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Mais informações aqui: http://goo.gl/ra9cdp


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domingo, 20 de dezembro de 2015

PROG FOLK - MARC LEBEL - Un de Plus - 1971


Pérola obscura vinda de Quebec, no Canadá. O músico local Marc Lebel lançou este único e raro álbum em 1971 na companhia de amigos como Gilles Bergeron e René Dupéré, os três que viriam a formar a banda Agape no ano seguinte, realizando outro LP no mesmo ano.
Un de Plus ("Um a mais") é composto por 10 curtas faixas que mesclam folk, rock psicodélico e progressivo de forma equilibrada, lembrando em partes o próprio Agape. Assim como o desenho de capa, o som é bastante rudimentar, sempre com presença dos violões, mas também interessantes participações de bandolim, gaita, guitarra fuzz (como em "Les Éléphants" e "Viet-Nam"), piano e até trompete. As letras são todas em franceses e transmitem sensações que passam entre melancólica e humor.
Um disco que vai "crescendo" a cada audição e se torna um belo exemplo de prog/psych folk de Quebec.

Obscure album coming from Quebec, Canada. The local musician Marc Lebel released this rare LP privately in 1971 in the company of friends as Gilles Bergeron and René Dupéré, the three who would form the band Agape in the following year.
Un de Plus ("One more") consists of 10 short tracks that mix folk, psychedelic and progressive rock in a balanced way, reminding in parts Agape. As well as the cover, the sound is quite rudimentary, always with the presence of acoustic guitar, but also interesting parts of mandolin, harmonica, guitar fuzz (as in "Viet-Nam"), piano and even trumpet. The lyrics are all in French and transmit sensations that pass between melancholy and happiness. A record that "grows" after first listening and becomes a fine example of prog / psych folk of Quebec.

Marc Lebel (violão, vocal)
Gilles Bergeron (baixo, guitarra)
Marc Lebel e René Dupéré 
Pierre Baule (violão, guitarra)
Jacques Boivin (trompete, bandolim)
Weille Viens (vocal, harmônica)
René Dupéré (piano, bandolim)

01 Ambition
02 Les Éléphants
03 Les Américains
04 New-York
05 Viet-Nam
06 La Pluie
07 Robidoux
08 Les Balounes
09 Les Amours D'Asphalte
10 Je Vous Salue Marie

sábado, 19 de dezembro de 2015

PSYCHEDELIC ROCK - LOS FREE MINDS - En Avándaro (EP) - 1971


Pérola vinda do México, formada em 1970 na cidade de León, em Guanajuato. O trio Los Free Minds se apresentou no lendário festival de Avándaro, em 1971 e logo desapareceu, lançando um único EP no mesmo ano com canções tocadas nesta apresentação. En Avándaro traz 4 curtas canções de pura psicodelia da época, com leves doses de blues e beat. Letras em inglês, instrumental simples e guiado pela guitarra fuzz ácida marcam o som do grupo.

Los Free Minds was a band from Mexico, formed in 1970 in the city of León, Guanajuato. The trio performed at the legendary Avándaro festival in 1971 and soon disappeared, releasing only one EP in the same year with songs played in this show. "En Avándaro" brings four short songs of pure psychedelia of the time, with light doses of blues and beat. English lyrics, simple instrumental and guided by acid fuzz guitar mark the group's sound.

Jorge Aguilera (guitarra, vocal)
Jesús Perez (baixo)
Ernesto Ontiveros (bateria)

01 El Amor Está En El Aire 2:07
02 Buscando Alrededor 3:21
03 Tu Debes Saber 2:50
04 Arriba De Una Nube 2:03



quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

BLUES ROCK - JA BLUEZY - At The Delta Lady - 1980


Continuando com bandas estadunidenses, o trio Ja Bluezy é oriundo de Detroit e foi ativo entre os anos 70 e 80, pouco mais se sabe sobre eles. Lançaram apenas um raro álbum de forma independente em 1980, que hoje alcança grandes valores.
At The Delta Lady traz 6 faixas, maioria longas, de blues rock "cru" e pesado, incluindo o cover de "Big Boss Man". Apesar da data de gravação, a sonoridade (e até a capa) é muito próxima dos anos 70, com longos solos instrumentais, onde ouvimos sólido trabalho bateria/ baixo acompanhando solos envenenados na guitarra e vocal rasgado de Bouillet. A qualidade da gravação não é das melhores, porém nada comprometedor.
Pérola consistente e poderosa, altamente recomendado para fãs de blues rock.

The trio Ja Bluesy was from Detroit and was active between the late 70s and early 80s, little more is known about them. Released only one rare album privately in 1980.
"Live At Delta Lady" brings six tracks, most long, of raw and heavy blues rock, including the cover of "Big Boss Man". Despite the date of recording, the sound (and even album cover) is very close to the 70s, with long instrumental jams, where we hear solid drums / bass work accompanying powerful guitar solos and Bouillet's vocals. The recording quality is not the best, but nothing compromising. Highly consistent and recommended for fans of blues rock.

Paul Bouillet (vocal, guitarra)
Max Koster (baixo)
Mitch Purdy (bateria)

01 'A' Plane Blues 7:33
02 Big Boss Man 4:51
03 St. James Infirmary 8:26
04 Battle Of Jericho 5:03
05 Just Not Look This Last Time 8:53
06 'E' - Thing 6:53

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

SOUTHERN ROCK - THUNDER - Same - 1974


Pérola vinda do Texas, nos EUA. O duo Thunder era formado pelo vocalista David Alley e o tecladista Whitey Thomas, para gravar o que seria seu único álbum em 1974, contaram com presenças de amigos locais dos grupos Nitzinger e Bloodrock. Sem sucesso o grupo se desfez pouco tempo depois, caindo na obscuridade.
O disco homônimo é dividido em 9 faixas curtas que trazem um Southern Rock característico da época, aqui com leve pegada funk (no baixo e sintetizadores principalmente) e boogie, variando momentos animados e outras calmas baladas. O instrumental é simples, guiado pela guitarra e com boas passagens de piano e teclado, acompanhando o vocal rasgado de Alley. Quanto as músicas, destaque para "It Feels So Good", "King's X" e "Power Glide".
Nada de extraordinário, mas recomendado para fãs de southern rock.

Thunder was a duo, consisting of David Alley and Whitey Thomas. For this, their only release, they got a little help from some friends. Like Bloodrock's Randy Reeder, guitarist Bugs Henderson and, of course, John Nitzinger. John playing guitar, bass and writing about half the album.
Well, it's a fun record for sure. Very 70's, Southern funky boogie rock. I love the keyboards, funny sounds and all, and some fierce guitar picking. The vocals at times have a chipmunk quality to them, but that's alright. And the songs work just nicely for me.
Text: Skydog's Elysium

David Alley (vocal)
Whitey Thomas (piano, sintetizador)
+
Randy Reeder (bateria)
Bugs Henderson (guitarra)
John Nitzinger (guitarra, baixo)

01 It Feels So Good 3:45
02 King's X 2:52
03 Pretty Boy Shuffle 2:40
04 Biggest Fool Of All 3:02
05 Power Glide 3:43
06 Let Me Hear It One More Time 4:04
07 Lady Luck 2:44
08 Good Ol' Rock & Roll 3:56
09 Sleep Is Not Too Easy 5:26



terça-feira, 15 de dezembro de 2015

REPOST: JAZZ FUNK/ PROG - VILLE EMARD BLUES BAND - Live à Montréal - 1974


Atendendo a pedidos, faço repost de um dos primeiros e mais influentes grupos do cena "Prog Quebec". O super grupo Ville Emard Blues Band (com cerca de 20 músicos) foi formado por em uma comunidade em Montreal por volta de 1972, lançando dois LPs na época, mas se desfazendo de forma prematura. Desde 2004 a banda voltou a fazer shows esporádicos pela região.
O primeiro álbum do VEBB, Live à Montréal foi gravado ao vivo e é duplo. É composto por 16 faixas difíceis de classificar, misturando um "caldeirão" de estilos, principalmente o jazz fusion, funk e prog rock, contando ainda com algumas influências do folk, música experimental (jams) e rock psicodélico. O instrumental, apesar de "maluco" em certos momentos, é muito rico, bem executado e entrosado com os belos vocais masculinos e femininos (em francês), com destaque para metais, sopros, guitarra, órgão e percussão.
Uma pérola difícil de descrever, mas que agradará fãs de jazz e prog rock. Ouçam e tirem suas conclusões!

