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Mais informações aqui: http://goo.gl/ra9cdp


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More info here: http://goo.gl/ra9cdp

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

CLASSIC ROCK - SHALOM HANOCH - Shalom - 1971


Mais uma pérola vinda de Israel, o cantor e compositos Shalom Hanoch é um dos mais importantes e pioneiros nomes do rock no país, participando de vários grupos e com longa carreira solo. Shalom nasceu em Mishmarot nos anos 40, começando sua carreira na música no fim dos anos 60 em clubes de Tel Aviv. Durante seu curto tempo em Londres, no começo dos anos 70, lançou o primeiro disco solo pela DJM e logo após voltou para sua terra natal onde continuou novos projetos. Ainda está na ativa, com CD mais recente de 2009.
Posto aqui o debut de 1971, "Shalom", com 11 faixas curtas de típico rock'n'roll dos anos 70, com todas as letras em inglês e influências de grandes nomes da época. Leves influências de música árabe, psicodélico e prog aparecem, mas o clima é na maioria do tempo acústico, com bonitos coros e violão. Outros instrumentos como teclados, saxofone e guitarra aparecem esporadicamente, mas muito bem. Destaque nas faixas "End of the Road", "Take off my Shoes", "Peaceful Love" e "You Do Need Some Sleep".
No geral, nada de novo ou arrasador, mas um bom álbum para fãs de rock clássico.
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Another pearl coming from Israel, the performer and composer Shalom Hanoch is one of the most important and pioneering rock names in the country, participating in various groups and long solo career. Shalom was born in Mishmarot during 40s, starting his career in music in the late 60 clubs in Tel Aviv. During his short time in London, in the early '70s, released the first solo album by DJM and soon after returned to his homeland where he continued new projects. Is still active, with most recent CD of 2009. 
Post here the 1971 debut with 11 short tracks of typical 70s rock'n'roll, with all English lyrics and influences from the greats of the era. Light influences from Arabic, psychedelic and prog music appear, but the climate is mostly acoustic time with beautiful choruses and acoustic guitar. Other instruments as keyboards, saxophone and guitar appear occasionally, but very good. Featured on the track "End of the Road", "Take off my Shoes", "Peaceful Love" and "You Do Need Some Sleep". 
Overall, nothing new or overwhelming, but a good album for fans of classic rock.

Shalom Hanoch (violão, vocal)
+ Caleb Quaye (violão, teclados)
Shalom Hanoch
Ian Duck (violão)
Dave Glover (baixo)
Roger Pope (bateria)
B.J. Cole (guitarra)
Ray Worley (saxofone, clarinete)
Lol Coxhill (saxofone)

01 End of the Road 2:57
02 Here and Now 2:52
03 So Long 4:45
04 Take off my Shoes 5:22
05 Maya 1:53
06 Never Kissed the Sun 2:23
07 Peaceful Love 4:10
08 God Knows 3:35
09 Lihi's Song 2:15
10 Under Tropical Moonlight 4:12
11 You Do Need Some Sleep 4:24



quarta-feira, 29 de outubro de 2014

PROGRESSIVE FOLK - KTZAT ACHERET - Ktzat Acheret/No Names - 1974


Pérola vinda de Israel, o trio Ktzat Acheret (em hebraico קצת אחרת) foi formado em 1974 em Tel Aviv por nomes que acabaram se tornando conhecidos no prog local, como Shlomo Gronich, que já havia lançado um disco solo anos antes. A banda teve período de atividades muito curto, se findando no ano seguinte, mas deixou um único e pouco conhecido registro em 74.
O álbum homônimo, mas também traduzido como "No Names" traz 12 faixas curtas de rock progressivo bem elaborado e sofisticado, na maioria do tempo acústico e tranquilo, fortemente influenciado por folk e ainda música árabe, jazz, avant e sinfônico. Os músicos tem grande qualidade, comprovada no rico instrumental, contando com flauta, órgão, piano, sintetizadores, percussão, guitarra e violões aparecendo muito bem em vários momentos. As letras são em hebraico e falando sobre o dia-dia local e os conflitos na região. Recomendo que ouçam todas as faixas, pois quase não há momentos fracos aqui.
Uma bela pérola para fãs de folk progressivo, recomendado!
Link

Pearl coming from Israel, the trio Ktzat Acheret (Hebrew קצת אחרת) was formed in 1974 in Tel Aviv by local know prog musicians, as Shlomo Gronich, who had released a solo disc years before. The band had a very short activities, disbanding next year, but left an only and little-known record in 74. 
The self-titled album, also translated as "No Names" features 12 short tracks of well designed and sophisticated progressive rock, mostly acoustic and quiet, heavily influenced by folk and even Arabic music, jazz, avant and symphonic. The musicians have great quality, proven in rich instrumental , with flute, organ, piano, synthesizers, percussion, acoustic guitars appearing very well at various times. The lyrics are in Hebrew and talking about the day to day and place conflicts in the region. I recommend you to listen all tracks, because there is almost no weak moments here. A beautiful gem for fans of progressive folk, recommended!

Shlomo Gronich (piano, órgão, sintetizador, vocal, percussão)
Shem Tov Levy (flauta, teclados, vocal)
Shlomo Ydov (guitarra, baixo)

01 Travelling 3:12
02 Guru 4:35
03 The Little Prince 2:43
04 Shemi’s Piece 4:07
05 Pink Skies 4:33
06 Spring 2:06
07 Two Chinese 3:46
08 Quinta 4:21
09 The Echo 3:12
10 204 5:18
11 Sweet Song 3:32
12 Bissalad 1:42



segunda-feira, 27 de outubro de 2014

HARD/PSYCH ROCK - VARIOUS - Thai? Dai! The Heavier Side of the Luk Thung Underground - 2011 (197?)


