the group Miel. The work remained in almost total oblivion until 2008 when it was relaunched by Shadocks, again in limited edition.
The self-titled album consists of 10 short tracks of folk (Andean music and "nueva canción") with high doses of psychedelic and progressive rock, remembering other important local bands like Jaivas, Blops and El Congreso. Despite being most acoustic, we hear interesting and even experimental harmonies with 12 strings guitar, percussion and quena (flute), the voice also appears nicely, sometimes sentimental, cheerful and hallucinated. Certainly a very interesting work of Latin American music and maybe even ahead of its time. Recommended pearl!

Patricio Panussis (vocal, violão)
Hernan Valdovinos (vocal, baixo)
Tomás de Herrera (percussão)

Participação:
J.Carlos Carmona (vocal)
Julio Numhauser (vocal)
Freddy Anriquez (vocal)
Alejandro Rivers (quena)
Alejandro Rivera (quena)

01 Aum 0:26
02 En Primavera 3:02
03 Manos Duras 3:34
04 Le Realidad 3:58
05 Paloma de Plumas Blancas 5:06
06 Diosa del Mar 2:38
07 Quetzalcoatl 4:15
08 Cobre, Pobres, Viejos 2:35
09 Su Herencia 4:42
10 Iluso Que Sueñas 2:21

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

LATIN/ FUNK JAZZ - CESAR ASCARRUNZ - Cesar 830 - 1975


Cesar Ascarrunz é um músico, compositor e empresário originário da Bolívia, onde nasceu em 1935. Em 1960 Cesar se mudou para a Califórnia, para fazer faculdade de economia, mas logo no ano seguinte seus planos mudaram, quando começou a tocar piano e fazer versões de músicas latinas. Sua carreira artística decolou em São Francisco, onde ele abriu um clube de música e teve seu programa de rádio. No começo da década seguinte Ascarrunz (já conhecido como Cesar 830) assinou com a Flying Dutchman, lançando seu único disco em 1975, época que a música latina estava em decadência na região. Não tendo sucesso de vendas, Cesar retomou seus estudos e negócios, vivendo assim até hoje.
O álbum Cesar 830 conta com participação de vários músicos importantes na época, como Francisco Aguabella, Hadley Caliman, Merl Saunders, Steve Marcus e produzido por Teo Macero. É composto por 8 faixas, maioria curtas, que misturam jazz, rock, funk, ritmos latinos e leves doses de psicodelia e soul, lembrandoAzteca, Malo e claro, Santana. Pelo próprio line-up podemos imaginar um excelente instrumental, com trabalho entrosado e caprichado de percussão, metais, teclados e guitarras. Vocais aparecem ocasionalmente, femininos e masculinos e com letras em espanhol e inglês. Destaque para "Descarga", "The Devil & Montezuma", "Gotta Get Away" e "The Lady In My Life", apesar de raros momentos fracos.
Uma verdadeira pérola para fãs de jazz e rock latino/ funk. Altamente recomendado!

Lost Latin funk from the Bay Area scene of the 70s – and an album that may well blow away better-known work by groups like Malo, Azteca, or El Chicano! The album's near-perfect right from the start – and brings in plenty of New York elements to the groove, thanks to the inclusion of a heady amount of jazz alongside the soul, Latin, and funk elements in the grooves! The legendary Teo Macero produced and arranged – and really takes a lot of care in the studio to focus the overall energy of the tremendous talents on the record – players who include Hadley Caliman on flute and tenor, Steve Marcus on soprano sax, Benny Velarde on timbales, and Francisco Aguabella on congas – plus the trio of Cesar, Mark Levine, and Merl Sanders on keyboards. Most numbers have this really full, flowing groove – jazzy, but with a strong emphasis on the rhythms – and often touched with some great work on guitar that echoes the Santana-inspired sound of the generation, yet never in a rock way at all. Linda Tillery sings vocals on a few numbers, but the main focus is definitely instrumental – and the whole album's great – with cuts that include "See Saw Affair", "Azucar", "Descarga", "The Devil & Montezuma", "Gotta Get Away", and "Bridges".
Text: DustyGroove

Harold Martin (baixo)
Thomas Rutley (baixo)
Willis Colon (bongos, sinos)
Francisco Aguabella (congas, vocal)
Tony Smith (bateria, vocal)
Hadley Caliman (flauta, saxofone)
Jim Vincent (guitarra)
Joe Jammer (guitarra)
Stephen Busfield (guitarra)
Cesar Ascarrunz (piano)
Mark Levine (piano)
Merl Saunders (piano)
Martin Fierro (saxofone)
Steve Marcus (saxofone)
Benny Velarde (timbale, vocal)
Jules Rowell (trombone)
Joseph Ellis Jr. (trompete)
Linda Tillery (vocal)