Ville Emard Blues Band was a cooperative of musicians formed in 1972 around bassist Bill Gagnon, who operated a recording studio in the Ville Emard district of Montreal. The studio was a meeting place for many of Quebec's leading session musicians and recording artists. During the summer of 1973,
Their sound was rather eclectic oscillating between prog, jazz-rock and funk and often sounding a bit like Santana. Clearly one of the central player of the band is percussionist (congas mostly) Michel Seguin who would work with most groups of the province, but starting with TOUBABOU, which can be seen as the most direct descendant of VEBB. This first album is a mixed bag (the songwriting is shared by too many people to give any sense to unity to this album), but with much more good elements than the rare sloppy ones, and the best moments are worthy of the best JR/F albums. This album holds very high historical importance in La Belle Province as it sort of marks the start of the next 5-year's prog-explosion.
Text: Prog Archives

Pierre Nadeau (órgão, piano)
Robert Lachapelle (piano)
Roger Gougeon (tamborim)
Rénald Montemiglio (tamborim, saxofone, flauta)
Carlyle Miller (vocal)
Christianne Robichaud (vocal)
Lise Cousineau (vocal)
Carlyle Miller (saxofone, fliscorne)
Michel Dion (baixo)
Yves Laferrière (baixo)
Bill Gagnon (baixo)
Marcel Beauchamp (clarinete)
Michel Séguin (congas, percussão)
Christian St-Roch (bateria)
Denis Farmer (bateria)
Marcel Huot (bateria)
Rawn Bankley (guitarra)
Robert Stanley (guitarra)
Serge Vallières (guitarra)

01 Intro 0:39
02 Soumis / Octobre (Au Mois De Mai) 8:45
03 Ville Émard Blues 3:42
04 Comme Par Magie 6:00
05 That Ain't No Way To Be 6:00
06 Ste-Mélanie Blues 4:04
07 Ode (À Une Belle Inconnue) 6:10
08 A World of Love 3:53
09 Konky Donky 9:01
10 Pixieland 3:27
11 Indian Giver God 4:49
12 City Music 4:45
13 Poivrots Névrosés 6:35
14 Strangle / Solos De Batteries 12:09
15 Yama Nekh 06:39
16 You And Your Mother 8:37



domingo, 13 de dezembro de 2015

HARD PROG - RAVEN - Who Do You See... - 2013 (1976)


Pérola vinde de Terre Haute, cidade no estado de Indiana, Estados Unidos. A banda Raven foi formado no final de 1972 por jovens locais (incluindo o baterista Robert Wolff, após sua saída do Micah) e passou 4 anos na estrada, fazendo shows por dezenas de estados e chegando a abrir para Reo Speedwagon, Cheap Trick e Dan Fogelberg. O quinteto gravou um álbum em 1976, porém devido a falência da gravadora, o projeto foi arquivado e o grupo desfeito. Apenas em 2013 essas fitas "voltaram a luz" e foram finalmente lançadas pela Golden Pavilion em LP.
Who Do You See... é composto por 7 faixas de rock progressivo numa pegada "hardeira" e direta, típica da época. O instrumental traz um trabalho sólido e marcante, com grandes solos de guitarra e teclados (órgão Hammond e sintetizador Moog) se revezando sobre uma pulsante base de bateria/ baixo. O vocal também não fica devendo, com vários momentos de coro.
Altamente recomendado para fãs de hard prog da metade dos anos 70!

Classic progressive rock from Midwest America. This time from Terre Haute, Indiana, and features none other than the same drummer from the monster psych rock band Micah (1971). This album (recorded 1976) has all the trademarks of a band from the era and region: Straightforward radio friendly tracks are offset by highly complex compositions and serious musical chops. And loads of that wonderful Hammond organ and Moog synthesizer! Perhaps not the greatest sounding recording, but certainly excellent given the circumstances. Other Indiana bands like Yezda Urfa, Ethos, and even Vindication will point the way if needing comparisons. Overall a great find!
Text: RateYourMusic

G. Charlie Egy (vocal)
Doug Mason (teclados, vocal)
George Phelps (guitarra, vocal)
Tim Allen (baixo, vocal)
Robert Wolff (bateria, vocal)

01 Rock And Roll Man
02 Long Liz
03 Heartbreakin' Woman
04 The Journey
05 Being The Queen
06 Living In The Silver Screen
07 Who Do You See



sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

BLUES/ PROG ROCK - WHIPPING POST - So We Are - 1980


Pérola vinda da Suíça, ativa na segunda metade dos anos 70 e começo da década seguinte. Pouco se sabe sobre a banda Whipping Post, apesar deste ter lançado três álbuns entre 1978 e 80, todos pela Musk Project. O líder C.B. Busser teve alguns LPs solos na mesma época.
So We Are, o último disco do grupo de 1980, traz 9 faixas (maioria curtas) que fazem uma mescla "fora de época" entre blues e prog rock. O trabalho de Busser na guitarra é o grande destaque da obra, proporcionando excelentes momentos em todas as canções, o instrumental ainda traz passagens espaçadas de teclado, sax e flauta. Já o vocal é o ponto fraco, "apagado" e destoando da parte já citada, sendo todas as letras em inglês. Para as faixas, destaque em "Freedom In Me", "So We Are" e "Pioneers".
Não tão consistente, mas merece uma chance para fãs de blues e até prog rock.

Whipping Post was a band from Switzerland, active in the second half of the 70s and beginning of the next decade. Little is known about the group, despite they have released three albums between 1978 and 80, all for Musk Project. The leader C.B. Busser had some solos LPs at the same time.
"So We Are", their last album released in 1980, brings 9 tracks (most short) of blues rock with some progressive touches. Busser's guitar is the highlight of the work, providing great moments in all the songs, the instrumental passages also brings keyboard, sax and flute here and there. The vocal is the weak point, with all lyrics in English and "breaking" the good instrumental part. For the tracks, best are "Freedom In Me", "So We Are" and "Pioneers". Not so consistent, but deserves a chance to blues and even prog rock fans.

C.B. Busser (guitarra, violão, teclado, percussão, vocal)
Christoph Beck (bateria, percussão)
Chico Klee (saxofone, flauta, teclado)
Vögi Vögtle (baixo)

01 A Poem 0:50
02 Freedom In Me 7:15
03 Saturday ´N´ Sunday 5:20
04 Fireball 3:13
05 Your Love 4:30
06 So We Are 8:25
07 Gimme A Shine 3:04
08 Gonna Be Wild 4:45
09 Pioneers 5:30



quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

PSYCH/ LATIN ROCK - EXPERIENCIA - Passo A Passo - 1973


Pérola vinda de Portugal, formada no começo dos anos 70. O quinteto Experiencia lançou um único e raro LP em 1973, contando com presença de Fernando Girão, porém não conseguiram sucesso e logo se desfizeram. O disco passou quase 40 anos na total obscuridade, até que em 2010 a Golden Pavilion relançou em vinil, novamente com prensagem limitada.  
Passo a Passo é composto de 10 curtas faixas curtas e que mesclam rock psicodélico e latino principalmente (inclusive chega a ser comparado aos peruanos do Laghonia e Traffic Sound), bastante melódico e com todas as letras em português. No instrumental, destaque para a guitarra, que oferece bons solos acompanhada por teclado, violão e percussão. Quanto as músicas, minhas favoritas são "Passo A Passo", "Desta Pra' Outra" e "Eu Quero".
Nada de extraordinário, mas recomendado para apreciadores de rock latino e psicodélico.

Experiencia was a quintet coming from Portugal, formed in the early 70's. They released only one rare LP in 1973, with the presence of Fernando Girão, but did not get success and soon disbanded. The album kept in total obscurity for almost 40 years, until 2010, when Golden Pavilion reissued on vinyl, again with limited pressing.
"Passo A Passo" is composed of 10 short short tracks, mixing psychedelic and Latin rock mainly (also compared to the Peruvian bands Laghonia and Traffic Sound), very melodic and with all lyrics in Portuguese. Guitar offers some good solos, accompanied by keyboard, acoustic guitar and percussion. As for the songs, my favorites are "Passo a Passo", "Desta Pra' Outra" e "Eu Quero". Nothing extraordinary, but recommended for Latin and psychedelic rock lovers.
More info: Psychedelic Music

Ângelo Monteiro (órgão, piano)
Carlos Borracha (guitarra, violão)
Carlos Ribeiro (baixo)
Domingos Melo (vocal)
Tô Pereira (bateria, percussão)
+
Fernando Girão (arranjo, vocal, violão)

01 Manha De Primavera
02 Pequeno Poema
03 Viver Agora
04 Castelo De Areia
05 Passo A Passo
06 Estação Dos Caminhos De Ferro
07 Desta Pra' Outra
08 Eu Quero
09 Ida Triste Alegre Vinda
10 Fim



JAZZ FUNK - PLUS - Same - 1972


Pérola vinda da Bélgica, formada no começo dos anos 70. O grupo Plus contava com ex-membros da J.J. Band e El Chicles, chegaram a lançar um raro álbum em 1972, considerado por alguns como o "Santo Graal" do jazz-funk europeu, e outro compacto dois anos mais tarde, ambos pela Pink Elephant. A banda se desfez pouco tempo depois e alguns de seus membros passaram a integrar o Placebo.
O homônimo de 72 é dividido em 6 faixas, e como já falado acima, de jazz funk e doses de ritmos latinos, tendo como referência os grupos também já citados. Majoritariamente instrumental, conta com músicos competentes e entrosados, resultando em dinâmicas passagens de metais (saxofone, fliscorne, trompete e trombone), guitarra e bateria/ percussão. As letras são todas em inglês, aparecem na maioria das vezes em coros.
Uma obra sólida e interessante para fãs de jazz-funk e latino.