Mais uma excelente compilação redescobrindo o rock e sua influência na música de regiões pouco tradicionais no estilo, ainda mais se falando sobre década de 70. Thai? Dai! The Heavier Side of the Luk Thung Underground foi uma coletânea lançada em 2011 pela Finders Keepers, trazendo várias pérolas do do lado "underground" do estilo de música popular tailandês, o Luk Thung. As gravações originais foram lançadas na maioria em compactos raríssimos nos anos 70.
"Thai? Dai!" É composto por 14 faixas curtas de Luk Thung, mas com pesadas influências de hard rock e psicodelia da época, liderados pelo som de Sroeng Santi (que está na capa do CD/ LP). Riffs pesados na guitarra, estridente e distorcida marcam o som, contando ainda com forte órgão, percussão e metais, dando um toque funk para o som. As letras são todas na língua local, vocais masculinos e femininos, dando ainda mais singularidade ao som e letras, segundo revisões da internet, falando sobre o dia-dia local.
Um lançamento único, que não vai agradas a todos os ouvidos, mas recomendado para quem procura algo diferente.
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 It is a not-to-miss track which has an incorporation of “Iron Man” from Black Sabbath beautifully included as just a strong riff to a Thai song, with convincing parts and even sonically interesting singing, and an attractive drum/bass rhythmic theme fitting with the song and riff. Thai singing I remember as being not exactly the most easy language, voice or singing to get used to for a western taste in syllables and variations, this track alone is one of the best and most convincing starters. The compilers did a terrific job, for this compilation is totally different from all previous Thai pop compilations. First of all, it is a lot heavier. Amazing are the Thai folk starting points for a new melting-pot of ideas with heavy electric riffs, like the one from Black Sabbath, or repetitive bass and drums comparable to Ethiopian jazz, and even some garage jamming and some heavy electric guitar solos, and a few tracks with a funky groove. One of the tracks borrowed, in the same way some elements were taken from BLS, is from one of the most recognisable Morricone instrumentals, played by trumpet and such, mixed with brass, rock, Thai folk, organ and so on. One other track has a humoristic part with spoken word. Every track is convincing on this compilation. Something for the “psych” lovers looking for that exotic difference of all the elements they like.
Text: Psych Music

01 Sroeng Santi - Kuen Kuen Lueng Lueng
02 Plearn Promdan - Ruk Kun Samong
03 Rung Petchburi - Pai Joi
04 Plearn Promdan - Ying Ting
05 Rung Fah Puping - Pu Yai Lee Santana
06 Petch Burapa - Kor Hua Jai Bee Kuen
07 Sroeng Santi - Nam Mun Pang
08 Teungjai Bunpraruksa - Kanong Krung
09 Plearn Promdan - Kosok Tee Det
10 Sroeng Santi - Baa Baa Buam Buam
11 Riem Daranoi - Jai Ten
12 Teungjai Bunpraruksa - Ngun Pad Baht
13 Sroeng Santi - Dub Fai Kui Gun
14 Jalwal, Annie & Geerasak - Klug Tum La

sábado, 25 de outubro de 2014

HEAVY PROG - GIANT STEP - Giant on the Move! - 1976


Pérola vinda da Indonésia, formada em 1974 em Bandung, por Benny Soebardja e outros ex-membros do Shark Move após o fim do grupo. O Giant Step foi uma banda importante no rock local da época, lançando 5 álbuns. Após várias mudanças de formação no final dos anos 70, eles continuaram com novos membros até os anos 90, mas com som mais próximo do pop rock.
Posto aqui o debut "Giant on the Move!", lançado em 1976 e composto por 9 faixas, maioria longas. Trazem um ótimo rock progressivo com influências que variam de hard ao sinfônico, lembrando grandes nomes do heavy prog britânico da época. O revezamento afinado e "nervoso" de órgão com guitarra dominam o instrumental, contando ainda com sintetizadores e flauta. As letras são todas em inglês, com fortes vocais de Soebardja. Destaque, naturalmente, para as músicas mais longas e melhores trabalhadas.
Pérola altamente recomendada para fãs de hard rock/ progressivo.
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Giant Step was an important local rock band important coming from Indonesia, formed in 1974 in Bandung, by Benny Soebardja and other former members of the Shark Move after the end of the group. They relesead five albums, after several lineup changes in the late 70s, they continued with new members until 90s.
Post here the debut "Giant on the Move!" Released in 1976 and consists of 9 tracks, most long. Bring a great progressive rock with influences from symphonic to hard rock, remembering of great British heavy prog groups. The tuned and "nervous" relay of organ with guitar dominate the instrumental, still relying on synthesizers and flute. The lyrics are all in English, with strong Soebardja's vocals. The longer songs and the best. Highly recommended for fans of hard prog rock.

Benny Soebardja (vocal, guitarra)
Adhy Sibolangit (baixo)
Haddy Arief (bateria)
Triawan Moenaf (órgão, teclados)
Albert Warnerin (guitarra)

01 Farewell Today (6:52)
02 Giant On The Move (6:56)
03 Liar (5:52)
04 A Fortunate Paradise (4:45)
05 Allusion Way (5:09)
06 Decisions (7:16)
07 Waste Time (8:02)
08 So Long (4:53)
09 Air Pollution (8:04)



sexta-feira, 24 de outubro de 2014

HARD ROCK - VARIOUS - Best of Pinoy Rock - 1983 (1973-79)


Best of Pinoy Rock foi uma das primeiras compilações direcionadas ao rock feito nas Filipinas, o estilo conhecido como "Pinoy Rock", com influências de pop, blues, música típica e claro, rock'n'roll clássico. Esta coletânea foi lançada em 1983 pela Blackgold trazendo bandas e artistas conhecidos localmente como Juan de la Cruz e seus membros Pepe Smith e Wally Gonzales e outras pérolas que passaram despercebido na cena local.
As 12 músicas presentes são de 1973 até 79 e trazem várias influências, mas sendo as principais hard rock, blues e certas doses psicodélicas. No instrumental nada de diferente, competente bateria/ baixo e momentos de excelente trabalho nas guitarras, alternando com belas passagens acústicas com violão e piano. As letras são em inglês e filipino, dando um diferencial ao som. Destaque nas faixas de Wally Gonzales, Juan de la Cruz, Maria Cafra e Anak Bayan.
Uma excelente entrada para o "Pinoy Rock", recomendado!
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Best of Pinoy Rock compiles some of the best Philippine rock songs made in the 1970s by some of the country's best bands and solo artists. While the musical taste of the Philippines often gravitates to sugary, easy listening love songs, the music on Best of Pinoy Rock is some of the best rock to be found anywhere. Starting things off is Wally Gonzales' penetrating, blues-based guitar instrumental "Wally's Blues," a slow, emotive outing that starts on reverb-drenched electric guitar and then shifts to a cleaner sound. Maria Cafra's "Kumusta Mga Kaibigan" (How Are You Friend) is a rollicking, rock-inflected ditty, easily contagious to a listener. Joey Smith, a founding member of the legendary Juan Dela Cruz Band, comes up with an incisive rock ballad, "Summer Wind." His singing evokes memories of the Animals' Eric Burdon in that group's late-'60s psychedelic period. The biting guitar work here is excellent, too. The Juan Dela Cruz Band is represented by two excellent songs, the jump blues-influenced "No Touch" and the tender, acoustic "Himig Natin" (Our Voice). Sampaguita's "Tao" (People) is a well-known, pretty rock ballad. This collection should see an international release.
Text: David Gonzales - AllMusic