01 Descarga 6:20
02 See Saw Affair 3:22
03 The Devil & Montezuma 6:00
04 Navidad Latino 3:30
05 Azucar 5:30
06 Gotta Get Away 3:36
07 Bridges 5:00
08 The Lady In My Life 5:29



terça-feira, 20 de janeiro de 2015

PSYCHEDELIC/ GARAGE ROCK - VARIOUS - Rock En Arequipa 1969-1974 - 2009


Pérola vinda do Peru, a compilação "Rock En Arequipa" foi lançada em 2009 pela Repsychled contando com 5 bandas originárias da cidade de Arequipa, sul do país e suas raras gravações entre 1969 e 74. O texto a seguir é original do blog Rarities Connection:

"Vinte e uma faixas (72 minutos), do melhor e mais raros singles gravados por grupos como: Free Love System, Los Texao, Los Incógnitos, Madera Fresca e Opus, bandas que prosperaram em Arequipa, Peru, durante o final de 1960 e início de 1970. Arequipa? Sim, Arequipa, a segunda cidade mais populosa do Peru, nas montanhas dos Andes a uma altitude de 2.380 metros acima do nível do mar; Arequipa, apelidada de La Ciudad Blanca (A Cidade Branca), localizada abaixo do vulcão coberto pela neve: El Misti. Descubra o que seria o beat peruano e o groove nas faixas de Los Incgnitos e Los Texao. Se quiser experimentar uma psicodelia confira os Los Texao os pioneiros no país a usar o estilo fuzz-guitar ampliados pelos poderosos amplificadores Dynacord importados da Alemanha criando aquela sonoridade valvulada; o sucesso foi tanto que criaram um estilo musical chamado Niebla (Fog). Se quiser algo mais descontraído vai adorar o power pop do Free Love System. Este versão de CD traz ainda um livreto de 16 páginas com as histórias e fotos da época, um super documento. Este disco é a primeira compilação de rock regional do Peru, uma história rica e com muito a ser explorada ainda."

Twenty-one tracks (72 minutes), the best of the rare singles recorded by bands like Free Love System, Los Texao, Los Incógnitos, Madera Fresca, and Opus who thrived in Arequipa, Peru during the late 1960’s and early 1970’s. Arequipa? yes, Arequipa, the second most populous city in Peru, up in the Andes mountains at an altitude of 2,380 meters (7,800 feet) above sea level; Arequipa, nicknamed La Ciudad Blanca (The White City), nestled beneath the snow-capped volcano El Misti. Arequipa. Get your Peruvian beat fix with groovy tracks from Los Incógnitos and Los Texao. Want some face-melting psychedelia instead? check out Los Texao’s ‘Stone’ or their fuzz-guitar laced instrumental ‘Swarlb’—both a musical style called "Niebla" (Fog), because of the effect produced by the band’s rotor amps and reverb and echo effects. (Los Texao were the first group in the province to record using FuzzTone effects, using powerful Dynacord amps imported from Germany). Prefer a more laid-back style? then you’ll love Free Love System. Looking for some heavy grooves? ‘La pelea del gobernador’ (Los Texao) or ‘Un paseo por el recuerdo’ (Free Love System) might do it for you. Sixteen-page booklet has mini-biographies of all five bands in Spanish and English; all tracks are from the master tapes, with the exception of Madera Fresca’s freak out ‘Any Time’—a classic at parties—and their acoustic version of ‘La lenta que apura,’ both rescued from the obscurity of a rare cassette. The first regional rock compilation from Peru's rich and mostly undiscovered musical history, but certainly not the last!
Text: Repsychled Records
Opus & Texao
01 Texao - La Pelea Del Gobernador
02 Texao - Nunca Cambias
03 Texao - Stone
04 Texao - Algun Dia
05 Free Love System - Un Paseo Por El Recuerdo
06 Free Love System - Correteando Añoranzas
07 Free Love System - Déjenme Seguir
08 Free Love System - En La Ruta Del Silencio
09 Los Incógnitos - Ya Será Tarde
10 Los Incógnitos - Te Amé A Primera Vista
11 Los Incógnitos - Siempre Te Recordare
12 Los Incógnitos - ¡Oh! Delita
13 Texao - Nada De Nada
14 Texao - Pobre Gato
15 Texao - Coge Mi Mano-Gimme Little Sign
16 Texao - No Time
17 Texao - Swarlb (Instrumental)
18 Texao - Sookie Sookie
19 Madera Fresca - Any Time
20 Madera Fresca - La Lenta Que Apura
21 Opus - Va Y Bien

Reportagem (em espanhol) com a história e entrevistas com membros das bandas presentes na compilação:


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

FUNK/ PSYCH/ LATIN JAZZ - FREE-SON - Banguelê - 1971


Pérola brasileira formada no começo dos anos 70 no Rio de Janeiro. O grupo Free-Son reuniu 8 músicos pesquisadores das nossas origens musicais, lançaram assim em 1971 seu único e raro LP pela Solar Fidelity, ainda hoje não relançado e de alto valor entre colecionadores. Pouco mais se sabe sobre este projeto que passou despercebido pelo público na época.
O álbum Banguelê (nome dado a um ritmo e dança de escravos africanos) é composto por 12 faixas curtas que, como está escrito no encarte "buscam uma nova mensagem musical essencialmente nossa, com linguagem comum à todos os povos e que fosse mais "quente" que os ritmos da época". Um caldeirão de estilos é presente, mesclando de forma primorosa ritmos latinos, africanos, samba rock e estilos como funk, rock psicodélico e jazz. É praticamente todo instrumental, bem arranjado e entrosado, com trabalho matador de guitarra wah wah, órgão e percussão (tambores e cuíca). A parte vocal se limita apenas a alguns gritos. Sem destaque para músicas, pois se trata de um disco sólido.
Pérola altamente recomendada para fãs de música brasileira, funk e rock/ jazz latino.

Brazilian pearl formed in the early '70s in Rio de Janeiro. The group Free-Son was composed 8 musicians researchers of Brazilian musical origins, released in 1971 its only and rare LP for Solar Fidelity, still not reissued and high value among collectors. 
The album Banguelê (name given to a rhythm and dance of African slaves) consists of 12 short tracks that, as written in the booklet "seek a new musical message essentially ours, with common language to all people and that was "hotter" that the rhythms of the time." Many styles are present, mixing Latin, African rhythms, samba rock and others as funk, psychedelic rock and jazz. It is almost all instrumental, well arranged with killer wah wah guitar, organ and percussion (cuíca, tumbadora) work. The vocal part is limited only to some screams. No highlighting songs, because it is a solid record. Highly recommended to Brazilian music fans, funk and rock / Latin jazz.

Ruy Antônio Carvalho (guitarra)
Ademir Guimarães de Brito (guitarra)
Elson Hugo Gonzaga (guitarra rítmica)
Adolsino José Vieira (tumbadora)
Jorge Carlos Santos (bateria)
Edilson de Araújo Nascimento (órgão)
Nelson Batista Bezerra (vocal)
Hélio Rocha Filho (baixo)
Wanderlei Barbosa (cuíca)

01 Bahobab 2:51
02 Three For One 2:24
03 Mar Da Tranquilidade 3:48
04 Daruiz 2:30
05 Africana 2:25
06 Realeza Asteca 2:15
07 Songa Monga 2:38
08 Grande Poder 2:47
09 Batá-Cotô 2:45
10 F.D.P. 2:55
11 Zoombie 2:57
12 Yaruba 2:50

domingo, 18 de janeiro de 2015

LATIN JAZZ - ALMENDRA - Same - 1978


Pérola vinda da Venezuela, o grupo Almendra (não confundam com o quarteto argentino de mesmo nome) foi ativo no final dos anos 70 e tinha como líder o vocalista e músico Robert Valeria, que havia participado de outros projetos anteriormente. Pouco se sabe sobre eles, lançaram um único álbum em 1978, raro e até hoje não relançado, e logo se desfizeram. Robert seguiu carreira solo, Enrique Doffiny e Enrique Santana formaram a banda Clarox e o tecladista Miguel Garcia integrou o A'mbar.
O disco homônimo é composto por 8 curtas faixas e influências musicais diversas, passando pelo jazz fusion e progressivo típico do final da década até ritmos latinos e disco music. É majoritariamente instrumental, guiado pelo sintetizador, acompanhado por forte trabalho de percussão e metais e ainda alguns momentos melódicos com piano e violão. As letras são todas em espanhol, com vários vocais de apoio. Destaque para as faixas "Dudas", "Amanecer" e "Carapa".
Apesar de um pouco comercial, essa pérola merece a audição de fãs de rock/ jazz latino.

Pearl coming from Venezuela, the group Almendra (do not confuse with the Argentine quartet) was active in the late 70s. Little is known about them, they released an album in 1978, rare and still not re-released, and soon disbanded. Robert became solo artist, Enrique Doffiny and Enrique Santana formed the band Clarox and keyboardist Michael Garcia joined A'mbar.
The self-titled album consists of 8 short tracks with diverse musical influences, through jazz fusion and progressive typical of late 70s to Latin rhythms and disco. It is mostly instrumental, guided by the synthesizer, accompanied by strong percussion and metals work and even some melodic moments with piano and acoustic guitar. The lyrics are all in Spanish, with several backing vocals. Key tracks: "Dudas", "Amanecer" and "Carapa". Although a bit commercial, worth listening to fans of latin jazz/ rock.