Plus was a band coming from Belgium, formed in the early 70's by former members of J.J. Band and El Chicles. Released a rare album in 1972, considered by some to be the "Holy Grail" of European jazz-funk and other single two years later, both by Pink Elephant. The band broke up shortly after and some of its members have joined Placebo.
The self-tilted is divided into 6 tracks, and as already said above, brings jazz funk with influences of Latin rhythms, remebering the groups also cited. Mostly instrumental, counts with competent musicians, resulting in dynamic passages of metals (saxophone, flugelhorn, trumpet and trombone), guitar and drums / percussion. The lyrics are all in English, appear most often in choirs. A solid and interesting work for jazz rock/ funk/ latin fans.

Bruno Castellucci (bateria, percussão, vocal)
Doug Lucas (fliscorne, trompete)
Francis Goya (guitarra, vocal)
Leslie Kent (guitarra, vocal)
Mike Lovell (trombone)
Ralph Benatar (saxofone)
Yvan De Souter (baixo)

01 The Search 4:45
02 Gimme Some More Of That 4:35
03 What Did You Do 11:21
04 Open Letter 7:00
05 Put Everything Together 3:16
06 Enjoy Yourself 8:25



terça-feira, 8 de dezembro de 2015

COUNTRY/ FOLK ROCK - JONATHAN KELLY'S OUTSIDE - Waiting On You - 1974


Pérola formada na Inglaterra, como projeto do músico irlandês Jonathan Kelly, contando ainda com os músicos Trevor Williams (ex-Audience), Snowy White (que se tornaria membro do Thin Lizzy anos mais tarde) e Chas Jankel (futuro guitarrista do The Blockheads). O grupo durou pouco tempo, lançando um álbum e outro compacto, ambos em 1974, e se desfazendo logo em seguida. Kelly abandonou sua carreira na música na mesma década.
Waiting On You é composto por 8 faixas, intercaladas entre curtas e longas, trazendo um som que flerta entre folk e country rock, além de algumas baladas e leve tentativa comercial. O instrumental é bastante equilibrado e na maioria do tempo tranquilo, com boa pegada nas guitarras, violão, piano e bateria, sempre acompanhando o vocal de Jonathan e letras que abrangem temas como política, sociedade e religião. Quanto as faixas, destaque para "Misery", "Great Northern Railroad" e "Tell Me People", a última com claras influências de funk.
Um bom disco, recomendado para fãs de country e folk rock britânico.

A project formed in England by Irish musician Jonathan Kelly, along with Trevor Williams (former Audience), Snowy White (later Thin Lizzy member) and Chas Jankel (future guitarist of The Blockheads). The group was short-lived, releasing an album and other single, both in 1974 and splitting soon after. Kelly abandoned his music career in the same decade.
"Waiting On You" consists of 8 tracks, interspersed between short and long, bringing a sound that flirts between folk and country rock, plus some ballads and commercial attempt. The instrumental is fairly balanced and most of time quiet, with good guitars, acoustic guitar, piano and drums, always following Jonathan's vocals and lyrics about politics, society and religion. Best tracks are "Misery", "Great Northern Railroad" and "Tell Me People", the last with clear funk influences. A good record, recommended for fans of British country and folk rock.

Jonathan Kelly (vocal, violão, piano)
Trevor Williams (baixo, vocal)
Dave Sheen (bateria, percussão)
Chas Jankel (guitarra)
Snowy White (guitarra)

01 Misery 6:15
02 Making It Lonely 4:55
03 Tempest 6:01
04 Sensation Street 5:48
05 Great Northern Railroad 7:50
06 I'll Never Find Another Love 4:22
07 Yesterday's Promises 3:53
08 Tell Me People 8:20



segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

PROG ROCK - COLLUSION - Same - 1971


Mais uma raríssima pérola vinda da Inglaterra, o grupo Collusion foi formada na região de Dagenham, leste da capital Londres. Lançaram um único disco em 1971 de forma privada e segundo algumas fontes na internet com apenas 100 cópias! Essa obscura obra "volta a luz" em 2015, graças a Audio Archives, que promove um relançamento em CD e LP. 
O homônimo traz 7 faixas que combinam rock progressivo com doses de hard, psicodelia e até folk. O instrumental é tradicional, composto por duas guitarras (que assumem o protagonismo), bateria e baixo, porém todos se tocados de forma sólida e marcante. Os vocais são masculinos e femininos, muito bem intercaladas e sendo o ponto forte do álbum. Quanto as faixas, destaque para "Song of Pity", "Bluebirds" e "Sweetbread Line", apesar de raros momentos fracos.
Uma ótima indicação para fãs de hard e proto-prog dos anos 70.

The first ever vinyl reissue of a true prog rock obscurity from 1971, originally released in a tiny run on the custom SRT label. Collusion was a Dagenham-based six-piece featuring twin guitars and interwoven male/female vocals as the main ingredients. Expect hard-edged prog-rock with tasty folk and jazz elements. This engaging album features seven original tracks with the stunning 'Bluebirds' and the epic 'Sweetbread Line' as the undisputed highlights.
Text: Clear Spot

Mick West (guitarra)
Tony Davison (vocal, pandeiro)
Sandy Baker (vocal)
Steve Webb (guitarra)
Chris Simons (baixo)
Colin 'Loz' Victory (bateria)

01 I've Got That Cold Porridge Feeling
02 Might As Well Be Dead
03 Song Of Pity
04 The Way It Used To Be
05 Saturday Morning (Down The Dead Highway)
06 Sweetbread Line
07 Bluebirds



sábado, 5 de dezembro de 2015

FOLK ROCK - KEITH NOBLE - Mr. Compromise - 1970


Uma das pérolas mais raras e valiosas já postadas no blog! Keith Noble é um músico e cantor londrino, figura importante na formação do Pink Floyd, já que este foi vocalista do grupo Sigma 6 (que mudou seu nome para Meggadeaths, Abdabs e Screaming Abdabs) durante 1963 e 64, contando com Rogers Waters, Nick Mason e Richard Wright (ainda desempenhando o papel de guitarrista). Após deixar a banda, Noble e seu companheiro Clive Metcalfe formaram um duo que gravou este raríssimo álbum de forma independente, com presença de Bob Klose, outro fundador do Floyd. Este LP nunca foi relançado e uma cópia hoje custa uma pequena fortuna.
Mr. Compromise, de 1970, é composto por 10 faixas, maioria curtas, além de vários músicos convidados. Se trata de uma obra típica do folk britânico na época, com belas e muito bem executadas composições, gerando um clima acústico e viajante. O instrumental é dominado por violões, percussão e violino, apesar de alguns momentos na linha do rock sessentista, onde ouvimos guitarra elétrica e bateria. Os vocais melódicos de Noble são outro ponto interessante.
Recomendado para apreciadores de folk-rock e também por sua ligação histórica com Pink Floyd.

Keith Noble is a musician and singer from London, important person in the formation of Pink Floyd, as he was vocalist of the group Sigma 6 (which changed its name to Meggadeaths, Abdabs and Screaming Abdabs) during 1963 and 64, with Rogers Waters, Nick Mason and Richard Wright. After leaving the band, Noble and his friend Clive Metcalfe formed a duo that recorded this rare album privately with the presence of Bob Klose, another Floyd's founder. This LP has never been re-released and a copy today costs a small fortune.
"Mr. Compromise", recorded in 1970 consists of 10 tracks, most short and with several guest musicians. It brings a typical British folk of the time, with beautiful and very well performed compositions, creating an acoustic and trip atmosphere. The instrumental is dominated by acoutic guitars, percussion and violin, although some moments are in the line of 60s rock, where we hear electric guitar and drums. Noble's melodic vocals are another interesting point. Recommended for folk-rock lovers and also for its historical connection with Pink Floyd.

Keith Noble (vocal, violão)
Clive Goodenough (violino)
Keith Noble na época do Sigma 6
Rado Klose (guitarra)
Graham McKenney (baixo, trompete)
Chris Reinolds (baixo, guitarra)
Dave Bell (bateria, percussão)
Tom James (bongos)
Sheilagh Noble (backing vocal)

01 Mr. Compromise
02 Narcissus
03 Secretary Jane
04 Red-Current Tide
05 Up and Down Way
06 Only When I Laugh
07 Dandelions Have Their Day
08 Weather
09 King Of The Icemen
10 Ashes and Silver



quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

CLASSIC ROCK - FLY UNITED - Same - 1975


Pérola vinda da Dinamarca, a história do grupo Fly United é pouco esclarecida. A banda teria sido formada em meados dos anos 70 a partir de ex-membros do Delta Blues Band, que decidiram continuar a partir das gravações do que seria o segundo disco do grupo, antes de se desfazerem. Infelizmente o projeto durou pouco por conta de mudanças na formação e pouca divulgação do álbum.
O homônimo de 1975 (ano não preciso, pois há datas divergentes na internet) é composto por 8 faixas curtas e apresentando um bom rock clássico, comum a época, com doses acentuadas de blues, country e até jazz. O instrumental é competente, guiado pelas guitarras, acompanhado em momentos pelo saxofone e piano, além de todas as letras em dinamarquês.
Nada de extraordinário, porém interessante para fãs do estilo.