01 Wally Gonzales - Wally's Blues 4:29
02 Mike Hanopol - Awiting Pilipino 4:31
03 Sampaguita - Bonggahan 3:35
04 Maria Cafra - Kumusta Mga Kaibigan 2:51
05 Juan dela Cruz - No Touch 2:36
06 Pepe Smith - Summer Wind 5:13
07 Anak Bayan - Pagbabalik Ng Kwago 3:50
08 Sampaguita - Tao 4:38
09 Judas - Dukha 3:14
10 Juan dela Cruz - Himig Natin 5:33
11 Mike Hanopol - Laki Sa Layaw 2:53
12 Kayumanggi - Sigarilyo 2:42




quarta-feira, 22 de outubro de 2014

JAZZ FUSION - HIROMASA SUZUKI - Rock Joint Biwa (Kumikyoku Fulukotofumi) - 1972


Hiromasa Suzuki foi um pianista japonês, nascido na capital Tóquio em 1940. Suzuki participou de alguns grupos de jazz no país até se lançar à carreira solo, na qual lançou vários álbuns até sua morte em 2001. Posto aqui o primeiro de uma série de trabalhos de sua liderança no projeto "Rock Joint", que teve como objetivo aproximar o jazz a música oriental (japonesa e indiana, em sequência).
Kumikyoku Fulukotofumi, de 1972, é composto por 9 faixas e todas instrumentais que trazem uma interessante mistura de jazz com música japonesa, como já citado e ainda rock psicodélico, funk e experimental! No instrumental, domínio do piano e órgão de Hiromasa contando ainda com solos furiosos de guitarra, sax e instrumentos locais, como o biwa (cordas) e wadaiko (tambor), dando um diferencial ao som. Destaque para as faixas "Ame No Iwayado", "Hi No Kawa", "Ashiharashiko" e "Ananiyashiewotomewo".
Pérola recomendada para fãs de jazz fusion, apesar de difícil classificação, ouçam e tirem suas conclusões.
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Similar to T Yokota's Primitive Community album, we are at the meeting place of rock and jazz. Except the all-instrumental Furukotofumi has a completely different sound than Yokota's bunch. Definitely not a mystical experience as Primitive Community is, yet there are some fascinating Japanese indigenous moments to behold - primarily used as interludes between songs. I'd say the scales are more tipped towards the jazz side here, but make no mistake, this clearly is psychedelic rock influenced throughout. Some fantastic electric guitar work, including at least one blazing acid solo (and mixed with a biwa no less) amongst other excellent amped up shredders. A definite early fusion vibe permeates as well, no doubt informed by the UK groups like Nucleus or Soft Machine. Rhodes, piano, violin and organ also get their turn in the solo spotlight. Even a little Bacharach-ian lounger, with some wonderful horn and string charts, soap opera organ and a nice toned down guitar rip. The highlight is the pounding drum, biwa and psychedelic wah wah guitar piece followed by the groovy horn charts, sax solo - and get this - all phased out ala Dieter Dirks in the Kosmische Kourier studio. There's a lot here to digest.

Text: Unencumbered Music Reviews

Hiromasa Suzuki (piano, piano elétrico)
Kunimitsu Inaba (baixo)
Hideo Sekine (bateria)
Shiho Miyake (biwa)
Akira Ishikawa (wadaiko)
Kiyoshi Sugimoto (guitarra)
Takehisa Suzuki (trompete)
Takeru Muraoka (saxofone)
Tadataka Nakazaw (trompete)

01 Ame No Iwayado (8:22)
02 Hayabusawake To Medori No Okimi (2:32)
03 Ashiharashiko (5:17)
04 Uruwashito Saneshisaneteba (3:20)
05 Kamuyamatoiwarehiko (3:13)
06 Hi No Kawa (2:54)
07 Ananiyashiewotomewo (5:17)
08 Watatsumi No Irokonomiya (2:37)
09 Yamatoshi Uruwashi (3:55)



segunda-feira, 20 de outubro de 2014

PSYCHEDELIC ROCK - TOM THUMB - Ludgate Hill (EP) - 1970


Tom Thumb foi uma banda vinda da Nova Zelândia, foram formados em 1966 na capital Wellington tocando R&B e beat rock. Apesar de lançarem uma boa quantidade de compactos e EPs e serem considerados como a maior banda local nos anos 60, o grupo nunca chegou a lançar um álbum (apenas futuras compilações trariam todas as músicas em CD).
Após várias mudanças na formação o único membro original, Rick White, refez o som do Tom Thumb, aproximando-o do rock psicodélico feito no final dos anos 60 e começo dos 70, mas que não foi bem aceito na época e acabou causando o fim do grupo em 1970. O único registro psicodélico foi o EP conceitual Ludgate Hill, de 1970, trazendo apenas uma música de mesmo nome e com 9 minutos, subdivida em 4 partes. Excelente presença de órgão Hammond, guitarra ácida e vocal rouco de Sontgen marcam o som, contando com sons de marchas, sinos e gritos dando um ar viajante em vários momentos.
Um dos primeiros trabalhos de rock psicodélico da Nova Zelândia, recomendado para fãs do estilo.
Link

Tom Thumb was a band coming from New Zealand, were formed in 1966 in the capital Wellington playing R&B and beat. Despite releasing a good number of singles and EPs the group never released an album (only future compilations would bring all the musics on CD). 
After several lineup changes the only original member, Rick White, changed the sound of Tom Thumb, approaching to the psychedelic rock done in the late 60s and early 70s, but that was not well accepted at the time and caused the end of the group in 1970. The only psychedelic record was the conceptual EP "Ludgate Hill", 1970, bringing only a song with same name and 9 minutes, subdivided into 4 parts. Excellent presence of Hammond organ, acid guitar and throaty vocal Sontgen mark the sound, with traveling atmosphere at various times. An early work of psychedelic rock in New Zealand, recommended to fans of the style.