Robert Valerio (violão, vocal)
Enrique Dulffini (baixo, vocal)
Gustavo Vargas (congas, percussão)
Enrique Santana (bateria, percussão, vocal)
Rodolfo Spitaleri (guitarra)
Miguel Angel Cueto (teclado)
Renny Montaño (vocal)

01 Dudas
02 Samba Del Cuarto Plateado
03 Amanecer
04 Siéntelo
05 Tu Y Yo
06 Dulce Pensamiento
07 Tutti Frutti
08 Carapa



sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

BEAT/ GARAGE ROCK - EL GRUPO DE GASTÓN - Same - 1969


Pérola vinda da Argentina, El Grupo de Gastón foi formado na capital Buenos Aires e ativo durante a segunda metade da década de 1960. Lançaram alguns compactos e EPs na época, mas apenas um álbum em 1969, marcando o fim das atividades da banda. Foi o primeiro grupo do conhecido baterista local Javier Martínez (que participaria de Manal e La Pesada) e ainda contou com participação do guitarrista Claudio Gabis na gravação de alguns singles.
O disco homônimo é composto por 12 curtas faixas (com exceção da última), com influências típicas da época, principalmente de bandas inglesas, passando por beat/ pop, freakbeat, rock de garagem ("Nena, No me Dejes Solo", 23 de Octubre") e psicodelia. No instrumental nada de diferente, com ênfase para alguns riffs e solos da guitarra de Telechea, acompanhado de baixo e bateria; as letras são todas em espanhol e tem como tema amor e dia-dia. "Solo Ritmo", de quase 8 minutos, é o destaque, mostrando uma possível nova fase dos caras, psicodélica e experimental, com longos solos instrumentais e alguns gritos.
Nada de essencial, mas pérola recomendada para fãs de beat e garage rock dos anos 60.

Argentine band, "El Gropo de Gastón" was formed and active in Buenos Aires during the second half of the 1960s. Released some singles and EPs at the time, but only one album in 1969, ending the activities in the same year. It was the first group of local drummer Javier Martínez (Manal and La Pesada).
The self-titled album consists of 12 short tracks (except the last), with typical influences of the time, mainly of British bands, since beat / pop, freakbeat, garage rock ("Nena, No me Dejes Solo", "23 De Octubre") and psychedelia. In instrumental anything different, emphasis on some guitar riffs, accompanied by bass and drums; the lyrics are all in Spanish."Solo Ritmo", with almost 8 minutes is the highlight, showing a possible new phase of the guys, psychedelic and experimental, with long instrumental solos and some screams. Nothing essential but recommended to pearl fans of garage and beat rock of the 60s.

Gastón (vocal, guitarra)
Chris Manzano (baixo)
Javier Martínez (bateria)
Miguel Angel Telechea (guitarra)

01 Genesis
02 Robinson Crusoe De Neon
03 Sleepy Joe
04 Manuelita La Tortuga
05 Nena, No me Dejes Solo
06 23 De Octubre
07 El Llanto De Una Guitarra
08 Voy Rodando por El Mundo
09 Llueve
10 Cafe Para Dos
11 Deja Ya La Cama
12 Solo Ritmo

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

FOLK/ LATIN ROCK - HUMBERTO MONROY - Sol y Luna - 1975


Humberto Monroy foi um músico, cantor e compositor colombiano, nascido em 1945 na capital Bogotá. Começou na música com 15 anos, no pequeno grupo de garagem Los Dinámicos, ainda nos anos 60 fundou o The Speakers e Siglo Cero, pioneiros na psicodelia local. Nas décadas seguintes liderou o Génesis (futuramente chamado Maíz), a mais importante banda do país, até sua morte em 1992. É considerado o Pai do rock colombiano, editando apenas um disco solo em 1975.
Seu álbum Sol y Luna é composto de 10 curtas faixas, totalizante menos de 30 minutos e com duas bonitas versões em espanhol de A Hard Rains Gonna Fall (Bob Dylan) e She's Leaving Home (Beatles). A música é basicamente folk, com alguns ritmos latinos e lembrando o próprio som do Génesis; na maioria do tempo acústica e suave, letras em espanhol e ingênuas, falando sobre amor e meio-ambiente. No instrumental, destaque para violão, percussão, flauta e gaita de boca.
Nada de essencial, mas pérola recomendada para fãs de rock sul-americano e folk.