Fly United was a band from Denmark, the group was formed in the mid-70s from former members of Delta Blues Band, which decided to continue from the recordings of what would be the second album of the band, before disbanding. Unfortunately the project did not last long, after several line-up changes.
The self-titled, released in 1975 (no precise year, as there are conflicting dates on the Internet) consists of 8 short tracks and presenting a good classic rock, common to time, with strong doses of blues, country and even jazz. The instrumental is competent, driven by guitars, accompanied at times by the saxophone and piano, plus all the lyrics in Danish language. Nothing extraordinary, but interesting for fans of the style.

Steven Iarusci (baixo, vocal)
Adrian Scalamogna (guitarra, backing vocal)
Aidan Schiff-Kearn (guitarra, backing vocal)
Jonathan "Gomez" Ramoutar (bateria)

01 16 Tons
02 Løgn
03 Nørrebro
04 Fly United
05 Ønskefeen
06 Flugten (Ud I Naturen)
07 Shing-A-Ling
08 Landevejens Rose

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

HARD ROCK - DEAD END 5 - Dead Ends - 1976


Pérola vinda de Turku, cidade da Finlândia, ativa em meados dos anos 70. O grupo Dead End 5 ganhou certa popularidade local, lançando dois LPs e compactos entre 1976 e 77, infelizmente a banda se desfez prematuramente no mesmo ano. A vocalista e líder Annika Salminen partiu para carreira solo logo depois.
Posto aqui seu primeiro álbum, Dead Ends, de 1976. Conta com 12 curtas faixas, sendo algumas versões de nomes como Janis Joplin, ZZ Top, Kiss e Blue Öyster Cult, já revelando o som pesado e barulhento dos caras. O instrumental é simples e direto, liderado pela ferroz guitarra e acompanhado por baixo/ bateria marcantes, além do poderoso vocal de Annika e todas as letras em finlandês.
Recomendado para fãs de hard rock e vocais femininos.

Dead End 5 is one of those bands who sorely need rescuing from obscurity. A relatively successful album back in the day, their debut full lenght Dead Ends (1976) was needlessly forgotten after the band split up a few years later because of lead singer Annika Salminen going for a schlager solo career. Dead Ends couldn't be further away from schlager pop - the band at the time were rough, nasty and loud, and Salminen's vocal delivery rocks hard. With several original compositions and a couple of choice cover cuts, the album is a blast.
Text: Svart Records

Jari Salminen (baixo)
Olli Kivinen (bateria)
Rauno Melos (guitarra)
Annika Salminen (vocal)
Kari Heimonen (produção, efeitos)

01 ME 262 4:19
02 Carolin 3:03
03 WC-paperi-75 2:25
04 Yön harsot 2:45
05 Salama 2:58
06 Suurkaupungin suudelma 2:43
07 Mies, joka pelasti rock 'n' rollin 3:07
08 Casanova 2:53
09 Liekinheitin 3:15
10 Peilikuvat 4:01
11 Mercedes Benz 1:33
12 Tohtori 3:13

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

HARD/ PROG ROCK - MENDOZA - Same - 1972


Pérola vinda da Suécia, formada na região da Gotlândia Oriental, no começo dos anos 70. O sexteto Mendoza lançou apenas um álbum e compacto, ambos em 1972 e ainda não re-editados, se desfazendo logo em seguida.
O homônimo é composto por 9 faixas, maioria curtas, abrindo com "Jojk", o grande destaque, toda instrumental e dinâmica, onde ouvimos boas passagens de guitarra, trompete, órgão e flauta. Outros momentos altos são "Steamship" e "A Sinful Man", porém a mescla de jazz-rock, progressivo e hard não é mantida em todos os momentos do disco, caindo em tentativas comerciais e mais simplórias ao longo da obra. As letras são todas em inglês.
Irregular, mas ainda sim interessante para fãs de hard prog e fusion dos anos 70.

Mendoza was a band coming from Sweden, formed in the region of Gotland in the early 70's. The sextet released only one album and single, both in 1972 and disbanding soon after.
The self-titled is composed of 9 tracks, most short, opening with "Jojk", the highlight, all instrumental and dynamic, where we hear good passages of guitar, trumpet, organ and flute. Other highlights are "Steamship" and "The Sinful Man", but the great mix of jazz-rock, progressive and hard is not maintained at all the moments, falling in commercial and more simplistic attempts over the record. The lyrics are all in English. Irregular, but still interesting for fans and hard prog fusion 70s.

Anders Hogman (baixo)
Anders Östryd (bateria)
Arne Gustafsson (guitarra, flauta)
Björn Larsson (trompete)
Lennart Palmefors (teclado, vocal)
Rolf Öhlin (guitarra)

01 Jojk 7:20
02 Steamship 2:15
03 Hello, Hello 3:30
04 A Sinful Man 1:56
05 The Grateful Salesman & Co 3:09
06 The Land Of Little Rain 5:45
07 Summer Days, Winter Cold 4:43
08 Jambalaya 3:30
09 Green Bamboo 3:14



sexta-feira, 27 de novembro de 2015

NORDIC FOLK - SPÆLIMENNINIR Í HOYDØLUM - Same - 1977


Hoje uma postagem diferente para os seguidores do blog. Trago aqui um grupo das pequenas e geladas Ilhas Faroe, localizadas no Atlântico Norte. O grupo Spælimenninir í Hoydølum foi formado na capital Tórshavn em 1974, encurtando o nome para Spælimenninir na década seguinte e lançando vários álbuns desde então, sendo o último de 2003. Vários dos músicos que passaram pela banda seguiram projetos solo, com destaque ao líder Kristian Blak.
O debut de 1977 é dividido em 19 curtas faixas, todas na casa dos 1 ou 2 minutos. O som é puramente folk nórdico, mesclando vertentes tradicionais e contemporâneas, na maioria do tempo instrumental, acústico e muito bem executado, onde ouvimos predomínio do violino, mas também bandolim, tin whistle (flauta), piano e violões. As letras são todas em língua local e com vozes masculinas e femininas.
Bela pedida para quem curte ou quer conhecer música folclórica nórdica.

Spælimenninir í Hoydølum is a lively group of six musicians that play traditional and contemporary folk music from Scandinavia on fiddle, recorder, piano, guitar, mandolin and acoustic bass and vocals. The group’s home base is the Faroe Islands in the far North Atlantic, a small cluster of islands located between Iceland, Norway and Scotland. While they are based in the Faroes, Spælimenninir is not strictly a “Faroese” band, either in personnel or music. Playing together for over 20 years, the line-up includes one native Faroese, one Swede, two Americans and two Danes. This international collaboration has resulted in a varied repertoire which reflects each member’s heritage and illustrates the links between the music traditions of the Scandinavian countries and the United States.
Text: Wiki

Kristian Blak (piano, vocal)
Jógvan Dahl (banjo, violão)
Alistair Cochrane (bandolim, tin whistle)
Christina Lindén (violino, vocal)
Hans Ole Larsen (violino)
Janne Danielsson (violino)
Magnus Pauli Poulsen (violino)

01 Auchdon House 2:04
02 Roselil 2:29
03 Halling 1:21
04 Bellman’s Jig 1:59
05 Polska 1:41
06 Dainty Davie 2:46
07 Katrinevalsen 1:59
08 Brøndums Hopsa 1:46
09 Majvisa 2:45
10 Læg di mav 1:58
11 Lilla gubben uppå Tallebacken 0:53
12 Jeg går i tusind tanker 1:51
13 The Hen’s March to the Midden 2:34
14 Polska 1:48
15 Pindsvine-Reinländer 2:09
16 Stockholmslåtan 1:36
17 Reinländer 2:01
18 Reinländer 1:37
19 Grái kópur av Súluskeri 3:05

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

PROG ROCK - ASH - Same - 1979


Pérola obscura vinda da Itália, muito pouco se sabe sobre o grupo Ash. Foram ativos na segunda metade dos anos 70 e lançaram um álbum em 1979, com falsos nomes em inglês (algo até comum entre bandas locais que tentavam se passar por inglesas para conseguir sucesso). Há ainda um compacto de data desconhecida lançado pelo grupo, com letras em italiano.
Posto aqui o disco homônimo, dividido em 6 faixas que trazem rock progressivo próxima a estilos mais comercias da época, longe do som tradicional feito no país, mas ainda assim com suas qualidades. A parte instrumental é competente e merece destaque na obra, principalmente nas marcantes passagens de guitarra e teclados, acompanhados por vocais (masculinos e femininos) em inglês. Quanto as faixas, as melhores são "Easy Game", "The Desert of the Clear" e "What Can I Do".
Um disco que peca pela falta de originalidade, mas ainda pode ser interessante para fãs de prog rock.