Bruce Sontgen (vocal)
Tom Swainson (bateria)
Brian Mason (guitarra)
Kevin Frewer (órgão)
Rick White (baixo, guitarra, rítmica, vocal)

Ludgate Hill (Primeira Parte)
a. Prelude
b. Destruction
Ludgate Hill (Segunda Parte)
a. Dawning
b. Tomorrow

sábado, 18 de outubro de 2014

COUNTRY ROCK - HOME - Long Long Way to Nowhere - 1974


Pérola obscura vinda da Austrália, o grupo Home foi formado em 1972 por Glyn Mason, após sua saída da conhecida Chain. A banda, apesar do curto tempo em atividade, lançou 2 LPs e outros 3 compactos entre 1973 e 74. Após o término do Home, vários membros integraram outros nomes do rock local, como Richard Clapton, Daddy Cool e Ariel.
Posto aqui o segundo e último álbum, Long Long Way to Nowhere de 1974. É dividido em 8 faixas, contando com uma bônus retirada do single, trazendo uma ótima e simples mistura de country rock, mas "sofisticado" em alguns momentos (Roots Rock), influenciado por hard e blues. Excelente trabalho nas guitarras, com algumas passagens mais acústicas de violão, combinadas com fortes harmônias vocais de Mason e Lawson merecem destaque. Apesar de nenhuma faixa fraca, o destaque principal fica com "Westward Bound", "Mr. Blue" e "Same Old Feeling Again".
Pérola altamente recomendada para fãs de country e blues rock.

Pearl coming from Australia, the group Home was formed in 1972 by Glyn Mason, after his departure from Chain. The band, despite the short time together, released two LPs and three other singles between 1973 and 74. After the end, several members joined other local rock names.
Post here the second and last album, Long Long Way to Nowhere, 1974. Is divided into 8 groups, with one bonus of single, bringing a great and simple blend of country rock, but "sophisticated" at times (Roots Rock), influenced by blues and hard rock. Great work on guitars, with some more acoustic guitar passages, combined with strong vocal harmonies of Mason and Lawson are noteworthy. Although no bad track, the main highlight is "Westward Bound," "Mr. Blue" and "Same Old Feeling Again". Highly recommended for fans of country and blues rock.

Glyn Mason (vocal, guitarra rítmica)
Nevin 'Loppy' Morris (bateria, percussão)
Phil Lawson (baixo, vocal)
Ian 'Gunther' Gorman (guitarra, vocal)

01 Westward Bound
02 Long Long Way To Nowhere
03 Mr Blue
04 Same Old Feeling Again
05 Bang, Bang, Bang
06 Always Over
07 Riverflow
08 Bang, Bang, Bang (Bônus)

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

SOUTHERN ROCK - JOJA BAND - Cold Winds - 1977


Pérola formada na cidade de Savannah, estado da Geórgia, nos EUA em 1974. O grupo JoJa Band nasceu
das cinzas de outras bandas locais, The Easywalkers e JoJo. Conseguiram sucesso local na época, fazendo shows em vários estados do sul e lançando em dois LPs, em 1977 e 79. Após a saída de alguns membros o grupo se desfez em 1981 e apenas em 2003 os discos foram relançados e uma rápida reunião aconteceu.
O debut "Cold Winds" é composto de 8 faixas de southern rock típico do final dos anos 70, alternando entre momentos de hard e blues rock, com guitarra feroz e bons momentos de piano e gaita de boca nas músicas "Savannah Mama", "Keep On Movin'" e "Georgia Rag" e outros mais melódicos e românticos, em faixas como "I Don't Know", "Better Days" e "My Whiskey, My Blues". Instrumentos pouco usados no estilo como saxofone e órgão aparecem timidamente. O vocal gritado de Howard Jobe também merece ênfase. Uma boa pérola para fãs de southern e blues rock.
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Pearl formed in the city of Savannah, Georgia, USA in 1974. The JoJa Band managed local success at the time, playing concerts in several southern states and releasing two LPs in 1977 and 79. After the departure of some members, the group disbanded in 1981 and only in 2003 the discs were reissued and a quick meeting happened. 
The debut "Cold Winds" is composed of 8 typical southern rock tracks of the late 70s, alternating between moments of hard and blues rock, with fierce guitar, piano and harmonica on songs like "Savannah Mama", "Keep On Movin'" and "Georgia Rag" and more melodic and romantic, on tracks like "I Don't Know"," Better Days" and "My Whiskey, My Blues". Instruments not used in the style as saxophone and organ appear timidly. The screamed vocals Howard Jobe also deserves emphasis. A good gem for fans of southern and blues rock.

Howard Jobe (vocal)
Jimmy Maddox (piano, órgão, saxofone)
Bobby Hanson (harmônica, vocal)
Steffens Clark (guitarra, violão)
Danny Williby (bateria, percussão)

01 Savannah Mama 04:57
02 I Don't Know 05:51
03 Better Days 03:55
04 Keep On Movin' 03:50
05 Sooner Or Later 03:33
06 My Whiskey & My Blues 05:32
07 Georgia Rag 02:43
08 Cold Winds 09:47

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

COUNTRY ROCK - THE HAVENSTOCK RIVER BAND - Same - 1972


Pérola obscura vinda dos Estados Unidos, The Havenstock River Band foi formado no início dos anos 70 como banda de apoio do cantor Glenn Yarbrough, com o qual lançaram um disco de 71. Já "independente" o quinteto lançou um único e raro LP, até hoje sem reedições. Pouco mais se sabe sobre o grupo.
O álbum homônimo de 1972 traz 12 faixas curtas de country rock típico dos anos 70, com pegadas de hard, blues/ boogie rock e algumas bonitas baladas. Guitarras pesadas ao estilo "rural" dominando com presença de piano, harmônica e até violino são destaque no instrumental, o vocal também não decepciona, com bons momentos de coro. Para as faixas, destaque em "Dog", "Love What I Got" e "I've Only Got a Nickel".
Nada de essencial, mas uma boa pedida para fãs de country ou southern rock.
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The Havenstock River Band was an obscure american band formed in the early 70s as a support band of singer Glenn Yarbrough. In 1972 they launched their only and rare LP until today without reissues. Little else is known about the group. 
The self-titled album features 12 short tracks of typical country rock of the 70s, with hard, blues / boogie rock touches and some beautiful ballads. Heavy guitars on "rural" style with presence of piano, harmonica and violin are featured in instrumental, vocal also does not disappoint, with good moments of chorus. For the tracks, best are "Dog", "Love What I Got" and "I've Only Got a Nickel". Nothing essential, but a good one for fans of country and southern rock.