Humberto Monroy was a Colombian musician, singer and composer, born in 1945 in the capital Bogota. In the 60s founded the groups Los Dinámicos, The Speakers and Siglo Cero, pioneers in the local rock. In the following decades led Genesis, the most important band in the country, until his death in 1992. It is considered the Father of Colombian rock, editing only one solo album in 1975.
His album "Sol y Luna" (Sun and Moon) consists of 10 short tracks, totalizing less than 30 minutes, with two beautiful Spanish versions of A Hard Rains Gonna Fall (Bob Dylan) and She's Leaving Home (Beatles). The music is basically folk, with some Latin rhythms and remembering the sound of Genesis; mostly acoustic and soft, Spanish and naive lyrics, talking about love and environment. In the instrumental, especially acoustic guitar, percussion and harmonica. Nothing essential but recommended pearl for South American rock and folk fans.

Humberto Monroy (vocal, violão, harmônica)
Guillermo “Marciano” Guzmán (baixo)
Mario Restrepo (bateria)
Orlando Betancourt (piano, órgão, moog)

Participação:
Sibius (tambor, percussão)
Lila (vocal)

01 Anhelo Infinito 3:17
02 Cuando Me Muera 2:02
03 Una Lluvia Caerá 3:23
04 Florecita Lila 2:39
05 Todo Me Habla De Ti 2:37
06 El Valle De Los Arboles Rojos 2:35
07 Quisiera Ser 1:44
08 Mójame 2:21
09 Ella Se Va De Su Casa 2:26
10 Savor A Miel 2:18


terça-feira, 13 de janeiro de 2015

HARD PROG - ELEGÍA - No Brilla Un Sol En Sus Ojos / Destema - 1974


Mais uma pérola vinda do Uruguai, o grupo Elegía foi ativo no começo dos anos 70 na cidade de San José e formado pelos irmãos Eduardo e Jorge Marchales, que participaram anteriormente da banda Nuestra Inspiración. Ainda integravam o quinteto os irmãos Miguel e Jorge Garrido e o guitarrista Luis Serra. Lançaram apenas um compacto em 1974 pela Clave, sem mais informações.
O single é composto pelas músicas "No Brilla Un Sol En Sus Ojos" e "Destema", ambas trazendo uma mistura competente de hard rock e progressivo, com destaque para o instrumental, guiado pela guitarra lenta e "arrastada". O vocal aparece espaçadamente, com letras em espanhol, dando certo clima de garagem, amador.

Pearl coming of Uruguay, the group Elegía was active in the early '70s in San Jose and formed by brothers Edward and George Marchales who participated previously in the band Nuestra Inspiración. The brothers Miguel and Jorge Garrido and guitarist Luis Serra integrated the quintet. Launched only a single in 1974 by Clave without more information.
The single is composed of the songs "No Brilla Un Sol En Sus Ojos" and "Destema", bringing both a competent mix of hard rock and progressive, especially the instrumental, driven by the slow guitar. The vocal appears sparingly, with lyrics in Spanish, giving an amateur/ garage atmosphere.

Miguel Garrido (vocal)
Luis Serra (guitarra)
Jorge Garrido (bateria, percussão)
Eduardo Marchales (baixo)
Jorge Marchales (guitarra, flauta, vocal)

01 No Brilla Un Sol En Sus Ojos 3:57
02 Destema 6:22

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

REPOST: HARD ROCK - TIEMPO DE ROCK - Sueños (Megalomanías) / Al Sol - 1972


Atendendo a pedidos, um repost dessa obscura pérola vinda de Montevidéu, capital do Uruguai. O grupo Tiempo de Rock foi ativo no começo dos anos 70 e lançou apenas um raríssimo compacto em 1972 (data incerta, pois alguns citam como de 74) pela pequena Macondo. As curtas músicas "Sueños (Megalomanías)" e "Al Sol" trazem um hard rock barulhento típico do começo dos anos 70, com excelente trabalho de guitarra e bateria nervosa. As letras são em espanhol e o ponto ruim é a baixa qualidade do som, gravada provavelmente em um estúdio não profissional.

By request, a repost of this obscure pearl coming of Montevideo, capital of Uruguay. The group Tiempo de Rock was active in the early 70s and has just launched a rare single in 1972 (uncertain date, as some cite as 74). The short songs "Sueños (Megalomania)" and "Al Sol" bring a loud hard rock typical of the early '70s, with excellent guitar work and nervous drums. The lyrics are in Spanish and the quality of sound is low, probably recorded in a non-professional studio.