Obscure pearl coming from Italy, very little is known about the group Ash. They were active in the second half of the 70s and released an album in 1979 with false names in English (something even common among local bands trying to achieve success). There is also single released by the group with lyrics in Italian, released in an unknown year.
Post here their self-titled, divided into 6 tracks that bring progressive rock close to commercial styles of the time, away from the traditional sound made in the country, yet with some qualities. The instrumental part is competent and key in the work, especially in great passages of guitar and keyboards, accompanied by male/ female vocals in English. As for the tracks, the best are "Easy Game", "The Desert of the Clear" and "What Can I Do". An record with lack of originality, but can still be interesting for prog rock fans.

Monica (vocal)
Guitar Duck (guitarra, vocal)
Mike Arge (teclado, vocal)
Emil Horse (baixo)
Roby Benedini (bateria)

01 Easy Game 5:30
02 Clown 5:48
03 The Desert of the Clear 6:01
04 What Can I Do 6:36
05 I'm Doing 5:17
06 Shadows of Love 6:14



terça-feira, 24 de novembro de 2015

GARAGE ROCK - PROU MATIC - Para Pa Pa / It Is My World - 1972


Pérola obscura vinda de Tarragona, cidade da Catalunha, Espanha. O grupo Prou Matic foi formado por jovens locais em 1971 e lançou apenas um raro compacto no ano seguinte, sumindo do mapa pouco tempo depois. A banda vem tendo seu trabalho redescoberto graças a recentes compilações. O single contém as músicas "Para Pa Pa", na linha beat/ romântica dos anos 60 e "It Is My World", grande destaque trazendo a essência do rock garageiro e sujo dos anos 70, com vocal rasgado, bateria e guitarras barulhentas. As letras são todas em inglês.

Pearl coming from Tarragona, city of Catalonia, Spain. The group Prou Matic was formed by local youths in 1971 and has just launched a rare single in the following year, disappearing from the map shortly after. The band has been rediscovered recently due to compilations. The single contains the songs "To Pa Pa", beat/ romantic '60s way and' It Is My World ", best one and bringing the essence of garage/ psychedelic rock from early 70s, with torn vocals, loud drums and guitars. The lyrics are all in English.

Manolo Gaván (vocal)
Francesc Torres (guitarra)
Jose Maria Mejuto (guitarra)
Alberto Jiménez (baixo)
Fernado Carmona (bateria)

01 Para Pa Pa
02 It Is My World

sábado, 21 de novembro de 2015

ACID-FOLK - SPARIFANKAL - Bayern-Rock - 1976


Pérola vinda da Baviera, estado alemão, formado por músicos locais no começo dos anos 70. Apesar de permanecer na cena underground, o grupo Sparifankal ganhou notoriedade no sul do país por suas performances excêntricas e teatrais, participando de festivais e lançando três álbuns entre 1976 e 81, mesmo ano que encerram as atividades. A partir de 1999 a banda faz reuniões esporádicas.
Posto aqui seu primeiro registro, Bayern-Rock, um ao vivo de 1976. É dividido em 8 faixas e difícil de ser classificado, por se aproximar de vários estilos, como acid-folk, rock progressivo, krautrock e até mesmo música experimental. O instrumental é bastante variado, passando por momentos acústicos, viajantes e pesados, contando com guitarra fuzz, violão, flauta e outros como dulcimer, suona e ocarina, nada comuns para bandas de rock. Outro ponto inusitado são as letras, todas em língua bávara e com temática política/ social.
Recomendo principalmente para fãs de acid/ prog folk e krautrock, ouçam e tirem suas conclusões.

Sparifankal was a group from Bavaria, German state, formed by local musicians in the early 70. Despite being in the underground scene, the band gained notoriety in the South of the country for its eccentric and theatrical performances, participating in festivals and releasing three albums between 1976 and 81, the same year that ended the activities. Since 1999 the band makes sporadic meetings.
Post here the first record, Bayern-Rock,  recorded live in 1976. It is divided into 8 tracks and difficult to be classified, close to various styles such as acid-folk, progressive rock, krautrock and even experimental music. The instrumental is quite varied, passing through acoustic trip and heavy moments, with fuzz guitar, acoustic guitar, flute and others like dulcimer, suona and ocarina, nothing common to rock bands. Another unusual point are the lyrics, all in Bavarian language and political / social issues. I recommend especially for fans of acid / prog folk and krautrock, listen and draw your conclusions.

Carl-Ludwig Reichert (guitarra, vocal, harmônica)
Florian Laber (baixo, vocal)
Günther Sonderwald (bateria, triângulo)
Tillmann Obermaier (vocal, guitarra, dulcimer, suona)
Jan Dosch (baixo, violão, ocarina)

01 Bis Zum Nexdn Weidgriag (4:24)
02 Dees Land Is Koid... (6:23)
03 Da Braune Baaz (3:25)
04 I Mechd Di Gean Amoi Nackad Seng (3:04)
05 De Groskopfadn (4:10)
06 Bluus Fo Da Peamanentn Razzia (7:00)
07 Wans Ums Farecka Nimma Ged (7:28)
08 Aus Is Und Goar Is (6:10)



quinta-feira, 19 de novembro de 2015

HARD/ BOOGIE ROCK - GLASHAUS - Drinking Man - 1977


Obscura banda vinda da Áustria, formada em meados dos anos 70 pelos irmãos Harry e Dieter Stuempfl . Informações sobre o quinteto Glashaus são escassas, eles provavelmente se estabeleceram em Munique, lá gravando seu único e raro álbum em 1977. Sem sucesso a banda se desfez e alguns de seus membros formaram o grupo Email anos depois.
Drinking Man é um álbum curto, dividido em 10 faixas. Ouvimos aqui mescla tradicional de hard, boogie e country rock do final da década, simples e direto, com destaque para as bons solos e riffs das guitarras, acompanhada por bons momentos de órgão, gaita e bateria. As letras são todas em inglês e com constantes coros. Destaque para "Drinking Man", "The Waiting Game" e "Vertigo".
Apesar de um pouco comercial e nada extraordinário, merece atenção de fãs de boogie e country rock.

A groovy upbeat rock album from Austria, sung in English. Not progressive, with some cuts verging on hard rock, there is some good organ work. The opener Shine On Medas is Status Quo-like boogie, and there is a southern/boogie feel to most other tracks. The Waiting Game and Vertigo are my heavy picks.
Nothing extraordinary, but notable as a rare example of it's kind to come from Austria at the time, a country which seems to have missed out entirely on hard rock and heavy metal in the '70s, but did have a decent punk/new wave scene at the tail-end.
Text: Rate Your Music

Lupo Greil (vocal, guitarra)
Wolfgang Buettner (vocal, guitarra)
Hans Proebster (vocal, baixo)
Harry Stuempfl (vocal, piano, órgão, harmônica)
Dieter Stuempfl (bateria, percussão)

01 Shine On Medas 3:00
02 Two-Timers and Double-Crossers 2:44
03 Drinking Man 4:30
04 The Waiting Game 3:49
05 Numerus Clausus 3:43
06 Winners and Losers 2:54
07 Vertigo 4:21
08 Desperate Man 2:55
09 Everything I Need 3:19
10 We've All Been Here Before 3:48

terça-feira, 17 de novembro de 2015

HARD/ PSYCH ROCK - TRIPTYQUE - If You Are in a Bad Mood / Don't Worry - 1970


Obscuro trio formado em Paris, capital francesa, entre o fim dos anos 60 e começo dos 70. A banda Triptyque lançou apenas um raro compacto em 1970 pela Opaline, após de desfazer o guitarrista e líder Alain Renaud partiu para carreira solo, lançando 3 álbuns na mesma década. É composto pelas duas curtas faixas "If You Are In A Bad Mood" e "Don't Worry", ambas na pegada típica da época, primariamente influenciadas por rock psicodélico, mas também progressivo, hard e até blues. Destaque para a guitarra de Renaud que traz momentos de peso ao som, além dos vocais equilibrados em inglês.

Obscure trio from Paris, France, active between the late 60s and early 70s. The band Triptyque released just one rare single in 1970 by Opaline, after disbanding, the guitarist and leader Alain Renaud left for a solo career, releasing three albums in the same decade. It is composed of the two short tracks "If You Are In A Bad Mood" and "Do Not Worry", both in the typical early 70's way, primarily influenced by psychedelic rock, but also progressive, hard and even blues. Highlighting to Renaud's guitar that brings some heavy moments to sound, as well as balanced vocals in English.

Alain Renaud (guitarra, vocal)
Didier Batard (baixo)
Clément Bailly (bateria)

01 If You Are In A Bad Mood 3:30
02 Don't Worry 5:12



domingo, 15 de novembro de 2015

SYMPHONIC PROG - OCTOPUS - Thaerie Wiighen - 1981


Pérola vinda da Noruega, formada em Haugesund, ao norte do país. Liderados pelo tecladista Tore Aarnes, o trio Octopus lançou um único álbum em 1981 de forma independente (até hoje não relançado) e desapareceu.
O álbum Thaerie Wiighen é conceitual e baseado na obra homônima do poeta e dramaturgo local Henrik Ibsen, trazendo 8 faixas de rock progressivo sinfônico e ainda folk-prog, próximo de obras da metade dos anos 70. O competente trabalho de Aarnes no piano, órgão e sintetizadores é destaque, bem acompanhado por guitarra, violão e flauta, dando um clima mais melódico na maioria do tempo. Outro ponto marcante são as letras em norueguês, dando um "charme" a obra.
Longe de uma obra-prima, mas boa pedida para fãs de prog sinfônico e escandinavo.