Jeffrey James
Archie Johnson
Gary Clontz
Gordon Curry
Geoffrey Pike

01 Feet Creek 3:54
02 Dog 3:40
03 Love What I Got 3:10
04 I Think of Only You 4:22
05 Saturday When I Hit Town 2:41
06 I've Only Got a Nickel 4:21
07 Sweet Music 2:58
08 Rambling Man 2:54
09 Portland 2:58
10 Tucumcari Highway 3:50
11 I'm Going Home 2:39
12 It's All Over 3:48

terça-feira, 14 de outubro de 2014

PROGRESSIVE ROCK - PECK-SMYTH & OFF - Love - 1976


Terminando essa pequena série de postagens sobre artistas latino-americanos, mais uma pérola obscura vinda do México. O trio Peck-Smyth & Off tem história pouco conhecida e lançou apenas um disco em 1976 e sumiu do mapa, recentemente aconteceram alguns relançamentos em CD.
O álbum Love traz 8 faixas, maioria curtas, de rock progressivo, com leves influências psicodélicas, mas longe do rock latino e com forte ligação ao som feito na Inglaterra e Europa. Instrumental e vocais bem trabalhados caracterizam o som, na maioria do tempo melódico e sinfônico, dominado por teclados e piano, mas com boas passagens de guitarra. As letras são todas em inglês. Destaque para as faixas "Love", "Masacre", "Death" e "Jenny", apesar de ser um trabalho sólido.
Pérola recomendada para fãs de rock progressivo, especialmente sinfônico.
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One more obscure pearl coming from Mexico. The trio Peck Smyth & Off has a little-known story and just released an album in 1976 and disappeared from the map, reissued on CD recently. 
The album Love features 8 tracks, most short, of progressive rock, with mild psychedelic influences, but far from the Latin rock and with a strong connection to the sound made in England and Europe. Well crafted instrumental and vocal in most of the melodic and symphonic time, dominated by keyboards and piano, but with good passages of guitar. The lyrics are all in English. Highlight tracks for "Love", "Massacre", "Death" and "Jenny", despite being a solid work. Recommended for fans of progressive rock, symphonic especially.

Jimmy Smyth (guitarra, vocal)
Serge Peck (teclados, vocal)
Ralph Dri (baixo, backing vocal)
+ Piscuis (bateria)

01 Love 2:51
02 Masacre 5:15
03 Magical...? 4:34
04 Lady Mae 6:22
05 My Son 6:26
06 Death 4:40
07 Jenny 5:18
08 Mrs. Hayes 4:54



domingo, 12 de outubro de 2014

PSYCH/ LATIN ROCK - TINTA BLANCA - Avándaro / Virginia - 1972


Tinta Blanca foi um grupo mexicano formado no final dos anos 60 na capital Cidade do México. É lembrada pela apresentação no festival de Avándaro em 1971, onde tocaram a emblemática "Salmo VII e VIII", de 23 minutos, a mais longa gravada no país na época. Apesar disso, nunca chegaram a lançar um LP, apenas dois compactos no começo dos anos 70, após problemas com autoridades e gravadoras locais a banda se desfez.
Posto aqui o segundo e derradeiro single dos caras, contando com duas versões da música Avándaro, sendo que apenas uma saiu originalmente  (1972), a melódica "Virginia" completa o "EP". O som do grupo não é muito diferente de outros nomes do rock no país, seguindo influências de funk, rock psicodélico e latino, com forte presença e riffs de metais, como trompete e sax. O órgão e a guitarra aparecem bem em alguns momentos também. As letras são todas em espanhol, com vocal gritado de Sergio Figueroa e falam sobre paz e amor. Pérola recomendada para fãs de rock latino e psicodélico.
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Tinta Blanca was a Mexican group formed in the late 60s in the capital Mexico City. It is remembered for concert at the festival Avándaro in 1971. Nevertheless, they never launched a LP, just two singles in the early 70s, after problems with local authorities and record the band disbanded. 
Post here the second and final single of the guys, with two versions of the song Avándaro and the melodic "Virginia". The group's sound is not much different from other rock names in the country, following influences of funk, psychedelic and Latin rock, with strong riffs and presence of metals such as trumpet and sax. The organ and guitar appear well at times too. The lyrics are all in Spanish, with screamed vocals of Sergio Figueroa and talk about peace and love. Pearl recommended for fans of Latin and psychedelic rock.

Sergio Keko Figueroa (vocal, percussão)
Tomás Pacheco (baixo, vocal)
Fernando Miramón (órgão)
Miguel Morales (guitarra)
Gonzalo Alejandro Pato Curiel (bateria)
Cliserio Villagomez (saxofone)
Franciso Acosta (trompete)
Jesús Segovia (trompete)

01 Avándaro 5:06
02 Avándaro (Versión 2) 5:54
03 Virginia 5:02



sábado, 11 de outubro de 2014

BEAT/ GARAGE ROCK - THE NIGHT WALKERS - Same - 1968


Pérola vinda de Porto Rico, formada no meio dos anos 60 na cidade de Mayagüez. O The Night Walkers foram uma das principais bandas da região na época, conseguindo sucesso local e lançando quatro LPs entre 1968 e 71. Após algumas mudanças de formação no começo dos anos 70, o grupo se desfez.
Posto aqui o homônimo e segundo disco dos caras, lançado em 1968. As doze músicas presentes são todas curtas e seguindo a linha sonora de outros grupos latino-americanos da época, com a maioria das letras em espanhol e influência pesada de beat e pop rock britânico/ norte americano. A maior parte do tempo baladas suaves com bateria e baixo aparecendo bem, outras músicas são psicodélicas e "garageiras", com guitarra fuzz nervosa. Destaque para "Aquario", "La Lluvia Y El Viento" e "Come on Home".
Nada de muito original ou essencial, mas ainda uma pérola recomendada para fãs de rock dos anos 60.
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Pearl coming from Puerto Rico, formed in the mid 60s in the city of Mayagüez. The Night Walkers were one of the leading bands in the region at the time, achieving local success and releasing four LPs between 1968 and 71. The group disbanded in the early 70s. 
Post here the eponymous and second album of them, launched in 1968. The twelve songs present are short and following other Latin American sounds at the time, with most Spanish lyrics and heavy influences of British / American beat and pop rock. Most of the time ballads with soft drums and bass showing up well, other songs are psychedelic and grage style, with fuzz guitar. Highlight for "Aquario", "La Lluvia Y El Viento" e "Come on Home". Nothing too original or essential, but still a recommended for fans of 60s rock pearl.