Saúl Garber (guitarra, vocal)
Artigas Silvestro (baixo)
Alejandro Langelotti (bateria)
Raúl Yafe (guitarra)

01 Sueños (Megalomanías) 3:08
02 Al Sol 2:55

domingo, 11 de janeiro de 2015

PROGRESSIVE FOLK - EDELWEISS - En El Principio... - 1973


Pérola vinda da Espanha, formada e ativa no começo dos anos 70 na região do País Basco. O trio Edelweiss lançou um único raro LP em 1973 e alguns compactos até 74, quando se desfizeram e caíram na obscuridade. O vocalista Eduardo Martí teve uma breve carreira solo até o começo dos anos 80.
O disco En El Principio... é dividido em 12 curtas faixas de belo e acústico folk, com influências de rock psicodélico e progressivo, com bonito e entrosado instrumental, dominado por violões, mas com passagens de percussão, violino, guitarra e vários sopros, como flauta, oboé e clarinete. O vocal segue a mesma linha melódica, momentos de coro e letras em inglês e espanhol. Sendo um álbum sólido, não há recomendações especiais.
Excelente pérola para fãs de prog e psych folk.

Pearl coming from Spain, formed and active in the early 70s in the Basque region. The trio Edelweiss released a rare LP in 1973 and some singles untilo 74, when they disbanded and fell into obscurity. The singer Eduardo Martí had a brief solo career until the early 80s.
The album "En El Principio..." (In the beginning) is divided into 12 short beautiful acoustic folk tracks with influences of psychedelic and progressive rock, nice and mingled instrumental, dominated by acoustic guitars, but with passages of percussion, violin, guitar and various blows such as flute, oboe and clarinet. The voice follows the same melodic line, moments of chorus and lyrics in English and Spanish. Being a solid album, there are no special recommendations. Excellent for prog fans and psych folk.

Fernando Granandos
Eduardo Martí
Robert Castañeda


01 Ven 1:50
02 Lonelyness 2:55
03 Emigrante 3:00
04 Sunset 3:15
05 Simple Spring Song 3:55
06 Open Your Eyes 2:55
07 Sunday 2:30
08 Balada A Un Amor Perdido 2:30
09 Just A Man 3:30
10 Poco Antes De Atardecer 4:10
11 Se Ha Abierto El Día 2:37
12 Lisa, Lisa 2:37

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

PROGRESSIVE ROCK - CARLOS ALBERTO VIDAL - Changri-Lá - 1976


Carlos Alberto Vidal é músico, cantor e compositor português. Nasceu em 1954 na pequena cidade de Lousã e começou sua carreira solo no início dos anos 70, lançando alguns compactos e seu único LP em 1976. A partir de 1982 Carlos se tornou o personagem "Avô Cantigas" e desde então se tornou o mais conhecido nome voltado para público infantil, com vários CDs, filmes e desenhos de sucesso pelo país.
Posto aqui seu disco Changri-Lá, de 1976, pérola redescoberta aos poucos, mas ainda não relançada. É composto por 9 faixas, maioria curtas, de rock progressivo bastante próximo de outros trabalhos do gênero feitos em Portugal, melódico, com belas harmônias, letras em português e temas variados, como seres místicos, dia-dia e infância. No instrumental, destaque para passagens de teclado, piano, sax e flauta; quanto às músicas as melhores são "Corpo de mulher sem mal", "Emanuel", "O meu nome somos nós" e "Nascer". Talvez uma das mais interessantes obras lusas no rock progressivo dos anos 70, recomendado.

Carlos Alberto Vidal is a Portuguese musician, singer and composer. Born in 1954 in Lousã, he began his solo career in the early 70s, releasing some singles and his only LP in 1976. From 1982 Carlos became the character "Avô Cantigas" (Grandpa Storyteller) and has since become the best known children musician in the country.
Post here the album "Changri-Lá", it consists of 9 tracks, most short, progressive rock similar to other works done in Portugal, melodic, with beautiful harmonies, lyrics in Portuguese and varied topics as mystical beings, day by day and childhood. In the instrumental, great passages of keyboard, piano, sax and flute; best songs are "Corpo de mulher sem mal", "Emanuel," "O meu nome somos nós" and "Sunrise". Perhaps one of the most interesting Portuguese prog rock records of the 70s, recommended.
Mais Informações (Português): Bissaide

Carlos Alberto Vidal (vocal, violão, harmônica)
Necas (bateria)
Nuno Pimentel (teclado)
Fernando Correia Martins (guitarra)
Rui Cardoso (flauta, saxofone)

01 Corpo de mulher sem mal (Changri-la)
02 Venho por Cristo dizer
03 Bárbara
04 Emanuel
05 O meu nome somos nós (Maharaj-Ji)
06 Luísa vai para a escola
07 Era uma vez uma flor
08 Mariazita
09 Nascer