Octopus was a band from Norway, formed in Haugesund, north of the country. Led by keyboardist Tore Aarnes, the trio released one album in 1981 privately (not reissued yet) and disappeared.
"Thaerie Wiighen" is a album is conceptual and based on the homonymous work of the poet and playwright Henrik Ibsen, bringing 8 symphonic prog tracks, with touches of folk/ art rock, close to mid-70's albums. Aarnes' work in piano, organ and synthesizers is highlight, accompanied by acoustic guitar, guitar and flute, giving a more melodic mood most of the time. Another striking point is the lyrics in Norwegian, giving a "charm" the work.

Tore Aarnes (piano, sintetizador, órgão, clavinete, vocoder, vocal)
Henry 'Nunne' Holden (guitarra, violão, vocal)
Roar Soderlind (bateria, percussão, vocal)
+
Morten Andersen (baixo)
Ole Gloesen (violão)
Yngve Slettholm (flauta)

01 Ouverture - Part 1 - Havet 9:21
02 Part II Krigen 5:33
03 Part III Flukten 7:36
04 Part IV Prisonen 3:24
05 Part V Hevnen 5:26
06 Part VI Forloesningen 3:29
07 Part VII Erkjennelsen 6:01
08 Part VIII Epilog 5:11



sábado, 14 de novembro de 2015

PROG ROCK - JESSICA - Jessica (Bearbeitung von Reger Op. 89/27) - 1975


Pérola obscura vinda da Alemanha, muito pouco se sabe sobre o grupo Jessica. Lançaram um único e raro álbum em 1975 (apesar de alguns sites trazerem como 1973) pelo pequeno selo Knöterich e sumiram do mapa.
Posto aqui o disco Jessica (Bearbeitung von Reger Op. 89/27), composto por 4 faixas totalmente instrumentais, sendo duas longas e duas curtas. O som é próximo do progressivo, em momentos sinfônico e outros fusion, mas longe experimentações do Krautrock, guiado por belo trabalho no piano e sintetizadores de Henner Herdick, acompanhado por bateria e guitarra "discreta".

Jessica was a very obscure band formed in Germany during the early 70s, they released only one rare album in 1975.
Piano driven symphonic rock. One of the few German bands to have an almost Italian sound in places, like Festa Mobile for example. Has a jazzy lounge feel to it with plenty of piano and toned down electric guitar. Also features quite a bit of acoustic guitar. A nice title, in league with bands like Tetragon and Hax Cel.
Text: CD Reissue Wishlist

Peter Buchler (guitarra)
Lothar Piechottka (baixo)
Klaus T. Talges (bateria)
Henner Herdick (piano, sintetizador)

01 Allegreto Grazioso (14:33)
02 Andantino (2:32)
03 Vivace (6:36)
04 Allegro Con Spirito (17:04)

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

HARD ROCK - TARANTULA - Angel of Stone / Tarantula Dance - 1972


Pérola obscura formada em Amsterdã, capital da Holanda, em 1971. O grupo foi formado originalmente com o nome Tantalus e no ano seguinte mudou para Tarantula, e assim como tantas outras bandas locais lançou apenas um raro compacto. Este traz as músicas "Angel of Stone" e "Tarantula Dance", ambas na casa dos 3 minutos e que mesclam estilos típicos do começo dos anos 70, principalmente hard e brass/ funk rock. O instrumental é bastante dinâmico, com guitarra barulhenta, metais (trompete e saxofone), percussão, flauta e vocais rasgados.
Com certeza uma banda muito competente e que poderia perfeitamente lançar um LP na época.

Tarantula was a band formed in Amsterdam, capital of the Netherlands, in 1971. The group was originally named Tantalus and in the next year changed definitely, and like so many other local bands has just launched a rare single. This brings the songs "Angel of Stone" and "Tarantula Dance", both with 3 minutes and mixing typical early 70s styles, as hard and brass / funk rock. The instrumental is quite dynamic, with noisy guitar, brass (trumpet and saxophone), percussion, flute and good vocals. Certainly a very competent group and that could have released a LP at the time.

François Content (flauta, trompete)
Michiel Krijnen (baixo)
Jan Landkroon (guitarra)
Paul van Wageningen (bateria, percussão)
Willem Warbie (vocal, flauta, saxofone)

01 Angel of Stone
02 Tarantula Dance



segunda-feira, 9 de novembro de 2015

PROG FOLK - MARSYAS - Same - 1978


Fechando mais uma série de posts do leste europeu com uma preciosa pérola formada em Praga, atual República Tcheca e na época Tchecoslováquia. O grupo Marsyas foi formado como trio em 1973, por Oskar Petr, Petr Kalandra e Zuzana Michnová, passando por várias mudanças durantes seus longos anos de atividade, lançando 5 álbuns entre 1978 e 89. A banda teve uma rápida volta na última década.
Posto aqui seu debut de 1978, que traz 10 faixas e uma longa quantidade de músicos convidados, incluindo membros de Jazz Q, Pražský výběr e Flamengo, a "nata" do prog tcheco na época. Folk rock é o estilo principal, com acentuadas influências de progressivo, resultando em clima na maioria do tempo tranquilo e relaxante. O instrumental é variado e bem executado, onde ouvimos boas passagens de violão, teclados, guitarra, percussão, harmônica e mais raramente violino, flauta e até cuíca (!). O vocal, feminino e masculino, é outro ponto forte, passando sentimentos poéticos, alegres e melancólicos, capaz de tocar mesmo quem não entende uma só palavra em tcheco.
Um trabalho sem pontos fracos e altamente recomendado para fãs de prog-folk!

A precious pearl formed in Prague, Czech Republic, former Czechoslovakia. The group Marsyas was formed as a trio in 1973 by Oskar Petr, Petr Kalandra and Zuzana Michnová, going through several changes during their long years of activity, releasing five albums between 1978 and 89. The band took a quick turn in the last decade.
Post here its 1978 debut, which features 10 tracks and a long amount of guest musicians, including members of Jazz Q, Pražský výběr and Flamengo, the best of the Czech prog at the time. Folk rock is the main style, with strong progressive influences, resulting in a quiet and relaxing atmosphere at time. The instrumental is varied and well executed, we hear good passages of acoustic guitar, keyboards, guitar, percussion, harmonica and more rarely violin or flute. The male/ female vocals are another strong point, with poetic, joy and melancholic feelings, able to touch even those who do not understand a single word in Czech. Without weak point and highly recommended for prog-folk fans!

Oskar Petr (vocal, violão)
Zuzana Michnová (vocal, violão, percussão)
Petr Kalandra (vocal, violão, harmônica)
Jiří Vondráček (violão 12 cordas, vocal)
Pavel Skála (vocal, guitarra, violão)

01 Hrnek 3:15
02 Dívka z plakátu 3:40
03 Barvám 4:25
04 Postavím si dům z obilí 2:50
05 Zmrzlinář 6:00
06 Lilin tanec 3:55
07 Paleta 4:20
08 Dopisy 3:05
09 Bělásek ztracený v dálkách 2:50
10 Den s tebou 6:10



Gravação ao vivo em 1975:

sábado, 7 de novembro de 2015

PROG FOLK - S VREMENA NA VREME - Same - 1975


Pérola vinda de Belgrado, atual capital da Sérvia e na época Iugoslávia. O grupo S Vremena Na Vreme ("De tempo em tempo") foi formado em 1972 e ganhou grande expressão local durante a década, lançando dois álbuns, vários singles e compondo para programas de TV e teatro. Tiveram uma volta nos anos 90, fazendo shows pelo país e deixando mais dois registros, incluindo um ao vivo.
Posto aqui o primeiro e mais conhecido disco da banda, homônimo de 1975. Composto por 11 curtas faixas, é considerado pioneiro na região por promover fusão de ritmos tradicionais balcânicos com rock progressivo, dominado por clima acústico e em momentos até espiritual, o instrumental é reflexo disso, passando por violões, percussão, flauta e instrumentos locais como Sargija e Tamburica até sintetizadores e guitarra. As belas harmonias vocais também merecem destaque, sendo todas as letras em sérvio.
Uma excelente entrada para o rock da "Cortina de Ferro", altamente recomendado para fãs de prog-folk!