Felix Ayala (baixo)
Enrique (Kiko) Rivera (bateria)
Jose (Pepito) Valentin (vocal)
Gil Rivera (guitarra, vocal)

01 La Rueda 2:33
02 Sin Ella 2:48
03 Aquario 3:52
04 Te Tendre En Mi Corazon 3:05
05 Piensalo Otra Vez 2:54
06 Come On Home 3:02
07 La Lluvia Y El Viento 3:37
08 Sueno De Amor 2:39
09 En San Juan 3:06
10 Love Is A Story 3:14
11 Ven Hacia Mi 2:41
12 Time Of Our Life 2:59



sexta-feira, 10 de outubro de 2014

ACID FOLK - ALFONSO NOEL LOVO - Terremoto Richter 6:25 Managua - 1973


Pérola vinda da Nicarágua! O músico, compositor e produtor Alfonso Noel Lovo é um dos principais nomes do rock no país, lançando dois álbuns nos anos 70, sendo o segundo em parceria com Chepito Areas, famoso percussionista conterrâneo. É também conhecido por organizar um show beneficente do Santana no país em 1973, em prol das vítimas do terremoto que atingiu a Manágua no ano anterior. A partir dos anos 80 Alfonso lançou alguns CDs e trabalhou como produtor nos EUA.  
Posto aqui o debut de 1973, "Terremoto Richter 6:25 Managua". É composto de 10 faixas curtas, a maioria na casa de 1 ou 2 minutos e totalizando menos de meia hora. O som é bastante eclético, com diversas influências, cada uma expressa em uma música; psicodelia, ritmos latinos, blues, jazz e até bosso nova se encontram com clima bem viajante em vários momentos, principalmente em "Apocalipsis", "The Magic Mushroom World" e "In the Woods of Moon". O instrumental traz guitarra, violões, percussão e flauta, com letras em espanhol.
Mais uma pérola recomendada para fãs de rock latino, psicodélico e jazz fusion.  

Pearl coming from Nicaragua! The musician, songwriter and producer Alfonso Noel Lovo is an important rock name in the country, releasing two albums in the 70's, the second in partnership with Chepito Areas. It is also known for organizing a benefit concert of Santana in the country in 1973. From 80s Alfonso released some CDs and worked as a producer in the USA. 
The debut from 1973, "Terremoto Richter 6:25 Managua". It consists of 10 short tracks, mostly with 1 or 2 minutes and totaling less than half an hour. The sound is quite eclectic, with different influences, each expressed in a song; psychedelia, Latin rhythms, blues, jazz and even bossa nova meet in traveler atmosphere at various times, especially in "Apocalipsis", "The Magic Mushroom World" and "In the Woods of Moon". The instrumental brings electric guitar, guitars, percussion and flute, with Spanish lyrics. Another recommended gem for fans of Latin jazz and psychedelic rock.

Alfonso Noel Lovo (vocal, guitarra, percussão)
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01 Obertura & Back To Africa
02 Hijack
03 The Magic Mushroom World
04 Mora Linda
05 Terremoto
06 In the Woods of Moon
07 Leonor
08 Apocalipsis
09 Managua Nicaragua Blues
10 Mazurca

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

PSYCH/ LATIN/ FUNK ROCK - BATTI MAMZELLE - I See The Light - 1974


Batti Mamzelle foi uma banda formada na Inglaterra no começo dos anos 70, mas com todos os membros originários de Trinidad e Tobago, pequeno país do Caribe. O projeto de Richard Bailey durou pouco, cerca de um ano, mas resultou em um raro disco, lançado na Inglaterra em 1974 e hoje procurado por colecionadores. Após o fim do grupo, vários membros tentaram carreira solo.
O álbum I See the Light é composto por 9 faixas que trazem uma proposta interessante de misturar o jazz, rock e funk com música caribenha e ritmos típicos da região, como Calipso. A parte instrumental reflete muito bem essa mistura, contando com cinco percussionistas, com uso de tambores ("pan"), congas, timbales e outros, resultando em um trabalho de percussão matador, momentos de guitarra fuzz e teclados ainda aparecem. As letras são em inglês. Destaque para "San Juan", "Voodoo Man" e " I See the Light-Streaking".
Excelente pérola para fãs de funk e rock latino.
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All members are from Trinidad but moved to the UK. The band mixes steeldrums with funky rock and a latin twist, heavy funk/psychedelic soul collectors will love this track.
They only released one album and the band split a year later.Richard Bailey joined Jeff Beck and recorded two albums with him, played on the "Tommy" soundtrack and became a very in demand session payer the last 8 years he is with UK jazz/funkers Incognito.
Texto: Rate Your Music

Peter Duprey (baixo, backing vocal)
Winston Delandro (guitarra, piano)
Richard Bailey (bateria, percussão)
Miguel Baradas (percussão, Timbales, backing vocal)
Ralph Richardson (tambor de aço, backing vocal)
Russel Valdez (tambor de aço, backing vocal)
Frank Ince (congas, percussão)
Jimmy Chambers (vocal)

01 Lament 04:30
02 San Juan 03:30
03 Caroni 04:21
04 Seasoning 04:04
05 Voodoo Man 03:54
06 Get Out of My Way 04:04
07 Love Is Blind 04:57
08 Bird 05:22
09 I See the Light-Streaking 07:22