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

ANATOLIAN ROCK - ERKUT TAÇKIN - Same - 1975


Erkut Taçkin é cantor e compositor nascido em Istambul, na Turquia. É considerado um dos pioneiros do rock local, cantando e lançando versões de artistas americanos ainda no começo dos anos 60, sendo conhecido na época como Rei do rock turco. Apesar de vários compactos, Erkut lançou apenas um único álbum em 1975 e decidiu abandonar a carreira na música anos depois. Recentemente algumas de suas músicas entraram em várias compilações.
Seu disco homônimo é composto de 12 curtas faixas, com presença de vários músicos do país. O som traz aquela típica mistura que caracteriza o "Rock da Anatólia", música tradicional local e rock ocidental, com influências variadas, desde psicodelia até pop e funk. As composições são simples, com interessante passagens de guitarra fuzz, percussão, sopros e teclados. As letras em turco e a forma de cantar, com alguns momentos de palavras faladas, dão bastante singularidade, tanto como ao disco quanto ao estilo em geral. Destaque para "Çaren Yok", "Seni Görünce", "Sevmek Istiyorum" e "Gitmek Düstü Bana".
Nada de essencial, mas uma boa pérola para fãs de Anatolian rock com doses psicodélicas.

Erkut Taçkin is a singer-songwriter born in Istanbul, Turkey. It is considered one of the local rock pioneers, singing and releasing versions of American artists in the early 60s, known at the time as King of Turkish rock. Erkut has only released one album in 1975 and decided to abandon the career in music years later, recently some of his songs entered in various compilations.
The self-titled consists of 12 short tracks, with the presence of several musicians of the country. The sound brings the typical "Anatolian Rock", mixing traditional music and western rock, with influences from psychedelia to pop and funk. The compositions are simple, with interesting passages of fuzz guitar, percussion, woodwinds and keyboards. The lyrics in Turkish, with some moments of spoken words, give enough uniqueness, both as to the disk as the style in general. Highlight for "Caren Yok", "Seni Görünce", "gitmek Düstü Bana" and "Daha Dün Gibi". Nothing essential, but a good pearl for fans Anatolian rock with psychedelic doses.

Erkut Taçkin (vocal, guitarra, violão)
Arto Tunç (percussão)
Asim Ekren (davul)
Beco (guitarra)
Cengiz Teoman (davul, vocal)
Elvan Araci (trombone, piano)
Erdoğen Ergun (trompete)
Erol Duygulu (saxofone)
Garo Mafyan (órgão, piano, Moog)
Halli Seçh Melik (baixo)
Neset Ruacen (guitarra, vocal)
Onno Tunç (baixo, piano, violão)
Selim Selçuk (bateria, percussão)
Slïhey Denizci (flauta, saxofone)
Uğur Başar (baixo)

01 Çaren Yok
02 Yeryüzü Cenneti
03 Sen
04 Seni Görünce
05 Sevmek Istiyorum
06 Gitmek Düstü Bana
07 Daha Dün Gibi
08 Baba
09 Doga ve Insan
10 Beyaz Ev
11 Erkek Olana
12 Yalvaririm Dön Artik



domingo, 4 de janeiro de 2015

PSYCH/ GARAGE ROCK - SOTIRIS KOMATSIOULIS (Σωτήρης Κοματσιούλης) - San Ton Anemo - 2010 (1971-75)


Sotiris Komatsioulis (em grego Σωτήρης Κοματσιούλης) é um cantor e músico nascido em Kozani, na Grécia. Começou sua história na música ainda nos anos 60 com pequenos grupos locais, lançando seu primeiro e único compacto em 1971, já como solo. Passados quase 40 anos, um disco foi lançado em 2010 com outras 9 faixas, além do single, sendo 6 gravadas entre 1972 e 73 na sua terra local e outras 3 na Inglaterra, para onde Komatsioulis se mudou no final de 1973. Depois de alguns anos desistiu da carreira como músico profissional e abriu um clube na região.
A compilação San Ton Anemo (em grego Σαν τον άνεμο, traduzindo "Como o Vento"), lançada em vinil pela B-otherSide teve apenas 500 cópias. É composto por 11 curtas canções curtas de rock psicodélico simples, mas bastante agradával, com forte presença de guitarra fuzz, órgão elétrico, bateria e pegada "garageira" na maior parte do tempo (como vemos na própria capa). As letras são em grego, com exceção das 3 últimas em inglês, sem destaque principal.
Uma das melhores pérolas do rock grego do começo dos anos 70, recomendado!