Although this album is, first and formost, a collection of excellent individual songs where practically all of them could have been hits, the overall arrangement of this release gives a feel of a unifying idea. Seamless flow from one song to another is perfectly done, in a manner that some later BEATLES albums can surely be evoked as a model. Excellent harmony vocals, nice acoustic but also occasional electric guitars and flute, melodic bass lines, organ and some electronic devices, plus several traditional instruments like "prim" and "sargija" (both akin to mandolin or lute), all that make of this album a true masterpiece. It is hard to pinpoint a single track as best example, but the sample provided here, "Tema za sargiju" ("Theme for a Sargija") is an excellent choice. It is instrumental including sargija, acoustic guitars, percussion and later an electric guitar fuzzed solo. All of that can remind of some JETHRO TULL moments. Prog purists may find "S vremena na vreme" too accessible and song-oriented instead of complexity or experimentation. But, perfection sometimes lies in simplicity, harmony and beauty, of what this album is plentiful.
Text: ProgArchives

Miomir Djukic (violão 6 e 12 cordas, guitarra, tamburica sargija, vocal)
Vojislav Djukic (violão, tamburica, vocal)
Asim Sarvan (vocal)
Ljubomir Ninkovic (vocal, violão, sintetizador, sargija)
+
Robert Nemecek (baixo)
Nikola Jager (bateria)
Ivo Umek (órgão)
Bato Popovic (percussão)

01 Biblijska Tema (3:51)
02 Ko? (3:08)
03 Trazi Mene (2:28)
04 Utociste (2:44)
05 Tema Za Sargiju (1:57)
06 Dalek Sprema Se Put (3:24)
07 Nada (5:05)
08 O Glumcu I Narodu (1:54)
09 Suncana Strana Ulice (2:06)
10 Ostavljam Sve I Idem (3:42)
11 Tema Classica (4:10)

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

JAZZ FUSION - JAZZ CARRIERS - Carry On - 1973


Pérola formada em Varsóvia, capital da Polônia. O quinteto Jazz Carriers era liderado pelo conhecido saxofonista local Henryk Miśkiewicz, além de outros músicos que viriam a participar de outros grupos locais ao longo da década, como Zbigniew Jaremko e Zbigniew Kitliński. Apesar de pouco tempo de duração a banda alcançou certo reconhecimento local e lançou um único LP em 1973,  pela Muza.
Carry On é composto por 7 curtas e instrumentais faixas na linha típica do jazz fusion e contemporâneo, além de raras doses de funk. O som é bem executado e dominado pelo excelente e envolvente trabalho dos saxofones, que são acompanhados por bateria, baixo, percussão e teclado, este último proporciona bons momentos, apesar de nenhuma grande novidade no geral. Quanto as faixas, o destaque vai para "Carry On",  "Carriers' Blues", "Frytki" e "Mała Septyma".
Mais uma boa surpresa da cena jazzística polonesa, recomendado!

The quintet Jazz Carriers was formed in Warsaw, capital of Poland, led by well-known saxophonist Henryk Miśkiewicz, and other musicians who would join other local groups throughout the decade, as Zbigniew Jaremko and Zbigniew Kitliński. Although short time of duration, the band reached some local recognition and released a single LP in 1973 by Muza.
"Carry On" consists of seven short and instrumental tracks in the typical line of fusion and contemporary jazz, as well as some funk doses. It's well played and dominated by the excellent and engaging saxophones, which are accompanied by drums, bass, percussion and keyboards, the last provides good moments, although no big news in general. As for the tracks, the focus are on "Carry On", "Carriers' Blues", "Frytki" and "Mała Septyma". Another good surprise of the Polish jazz scene, recommended!


Henryk Miśkiewicz  (saxofone alto)
Marian Komar (baixo)
Zbigniew Kitliński (bateria)
Paweł Perliński (piano)
Zbigniew Jaremko (saxofone tenor e soprano)
+
Józef Gawrych (percussão)

01 Carry On (5:09)
02 Carriers' Blues (6:00)
03 Szara Kolęda (Grey Carol) (3:57)
04 Frytki (Chips) (5:27)
05 Mała Septyma (Minor Saventh) (6:10)
06 Bezdroża (Pathless Tracks) (6:18)
07 Supplement (6:44)



terça-feira, 3 de novembro de 2015

HARD ROCK - SIGNAL (Сигнал) - Sailing With The Wind ‎(Попътен Вятър) - 1980


Pérola vinda da Bulgária, formada na capital Sofia em 1978. O grupo Signal (em búlgaro Сигнал) lançou 11 álbuns no total, sendo o mais recente de 2005 e estando na ativa até hoje, com mudanças na formação. Apesar de conquistar popularidade local nos anos 80 e 90, pouco sabem sobre a banda fora do país.  
Posto aqui seu segundo disco de 1980, intitulado Sailing With The Wind (originalmente Попътен Вятър). É composto por 12 curtas faixas de hard rock característico da época, além de algumas baladas, com potentes e barulhentos riffs e solos de guitarra, acompanhados por sintetizadores e bateria/ baixo, trazendo poucos momentos memoráveis. As letras aparecem constantemente e são todas em língua local.
Nada de especial, mas ainda interessante para fãs de hard rock dos anos 80.

The group Signal (in Bulgarian Сигнал) comes from Bulgaria, formed in the capital Sofia in 1978. They released 11 albums in total, the most recent of 2005 and being in active until today, with lineup changes. Despite winning local popularity in the 80s and 90s, they are little-know in other countries.
Post here their second album, released in 1980 and titled "Sailing With The Wind" (originally Попътен Вятър). It consists of 12 short tracks of hard rock characteristic of the time, with some ballads and powerful riffs and solos of guitar, accompanied by synthesizers and drum / bass, bringing a few memorable moments. The lytics appear constantly and are all in the local language. Nothing special, but still interesting for 80's hard rock fans.

Йордан Караджов [Yordan Karadzhov] (vocal, guitarra)
Христо Ламбрев [Hristo Lambrev] (teclados)
Румен Спасов [Rumen Spasov] (baixo)
Владимир Захариев [Vladimir Zahariev] (bateria)

01 Попътен Вятър (Sail With The Wind)
02 Да или Не (Yes Or No!)
03 Странен Сън (Strange Dream)
04 Спомен Мой (Keepsake)
05 Пролетни Гласове (Spring Voices)
06 Защо (Why?)
07 Сянка и Небе (Shadow And Sky)
08 Влюбени Маски (Enamoured Masques)
09 Есенни Изповеди (Autumnal Confessions)
10 Няма Как (There´s No Other Way!)
11 Моя Тайна (My Secret)
12 Сигнал (Signal)



segunda-feira, 2 de novembro de 2015

PROG/ PSYCH ROCK - ROMANTICII - Rondelul Cupei De Murano (EP) - 1973


Pérola vinda da Romênia, formada no começo dos anos 70 na capital Bucareste. O Romanticii (também conhecido como Formatia Romanticii) nasceu graças ao tecladista Mircea Drăgan, ex-membro da influente banda local Mondial. Tiveram uma curta duração, lançando dois EPs entre 1973 e 74, se desfazendo logo em seguida após a saída de membros para outros grupos, como o próprio Mondial e FFN. 
Posto aqui seu primeiro registro, de 1973, que traz as curtas músicas "Rondelul Cupei De Murano" e "O, rămîi" no lado A e fechando com a excelente "Crăiasa din poveşti". Aqui o destaque vai para o instrumental, onde a banda mostra grande potencial, combinando influências progressivas e psicodélicas no órgão, guitarra e flauta, infelizmente o vocal dá um ar mais comercial, principalmente nas duas primeiras faixas.

Romanticii comes from Romania, formed in the early 70s in the capital Bucharest. Their leader was organist Mircea Drăgan, a former member of the influential local band Mondial. Had a short time of activities, releasing two EPs between 1973 and 74, after the disbaning, some members joined other groups, as Mondial and FFN.
Post here their first record, 1973, which brings the short songs "Rondelul Cupei De Murano" and "O, rămîi" in the side A and closing with the excellent "Craiasa din poveşti". Instrumental is the highlight, where the band shows great potential, combining progressive and psychedelic influences with organ, guitar and flute passages, unfortunately the vocals gives a more commercial feel, especially in the first two tracks.

Mircea Drăgan (órgão)
Doru Tufiș (guitarra, vocal)
Marcel Năvală (baixo, vocal)
Dorel Vintilă-Zaharia (bateria)
Nicky Păun (saxofone, flauta)

01 Rondelul cupei de murano
02 O, rămîi
03 Crăiasa din poveşti



Crăiasa din poveşti

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

PROGRESSIVE ROCK - MINI - Fruit Pebbles - 2008 (1972)


Mini é uma das bandas de maior duração da Hungria, sendo formada na capital Budapeste no final dos anos 60, pelo vocalista e flautista Ádám Török. Lançaram seu primeiro disco oficial apenas em 1978, pela gravadora estatal Pepita, sendo hoje dona de uma grande discografia. Mesmo após muitas mudanças de formação e período inativo nos anos 90, o grupo continua suas atividades guiados por Ádám e lança novos trabalhos esporadicamente.
Posto aqui o disco Fruit Pebbles, gravado entre 1972 e 73, mas que só foi redescoberto 35 anos mais tarde e lançado em CD e LP, o último com apenas 330 cópias. É composto por 9 faixas, maioria curtas, que trazem um prazeroso e até inovador (considerando o "atraso" de bandas do leste europeu) rock progressivo com toques de jazz-rock, marcado pelo primoroso trabalho na flauta, órgão e bateria (não há presença de guitarra), as letras são todas em húngaro.
Um álbum consistente e muito bem executado, podendo ser uma referência quando falamos de rock progressivo no antigo bloco socialista, recomendado!