terça-feira, 7 de outubro de 2014

FOLK ROCK/ FUSION - MAR REVOLTO - Same - 1979


Pérola brasileira formada em Salvador, capital baiana, no início dos anos 70. O Mar Revolto conseguiu certa popularidade na região na época, gravando seu primeiro disco em 1979 no Rio de Janeiro. Após a saída de alguns membros, o grupo ainda lançou outro LP no começo dos anos 80, mas sem conseguir sucesso logo se desfez, mas recentemente aconteceram algumas reuniões. É também conhecido por contar com a participação do músico Carlinhos Brown.
Posto aqui debut homônimo de 1979, composto por 10 faixas de excelente "caldeirão" de estilos, música regional da Bahia e nordestina em geral, como frevo e baião, tocados com arranjos modernos e muito bem elaborados, fortemente influenciado por jazz, rock e funk, lembrando sons de "A Cor do Som" e até Hermeto Pascoal. O instrumental, como disse, é rico e traz a mistura de percussão regional e violão com guitarra, flauta, saxofone e piano, o vocal é feminino e masculino e também não fica atrás. Difícil de escolher alguma música em especial, mas "Contendas De Sincorá", "Araruama" e "Cháxaxado" merecem maior atenção.
Uma excelente obra do rock nordestino e brasileiro dos anos 70, altamente recomendado.
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Brazilian pearl formed in Salvador, capital of Bahia, in the early 70's. Mar Revolto got certain popularity in the region at the time, recording their first album in 1979 in Rio de Janeiro. After the departure of some members, the group released another LP in the early 80s, but without getting success soon disbanded.
The self-titled debut of 1979, consists of 10 tracks of great mix of styles, regional music of Brazilian  Northeast in general as frevo and Baião, played with modern and beautiful arrangements, heavily influenced by jazz, rock and funk , recalling sounds of "A Cord do Som" and even Hermeto Pascoal. The instrumental, as I said, is rich and brings a mix of regional percussion and acoustic guitar with guitar, flute, saxophone and piano, the vocal is male and female. "Contendas De Sincorá", "Araruama" e "Cháxaxado" deserve more attention. An excellent work for fans of Brazilian rock/ fusion of 70s, highly recommended.

Raul Carlos Gomes (bateria, vocal)
Octavio Americo (baixo, vocal)
Geo Benjamim (guitarra)
Luiz Brasil (guitarra, flauta, vocal)
Vicente dos Santos (percussão)
+
Silvinha Torres (vocal)
Virgínia Carvalho (vocal)
Jorge Brasil (bateria, percussão)
Tomaz Improta (piano)
Beto Saroldi (saxofone)

01 Contendas De Sincorá
02 Tempo
03 Araruama
04 Contra-balanço
05 Maravilhô
06 É
07 Sabendo
08 Simples Agreste
09 Cháxaxado
10 Solar



segunda-feira, 6 de outubro de 2014

HARD ROCK - DESTRUCTION MAC'S - Mi Razón de Vivir / O'Riley - 1971


Mais uma pérola vinda do Chile, o Destruction Mac's é considerado por fãs de rock chileno como um dos primeiros super-grupos do país, contando com ex-membros de Escombros, Jockers e do próprio Mac's, dos anos 60 contando com os irmãos David e Carlos McIver. Apesar de certo reconhecimento local, o novo projeto durou muito pouco, entre 1970 e 71, deixando dois bons compactos.
Posto aqui as músicas "Mi Razón de Vivir" e "O'Riley", ambas curtas e trazendo típico hard rock do começo dos anos 70, com alguns toques psicodélicos, influenciada por nomes norte americanos e com letras em inglês. Pegada nervosa, com guitarra pesada liderando e boa gaita de boca na segunda faixa. Ótima pedida para fãs do "hardão" setentista.
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Destruction Mac's was a Chilean band, considered as one of the first super groups in the country, with former members of Escombros, Jockers and Mac's. Despite some local recognition, the project lasted between 1970 and 71, leaving two good singles.
Put here the songs "Mi Razon of Vivir" and "O'Riley", both short and bringing typical hard rock of the early 70s, with some psychedelic touches, influenced by North American names and lytics in English. Nervous sound, with heavy and leading guitar and good harmonica on the second track. Great one for fans of seventies hard.


David Mc Iver (baixo)
Eric Franklin (bateria)
Sergio Del Río (guitarra)
Walter Zidman (vocal, gaita)

01 Mi Razón de Vivir 3:23
02 O'Riley 2:23



domingo, 5 de outubro de 2014

PSYCH ROCK - MIEL - Antologia 1974-1979 - 2010


Pérola vinda do Chile, o Miel foi uma continuação de outro grupo chileno, Los Sacros. Após o golpe de 1973, alguns membros do Sacros foram embora do país e foram substituídos por Lito Benito e Fernando Mosquera. Apesar de bastante ativa e alguns anos na estrada, a banda lançou muito pouco, apenas alguns compactos na época. Em 2010 foi lançada essa compilação com registros de estúdio ou ao vivo entre 1974 e 79.
O álbum Antologia 1974-1979 traz 13 faixas curtas de rock clássico na maioria, com toques psicodélicos, latinos e pop/ funk (baladas) em alguns momentos. No instrumental também nada de diferente, guitarra fuzz em algumas faixas, bateria/ baixo e também sintetizadores, as letras são em espanhol e apenas o cover de "Get Down" inglês. Para as faixas, destaque em "Tu Calor", "Rasguña las piedras" e "Sombras de colores".
Nada de excepcional, mas um bom registro para fãs de rock psicodélico/ latino da época.
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Pearl coming from Chile, Miel was a continuation of another Chilean group, Los Sacros. After the 1973 coup, some members of Sacra left the country and were replaced by Lito Benito and Fernando Mosquera. Although very active and some years on the road, the band released just a few singles at the time. In this compilation, launched in 2010 with records of studio and live between 1974 and 79. 
The Anthology 1974-1979 album features 13 tracks of classic short in most rock with psychedelic touches, Latin and pop / funk (ballads) in a few moments. Also instrumental in anything different, fuzz guitar on some tracks, drums / bass and synthesizers also, the lyrics are in Spanish and only the cover of "Get Down" is in English. Key tracks: "Tu Calor", "Rasguña las piedras" e "Sombras de colores". Nothing exceptional, but a good record for fans of psychedelic / Latin rock of the time.