Sotiris Komatsioulis is one of the best kept secrets of the early 70s Greek psychedelic era. He made an ultra rare single in 1971, enjoyed some media exposure at the time and came close to a successful career. In 1973 he moved to England, where he has been living until recently. This compilation contains the 2 tracks of his impossible to find single (b1 , b2) , and presents, for the first time ever, 6 unreleased tracks (side a) recorded in 1972-73, when he was trying to secure a contract with Columbia records in Greece and 3 tracks with English lyrics, that have been recorded in the UK in 1974 (b3-b5).
Some of the best early 70s Greek psychedelic tracks ever recorded with great fuzz guitars, hammond organ and hunting vocals.
Text: B-otherSide

Sotiris Komatsioulis [Σωτήρης Κοματσιούλης] (vocal, guitarra)
Anthony Mentonia [Αντώνη Μεντονιά] (bateria)
Vangelis Kasixioglou [Βαγγέλη Κασιξιόγλου] (baixo)
Nick [Νίκο]  (órgão)
Basílio [Βασίλη] (guitarra ritmo)

01 Des Tin Alithia [See the Truth]
02 Kita File [Look Friend]
03 Min Kles Koritsaki [Don't Cry Little Girl]
04 Mia Akri Sti Gi [An Edge On Earth]
05 Oi Romandiki [The Romantics]
06 O Kosmas [Kosmas]
07 Isvoli Apo Ton Ari [Invasion From Mars]
08 San Ton Anemo [Like the Wind]
09 Destiny
10 Save the Children
11 The Kind King



sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

PSYCHEDELIC ROCK - BELISAMA - Belisama 1ère partie / 2ème partie - 1970


Pérola vinda da França, o grupo Belisama foi ativo durante o final dos anos 60 e começo dos 70. Não existem muitas informações sobre a banda e seus membros são desconhecidos (alguns dizem que contava com alguns ex-músicos do "Alice"). Lançaram apenas um raro compacto em 1970 na França e Espanha pela Vogue, tendo como produtor o conhecido Jean-Pierre Massiera, mas mesmo assim o projeto não vingou e caíram na obscuridade.
O single traz a música de mesmo nome, dividida em duas partes e totalizando 9 minutos. Se trata de um rock psicodélico pesado, "chapado" e considerado até experimental por alguns, comparado com Vanilla Fudge. A introdução é acústica de violão, flauta e belo vocal feminino, com letras em francês talvez falando sobre a deusa Belisama, a segunda metade já conta com solos furiosos de guitarra fuzz e órgão Hammond.
Pérola recomendada para fãs de rock psicodélico do começo dos anos 70.

Pearl coming from France, the group Belisama was active during the late 60s and early 70s. There are not much information about the band and its members are unknown. Launched only a rare single in 1970 in France and Spain withe Jean-Pierre Massiera as producer, but the project didn't succeed.
The single brings the self-titled music, divided into two parts and a total of 9 minutes. It is a heavy psychedelic rock, "stoned" and considered a little experimental, compared with Vanilla Fudge. The introduction is acoustic with acoustic guitar, flute and beautiful female vocals, lyrics in French perhaps talking about Belisama goddess, the second half has already furious fuzz guitar and Hammond organ solos. Recommended to psychedelic rock fans of the early 70s.

Músicos: ?

01 Belisama (1ère Partie) 4:39
02 Belisama (2ème Partie) 4:37

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

PROGRESSIVE ROCK - SWAY - Human Carnage - 1979


Mais uma pérola obscura vinda da Bélgica, ativa no final dos anos 70. O grupo Sway foi formado na cidade de Liège e tinha como tecladista e líder Yvon Hubert, que havia participado anos antes da banda Laurelie. Lançaram um único e raro disco em 1979 de forma independente e a maioria vendido em shows do grupo.
O álbum Human Carnage é composto por 10 curtas faixas de rock progressivo típico do final da década, tendo seus melhores momentos, criativos e complexos, liderados pelo sintetizador e órgão de Hubert e outras passagens mais melódicas de folk e rock clássico, com bons solos de guitarra, saxofone e percussão. As letras são todas em inglês. Destaque para "Human Carnage", "Why" e "Sway".
Pérola recomendada para fãs de rock progressivo da época.

Obscure pearl coming from Belgium, active in the late 70's. The group Sway was formed in the city of Liège and had as keyboardist and leader Yvon Hubert, who had participated years before of Laurelie. They launched an only and rare album in 1979 privately and most in their shows.
The album Human Carnage consists of 10 short tracks of progressive rock typical of late 70s, having its best, creative and complex, moments led by Hubert, with synthesizer and organ and more melodic passages of folk and classic rock, with good guitar, saxophone and percussion solos. The lyrics are all in English. Emphasis on "Human Carnage", "Why" and "Sway". Recommended for progressive rock fans at the time.

Marc Lemaire (baixo, violão, banjo, vocal)
Andy Jordant (bateria, percussão)
Castor Grana M. (guitarra, vocal)
Jean-Marie Lejoncq (guitarra, vocal)
Yvon Hubert (órgão, piano, melltron)

01 Human Carnage 4:55
02 Why 3:07
03 Truth 3:42
04 Nowhere 2:44
05 You' Ve Gone 4:19
06 The Old Clown 3:30
07 Stonefish 2:47
08 I Go To Your Shadow 5:35
09 Sway 8:04
10 Human Carnage 2:02

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