Mini, perhaps the longest standing Hungarian progressive rock band, was founded in 1968 and, excluding a period of inactivity in the 1980s through the 1990s, still exists. Their leader, Ádám Török on his own ensures Mini’s high standards, despite the variations in the sound caused by the numerous changes in the line-up.
After the first few years of covering international rhythm and blues and progressive rock hits, Mini gradually developed their own repertoire. By 1972 they were already one of the finest local progressive acts, using the striking combination of the flute, Hammond and bass. It may sound strange, but compared to other artists, they were quite fortunate to have an opportunity to record in a professional environment. Fruit Pebbles compiles all the fine tracks from this early classic period.
Text: Moiras Records

Ádám Török (vocal, flauta)
Tamás Németh (bateria)
István Nagy (baixo)
Gyula Papp (órgão)

01 Gőzhajó (Steamboat) 2:54
02 Sirályok (Seagulls) 5:12
03 Éjféli Nap 9:27
04 Ne Félj! (Don’t Be Afraid) 3:45
05 Ködben 7:29
06 Kereszteslovag (Crusader) 4:10
07 Délelőtt (In The Morning) 4:00
08 Halványkék Gondolat (Pale Blue Thought) 4:48

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

PROG ROCK/ FUSION - KASEKE - Põletus - 1983


Pérola rara vinda da Estônia, antiga parte da URSS, formada na sua capital Tallinn, por volta de 1980. O grupo Kaseke foi liderado pelos guitarristas Ain Varts (ex-Ruja) e Riho Sibul (ex-In Spe) e lançou um EP e outro álbum oficialmente no começo da década, se desfazendo logo em seguida. Em 2000 os dois trabalhos da banda foram relançados juntos em CD.
Posto aqui seu único LP, Põletus, de 1983. Consiste em 9 curtas faixas e é considerado como um dos melhores trabalhos locais, combinando rock progressivo sinfônico e jazz fusion dos anos 70, sendo todo instrumental e marcado pela técnica e dinâmica dos músicos, destacando-se ótimos solos de guitarras e sintetizador, além de raros momentos na flauta. Quanto as faixas, destaque para "Elevantsi hirmulaul", "Näotused" e "Põlenud maa", apesar de consistente.
Recomendado para fãs de prog sinfônico e fusion.

KASEKE is considered Estonia's finest progressive-fusion band. They started playing around 1980, and released their only full-length album in 1983 (which quickly became a collector's item). Their style of fusion is clean, and influenced mostly by the late-seventies American-fusion scene. In fact, many tracks here have a radio-friendly sound. Yet the music has a subtle complexity to it that will appeal to prog fans more so than the casual jazz listener. The thing that struck me, while listening to Kaseke, was that the band sounded incredibly modern. I would have never guessed that most of the music came out in 1983. Even the keyboards sound like that came out of the factory around 1998. And the keyboardists (there are several that play on the album) remind me a bit of Jordan Rudess's work on the Liquid Tension Experience albums. The keyboard playing is not as complex, of course, but the choice of notes are similar to Jordan's. The listener will also notice the nice dual-guitar work by Ain Varts, and Riho Sibul who are known in Europe for their skills. Overall, this will please most progressive-fusion/jazz fans. Don't expect Iceberg #2, but the music here is of high quality.
Texto: ProgArchives

Riho Sibul (guitarra)
Ain Varts (guitarra)
Peeter Malkov (flauta)
Mart Metsala (teclado)
Priit Kuulberg (baixo)
Andrus Vaht (bateria)

01 Elevant (4:17)
02 Valhalla (4:14)
03 Elevantsi hirmulaul {Little Elephant's Song of Fear} (3:43)
04 Salajane rõõm {Secret Joy} (3:46)
05 Põletaja {Con Fuoco} (3:36)
06 Tantsija {Dancer} (5:48)
07 Näotused {Unsightliness} (4:47)
08 Pikk päevatee {Long Way to Go} (4:45)
09 Põlenud maa {Burnt Land} (3:42)



segunda-feira, 26 de outubro de 2015

HARD/ CLASSIC ROCK - Rossiyane (Россияне) - Россияне на плясах - 1977


Pérola vinda da cena underground de Leningrado (atual São Petersburgo), na Rússia (na época URSS). O grupo Rossiyane (em russo Россияне, traduzido simplesmente como "Russo") foi formado por jovens locais entre 1968 e 69 e nunca chegaram a lançar um disco oficial pela Melodiya, gravadora estatal. Apesar disso, algumas gravações da banda até os anos 80, quando se separaram, foram recuperadas por sites e cópias não oficias.
Posto aqui um desses registros, por volta de 1977 ou 78, intitulado "Россияне на плясах". É composto por 15 faixas, maioria curtas e aparentemente ao vivo, onde a banda toca um rock'n'roll clássico e similar a bandas ocidentais do início da década, passeando por influências de hard, blues e algumas baladas. O instrumental é simples e composto por riffs marcantes de guitarra, além de piano, violão e até violino, as letras são todas em russo. O principal ponto ruim é a péssima qualidade da gravação.
Talvez esse registro valha mais por sua raridade do que qualidade, mas ainda recomendo para fãs de rock soviético.

Rare gem coming from the underground scene of Leningrad (currently St. Petersburg), Russia (USSR). The group Rossiyane (Россияне, translated simply as "Russian") was formed by local young people between 1968 or 69 and never released an official album for Melodiya, state label. Nevertheless, some band's recordings until the 80s, when they disbanded, were recovered by sites and unofficial copies.
Post here one of these records, around 1977 or 78, entitled "Россияне на плясах". It consists of 15 tracks, most short and seemingly live, where the band plays a classic rock'n'roll similar to western bands of the early 70s, walking through hard, blues and some ballads. The instrumental is simple and consists of great guitar riffs, as well as piano, acoustic guitar and violin, being all the lyrics in Russian. The low point is the poor quality of the recording. Perhaps this record is worth more for its rarity than quality, but still recommend to Soviet rock fans.

Александр Кроль (baixo)
Георгий "Жора" Ордановский (vocal)
Олег "Алик" Азаров (piano, teclados)
Георгий "Жора" Блинов (bateria)
Юрий Мержевский (guitarra, violino, violão)
"Вася" Васильев (baixo, violino)

01 Инопланетянка
02 Джон Петров
03 Трио комариное
04 Жизнь-радость
05 Боги
06 В моей душе
07 Лопух
08 Осень
09 Автобус
10 На Садовой
11 Окна открой
12 Дай мне, мама, на дорогу слово
13 Канарейки
14 Космос
15 Крокодил

domingo, 25 de outubro de 2015

PSYCH/ AFRO ROCK - GUELEWAR - Sama Yaye Demna N'Darr - 1979


Fechando mais um ciclo de postagens africanas, um som da Gâmbia. Clicando aqui você pode conferir o primeiro disco que eu postei do grupo Guelewar e sua curta biografia.
Hoje trago seu debut, lançado em 1979 e intitulado Sama Yaye Demna N'Darr. Dividido em 6 longas e viajantes faixas, a obra traz som típico de época entre bandas locais, baseada em ritmos tradicionais numa nova "roupagem", com influência de estilos ocidentais, principalmente psicodelia e funk, em animadas passagens de guitarra fuzz, sintetizador, saxofone e show de percussão. As letras são todas em língua local.
Pérola altamente recomendada para apreciadores de rock psicodélico, afrobeat e funk rock.

By clicking here you can check out the first album I posted the group Guelewar, from Gambia and its short biography.
Today I bring the debut, released in 1979 and titled Sama Yaye Demna N'Darr. Divided into 6 long and trip tracks, it brings typical sound of time between local bands, based on traditional rhythms in a new way, heavily influenced by Western styles, especially psychedelia and funk, in cheerful passsags of fuzz guitar passages, synthesizer, saxophone and killer percussion. The lyrics are all in the local language. Pearl highly recommended for lovers of psychedelic rock, afrobeat and funk rock.

Laaye N'Gom (vocal, teclados, piano)
Moussa N'Gom (vocal, shakere)
Moussa Njobdi Njie (guitarra)
Njok Malick Mike Njie (baixo)
Bas Lo Fara Biram (saxofone)
Laaye Sallah Ombor (saxofone)
Oussou Ndiaye (bateria)
Koto Sunu Icoto N'Gom (percussão, sabar)
Alive Badara Cham N'Gom (percussão, congas, sabar)
Adu Salla [Adama Sall Adu] (percussão, bateria)

01 Yaye Boul Ma Bayi 9:26
02 Sama Yaye Demna N'Darr 7:45
03 Sanu Maakaan 7:02
04 Président Diawara 9:00
05 Bamba Bô Jang 11:26
06 Njarama 6:58