Patricio Panussis (violão 12 cordas, vocal)
Lito Benito (guitarra, vocal)
Fernando Mosquera (bateria)
Hugo Talguia (baixo)

Ruben Loke (guitarra)
Lito Benito (Moog, vocal)
Juan Carlos Duque (piano, vocal)
Eugenio Guzman (baixo)
Eduardo Castro (guitarra)
José Romeo: (baixo)
Enrique Beto Luco (guitarra)
Raúl Aliaga (percussão, teclado)

01 Tu Calor (Versão original)
02 Cuando en invierno
03 Tu Calor (Instrumental)
04 Cuando en invierno (Instrumental)
05 Tu Calor (Versão LP)
06 Rasguña las piedras
07 Mrs. Jones
08 Sombras de colores
09 Get down
10 Promesas
11 Pobrecito mortal
12 Toda una mujer
13 Bailando con tu amigo



sexta-feira, 3 de outubro de 2014

FOLK ROCK - SOL SIMIENTE SUR - Same - 1978


Sol Simient Sur foi um grupo boliviano formado na capital La Paz em meados dos anos 70 e lançou um único e raro disco em 1978, relançado novamente em pequeno número em 2003. Infelizmente poucas informações restaram sobre eles.
O álbum homônimo traz 9 faixas instrumentais que combinam música andina, influenciada por rock e prog, seguindo o estilo de várias bandas locais, como Wara, Los Grillos e El Pólen (Peru). Domínio de instrumentos típicos, como quena (flauta), charango e cuatro (cordas) e percussão caracterizam o som, contando com momentos de bateria e baixo, todos tocados de forma competente por músicos de qualidade, proporcionando uma bonita obra de folk rock sul americano. Pérola recomendada para fãs do gênero.
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Sol Simient Sur was a group formed in Bolivian capital La Paz in the mid 70s and launched a unique and rare hard in 1978, reissued again in small numbers in 2003 remained.
The eponymous album features nine instrumental tracks that combine Andean folk music, influenced by rock and prog, following the style of several local bands such as Wara, Los Grillos and El Pollen (Peru). Domain of typical instruments like quena (flute), charango and cuatro (strings) and percussion characterize the sound, with moments of drums and bass, all played competently by quality musicians, providing a beautiful work of south-american folk rock. Pearl recommended for fans of the genre.

Eduardo Ortiz (quena)
Eduardo Villarroel (flauta, flautim)
Javier Ruiz (charango, cuatro)
Daniel Mendoza (violão)
Marcel Ruiz (baixo)
Fernando Sanjinés (bateria, percussão)

01 Danza ritual de la coca
02 Invierno
03 Cueca dulce
04 Danza de los mineros
05 Estudio en la menor
06 Taquirari experimental para un amigo
07 Continuando el camino
08 Cochabamba
09 Mama Phagjsi

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

LATIN/ FUNK ROCK - COLUMNA DE FUEGO - Desde España para Colombia - 1974


Pérola formada na Colômbia, o Columna de Fuego surgiu na capital Bogotá em 1971 por dois ex-membros do Siglo Cero, Jaime Rodriguez e Roberto Fiorilli. Foram uma das primeiras bandas do país a fazer shows pela Europa, onde gravaram o único álbum em 1974 em Madrid. Logo após o lançamento, o grupo se desfez e vários integrantes seguiram carreira musical em terras espanholas.
O disco Desde España para Colombia é composto de 10 curtas faixas, misturando ritmos latinos típicos da região, como Cúmbia e Vallenato, com forte presença de percussão, funk com metais e sax e psicodelia, contando com guitarra fuzz. As letras são todas em espanhol, mas a qualidade do som não é das melhores. Para as faixas, destaque em "Carnaval de Barranquilla", "El fuego del padre no quema a sus hijos" e a matadora "La Joricamba".
No geral, uma ótima pérola para fãs de rock latino e funk, recomendado!
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Pearl formed in Colombia, Columna de Fuego appeared in the capital Bogota in 1971 by two former members of the Siglo Cero, Jaime Rodriguez and Roberto Fiorilli. Were one of the first bands in the country playing shows in Europe, where they recorded their only album in 1974 in Madrid. Soon after the release, the group disbanded and several members followed musical career in Spanish lands. 
The album Desde España para Colombia consists of 10 short tracks, mixing Latin rhythms typical of the region, such as Cumbia and Vallenato, with a strong presence of percussion. funk with metals and sax and psychedelia, with some fuzz guitar. The lyrics are all in Spanish, but the sound quality is not the best. For the tracks best are "Carnival de Barranquilla," "El fuego del padre no quema a sus hijos" and the killer "La Joricamba". Overall, a great gem for fans of Latin and funk rock, recommended!

Jaime Rodriguez (guitarra, vocal)
Roberto Fiorilli (bateria, vocal)
Guillermo "Marciano" Guzman (baixo, vocal)
Jorge Abarca (guitarra)
Daniel Basanta (percussão)

01 Cumbia
02 Carnaval de Barranquilla
03 Nostalgia
04 Tamborero
05 El fuego del padre no quema a sus hijos
06 Manigua de tambores
07 Simplemente hombres
08 Iñot
09 La Joricamba
10 Tenmadumba



quarta-feira, 1 de outubro de 2014

PROGRESSIVE ROCK - SÍNTESIS - Same - 1976


Pérola vinda da Argentina, o grupo Síntesis foi formado em meados dos anos 70 na cidade de Santa Fé. A banda gravou e lançou seu único disco em 1976, contando com várias participações, mas coincidindo com o ano do golpe no país, que causou a saída de alguns membros e levou ao fim prematuro do grupo.
O álbum homônimo é divido em apenas 6 faixas, todas instrumentais e totalizando menos de meia hora. Compensando a pequena duração, vem a qualidade apresentada pelo Sínteses: rock progressivo bem elaborado, com músicos de qualidade e influências de jazz, presentes nas frequentes passagens de sax e clarinete, e também prog italiano e sinfônico, principalmente na flauta e violino. Além dos instrumentos citados, guitarra e bateria fazem trabalho competente, totalizando um agradável disco, recomendado para fãs de rock progressivo, em especial latino-americano.
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Pearl coming from Argentina, the group Síntesis was formed in the mid 70s in the city of Santa Fe. The Band recorded and released their only album in 1976, but coinciding with the year of the coup in the country, which caused the departure of some members and led to the premature end of the group. 
The self-titled album is divided into only six tracks, all instrumental and totaling less than half an hour. Compensating for small duration, comes the quality presented by Synthesis: well-crafted progressive rock, with quality musicians and jazz influences, present in the frequent passages of sax and clarinet, and also Italian and symphonic prog mainly on flute and violin. In addition to the above instruments, guitar and drums do competent work, totaling a nice album, recommended for fans of progressive rock, especially Latin America.

José A. Migoya (guitarra)
Juan C. Ricci (bateria)
Julio Cusmai (bateria)
Cachi Ferreyra (saxofone)
Mariano Zarich (saxofone)
Oscar Tissera (flauta)
Santiago Aldana (clarinete)
Sergio Polizzi (violino)

01 Lo Obvio Segun Yo
02 Sin Nada
03 La Necesidad de Amar... A Veces
04 Algunas Maneras de Expresarme
05 Todo lo Necesario para lo Necesario
06 El Final